Fonte - site Quero Viver Bem
Matéria publicada em 27/04/2010
Texto revisado por Clarice Aristides
Quais são os benefícios?
O aumento da proporção de idosos é um fenômeno mundial. Segundo estimativas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil em 2030 terá a sexta maior população de idosos no mundo - cerca de 30 milhões de pessoas.
Estima-se que a maioria dos idosos apresenta algum grau de limitação para realizar as suas atividades cotidianas, 40% deles referem dificuldade em pelo menos uma das atividades diárias e mais de 70% são sedentários.
Benefícios dos exercícios físicos na melhor idade:
- Os exercícios físicos, em geral, previnem e melhoram as doenças que são as principais causas de morte entre os idosos.
-Melhoram a autoestima, ansiedade, sintomas depressivos e qualidade de vida.
-Melhoram a qualidade do sono.
-Evitam o isolamento social.
-Melhoram a pressão arterial.
-Melhoram os distúrbios metabólicos, diminuindo os níveis de colesterol e açúcar no sangue, melhorando o controle do diabetes.
-Reduzem o risco de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e o acidente vascular cerebral (derrame cerebral).
-Melhoram a flexibilidade, força muscular, coordenação motora e equilíbrio, desta forma, ajudam a evitar as quedas, uma importante causa de morte entre os idosos.
-Exercícios de impacto e força, como a musculação, ajudam a fixar o cálcio nos ossos, ajudando a prevenir e tratar a osteoporose.
-Também tem sido observada uma potencial diminuição do risco de câncer de intestino, mama, próstata e reto.
- Melhoram a imunidade e o risco de infecções.
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Você sabe o que é a Síndrome da Fragilidade?
Fonte - Sociedade Brasileira de Clínica Médica - Regional São Paulo
Matéria publicada em 22/02/2010O
Texto revisado por Clarice Aristides
Envelhecimento é um processo que pode começar antes dos 60 anos, idade definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como início da terceira idade, alerta o Dr. Abrão José Cury Jr., diretor da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.
Diante disso, foi criado o conceito Síndrome da Fragilidade, que consiste na soma de mudanças físicas e psicológicas que comprometem a qualidade de vida e predispõem a pessoa a desenvolver doenças.
São indicadores da Síndrome da Fragilidade: dificuldades de recuperação após doença, redução do desejo sexual, osteoporose acelerada (perda de massa óssea), redução da força muscular, susceptibilidade a doenças, refluxo gástrico, prisão de ventre, redução da absorção de alimentos e medicamentos, infecções respiratórias, diabetes e doenças cardíacas. Em geral, esses problemas estão associados à incontinência urinária (eliminação involuntária de urina), desnutrição, quedas, imobilidade, uso de vários medicamentos e depressão.
As pessoas não devem aceitar as mudanças físicas como inevitáveis e normais, é preciso se preocupar com a qualidade de vida e, principalmente, é preciso cuidar da saúde antes que as doenças se instalem. Um dos passos importantes é a avaliação nutricional e a prescrição de uma dieta que considere a realidade e as características do paciente. Cardápio individualizado, dividido em várias refeições, rico em fibras, adequado às condições de mastigação, com suplementos e com líquidos são medidas que contribuem para a boa saúde.
Outro aspecto importante é a avaliação do médico, que deve considerar a idade do paciente, comprometimento da audição e da visão, doenças pré-existentes,depressão, hospitalização nos últimos meses, capacidade de compreensão, problemas na tireóide, condições para desenvolver atividades diárias, como vestir, comer, higienizar e andar.
A Medicina está capacitada para corrigir de forma eficaz o mais simples dos problemas, mesmo que aparentemente sem importância, mas que pode comprometer a qualidade de vida do idoso e acelerar o surgimento de doenças. Cabe ao médico dar atenção e apoio ao paciente, buscando manter sua capacidade funcional, bem como condições emocionais e sociais estáveis.
Matéria publicada em 22/02/2010O
Texto revisado por Clarice Aristides
Envelhecimento é um processo que pode começar antes dos 60 anos, idade definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como início da terceira idade, alerta o Dr. Abrão José Cury Jr., diretor da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.
