Coloque os vilões fora de combate
"A elevada ingestão de alimentos ricos em gorduras ruins, aliada ao excesso de peso e ao sedentarismo eleva o risco de desenvolver doenças cardiovasculares".(Roberta nutricionista responsável do site minha vida)
Confira a lista dos tipos de gorduras prejudiciais ao organismo
Colesterol
Tipo de gordura com duas faces, o colesterol desempenha um papel importante no organismo, já que participa da produção dos hormônios sexuais e das glândulas supra-renais. Além dessas funções, o colesterol ajuda na formação da membrana celular e da bílis (substância produzida pelo fígado, fundamental para a digestão das gorduras).
O problema dessa gordura está relacionado ao seu excesso. "A quantidade de ingestão diária não deve ultrapassar 300mg", ressalta Roberta.
A razão disso é que, para ser transportado pelo corpo, o colesterol conta com a ajuda de uma proteína chamada LDL. No vai-e-vem, a proteína acaba deixando rastros da gordura pelo caminho, formando as placas prejudiciais à saúde.
Para ajudar a recolher os restos deixados pela LDL, o organismo conta com a participação da proteína HDL. Também ajudante no transporte do colesterol pelo corpo, ela entra em ação como uma espécie de faxineira varrendo todos os rastros nocivos. Por isso, é importante que as taxas de HDL sempre estejam acima das de LDL
O segredo para manter essa proporção em equilíbrio e ficar longe das doenças cardiovasculares é controlar os alimentos de origem animal, como carne, leite, derivados e embutidos, apresentam esse tipo de gordura.
Gorduras saturadas
Sólidas em temperatura ambiente e viscosas quando aquecidas, as gorduras saturadas são uma ótima isca para doenças cardiovasculares. Isso porque elas colaboram para o aumento de LDL, colesterol ruim, que circula pelo sangue.
Derrames e alguns tipos de câncer, como o de próstata e o de mama, também têm a origem associada aos excessos dessas gorduras no organismo sem falar que a gordura saturada é inimiga número um do emagrecimento. Para prevenir tudo isso, restrinja o consumo diário desse nutriente a, no máximo, 7% das calorias totais da sua dieta.
"Esse tipo de gordura está presente em maior quantidade nos alimentos de origem animal, como carnes, leite e derivados, ovos", alerta a nutricionista.
Gordura trans
Responsável pela forma, textura e sabor aos alimentos industrializados, a gordura trans tem origem na gordura vegetal (que é insaturada e não causa danos à saúde) e torna-se prejudicial depois do processo de hidrogenação.
Na prática, a gordura que era líquida e insaturada passa a ser sólida e saturada, sendo conhecida também como gordura vegetal hidrogenada.
Portanto, assim como a gordura saturada, a trans aumenta os níveis do mau colesterol no sangue e ainda diminui as taxas do colesterol benéfico ao organismo, o HDL.
Entre os alimentos que contêm gordura trans, encontramos bolos e tortas industrializadas, biscoitos salgados e recheados, pratos congelados, sorvetes cremosos e margarinas.
De acordo com Roberta, ainda não existe uma recomendação de quantidade ideal para o consumo de gordura trans. "Mas alguns especialistas dizem que ela não deve passar de 2 gramas por dia", afirma.
Time do bem
Engana-se quem pensa que todo tipo de gordura causa malefícios ao organismo. Entre a equipe do bem, os destaques vão para as gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas.
Gorduras monoinsaturadas
São líquidas em temperatura ambiente, mas iniciam a solidificação quando levadas à geladeira. Um bom exemplo de gordura monoinsaturada são os molhos à base de azeite, opacos na geladeira e transparentes em temperatura ambiente.
Além de fornecer energia ao corpo, esse tipo de gordura conta com mais uma vantagem: ajuda a diminuir o LDL, conhecido como colesterol ruim.
Para aproveitar os benefícios das gorduras monoinsaturadas, recorra ao óleo de canola e de soja, azeite de oliva, abacate, castanhas e amêndoas. Mas não exagere na dose. Se comparados a outros tipos de gordura, eles realmente não causam tantos malefícios ao coração. Mas, em contrapartida, são bastante calóricos e podem pôr o seu regime a perder.
Gorduras poliinsaturadas
Assim como as monoinsaturadas, esse tipo de gordura ajuda a diminuir o colesterol ruim. Por outro lado, se consumidas mais do que o indicado, as poliinsaturadas podem fazer os níveis de HDL (o bom colesterol) diminuírem.
Conte com elas também para ficar longe dos coágulos nas artérias. A ajuda acontece porque a gordura diminui a agregação das plaquetas.
