Fonte - site guia do bebê (uol)
Dra. Melania Amorim
Página foi publicada em: 06/05/2010.
PARTO NA ÁGUA
Vídeo de parto na água assistido por nossa equipe e disponível no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=3YBHDbx5kEM
Muito tem se debatido sobre o parto na água: é seguro? Quais as vantagens? Há maior risco de infecção? Quais os riscos para o bebê? Existem contra-indicações? O fato é que cada vez essa modalidade de parto tem se tornado disponível em diversas maternidades e pode representar também uma opção para os partos domiciliares (1).
A imersão em água durante o trabalho de parto tem sido referendada como um método útil para o alívio da dor do parto. Uma revisão sistemática disponível na Biblioteca Cochrane avalia a imersão em água durante o primeiro e o segundo estágios do parto (dilatação e expulsão, respectivamente) (2). Foram incluídos 11 ensaios clínicos randomizados (ECR) , dois dos quais avaliaram a imersão em água durante o período expulsivo. Nos ECR avaliando a imersão em água durante a fase de dilatação, observou-se significativa redução da dor e decréscimo da necessidade de analgesia farmacológica (peridural ou combinada). Os autores sugerem que a imersão em água durante o primeiro estágio do parto pode ser recomendada para parturientes de baixo-risco (2).
Nos dois ensaios clínicos avaliando o segundo estágio, ou seja, o parto assistido na água, não houve aumento do risco de desfechos maternos e neonatais adversos e verificou-se aumento da satisfação materna (3,4). No entanto, devido ao pequeno número de casos (240) e ao fato de várias mulheres randomizadas para ter parto na água na verdade pariram fora da água, não foi possível, as informações foram limitadas e os autores da revisão sistemática comentam que as evidências são insuficientes para recomendar ou contra-indicar o parto na água. Um outro ensaio clínico randomizado foi publicado depois desta revisão sistemática (5) e os seus resultados devem em breve ser incorporados, podendo gerar novas conclusões: neste estudo, verificou-se, além da redução da necessidade de analgésicos, menor duração do parto e redução do risco de cesárea no grupo que teve o parto na água.
Tendo em vista a escassez de ensaios clínicos randomizados (evidência nível I), e considerando que pode ser de fato difícil randomizar as mulheres para essa modalidade de parto, uma revisão sobre vantagens e desvantagens do parto na água deve se estender aos estudos observacionais, embora esses representem uma evidência de qualidade mais baixa (nível II) (6).
Alguns relatos de caso (7,8) sugerem efeitos prejudiciais para o recém-nascido, relacionando maior risco de desconforto respiratório no período neonatal. Entretanto, relatos de caso constituem um nível de evidência muito pobre (nível III ou IV), porquanto uma relação causal não pode ser estabelecida. Assim, estudos observacionais incluindo grande número de casos e comparando partos na água e fora da água devem ser privilegiados.
Um grande estudo publicado em 2004 comparou 3.617 partos na água e 5.901 controles (9). O parto na água se associou a redução das lacerações perineais, menor perda sanguínea e menor necessidade de analgesia de parto. Não houve diferença na taxa de infecção materna e neonatal. Outros estudos publicados nos anos subsequentes confirmaram esses achados, sugerindo que o parto na água representa uma alternativa valiosa e promissora ao parto fora da água (10, 11, 12, 13). O estudo mais recente foi publicado em 2007 e demonstrou ainda que a imersão em água se associou com menor duração tanto da fase de dilatação como da fase de expulsão do parto, sem aumento do risco de infecção materna e neonatal (14). Todos esses estudos destacam que critérios rigorosos de seleção foram observados e que essas conclusões só podem ser extrapoladas para parturientes de baixo-risco.
Uma preocupação constante de vários leigos e mesmo de alguns profissionais é o risco de aspiração de água, traduzido pelo receio de que “o bebê se afogue”. Devemos, porém, lembrar, que o bebê saudável só “respira” efetivamente quando sai da água. Imediatamente depois do nascimento em água morna (que inibe a respiração), o bebê se mantém como dentro do útero, quando estava imerso em líquido amniótico: a “respiração” não está estabelecida e as trocas gasosas seguem se efetuando através do cordão umbilical. Mantém-se intacto o reflexo de mergulho, de forma que mesmo uma ou duas gotas de água na laringe são suficientes para desencadear esta resposta, inibindo a inalação de líquido (15).