Diante disso, foi criado o conceito Síndrome da Fragilidade, que consiste na soma de mudanças físicas e psicológicas que comprometem a qualidade de vida e predispõem a pessoa a desenvolver doenças.
São indicadores da Síndrome da Fragilidade: dificuldades de recuperação após doença, redução do desejo sexual, osteoporose acelerada (perda de massa óssea), redução da força muscular, susceptibilidade a doenças, refluxo gástrico, prisão de ventre, redução da absorção de alimentos e medicamentos, infecções respiratórias, diabetes e doenças cardíacas. Em geral, esses problemas estão associados à incontinência urinária (eliminação involuntária de urina), desnutrição, quedas, imobilidade, uso de vários medicamentos e depressão.
As pessoas não devem aceitar as mudanças físicas como inevitáveis e normais, é preciso se preocupar com a qualidade de vida e, principalmente, é preciso cuidar da saúde antes que as doenças se instalem. Um dos passos importantes é a avaliação nutricional e a prescrição de uma dieta que considere a realidade e as características do paciente. Cardápio individualizado, dividido em várias refeições, rico em fibras, adequado às condições de mastigação, com suplementos e com líquidos são medidas que contribuem para a boa saúde.
Outro aspecto importante é a avaliação do médico, que deve considerar a idade do paciente, comprometimento da audição e da visão, doenças pré-existentes,depressão, hospitalização nos últimos meses, capacidade de compreensão, problemas na tireóide, condições para desenvolver atividades diárias, como vestir, comer, higienizar e andar.
A Medicina está capacitada para corrigir de forma eficaz o mais simples dos problemas, mesmo que aparentemente sem importância, mas que pode comprometer a qualidade de vida do idoso e acelerar o surgimento de doenças. Cabe ao médico dar atenção e apoio ao paciente, buscando manter sua capacidade funcional, bem como condições emocionais e sociais estáveis.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Nutrientes do mal
Fonte - site Dieta Já (uol)
Ação na memória
Onde encontrar:
Gorduras saturadas e Trans
Impedem que os hormônios que dão a sensação de saciedade sejam reconhecidos pelo cérebro. Margarina, manteiga e óleos. Tente cozinhar alimentos com azeite ou óleo de girassol.
Cafeína
Em excesso, tende a sobrestimular os nervos, criando assim um aumento de energia que pode desencadear irritabilidade. Cafés, chás.
Álcool
Além de reter líquidos e conter calorias vazias, a substância prejudica a formação de novas células cerebrais. Cerveja, vodca , uísque, entre outros.
Açúcar refinado
Eleva a produção de insulina e desencadeia outras reações químicas que agridem as células cerebrais. Biscoitos, doces, balas, refrigerantes tradicionais, sucos industrializados, doces caseiros e bolos.
Glúten
A substância que dá liga à massa e ajuda no crescimento do pão, produz morfina, desacelerando as atividades cerebrais. Massas e farinhas.
Ação na memória
Onde encontrar:
Gorduras saturadas e Trans
Impedem que os hormônios que dão a sensação de saciedade sejam reconhecidos pelo cérebro. Margarina, manteiga e óleos. Tente cozinhar alimentos com azeite ou óleo de girassol.
Cafeína
Em excesso, tende a sobrestimular os nervos, criando assim um aumento de energia que pode desencadear irritabilidade. Cafés, chás.
Álcool
Além de reter líquidos e conter calorias vazias, a substância prejudica a formação de novas células cerebrais. Cerveja, vodca , uísque, entre outros.
Açúcar refinado
Eleva a produção de insulina e desencadeia outras reações químicas que agridem as células cerebrais. Biscoitos, doces, balas, refrigerantes tradicionais, sucos industrializados, doces caseiros e bolos.
Glúten
A substância que dá liga à massa e ajuda no crescimento do pão, produz morfina, desacelerando as atividades cerebrais. Massas e farinhas.
Nutrientes do bem
Fonte - site Dieta Já (uol)
Ação na memória
Onde encontrar:
Vitaminas do complexo B
Melhoram a conexão entre os neurônios: Aveia, arroz integral, carnes, peixes,leite e derivados, soja, leguminosas,oleaginosas e sementes.
Colina
Participa da formação de novos neurônios. É precursora da acetilcolina (neurotransmissor importante para a memória):principalmente no ovo, encontrada também no salmão,soja, fígado, gérmen de trigo e leguminosas (feijões).