As gorduras poliinsaturadas são encontradas nos peixes de água fria e nos óleos de soja, milho e girassol. Somando sua ingestão com as monoinsaturadas, as gorduras não devem ultrapassar os 20% do total de calorias diárias.
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Novidades a cada semana para quem deseja saber mais sobre como manter uma alimentação saudável
Agora a cada semana postarei no blog algumas perguntas/respostas interessantes sobre como manter uma alimentação saudável e balanceada!
Esta matéria foi tirada do site Minha Vida (uol) publicada em 14/8/2009 (autor responsável - equipe nutricional do site)
1- O que é considerado um cardápio saudável?
A tradução de um cardápio saudável é simples, segundo Roberta. Quando a quantidade de calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais estão presentes em quantidades adequadas nas refeições diárias, significa que o indivíduo sabe montar um cardápio saudável , diz ela. Basta respeitar as suas necessidades e preferências individuais , completa.
2- Como evitar a má digestão?
Alguns truques na hora de sentar à mesa são capazes de evitar o mal-estar após a comilança. Roberta ensina que comer sem pressa é uma boa tática. As refeições principais devem durar, no mínimo, 30 minutos . Controlar a quantidade de líquidos durante as refeições (não ultrapasse os 200 ml) e evitar alimentos ricos em gordura é outra investida contra a má-digestão. Vale lembrar que, se o mal-estar for crônico, é fundamental consultar um gastroenterologista. Ele vai investigar as possíveis alterações no sistema digestório.
3- É possível controlar o metabolismo?
O gasto calórico metabólico de cada pessoa varia de acordo com as próprias características pessoais, como idade, peso e altura. Mas, de acordo com Roberta, é possível controlar esse gasto ficando atento ao número de calorias ingeridas e à prática de atividade física. Para dar uma extrapoladinha no cardápio sem ver o ponteiro da balança subir, basta queimar mais calorias, se exercitando. Já quem quer emagrecer deve ingerir uma quantidade energética adequada, que seja abaixo da sua necessidade. Assim, aliando um cardápio de baixo valor calórico com atividade física, a eliminação de peso será maior .
4- Existem alimentos capazes de acelerar o metabolismo?
Alguns estudos indicam uma lista bem grande de alimentos eficientes na aceleração do metabolismo. Entre eles, destacam-se o chá, o café, o salsão, a pimenta e o gengibre. (Recheie seu cardápio com alimentos poderosos contra os quilinhos extras). No entanto, Roberta alerta que, de nada adianta tomar muitos litros de chá com o objetivo de emagrecer, se hábitos equivocados ainda fizerem parte da alimentação do dia-a-dia, como o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras e carboidratos refinados ou a não ingestão de frutas, legumes e verduras.
5- Quais alimentos são benéficos na luta contra o alto colesterol?
Pessoas que apresentam colesterol elevado devem evitar alimentos ricos nesse tipo de gordura , alerta Roberta Stella. Na lista proibida para quem está sofrendo com as taxas elevadas de colesterol, a especialista cita produtos de origem animal, como leite e derivados integrais, carnes e embutidos. Além disso, vale dar preferência aos alimentos ricos em fibras. Por exemplo, frutas, legumes, verduras e cereais integrais (arroz integral, aveia, pão integral, entre outros) .
6- Caso você não consuma todos os nutrientes necessários ao organismo, é aconselhável tomar algum tipo de suplementação?
A resposta da nutricionista Vanderli Marchiori é sim. Porém, antes de apelar para os suplementos, o ideal é aprender a comer corretamente. A nutricionista alerta ainda que a eventual suplementação não deve tomar o lugar dos alimentos, e sim servir como complemento. A orientação de um especialista também é fundamental para evitar problemas nos rins e no fígado, principalmente.
7- Cortar os carboidratos da alimentação por um tempo pode ser prejudicial à saúde?
A restrição moderada de carboidratos deve ser feita por um período determinado, não devendo ultrapassar um ano, informa a responsável pela equipe nutricional do site Minha Vida, Roberta Stella. Já uma alimentação com restrição total de carboidratos deve ser seguida somente sob supervisão de um profissional da saúde. Uma dieta com excesso de proteínas na alimentação pode sobrecarregar os rins e, por isso, ela deve ser constantemente avaliada, explica.
8- A carne de soja apresenta o mesmo valor nutricional da carne bovina?