O risco de aspiração ocorre para os bebês deprimidos (com hipoxia grave), que podem até aspirar o próprio líquido amniótico e, por não terem um bom clearance pulmonar, não expelem o líquido aspirado (16). Deve-se concluir, portanto, que o parto na água não é uma boa opção quando existe o risco de sofrimento fetal e deve ser contra-indicado na presença de padrões anômalos de frequência cardíaca fetal (10-14, 17). Salienta-se que a monitorização da frequência cardíaca fetal é importante tanto para partos na água como fora da água, e seu rigor durante o trabalho de parto deve ser observado (17), de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) (18).
O American College of Obstetricians and Gynecology (ACOG) não tem posição oficial sobre o parto na água, e no Brasil a Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) também não se manifestou sobre o tema. Entretanto, na Inglaterra, tanto o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists como o Royal College of Midwives explicitamente apóiam a imersão de água durante o trabalho de parto e o nascimento, tendo publicado uma diretriz específica sobre o assunto (17).
Em suma, respondendo aos questionamentos no início deste artigo, podemos concluir que o parto na água representa uma opção segura para parturientes de baixo-risco que assim o desejem, devendo-se respeitar a autonomia feminina com respeito à decisão do local de parto. Existem algumas vantagens, como redução da necessidade de analgesia, redução de episiotomia e lacerações espontâneas, menor duração do primeiro e do segundo estágio do parto e maior satisfação materna. Não foi documentado maior risco de infecção materna ou neonatal. O risco de aspiração só existe para bebês deprimidos ou acidóticos, de forma que a ausculta fetal é essencial para monitorização do trabalho de parto. Gestações de alto-risco e presença de padrões anômalos de frequência cardíaca fetal representam contra-indicações para o parto na água.
Dentro de uma filosofia de respeito à autonomia materna, as mulheres devem ser informadas sobre as evidências disponíveis acerca do parto na água, devendo fazer uma escolha livre e esclarecida. Possíveis riscos e contra-indicações devem ser discutidos e, como em qualquer procedimento durante a assistência ao parto, deve-se obter a assinatura do termo de consentimento. Fundamental ainda é que o parto na água deve ser assistido por profissionais habilitados com experiência nessa modalidade (17).
Melania Amorim, MD, PhD
REFERÊNCIAS:
1.Kitzinger S. Letter from Europe: water birth: just a fad? Birth 2009; 36 :258-60.
http://www3.interscience.wiley.com/cgi-bin/fulltext/122592330/PDFSTART
2.Cluett ER, Burns E. Immersion in water in labour and birth. Cochrane Database of Systematic Reviews 2009, Issue 2. DOI: 10.1002/14651858.CD000111.pub3.
http://www.mrw.interscience.wiley.com/cochrane/clsysrev/articles/CD000111/frame.html
3.Nikodem C, Hofmeyr GJ, Nolte AGW, de Jager M. The effects of water on birth: a randomized controlled trial. Proceedings of the 14th Conference on Priorities in Perinatal Care in South Africa; 1995 March 7-10; South Africa. 1995:163-6.
4.Woodward J, Kelly SM. A pilot study for a randomised controlled trial of waterbirth versus land birth. BJOG: an international journal of obstetrics and gynaecology 2004; 111: 537-45.
http://www3.interscience.wiley.com/cgi-bin/fulltext/118813598/PDFSTART
5.Chaichian S, Akhlaghi A, Rousta F, Safavi M. Experience of water birth delivery in Iran. Arch Iran Med 2009; 12: 468-71.
http://www.ams.ac.ir/AIM/NEWPUB/09/12/5/007.pdf
6.Oxford Centre for Evidence-based Medicine - Levels of Evidence (March 2009).
http://www.cebm.net/index.aspx?o=1025
7.Batton DG, Blackmon LR, Adamkin DH, Bell EF, Denson SE, Engle WA, Martin GI, Stark AR, Barrington KJ, Raju TN, Riley L, Tomashek KM, Wallman C, Couto J; Committee on Fetus and Newborn, 2004-2005. Underwater births. Pediatrics 2005; 115: 1413-4.
http://pediatrics.aappublications.org/cgi/pmidlookup?view=long&pmid=15867054
8.Mammas IN, Thiagarajan P. Water aspiration syndrome at birth - report of two cases. J Matern Fetal Neonatal Med 2009; 22: 365-7.