Ácido fólico
Favorece a conexão entre os neurônios.Vegetais de folha verde-escuras (espinafre, couve, rúcula, agrião), brócolis, alcachofra e beterraba.
Ômega-3
Melhora o perfil das membranas dos neurônios, potencializando a troca de informações. Protege também os neurônios contra os radicais livres: Peixes de águas frias (salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala) e linhaça.
Flavonoides
Combatem a ação negativa dos radicais livres: Mirtilo, ameixa preta, amora, açaí, framboesa, morango, cereja, abacate e uvas vermelhas.
Fisetina
Induz o amadurecimento de células do sistema nervoso e estimula mecanismos que melhoram a memória: Maçã, tomate, cebola, pêssego, uva e kiwi.
Ação na memória
Onde encontrar:
Vitaminas do complexo B
Melhoram a conexão entre os neurônios: Aveia, arroz integral, carnes, peixes,leite e derivados, soja, leguminosas,oleaginosas e sementes.
Colina
Participa da formação de novos neurônios. É precursora da acetilcolina (neurotransmissor importante para a memória):principalmente no ovo, encontrada também no salmão,soja, fígado, gérmen de trigo e leguminosas (feijões).
Ácido fólico
Favorece a conexão entre os neurônios.Vegetais de folha verde-escuras (espinafre, couve, rúcula, agrião), brócolis, alcachofra e beterraba.
Ômega-3
Melhora o perfil das membranas dos neurônios, potencializando a troca de informações. Protege também os neurônios contra os radicais livres: Peixes de águas frias (salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala) e linhaça.
Flavonoides
Combatem a ação negativa dos radicais livres: Mirtilo, ameixa preta, amora, açaí, framboesa, morango, cereja, abacate e uvas vermelhas.
Fisetina
Induz o amadurecimento de células do sistema nervoso e estimula mecanismos que melhoram a memória: Maçã, tomate, cebola, pêssego, uva e kiwi.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O poder para equilibrar o bebê fisicamente e emocionalmente está em suas mãos, através da Shantala
Por: Redação Sempre Materna
Ilustração/Foto: Izabella F. G. Carneiro/Brom Luz & Som
Publicado em: 26/02/2010
Toque de amor
Olho no olho. A concentração é essencial na prática da Shantala. Música de fundo, carinho e pensamentos positivos atraem boas energias e transformam simples toques em profundas manifestações de amor e afeto para seu filho.
Com origens indianas, a Shantala foi descoberta pelo obstetra francês Frédérick Leboyer, em uma de suas viagens para a simples cidade de Calcutá, onde encontrou uma mulher sentada no chão massageando seu bebê. A curiosidade de Leboyer foi o estopim para que essa técnica fosse divulgada e seus tantos benefícios descobertos e praticados atualmente.
É difícil imaginar, mas, por mais relaxados e inocentes, os bebês possuem pontos de tensões que devem ser aliviados e massageados. “Nos primeiros meses, os recém-nascidos sentem muita dor, pois seu organismo ainda está se adaptando a nova vida e esta técnica ajuda a tranqüilizá-los”, explica Renata Silva, especialista em terapias corporais e psico-energéticas, principalmente em Shantala.
Ainda segundo a terapeuta, mais do que abrandar os efeitos naturais do parto, a Shantala ajuda na recuperação de traumas do nascimento, carência afetiva, problemas neurológicos entre outros que possam prejudicar no desenvolvimento da criança.
Ideal para RNs (recém nascidos) a partir de um mês, fase que o cordão umbilical já se cicatrizou e tanto o pequeno quanto a mamãe estão mais recuperados do parto, essa técnica além de ter a função de regular todo o organismo do bebê, é grande transmissora e reguladora dos canais de energia. Os leves e objetivos toques proporcionam estabilidade para o funcionamento do corpo e equilíbrio emocional da criança. O baixinho se sente acolhido e amado pelos pais que lhe aplicam a terapia.
O momento certo para praticar a Shantala é quando o bebê está calmo, relaxado e livre de dores e ansiedades. Por esse motivo, o período da manhã é o mais propício.