Não, existem diferenças na composição nutricional , afirma a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Enquanto 52% do valor calórico da carne bovina é composto por proteínas (o restante é de gorduras), a carne de soja tem 69% do seu valor calórico representado pelas proteínas e 27% de carboidratos. Quando o assunto é quantidade de calorias, a carne de soja sai na frente, oferecendo 300 kcal a cada 100 g. Já a mesma quantidade da carne de boi fornece 179 kcal. Para substituir, minha dica é comer, em soja, metade da quantidade que você comeria de carne bovina. Ou seja, troque um bife bovino de 100 g por 50 g de proteína texturizada de soja (PTS) , aconselha a especialista.
9- Legumes crus oferecem mais nutrientes que os cozidos?
De acordo com a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella, alguns nutrientes realmente são perdidos durante o cozimento, principalmente, as vitaminas hidrossolúveis, encontradas em abundância nas vitaminas do complexo B e vitamina C. No entanto, isso não significa que a ingestão dos alimentos cozidos deve ser um hábito eliminado. (Você conhece a prática alimentar que prioriza a ingestão de alimentos crus? Descubra se ela é realmente eficaz). Existem algumas medidas simples capazes de diminuir a perda de nutrientes. Sempre que possível, reutilize a água em que os legumes foram cozidos. Use-a, por exemplo, no preparo do arroz. Assim dá para reaproveitar os nutrientes que foram parar na água do cozimento, ensina a especialista.
10- Por que é recomendável trocar o leite integral pelo desnatado?
A quantidade de gordura presente em cada tipo de leite é a responsável pela grande diferença entre os dois. Por ser uma gordura de origem animal, ela é saturada e contém colesterol na composição. Considerando também que a gordura é o nutriente mais calórico, o leite desnatado tem menos calorias que a versão integra , explica a nutricionista do site Minha Vida, Roberta Stella, sobre a troca saudável.
Esta matéria foi tirada do site Minha Vida (uol) publicada em 14/8/2009 (autor responsável - equipe nutricional do site)
1- O que é considerado um cardápio saudável?
A tradução de um cardápio saudável é simples, segundo Roberta. Quando a quantidade de calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais estão presentes em quantidades adequadas nas refeições diárias, significa que o indivíduo sabe montar um cardápio saudável , diz ela. Basta respeitar as suas necessidades e preferências individuais , completa.
2- Como evitar a má digestão?
Alguns truques na hora de sentar à mesa são capazes de evitar o mal-estar após a comilança. Roberta ensina que comer sem pressa é uma boa tática. As refeições principais devem durar, no mínimo, 30 minutos . Controlar a quantidade de líquidos durante as refeições (não ultrapasse os 200 ml) e evitar alimentos ricos em gordura é outra investida contra a má-digestão. Vale lembrar que, se o mal-estar for crônico, é fundamental consultar um gastroenterologista. Ele vai investigar as possíveis alterações no sistema digestório.
3- É possível controlar o metabolismo?
O gasto calórico metabólico de cada pessoa varia de acordo com as próprias características pessoais, como idade, peso e altura. Mas, de acordo com Roberta, é possível controlar esse gasto ficando atento ao número de calorias ingeridas e à prática de atividade física. Para dar uma extrapoladinha no cardápio sem ver o ponteiro da balança subir, basta queimar mais calorias, se exercitando. Já quem quer emagrecer deve ingerir uma quantidade energética adequada, que seja abaixo da sua necessidade. Assim, aliando um cardápio de baixo valor calórico com atividade física, a eliminação de peso será maior .
4- Existem alimentos capazes de acelerar o metabolismo?
Alguns estudos indicam uma lista bem grande de alimentos eficientes na aceleração do metabolismo. Entre eles, destacam-se o chá, o café, o salsão, a pimenta e o gengibre. (Recheie seu cardápio com alimentos poderosos contra os quilinhos extras). No entanto, Roberta alerta que, de nada adianta tomar muitos litros de chá com o objetivo de emagrecer, se hábitos equivocados ainda fizerem parte da alimentação do dia-a-dia, como o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras e carboidratos refinados ou a não ingestão de frutas, legumes e verduras.
5- Quais alimentos são benéficos na luta contra o alto colesterol?
Pessoas que apresentam colesterol elevado devem evitar alimentos ricos nesse tipo de gordura , alerta Roberta Stella. Na lista proibida para quem está sofrendo com as taxas elevadas de colesterol, a especialista cita produtos de origem animal, como leite e derivados integrais, carnes e embutidos. Além disso, vale dar preferência aos alimentos ricos em fibras. Por exemplo, frutas, legumes, verduras e cereais integrais (arroz integral, aveia, pão integral, entre outros) .
6- Caso você não consuma todos os nutrientes necessários ao organismo, é aconselhável tomar algum tipo de suplementação?