http://informahealthcare.com/doi/pdf/10.1080/14767050802556067
9.Geissbuehler V, Stein S, Eberhard J. Waterbirths compared with landbirths: an observational study of nine years. J Perinat Med 2004; 32: 308-14.
http://www.reference-global.com/doi/pdfplus/10.1515/JPM.2004.057
10.Eberhard J, Stein S, Geissbuehler V. Experience of pain and analgesia with water and land births. J Psychosom Obstet Gynaecol 2005; 26: 127-33.
https://commerce.metapress.com/content/16441n2545k90228/resource-secured/?target=fulltext.pdf&sid=zb3zrqbulif0nhrroekunt55&sh=www.springerlink.com
11.Thoeni A, Zech N, Moroder L, Ploner F. Review of 1600 water births. Does water birth increase the risk of neonatal infection? J Matern Fetal Neonatal Med 2005; 17:357-61.
http://informahealthcare.com/doi/pdf/10.1080/14767050500140388
12.Thöni A., Zech N., Moroder L. Water birth and neonatal infections. Experience with 1575 deliveries in water. Minerva Ginecol 2005; 57: 199-206.
http://www.minervamedica.it/en/journals/minerva-ginecologica/article.php?cod=R09Y2005N02A0199&acquista=1
13.Thöni A, Zech N, Ploner F. Gebären im Wasser: Erfahrung nach 1825 Wassergeburten. Gynakol Geburtshilfliche Rundsch 2007; 47: 76-80.
http://content.karger.com/
14.Zanetti-Daellenbach RA, Tschudin S, Zhong XY, Holzgreve W, Lapaire O, Hösli I. Maternal and neonatal infections and obstetrical outcome in water birth. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 2007; 134: 37-43.
http://www.ejog.org/article/S0301-2115%2806%2900514-8/pdf
15.Burns E, Kitzinger S. Midwifery Guidelines for the use of water in Labour. Oxford Brookes University, 2nd ed. 2005.
http://www.sheilakitzinger.com/WaterBirth.htm#Midwifery%20Guidelines
16.Hermansen CL, Lorah KN. Respiratory distress in the newborn. Am Fam Physician 2007; 76: 987-94.
http://www.aafp.org/afp/2007/1001/p987.html
17. http://www.rcog.org.uk/files/rcog-corp/uploaded-files/JointStatmentBirthInWater2006.pdf
18.World Health Organization. IMPAC Integrated Management of Pregnancy and Childbirth. Managing complications in pregnancy and childbirth: a guide for midwives and doctors. Geneva. WHO, 2000.
http://www.who.int/making_pregnancy_safer/publications/archived_publications/mcpc.pdf
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Assunto interessante para as futuras mamães!
FONTE - site guia do bebê (uol)
Bruno Rodrigues
Página foi publicada em: 12/05/2010.
Atividades Físicas

Mamães "atletas", bebês saudáveis...
Todas as mulheres sabem dos benefícios do exercício físico para a saúde e bem-estar do próprio corpo. O que algumas desconhecem é que fazer atividades físicas durante a gravidez faz bem não só para a mamãe como também para o bebê que carrega na barriga.
O Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo, realizou uma pesquisa com mais de 36 mil mulheres que tiveram uma gestação a termo, isto é, o bebê nasceu no tempo esperado, nem prematuro nem depois das 42 semanas.
O resultado revelou que a mamãe que faz exercícios regularmente diminui muito o risco de o seu bebê nascer com sobrepeso. As mamães foram submetidas a dois questionários onde respondiam dados sobre suas atividades físicas realizadas entre a 17ª e 30ª semana de gravidez.
É simples a explicação sobre a importância de a mamãe fazer exercícios corretos na gravidez para o nascimento de bebês mais "enxutos".
Um dos principais motivos para o sobrepeso do bebê ao nascer é o excesso de glicose no sangue da mamãe durante a gravidez. Durante a gestação, a placenta produz grandes quantidades de hormônios imprescindíveis para o desenvolvimento do feto, mas deixam o organismo da mamãe resistente à insulina.
Normalmente, o pâncreas consegue produzir mais insulina, mas em algumas mulheres o nível de glicose ainda fica alto, mesmo que a mulher não apresente uma diabetes gestacional. Esse alto nível de glicose alimenta o bebê em demasia, deixando-o com excesso de peso.