As massagens contribuem também para o alívio das cólicas dos bebês, pois ativam todo o organismo da criança através da estimulação, inclusive o intestino grosso, o que faz com que bebê evacue com mais facilidade.
Entre tantos benefícios essa terapia ativa o sistema imunológico, previne contra gripes, diarréias, vômitos, viroses, melhora o sistema respiratório, acalma, relaxa, proporciona sono mais tranqüilo, melhora a digestão e circulação, contribui para o ganho de peso e ainda colabora na ativação do sistema neurológico. “Os estímulos causados pelos toques melhoram a comunicação entre o cérebro e o corpo, assim regula e equilibra todo o ser”, explica Renata.
A intimidade e o vínculo com seu filho podem ser fortificados com esses momentos de dedicação. De acordo com a terapeuta, o ideal é fazer a shantala uma vez ao dia, porém se feito mais vezes não causará problemas. É importante lembrar que bebês com febre e irritação não devem ser massageados.
MÃOS À OBRA
Além dos materiais necessários - óleo vegetal, toalha de banho e músicas suaves - é imprescindível que haja muito amor e carinho dos pais ao bebê. Todas as atenções e pensamentos positivos devem estar centrados nos movimentos realizados no pequeno.
Durante o tempo da aplicação cada detalhe deve ser percebido e aproveitado da melhor maneira possível. “Por ser uma técnica natural, farta de carinho, é prazerosa e não precisa de preocupações, simplesmente deixe acontecer”, alerta Renata, que ainda completa, “A energia que flui sobre o bebê, a mamãe e o papai, são indescritíveis, fortalece a harmonia e o verdadeiro encontro de ambos”.



Ilustração/Foto: Izabella F. G. Carneiro/Brom Luz & Som
Publicado em: 26/02/2010
Toque de amor
Olho no olho. A concentração é essencial na prática da Shantala. Música de fundo, carinho e pensamentos positivos atraem boas energias e transformam simples toques em profundas manifestações de amor e afeto para seu filho.
Com origens indianas, a Shantala foi descoberta pelo obstetra francês Frédérick Leboyer, em uma de suas viagens para a simples cidade de Calcutá, onde encontrou uma mulher sentada no chão massageando seu bebê. A curiosidade de Leboyer foi o estopim para que essa técnica fosse divulgada e seus tantos benefícios descobertos e praticados atualmente.
É difícil imaginar, mas, por mais relaxados e inocentes, os bebês possuem pontos de tensões que devem ser aliviados e massageados. “Nos primeiros meses, os recém-nascidos sentem muita dor, pois seu organismo ainda está se adaptando a nova vida e esta técnica ajuda a tranqüilizá-los”, explica Renata Silva, especialista em terapias corporais e psico-energéticas, principalmente em Shantala.
Ainda segundo a terapeuta, mais do que abrandar os efeitos naturais do parto, a Shantala ajuda na recuperação de traumas do nascimento, carência afetiva, problemas neurológicos entre outros que possam prejudicar no desenvolvimento da criança.
Ideal para RNs (recém nascidos) a partir de um mês, fase que o cordão umbilical já se cicatrizou e tanto o pequeno quanto a mamãe estão mais recuperados do parto, essa técnica além de ter a função de regular todo o organismo do bebê, é grande transmissora e reguladora dos canais de energia. Os leves e objetivos toques proporcionam estabilidade para o funcionamento do corpo e equilíbrio emocional da criança. O baixinho se sente acolhido e amado pelos pais que lhe aplicam a terapia.
O momento certo para praticar a Shantala é quando o bebê está calmo, relaxado e livre de dores e ansiedades. Por esse motivo, o período da manhã é o mais propício.
As massagens contribuem também para o alívio das cólicas dos bebês, pois ativam todo o organismo da criança através da estimulação, inclusive o intestino grosso, o que faz com que bebê evacue com mais facilidade.
Entre tantos benefícios essa terapia ativa o sistema imunológico, previne contra gripes, diarréias, vômitos, viroses, melhora o sistema respiratório, acalma, relaxa, proporciona sono mais tranqüilo, melhora a digestão e circulação, contribui para o ganho de peso e ainda colabora na ativação do sistema neurológico. “Os estímulos causados pelos toques melhoram a comunicação entre o cérebro e o corpo, assim regula e equilibra todo o ser”, explica Renata.