A resposta da nutricionista Vanderli Marchiori é sim. Porém, antes de apelar para os suplementos, o ideal é aprender a comer corretamente. A nutricionista alerta ainda que a eventual suplementação não deve tomar o lugar dos alimentos, e sim servir como complemento. A orientação de um especialista também é fundamental para evitar problemas nos rins e no fígado, principalmente.
7- Cortar os carboidratos da alimentação por um tempo pode ser prejudicial à saúde?
A restrição moderada de carboidratos deve ser feita por um período determinado, não devendo ultrapassar um ano, informa a responsável pela equipe nutricional do site Minha Vida, Roberta Stella. Já uma alimentação com restrição total de carboidratos deve ser seguida somente sob supervisão de um profissional da saúde. Uma dieta com excesso de proteínas na alimentação pode sobrecarregar os rins e, por isso, ela deve ser constantemente avaliada, explica.
8- A carne de soja apresenta o mesmo valor nutricional da carne bovina?
Não, existem diferenças na composição nutricional , afirma a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Enquanto 52% do valor calórico da carne bovina é composto por proteínas (o restante é de gorduras), a carne de soja tem 69% do seu valor calórico representado pelas proteínas e 27% de carboidratos. Quando o assunto é quantidade de calorias, a carne de soja sai na frente, oferecendo 300 kcal a cada 100 g. Já a mesma quantidade da carne de boi fornece 179 kcal. Para substituir, minha dica é comer, em soja, metade da quantidade que você comeria de carne bovina. Ou seja, troque um bife bovino de 100 g por 50 g de proteína texturizada de soja (PTS) , aconselha a especialista.
9- Legumes crus oferecem mais nutrientes que os cozidos?
De acordo com a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella, alguns nutrientes realmente são perdidos durante o cozimento, principalmente, as vitaminas hidrossolúveis, encontradas em abundância nas vitaminas do complexo B e vitamina C. No entanto, isso não significa que a ingestão dos alimentos cozidos deve ser um hábito eliminado. (Você conhece a prática alimentar que prioriza a ingestão de alimentos crus? Descubra se ela é realmente eficaz). Existem algumas medidas simples capazes de diminuir a perda de nutrientes. Sempre que possível, reutilize a água em que os legumes foram cozidos. Use-a, por exemplo, no preparo do arroz. Assim dá para reaproveitar os nutrientes que foram parar na água do cozimento, ensina a especialista.
10- Por que é recomendável trocar o leite integral pelo desnatado?
A quantidade de gordura presente em cada tipo de leite é a responsável pela grande diferença entre os dois. Por ser uma gordura de origem animal, ela é saturada e contém colesterol na composição. Considerando também que a gordura é o nutriente mais calórico, o leite desnatado tem menos calorias que a versão integra , explica a nutricionista do site Minha Vida, Roberta Stella, sobre a troca saudável.
sexta-feira, 12 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Quedas "Um perigo para o idoso"
As quedas e suas conseqüências para as pessoas idosas no Brasil têm assumido uma dimensão de epidemia.
A quantidade de internações por fratura no fêmur devido à queda vem aumentando a cada ano e as mulheres são as que mais sofrem com este problema.Para se ter uma idéia, entre as mulheres foram 20.778 mil internações em 2009 enquanto que entre os homens foram 10.020 mil (dados coletados até outubro deste mesmo ano).
A causa mais comum é a osteoporose,problema que afeta mais as mulheres,deixando-as mais vulneráveis às fraturas!
Os homens caem, mas não fraturam tanto quanto as mulheres!
A queda em idosos pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida desse grupo populacional, podendo acarretar imobilidade, dependência dos familiares, depressão,isso sem falar no alto índice de mortalidade no pós-cirúrgico.
Considerando todo o país, somente em 2005, foram 1.304 óbitos por fraturas de fêmur. E em 2009 esse número subiu para 1.478.
Podemos ainda associar outras causas que podem levar o idoso a cair,como:
* a dificuldade de visão;
* a dificuldade auditiva;
* uso inadequado de medicamentos;
* dificuldade de equilíbrio;
* perda progressiva de força nos membros inferiores;
Para que esse número apresente uma redução significativa precisamos ressaltar a importância de se praticar uma atividade física!
O exercício físico proporciona ao praticante:
* músculos mais fortes (melhorando à postura e o suporte articular);
* melhora na resistência geral(cardiorrespiratória e cardiovascular);
* melhora na coordenação motora e no equilíbrio;
Quanto mais cedo você começar, menos sofrerá com as alterações que o envelhecimento provoca em seu corpo. Não podemos mudar o tempo e as limitações que vamos adquirindo com a idade,mas podemos melhorar muito nossa qualidade de vida.