O estudo norueguês relata que exercícios físicos regulares durante a gravidez (pelo menos três vezes por semana) diminuem o risco de dar à luz a um bebê com sobrepeso entre 23% e 28%. Os exercícios sensibilizam os receptores de insulina e aumentam a utilização de glicose nessas gestantes, mantendo os níveis da glicemia estáveis.
Saiba queimar calorias - Nem toda mamãe pode fazer exercícios físicos. Há várias contra indicações. É importante que elas saibam quais são: doença do coração, risco de parto prematuro, sangramento uterino, hipertensão descontrolada, placenta prévia, entre outros. As mamães que antes de engravidar eram sedentárias, devem esperar o primeiro trimestre para começar os exercícios. As mamães que já realizavam exercícios antes da gravidez podem continuar durante toda a gravidez.
Há outros fatores que interferem no peso de nascimento do bebê, como idade materna, número de filhos, hipertensão, diabetes e pré-eclâmpsia.
Dicas
Procure orientações do seu médico para verificar a possibilidade da realização de exercícios físicos durante a gravidez.
Assim que decidir pela atividade física busque um educador físico atualizado em exercícios para gestantes. Lembre-se que muita atividade não é sinônimo de benefício ao corpo.
Faça sempre uma alimentação balanceada sem excesso de carboidratos e doces
Bruno Rodrigues
Página foi publicada em: 12/05/2010.
Atividades Físicas

Mamães "atletas", bebês saudáveis...
Todas as mulheres sabem dos benefícios do exercício físico para a saúde e bem-estar do próprio corpo. O que algumas desconhecem é que fazer atividades físicas durante a gravidez faz bem não só para a mamãe como também para o bebê que carrega na barriga.
O Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo, realizou uma pesquisa com mais de 36 mil mulheres que tiveram uma gestação a termo, isto é, o bebê nasceu no tempo esperado, nem prematuro nem depois das 42 semanas.
O resultado revelou que a mamãe que faz exercícios regularmente diminui muito o risco de o seu bebê nascer com sobrepeso. As mamães foram submetidas a dois questionários onde respondiam dados sobre suas atividades físicas realizadas entre a 17ª e 30ª semana de gravidez.
É simples a explicação sobre a importância de a mamãe fazer exercícios corretos na gravidez para o nascimento de bebês mais "enxutos".
Um dos principais motivos para o sobrepeso do bebê ao nascer é o excesso de glicose no sangue da mamãe durante a gravidez. Durante a gestação, a placenta produz grandes quantidades de hormônios imprescindíveis para o desenvolvimento do feto, mas deixam o organismo da mamãe resistente à insulina.
Normalmente, o pâncreas consegue produzir mais insulina, mas em algumas mulheres o nível de glicose ainda fica alto, mesmo que a mulher não apresente uma diabetes gestacional. Esse alto nível de glicose alimenta o bebê em demasia, deixando-o com excesso de peso.
O estudo norueguês relata que exercícios físicos regulares durante a gravidez (pelo menos três vezes por semana) diminuem o risco de dar à luz a um bebê com sobrepeso entre 23% e 28%. Os exercícios sensibilizam os receptores de insulina e aumentam a utilização de glicose nessas gestantes, mantendo os níveis da glicemia estáveis.
Saiba queimar calorias - Nem toda mamãe pode fazer exercícios físicos. Há várias contra indicações. É importante que elas saibam quais são: doença do coração, risco de parto prematuro, sangramento uterino, hipertensão descontrolada, placenta prévia, entre outros. As mamães que antes de engravidar eram sedentárias, devem esperar o primeiro trimestre para começar os exercícios. As mamães que já realizavam exercícios antes da gravidez podem continuar durante toda a gravidez.
Há outros fatores que interferem no peso de nascimento do bebê, como idade materna, número de filhos, hipertensão, diabetes e pré-eclâmpsia.
Dicas
Procure orientações do seu médico para verificar a possibilidade da realização de exercícios físicos durante a gravidez.
Assim que decidir pela atividade física busque um educador físico atualizado em exercícios para gestantes. Lembre-se que muita atividade não é sinônimo de benefício ao corpo.
Faça sempre uma alimentação balanceada sem excesso de carboidratos e doces
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Olhas minhas alunas gestantes aí....