A intimidade e o vínculo com seu filho podem ser fortificados com esses momentos de dedicação. De acordo com a terapeuta, o ideal é fazer a shantala uma vez ao dia, porém se feito mais vezes não causará problemas. É importante lembrar que bebês com febre e irritação não devem ser massageados.
MÃOS À OBRA
Além dos materiais necessários - óleo vegetal, toalha de banho e músicas suaves - é imprescindível que haja muito amor e carinho dos pais ao bebê. Todas as atenções e pensamentos positivos devem estar centrados nos movimentos realizados no pequeno.
Durante o tempo da aplicação cada detalhe deve ser percebido e aproveitado da melhor maneira possível. “Por ser uma técnica natural, farta de carinho, é prazerosa e não precisa de preocupações, simplesmente deixe acontecer”, alerta Renata, que ainda completa, “A energia que flui sobre o bebê, a mamãe e o papai, são indescritíveis, fortalece a harmonia e o verdadeiro encontro de ambos”.



Os benefícios da amamentação para a saúde bucal
Por: Redação Sempre Materna
Fonte: Clínica Gênesis
Publicado em: 04/09/2009
Quem pensa que a amamentação só é importante porque garante o principal alimento para os bebês nos primeiros meses de vida se engana. "Uma das formas de garantir um sorriso harmonioso é a amamentação. O aleitamento natural é a melhor opção para favorecer o exercício da sucção do bebê, muito importante para o desenvolvimento muscular e ósseo do rosto. O aleitamento ajuda a projetar para a frente o queixo do bebê, que, em geral, nasce posicionado mais para trás. Ao mamar no peito, a criança também aprende a respirar pelo nariz e a posicionar a língua”, conta Celina Gavini, odontopediatra da Clínica Genesis.
E mesmo quando os pequenos se alimentam apenas com leite materno e ainda não têm dentinhos, é fundamental cuidar da higiene da boca. É comum o leite se acumular em algum cantinho e fermentar, o que torna a cavidade bucal um local para o desenvolvimento de fungos e bactérias. “Para evitar que isso aconteça, o ideal é que a higiene seja feita com uma fralda ou gaze umedecida com água filtrada ou fervida em toda a gengiva do bebê, logo após as mamadas ou, rotineiramente, toda noite”, explica Celina Gavini que ainda complementa: “A escova de dente vai ser utilizada a partir do nascimento do primeiro dente. Os modelos ideais são as de cabeça pequena e cerdas macias. A pasta de dentes só entra em cena quando a criança tiver os oito incisivos, quatro superiores e quatro inferiores. A primeira opção são os dentifrícios sem flúor. Até os três anos de idade, o creme dental da criança não deve conter flúor. Isso porque ela ainda não consegue cuspir a espuma e, se engolir essa substância em excesso, e constantemente, pod
e desenvolver uma doença chamada fluorose, que altera os dentes em formação”, alerta a dentista.
Quando a primeira dentição começa a nascer é hora de introduzir na dieta do bebê os alimentos mais sólidos. Segundo a dentista, o hábito de bater tudo no liquidificador deve ser evitado porque, ao comer alimentos mais pastosos, a criança já começa a treinar os movimentos mastigatórios. Água, sucos e outros líqüidos devem ser tomados no copo para estimular o movimento de sorver, que também é importante. “Alternar colher, canudo e caneca ajuda a exercitar movimentos musculares diversos. Após a introdução dos alimentos sólidos, os pais devem retirar, gradativamente, o hábito da mamadeira noturna. "O resto de leite que fica na boca cria uma verdadeira cultura de bactérias, que pode provocar o aparecimento de cáries", informa a odontopediatra da Clínica Genesis.
Uma das maneiras do bebê interagir com o mundo é por meio da boca. Ele vive esta fase oral no primeiro ano de vida e, na hora de explorar os objetos, leva tudo o que encontra à boca, sua maior fonte de prazer. “Por isso, todo cuidado com a higiene dos brinquedos é pouco. Eles devem ser lavados constantemente com água e sabão”, recomenda a odontopediatra.