Pense nisso e procure um educador físico para inicar um programa de atividade física orientado e direcionado ao público de sua faixa etária. Tenho certeza que não irá se arrepender!
Fonte - resumo da matéria publicada no site (www.portal.saude.gov.br)
A quantidade de internações por fratura no fêmur devido à queda vem aumentando a cada ano e as mulheres são as que mais sofrem com este problema.Para se ter uma idéia, entre as mulheres foram 20.778 mil internações em 2009 enquanto que entre os homens foram 10.020 mil (dados coletados até outubro deste mesmo ano).
A causa mais comum é a osteoporose,problema que afeta mais as mulheres,deixando-as mais vulneráveis às fraturas!
Os homens caem, mas não fraturam tanto quanto as mulheres!
A queda em idosos pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida desse grupo populacional, podendo acarretar imobilidade, dependência dos familiares, depressão,isso sem falar no alto índice de mortalidade no pós-cirúrgico.
Considerando todo o país, somente em 2005, foram 1.304 óbitos por fraturas de fêmur. E em 2009 esse número subiu para 1.478.
Podemos ainda associar outras causas que podem levar o idoso a cair,como:
* a dificuldade de visão;
* a dificuldade auditiva;
* uso inadequado de medicamentos;
* dificuldade de equilíbrio;
* perda progressiva de força nos membros inferiores;
Para que esse número apresente uma redução significativa precisamos ressaltar a importância de se praticar uma atividade física!
O exercício físico proporciona ao praticante:
* músculos mais fortes (melhorando à postura e o suporte articular);
* melhora na resistência geral(cardiorrespiratória e cardiovascular);
* melhora na coordenação motora e no equilíbrio;
Quanto mais cedo você começar, menos sofrerá com as alterações que o envelhecimento provoca em seu corpo. Não podemos mudar o tempo e as limitações que vamos adquirindo com a idade,mas podemos melhorar muito nossa qualidade de vida.
Pense nisso e procure um educador físico para inicar um programa de atividade física orientado e direcionado ao público de sua faixa etária. Tenho certeza que não irá se arrepender!
Fonte - resumo da matéria publicada no site (www.portal.saude.gov.br)
quarta-feira, 3 de março de 2010
Entenda como o corpo da gestante se recupera após o parto
Matéria tirada do Portal Sempre Materna
Redação Sempre Materna
Publicado em: 26/02/2010
Pós Parto: o organismo voltando à forma antiga
O bebê acabou de nascer e seu corpo já começa a trabalhar para o aparelho reprodutor voltar a ser o que era antes da gravidez o organismo voltando à forma antiga.
O puerpério (pós-parto) é o período no qual as modificações ocorridas no organismo materno durante a gestação irão retornar ao estado pré-gravídico. Esta fase começa imediatamente após a expulsão total da placenta e das membranas ovulares (a “bolsa” que continha o líquido amniótico) e pode durar muitos meses. “A fase do puerpério sempre deve ser acompanhada pelo obstetra. Ele poderá identificar qualquer problema que esteja ocorrendo, esclarecer as dúvidas e decidir o período correto para iniciar a contracepção”, afirma o ginecologista e obstetra Paulo Augusto Amador Pereira. Veja a seguir o que é esperado acontecer no pós-parto de acordo com o médico:
ÚTERO
Após a expulsão da placenta, o útero contrai muito e esse é um importante mecanismo para interromper o sangramento que ocorre quando a placenta se solta. Nesta fase, o útero contraído se encontra no nível da cicatriz umbilical. Em situação normal, ele continuará a regredir e ao redor do 12º dia pós-parto deverá estar nivelado com a sínfise púbica. Essa recuperação pode ser mais lenta em gestantes cujo útero sofreu uma grande distensão (por exemplo: gestação gemelar, feto muito grande, excesso de líquido amniótico), nas pacientes que não amamentam, nas pacientes submetidas à cesárea e se houver infecção uterina.
COLO DO ÚTERO
Nos casos de parto vaginal, o colo do útero estará fechado ao redor do 5º dia pós-parto em primíparas (primeiro parto) e ao redor do 10º dia nas multíparas (mais do que um parto).
VAGINA
No pós-parto imediato, a vagina encontra-se edemaciada, congesta e com grande relaxamento de suas paredes, alterações que regridem após os dois primeiros dias. A alteração mais importante é a atrofia da mucosa vaginal resultante do hipoestrogenismo, é a chamada crise vaginal, que inicia sua recuperação por volta do 25º dia, fato comum às que tiveram parto vaginal ou cesárea. O retorno da lubrificação vaginal à normalidade é individual e habitualmente retardado nas mulheres que amamentam. Embora a rugosidade da mucosa retorne gradativamente, sua redução é evidente a cada parto.