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Dicas fresquinhas chegando....futuras mamães aproveitem!!!
Fonte:contéudo tirado do site www.minhavida.uol.com.br
Autora - Roberta Stella
Especialidade: Nutrição
A gestante pode seguir uma alimentação para eliminar peso?
Não. Durante a gestação é necessária uma quantidade maior de energia (calorias) para que o bebê seja formado. Por isso, a quantidade de energia que a mãe deve obter através da alimentação deve ser aumentada em 300 calorias. Por exemplo, se antes da gestação a mulher precisava de 2000 calorias para a manutenção do peso, na gestação essa mulher precisará de 2300 calorias.
A gestante pode consumir adoçante?
Durante a gestação é permitido o uso de adoçantes (sucralose, aspartame, acesulfame de potássio, sucrose, maltose, frutose). Entretanto, como as gestantes necessitam de uma quantidade de calorias maior, não se faz necessário o uso deles. Eles são recomendados para as mulheres diabéticas pré gestação ou para as que desenvolvem a diabetes gestacional.
É necessário restringir carboidratos, proteínas ou gorduras?
Não é necessário restringir nenhum macronutrientes (carboidratos, proteínas ou gorduras). Todos esses nutrientes devem estar presentes na alimentação, pois além de fornecerem energia, são veículos de substâncias e micronutrientes (vitaminas e minerais) importantes para o desenvolvimento do bebê e a manutenção da saúde da futura mamãe.
Entretanto, existem alguns cuidados que devem ser tomados.
1. Carboidratos: há dois tipos: os complexos e os simples. Opte sempre pelos alimentos com carboidratos complexos feitos de farinha integral. As melhores escolhas são o pão integral, o arroz integral, bolachas integrais, barrinha de cereais, aveia, entre outros.
2. Proteínas: os principais alimentos fonte de proteínas são as carnes, as leguminosas (soja, feijão, lentilha) e os leites. Entretanto, as proteínas das carnes e do leite sempre são acompanhadas de gorduras que não são tão boas para a alimentação saudável como o colesterol e as gorduras
3. Gorduras: importantes para o organismo devem ser consumidas com moderação. São responsáveis pelo transporte das vitaminas A, D, E e K conhecidas como lipossolúveis. Escolha os alimentos que apresentam gorduras boas como abacate, oleaginosas (castanhas, pistache, amendoim), leite e queijos light ou desnatados, peixes e aves sem pele. Para não exagerar, evite alimentos fritos, gratinados, creme de leite, chantilly, entre outros.
As fibras são importantes na alimentação da gestante?
Elas são mais do que importantes. São indispensáveis. É comum as gestantes se queixarem de intestino preso ou prisão de ventre. É aí que a nossa amiga fibra entra em ação. Ingerir alimentos integrais, frutas, legumes e verduras todos os dias e em todas as refeições fará com que esse desconforto se amenize ou até mesmo desapareça.
Outro motivo? As fibras fazem com que o processo de esvaziamento gástrico seja mais longo e, a conseqüência, é uma sensação de saciedade mais prolongada. Mas é importante ingerir muita água durante o dia, pelo menos 2 litros ou 8 copos para que possa obter todos os benefícios que a fibra promove.
Por que o ácido fólico é tão importante?
O folato é uma vitamina pertencente ao complexo B e é também conhecido como ácido fólico. Essa vitamina é importante para a divisão celular e para a produção de células sangüíneas. A deficiência desse nutriente durante a gestação está ligada ao surgimento de defeitos no tubo neural do bebê como, por exemplo, espinha bífida (fechamento incompleto da espinha), anencefalia e encefalocele. Por isso, é importante a ingestão diária de alimentos que contém folato como as folhosas verde escuras (espinafre, agrião), lentilha, brócolis e oleaginosas (nozes e castanhas).
Existe um nutriente que é mais importante na gestação?
Não há um nutriente mais importante do que outro. Todos os nutrientes possuem o seu papel e devem ser obtidos pela alimentação. Por isso, apesar de haver uma preocupação com o ácido fólico e com o ferro, por exemplo, a combinação de todos os nutrientes é que fornece uma alimentação adequada. A suplementação de vitaminas e minerais visa suprir qualquer deficiência que a gestante possa apresentar e ela protege a mãe e o bebê de qualquer problema que a falta de algum nutriente poderia provocar. Mas cuidado: só faça uso do suplemento indicado pelo médico que está acompanhando a gestação.