Fonte: Clínica Gênesis
Publicado em: 04/09/2009
Quem pensa que a amamentação só é importante porque garante o principal alimento para os bebês nos primeiros meses de vida se engana. "Uma das formas de garantir um sorriso harmonioso é a amamentação. O aleitamento natural é a melhor opção para favorecer o exercício da sucção do bebê, muito importante para o desenvolvimento muscular e ósseo do rosto. O aleitamento ajuda a projetar para a frente o queixo do bebê, que, em geral, nasce posicionado mais para trás. Ao mamar no peito, a criança também aprende a respirar pelo nariz e a posicionar a língua”, conta Celina Gavini, odontopediatra da Clínica Genesis.
E mesmo quando os pequenos se alimentam apenas com leite materno e ainda não têm dentinhos, é fundamental cuidar da higiene da boca. É comum o leite se acumular em algum cantinho e fermentar, o que torna a cavidade bucal um local para o desenvolvimento de fungos e bactérias. “Para evitar que isso aconteça, o ideal é que a higiene seja feita com uma fralda ou gaze umedecida com água filtrada ou fervida em toda a gengiva do bebê, logo após as mamadas ou, rotineiramente, toda noite”, explica Celina Gavini que ainda complementa: “A escova de dente vai ser utilizada a partir do nascimento do primeiro dente. Os modelos ideais são as de cabeça pequena e cerdas macias. A pasta de dentes só entra em cena quando a criança tiver os oito incisivos, quatro superiores e quatro inferiores. A primeira opção são os dentifrícios sem flúor. Até os três anos de idade, o creme dental da criança não deve conter flúor. Isso porque ela ainda não consegue cuspir a espuma e, se engolir essa substância em excesso, e constantemente, pod
e desenvolver uma doença chamada fluorose, que altera os dentes em formação”, alerta a dentista.
Quando a primeira dentição começa a nascer é hora de introduzir na dieta do bebê os alimentos mais sólidos. Segundo a dentista, o hábito de bater tudo no liquidificador deve ser evitado porque, ao comer alimentos mais pastosos, a criança já começa a treinar os movimentos mastigatórios. Água, sucos e outros líqüidos devem ser tomados no copo para estimular o movimento de sorver, que também é importante. “Alternar colher, canudo e caneca ajuda a exercitar movimentos musculares diversos. Após a introdução dos alimentos sólidos, os pais devem retirar, gradativamente, o hábito da mamadeira noturna. "O resto de leite que fica na boca cria uma verdadeira cultura de bactérias, que pode provocar o aparecimento de cáries", informa a odontopediatra da Clínica Genesis.
Uma das maneiras do bebê interagir com o mundo é por meio da boca. Ele vive esta fase oral no primeiro ano de vida e, na hora de explorar os objetos, leva tudo o que encontra à boca, sua maior fonte de prazer. “Por isso, todo cuidado com a higiene dos brinquedos é pouco. Eles devem ser lavados constantemente com água e sabão”, recomenda a odontopediatra.
Marcas da cesárea
Fonte: Revista Sempre Materna
Por: Carolina Ildefonso
Publicado em: 11/05/2010
O Brasil tem o título de campeão mundial de cesarianas realizadas por planos de saúde. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2008, as cesáreas representaram 85% dos partos feitos por meio dos convênios. O porcentual é alto, se considerando os 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Esse índice registrado pelo setor de saúde suplementar eleva o total de cesarianas realizadas no Brasil para 43%, se incluso os setores público e privado. Já, se fosse levado em conta somente o percentual do sistema público de saúde, de 26%, o país estaria próximo ao que é recomendado pela OMS e aos níveis de países desenvolvidos, como Holanda (14%) e Estados Unidos (26%).
Epidemia entre as mulheres brancas, a cesárea alcançou até mesmo as índias, no Brasil. Embora o parto normal ainda seja predominante (87%) entre as indianas, as cesarianas são cada vez mais frequentes, principalmente quando o nascimento ocorre num hospital. No ano passado, de todos os partos realizados na rede pública, 34% foram por cesariana, neste grupo populacional.