VULVA E PERÍNEO
Apresentam-se edemaciadas e congestas, retornando à normalidade rapidamente, lacerações pequenas são freqüentes e cicatrizam espontaneamente. No caso de parto vaginal, a ocorrência de botões hemorroidários é freqüente, pela congestão venosa e pela compressão provocada pela passagem do feto no canal de parto. A regressão costuma ser espontânea.
ASSOALHO PÉLVICO
A musculatura costuma sofrer distensões e lacerações que podem ocasionar distopias genitais (quando um órgão pélvico não retorna ao seu local de origem, por exemplo, a popularmente conhecida ‘bexiga caída’). Essa ocorrência é evitada com exercícios pré e pós-natal desses grupos de músculos, e com adequada assistência obstétrica ao parto.
LOQUIAÇÃO
A lóquia é a secreção eliminada no puerpério e corresponde a sangue, produtos de descamação, exsudatos e transudatos provenientes da ferida placentária (principalmente), do colo do útero e da vagina. A lóquia muda de cor no decorrer do tempo e sua quantidade vai diminuindo, sendo que a maior parte é eliminada nos primeiros cinco dias. Primeiro ela é vermelha (lochia rubra ou cruenta), dura até o quarto dia e diminui de volume com o passar do tempo. Entre o 4º e 10º dia a quantidade sangue diminui e aumenta o número de glóbulos brancos, tornando a secreção mais escurecida (lochia fusca). Após o 10º dia a coloração é amarelada (lochia flava) e progressivamente vai ficando esbranquiçada.
MENSTRUAÇÃO
O retorno do ciclo menstrual após o parto é variável, tendendo a ocorrer mais cedo nas mulheres que não amamentam (2º ou 3º mês) e mais tarde nas que amamentam exclusivamente. Algumas mulheres só voltam a menstruar depois do desmame completo.
FERTILIDADE
Logo após o parto, a mulher tem probabilidade menor de engravidar, principalmente aquelas que amamentam. Estima-se que o risco de engravidar nos primeiros 6 meses seja de 70% para as que não amamentam e de 10% para as que a amamentação exclusivamente e que ainda não voltaram a menstruar (mas deve-se frisar que esta proteção elevada só é válida diante da associação “aleitamento exclusivo e ausência de menstruação”). A proteção causada pela amamentação se explica pelo fato de que a prolactina, hormônio produzido pela hipófise e que estimula a produção de leite, quando está em níveis elevados é capaz de causar um “bloqueio” nos ovários dificultando a ovulação. Porém, mesmo com a manutenção da lactação, os níveis de prolactina tendem a se normalizar ao redor do sexto mês e com isso o risco de engravidar aumenta.
Redação Sempre Materna
Publicado em: 26/02/2010
Pós Parto: o organismo voltando à forma antiga
O bebê acabou de nascer e seu corpo já começa a trabalhar para o aparelho reprodutor voltar a ser o que era antes da gravidez o organismo voltando à forma antiga.
O puerpério (pós-parto) é o período no qual as modificações ocorridas no organismo materno durante a gestação irão retornar ao estado pré-gravídico. Esta fase começa imediatamente após a expulsão total da placenta e das membranas ovulares (a “bolsa” que continha o líquido amniótico) e pode durar muitos meses. “A fase do puerpério sempre deve ser acompanhada pelo obstetra. Ele poderá identificar qualquer problema que esteja ocorrendo, esclarecer as dúvidas e decidir o período correto para iniciar a contracepção”, afirma o ginecologista e obstetra Paulo Augusto Amador Pereira. Veja a seguir o que é esperado acontecer no pós-parto de acordo com o médico:
ÚTERO
Após a expulsão da placenta, o útero contrai muito e esse é um importante mecanismo para interromper o sangramento que ocorre quando a placenta se solta. Nesta fase, o útero contraído se encontra no nível da cicatriz umbilical. Em situação normal, ele continuará a regredir e ao redor do 12º dia pós-parto deverá estar nivelado com a sínfise púbica. Essa recuperação pode ser mais lenta em gestantes cujo útero sofreu uma grande distensão (por exemplo: gestação gemelar, feto muito grande, excesso de líquido amniótico), nas pacientes que não amamentam, nas pacientes submetidas à cesárea e se houver infecção uterina.
COLO DO ÚTERO
Nos casos de parto vaginal, o colo do útero estará fechado ao redor do 5º dia pós-parto em primíparas (primeiro parto) e ao redor do 10º dia nas multíparas (mais do que um parto).