Há algum nutriente que a gestante deve tomar cuidado?
O sódio é um nutriente que retém líquido e faz com que a pressão aumente. Por isso, durante a gestação, diminua a ingestão de sal e tempere os alimentos com a menor quantidade possível. Use a abuse dos temperos e ervas. É uma boa substituição e dá um sabor especial aos alimentos.
Autora - Roberta Stella
Especialidade: Nutrição
A gestante pode seguir uma alimentação para eliminar peso?
Não. Durante a gestação é necessária uma quantidade maior de energia (calorias) para que o bebê seja formado. Por isso, a quantidade de energia que a mãe deve obter através da alimentação deve ser aumentada em 300 calorias. Por exemplo, se antes da gestação a mulher precisava de 2000 calorias para a manutenção do peso, na gestação essa mulher precisará de 2300 calorias.
A gestante pode consumir adoçante?
Durante a gestação é permitido o uso de adoçantes (sucralose, aspartame, acesulfame de potássio, sucrose, maltose, frutose). Entretanto, como as gestantes necessitam de uma quantidade de calorias maior, não se faz necessário o uso deles. Eles são recomendados para as mulheres diabéticas pré gestação ou para as que desenvolvem a diabetes gestacional.
É necessário restringir carboidratos, proteínas ou gorduras?
Não é necessário restringir nenhum macronutrientes (carboidratos, proteínas ou gorduras). Todos esses nutrientes devem estar presentes na alimentação, pois além de fornecerem energia, são veículos de substâncias e micronutrientes (vitaminas e minerais) importantes para o desenvolvimento do bebê e a manutenção da saúde da futura mamãe.
Entretanto, existem alguns cuidados que devem ser tomados.
1. Carboidratos: há dois tipos: os complexos e os simples. Opte sempre pelos alimentos com carboidratos complexos feitos de farinha integral. As melhores escolhas são o pão integral, o arroz integral, bolachas integrais, barrinha de cereais, aveia, entre outros.
2. Proteínas: os principais alimentos fonte de proteínas são as carnes, as leguminosas (soja, feijão, lentilha) e os leites. Entretanto, as proteínas das carnes e do leite sempre são acompanhadas de gorduras que não são tão boas para a alimentação saudável como o colesterol e as gorduras
3. Gorduras: importantes para o organismo devem ser consumidas com moderação. São responsáveis pelo transporte das vitaminas A, D, E e K conhecidas como lipossolúveis. Escolha os alimentos que apresentam gorduras boas como abacate, oleaginosas (castanhas, pistache, amendoim), leite e queijos light ou desnatados, peixes e aves sem pele. Para não exagerar, evite alimentos fritos, gratinados, creme de leite, chantilly, entre outros.
As fibras são importantes na alimentação da gestante?
Elas são mais do que importantes. São indispensáveis. É comum as gestantes se queixarem de intestino preso ou prisão de ventre. É aí que a nossa amiga fibra entra em ação. Ingerir alimentos integrais, frutas, legumes e verduras todos os dias e em todas as refeições fará com que esse desconforto se amenize ou até mesmo desapareça.
Outro motivo? As fibras fazem com que o processo de esvaziamento gástrico seja mais longo e, a conseqüência, é uma sensação de saciedade mais prolongada. Mas é importante ingerir muita água durante o dia, pelo menos 2 litros ou 8 copos para que possa obter todos os benefícios que a fibra promove.
Por que o ácido fólico é tão importante?
O folato é uma vitamina pertencente ao complexo B e é também conhecido como ácido fólico. Essa vitamina é importante para a divisão celular e para a produção de células sangüíneas. A deficiência desse nutriente durante a gestação está ligada ao surgimento de defeitos no tubo neural do bebê como, por exemplo, espinha bífida (fechamento incompleto da espinha), anencefalia e encefalocele. Por isso, é importante a ingestão diária de alimentos que contém folato como as folhosas verde escuras (espinafre, agrião), lentilha, brócolis e oleaginosas (nozes e castanhas).
Existe um nutriente que é mais importante na gestação?