Recuperação
Com tempo de recuperação que varia de mulher para mulher, a cesariana dá um trabalho e tanto para o organismo. O cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, explica que são muitas camadas de tecido para cicatrizar, do útero até a parede do abdômen. Depois do parto, a abertura feita pelo bisturi demora pelo menos quatro semanas para cicatrizar e um mês para se definir. “Na maioria das mulheres, a cicatriz fica imperceptível, no prazo de seis meses a um ano após o parto. Mas em algumas pacientes, dependendo da propensão do organismo, a cicatriz da cesárea pode inflamar e se tornar um quelóide ou uma cicatriz hipertrófica”, explica o cirurgião plástico.
Na cesariana, o corte é feito em um local onde não há tensão muscular. Por esse motivo, a mulher só vai desenvolver o quelóide caso tenha disponibilidade genética ou algum outro fator que agrave a cicatriz. Segundo o membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, quelóide é uma cicatrização exagerada e volumosa que pode acontecer em algumas partes do corpo como barriga, tórax, braços e lóbulos da orelha. “As pesquisas começam a chegar à conclusão de que o quelóide pode ser um processo genético ou espontâneo. Já a cicatriz hipertrófica é apenas um engrossamento da cicatriz comum.”
Cuidados extras
O local da cirurgia merece atenção. É importante não pegar sol, pois os raios solares estimulam a irritação da cicatriz. Também é preciso deixar a região em repouso. Já os curativos podem ser feitos fita micropore ou com silicone. Assim, após quatro semanas, já é possível observar os resultados da cicatrização.
“Mesmo diante de todos os cuidados, é preciso esclarecer a paciente que uma cicatriz nunca desaparece, pois este é um fenômeno da natureza que caracteriza uma resposta a uma agressão no tecido da pele.
Por: Carolina Ildefonso
Publicado em: 11/05/2010
O Brasil tem o título de campeão mundial de cesarianas realizadas por planos de saúde. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2008, as cesáreas representaram 85% dos partos feitos por meio dos convênios. O porcentual é alto, se considerando os 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Esse índice registrado pelo setor de saúde suplementar eleva o total de cesarianas realizadas no Brasil para 43%, se incluso os setores público e privado. Já, se fosse levado em conta somente o percentual do sistema público de saúde, de 26%, o país estaria próximo ao que é recomendado pela OMS e aos níveis de países desenvolvidos, como Holanda (14%) e Estados Unidos (26%).
Epidemia entre as mulheres brancas, a cesárea alcançou até mesmo as índias, no Brasil. Embora o parto normal ainda seja predominante (87%) entre as indianas, as cesarianas são cada vez mais frequentes, principalmente quando o nascimento ocorre num hospital. No ano passado, de todos os partos realizados na rede pública, 34% foram por cesariana, neste grupo populacional.
Recuperação
Com tempo de recuperação que varia de mulher para mulher, a cesariana dá um trabalho e tanto para o organismo. O cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, explica que são muitas camadas de tecido para cicatrizar, do útero até a parede do abdômen. Depois do parto, a abertura feita pelo bisturi demora pelo menos quatro semanas para cicatrizar e um mês para se definir. “Na maioria das mulheres, a cicatriz fica imperceptível, no prazo de seis meses a um ano após o parto. Mas em algumas pacientes, dependendo da propensão do organismo, a cicatriz da cesárea pode inflamar e se tornar um quelóide ou uma cicatriz hipertrófica”, explica o cirurgião plástico.
Na cesariana, o corte é feito em um local onde não há tensão muscular. Por esse motivo, a mulher só vai desenvolver o quelóide caso tenha disponibilidade genética ou algum outro fator que agrave a cicatriz. Segundo o membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, quelóide é uma cicatrização exagerada e volumosa que pode acontecer em algumas partes do corpo como barriga, tórax, braços e lóbulos da orelha. “As pesquisas começam a chegar à conclusão de que o quelóide pode ser um processo genético ou espontâneo. Já a cicatriz hipertrófica é apenas um engrossamento da cicatriz comum.”
Cuidados extras
O local da cirurgia merece atenção. É importante não pegar sol, pois os raios solares estimulam a irritação da cicatriz. Também é preciso deixar a região em repouso. Já os curativos podem ser feitos fita micropore ou com silicone. Assim, após quatro semanas, já é possível observar os resultados da cicatrização.
“Mesmo diante de todos os cuidados, é preciso esclarecer a paciente que uma cicatriz nunca desaparece, pois este é um fenômeno da natureza que caracteriza uma resposta a uma agressão no tecido da pele.
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