VAGINA
No pós-parto imediato, a vagina encontra-se edemaciada, congesta e com grande relaxamento de suas paredes, alterações que regridem após os dois primeiros dias. A alteração mais importante é a atrofia da mucosa vaginal resultante do hipoestrogenismo, é a chamada crise vaginal, que inicia sua recuperação por volta do 25º dia, fato comum às que tiveram parto vaginal ou cesárea. O retorno da lubrificação vaginal à normalidade é individual e habitualmente retardado nas mulheres que amamentam. Embora a rugosidade da mucosa retorne gradativamente, sua redução é evidente a cada parto.
VULVA E PERÍNEO
Apresentam-se edemaciadas e congestas, retornando à normalidade rapidamente, lacerações pequenas são freqüentes e cicatrizam espontaneamente. No caso de parto vaginal, a ocorrência de botões hemorroidários é freqüente, pela congestão venosa e pela compressão provocada pela passagem do feto no canal de parto. A regressão costuma ser espontânea.
ASSOALHO PÉLVICO
A musculatura costuma sofrer distensões e lacerações que podem ocasionar distopias genitais (quando um órgão pélvico não retorna ao seu local de origem, por exemplo, a popularmente conhecida ‘bexiga caída’). Essa ocorrência é evitada com exercícios pré e pós-natal desses grupos de músculos, e com adequada assistência obstétrica ao parto.
LOQUIAÇÃO
A lóquia é a secreção eliminada no puerpério e corresponde a sangue, produtos de descamação, exsudatos e transudatos provenientes da ferida placentária (principalmente), do colo do útero e da vagina. A lóquia muda de cor no decorrer do tempo e sua quantidade vai diminuindo, sendo que a maior parte é eliminada nos primeiros cinco dias. Primeiro ela é vermelha (lochia rubra ou cruenta), dura até o quarto dia e diminui de volume com o passar do tempo. Entre o 4º e 10º dia a quantidade sangue diminui e aumenta o número de glóbulos brancos, tornando a secreção mais escurecida (lochia fusca). Após o 10º dia a coloração é amarelada (lochia flava) e progressivamente vai ficando esbranquiçada.
MENSTRUAÇÃO
O retorno do ciclo menstrual após o parto é variável, tendendo a ocorrer mais cedo nas mulheres que não amamentam (2º ou 3º mês) e mais tarde nas que amamentam exclusivamente. Algumas mulheres só voltam a menstruar depois do desmame completo.
FERTILIDADE
Logo após o parto, a mulher tem probabilidade menor de engravidar, principalmente aquelas que amamentam. Estima-se que o risco de engravidar nos primeiros 6 meses seja de 70% para as que não amamentam e de 10% para as que a amamentação exclusivamente e que ainda não voltaram a menstruar (mas deve-se frisar que esta proteção elevada só é válida diante da associação “aleitamento exclusivo e ausência de menstruação”). A proteção causada pela amamentação se explica pelo fato de que a prolactina, hormônio produzido pela hipófise e que estimula a produção de leite, quando está em níveis elevados é capaz de causar um “bloqueio” nos ovários dificultando a ovulação. Porém, mesmo com a manutenção da lactação, os níveis de prolactina tendem a se normalizar ao redor do sexto mês e com isso o risco de engravidar aumenta.
Avaliação clínica e avaliação física qual a diferença e a importância delas para seu corpo?
*Avaliação clínica
É realizada por um médico geralmente cardiologista,que inclue além dos exames laboratoriais para identificar alterações nos índices de colesterol,triglíceris,glicemia entre outros,exames mais específicos como:
Ergo espirometria
Este teste nos dá parâmetros para analisar o vo2 Max(capacidade máxima de absorção de oxigênio) e definir o limiar anaeróbio( ponto onde a capacidade de remover o acido lático é menor que a produção do mesmo e definir a predominância da utilização de gordura e carboidratos como fonte de energia);
Teste de eletrocardiografia
Permite conhecer o estado atual do coração e seus limites;
Avaliações Ortopédicas
Realizado por um ortopedista,caso o aluno já apresente algum desvio postural ou problema articular;
Avaliação Física
As avaliações físicas são testes (antropométricos e ergométricos) que identificam o estado atual de condicionamento físico, seja muscular ou cardio respiratório além de medir o percentual de gordura.
Para iniciar um teste, é necessário que se obtenha uma boa anmenese ,que nada mais é que um questionário para verificar seus hábitos alimentares, algumas doenças hereditárias, questões cirúrgicas e atividades físicas.