Não há um nutriente mais importante do que outro. Todos os nutrientes possuem o seu papel e devem ser obtidos pela alimentação. Por isso, apesar de haver uma preocupação com o ácido fólico e com o ferro, por exemplo, a combinação de todos os nutrientes é que fornece uma alimentação adequada. A suplementação de vitaminas e minerais visa suprir qualquer deficiência que a gestante possa apresentar e ela protege a mãe e o bebê de qualquer problema que a falta de algum nutriente poderia provocar. Mas cuidado: só faça uso do suplemento indicado pelo médico que está acompanhando a gestação.
Há algum nutriente que a gestante deve tomar cuidado?
O sódio é um nutriente que retém líquido e faz com que a pressão aumente. Por isso, durante a gestação, diminua a ingestão de sal e tempere os alimentos com a menor quantidade possível. Use a abuse dos temperos e ervas. É uma boa substituição e dá um sabor especial aos alimentos.
Aula aberta de Hidrogestante venha participar!!!!
Venha experimentar os benefícios de praticar uma atividade física direcionada ao bem-estar físico e emocional das futuras mamães!
No dia 12/05/2010 ás 11:00 horas da manhã a Escola e Academia Noctiluca localizada na cidade de São José dos Campos oferecerá uma aula aberta de hidroginástica "Programa Gestante" às mamães interessadas em conhecer e vivenciar um pouquinho mais desta modalidade.
Faça sua inscrição pessoalmente ou por telefone e aproveite para conhecer todas atividades desenvolvidas pela Escola.
End. Rua Brigadeiro Osvaldo Nascimento Leal,244 Vila Rubi
Tel. 3922-4396 ou 3942-6621
Importante: todas as pessoas interessadas em participar da aula precisam ter completado o 1º trimestre de gestação, ter a liberação do seu obstetra (levar atestado) e ter feito a inscrição na escola até o dia 11/05/2010
No dia 12/05/2010 ás 11:00 horas da manhã a Escola e Academia Noctiluca localizada na cidade de São José dos Campos oferecerá uma aula aberta de hidroginástica "Programa Gestante" às mamães interessadas em conhecer e vivenciar um pouquinho mais desta modalidade.
Faça sua inscrição pessoalmente ou por telefone e aproveite para conhecer todas atividades desenvolvidas pela Escola.
End. Rua Brigadeiro Osvaldo Nascimento Leal,244 Vila Rubi
Tel. 3922-4396 ou 3942-6621
Importante: todas as pessoas interessadas em participar da aula precisam ter completado o 1º trimestre de gestação, ter a liberação do seu obstetra (levar atestado) e ter feito a inscrição na escola até o dia 11/05/2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Uma mensagem especial em comemoração ao Dia das Mães
Mãe
Uma simples mulher existe que, pela imensidão do seu amor,
Tem um pouco de Deus, pela constância de sua dedicação,
E tem um pouco de anjo pela constância de sua proteção,
Que, sendo moça, pensa como uma anciã,
E sendo velha, age com todas as forças da juventude,
Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da natureza,
E quando sábia,assume a simplicidade das crianças,
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama,
E rica sabe empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos que sofrem,
Forte, entretanto, estremece ao choro de uma criancinha,
E fraca não se altera com a bravura dos leões.
Quando está no meio de nós, não sabemos lhe dar o valor porque à sua sombra todas as dores se apagam,
E quando não está mais em nossa presença, tudo o que somos e tudo que temos, daríamos para vê-la de novo, e receber o aperto de seus braços e uma palavra de seus lábios.
Parabéns mãe pelo dom divino de ser simplesmente mãe!
Uma simples mulher existe que, pela imensidão do seu amor,
Tem um pouco de Deus, pela constância de sua dedicação,
E tem um pouco de anjo pela constância de sua proteção,
Que, sendo moça, pensa como uma anciã,
E sendo velha, age com todas as forças da juventude,
Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da natureza,
E quando sábia,assume a simplicidade das crianças,
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama,
E rica sabe empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos que sofrem,
Forte, entretanto, estremece ao choro de uma criancinha,
E fraca não se altera com a bravura dos leões.
Quando está no meio de nós, não sabemos lhe dar o valor porque à sua sombra todas as dores se apagam,
E quando não está mais em nossa presença, tudo o que somos e tudo que temos, daríamos para vê-la de novo, e receber o aperto de seus braços e uma palavra de seus lábios.
Parabéns mãe pelo dom divino de ser simplesmente mãe!
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