Muitos testes podem ser feitos para se realizar a avaliação física, veja:
a) Bio-impedância
Este método permite uma avaliação rápida do percentual de gordura através da passagem de corrente elétrica, verificando o nível de água existente no organismo e quantificando o percentual de gordura.
b) Dobras cutâneas
É analisado por medidas verificadas por um compasso obtendo dados para aplicar em algumas fórmulas já estabelecidas, consideradas como padrão através vários estudos, pelo fato de sabermos que as grandes quantidades de gordura encontram-se em depósitos adiposos debaixo da pele.
c) Teste neuromuscular
Verifica a resistência de grupos musculares durante 1 min de exercícios repetidos em máxima velocidade. O tempo de duração depende do programa utilizado pelo avaliador físico e da capacidade do aluno em realizar a avaliação.
d) Dinamometria
Permite a mensuração da força através de um equipamento próprio para o teste físico.
f) Teste de flexibilidade
Verifica a capacidade do músculo de se estender ao máximo através de equipamento elaborado chamado de Banco Wells.
g) Peso e altura
Esta avaliação deve ser realizada por um profissional competente e treinado para essa finalidade.A maior parte das academias oferecem este serviço!
Quanto mais informações o professor tem do seu aluno, mais fácil e direcionado ficará o trabalho e o resultado propostos.
Fonte
Prof. Alexandre Vieira
Prof. Universitário / Educação Física – Cref. 3.123
Pós-graduado em Bases Fisiológicas e Metodológicas do Treinamento Desportivo – UNIFESP
É realizada por um médico geralmente cardiologista,que inclue além dos exames laboratoriais para identificar alterações nos índices de colesterol,triglíceris,glicemia entre outros,exames mais específicos como:
Ergo espirometria
Este teste nos dá parâmetros para analisar o vo2 Max(capacidade máxima de absorção de oxigênio) e definir o limiar anaeróbio( ponto onde a capacidade de remover o acido lático é menor que a produção do mesmo e definir a predominância da utilização de gordura e carboidratos como fonte de energia);
Teste de eletrocardiografia
Permite conhecer o estado atual do coração e seus limites;
Avaliações Ortopédicas
Realizado por um ortopedista,caso o aluno já apresente algum desvio postural ou problema articular;
Avaliação Física
As avaliações físicas são testes (antropométricos e ergométricos) que identificam o estado atual de condicionamento físico, seja muscular ou cardio respiratório além de medir o percentual de gordura.
Para iniciar um teste, é necessário que se obtenha uma boa anmenese ,que nada mais é que um questionário para verificar seus hábitos alimentares, algumas doenças hereditárias, questões cirúrgicas e atividades físicas.
Muitos testes podem ser feitos para se realizar a avaliação física, veja:
a) Bio-impedância
Este método permite uma avaliação rápida do percentual de gordura através da passagem de corrente elétrica, verificando o nível de água existente no organismo e quantificando o percentual de gordura.
b) Dobras cutâneas
É analisado por medidas verificadas por um compasso obtendo dados para aplicar em algumas fórmulas já estabelecidas, consideradas como padrão através vários estudos, pelo fato de sabermos que as grandes quantidades de gordura encontram-se em depósitos adiposos debaixo da pele.
c) Teste neuromuscular
Verifica a resistência de grupos musculares durante 1 min de exercícios repetidos em máxima velocidade. O tempo de duração depende do programa utilizado pelo avaliador físico e da capacidade do aluno em realizar a avaliação.
d) Dinamometria
Permite a mensuração da força através de um equipamento próprio para o teste físico.
f) Teste de flexibilidade
Verifica a capacidade do músculo de se estender ao máximo através de equipamento elaborado chamado de Banco Wells.
g) Peso e altura
Esta avaliação deve ser realizada por um profissional competente e treinado para essa finalidade.A maior parte das academias oferecem este serviço!
Quanto mais informações o professor tem do seu aluno, mais fácil e direcionado ficará o trabalho e o resultado propostos.
Fonte
Prof. Alexandre Vieira
Prof. Universitário / Educação Física – Cref. 3.123
Pós-graduado em Bases Fisiológicas e Metodológicas do Treinamento Desportivo – UNIFESP
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Abaixo estão as definições que ajudarão você, leitor ou seguidor do blog responder a enquete:
*Pessoas inativas (sedentárias)
Ocupação muito inativa na maior parte do dia; não pratica esportes ou exercícios;
*Pessoas pouco ativas
Ocupação muito inativa com ocupação leve em casa; pratica esportes ou exercícios ocasionalmente;
*Pessoas Ativas
Ocupação ativa ou pratica exercícios vigorosos ou moderados
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Ocupação muito inativa na maior parte do dia; não pratica esportes ou exercícios;
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