Minha escolha, minha profissão

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Faça seu intestino funcionar!

FONTE - Revista Vida Natural & Equilíbrio
Por Letícia Gonçalves



O congestionamento do órgão pode provocar até mau humor. Elegemos cinco opções naturais para dar um empurrão e deixá-lo com hora certa para trabalhar

1ª opção

O que comer: beber um suco de laranja com mamão e uma colher (sopa) de linhaça triturada no café da manhã. Depois da refeição, sentar-se por 10 minutos no vaso sanitário, contraindo e relaxando o abdome.

Por que faz bem: o mamão, a laranja e a linhaça são ricos em fibras insolúveis, famosas por ajudarem na formação do bolo fecal. A linhaça ganha destaque: “Uma colher (sopa) tem 4,3 gramas de fibras”, afirma a nutricionista Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista. “Também é fonte de ômega-3, uma gordura poli-insaturada que, além de ser benéfica ao organismo, atua contra a constipação.” Triturar a semente no momento de consumi-la é a melhor maneira de aproveitar seus nutrientes, pois a casca pode passar intacta pelo tubo digestório.

No entanto, Ganc recomenda uma atenção especial com o alimento. “A linhaça aumenta a quantidade de gases, por isso, o exagero de fibras pode ser ruim”. Uma colher (sopa) no desjejum, por exemplo, é o suficiente para aliviar a constipação. A escolha pelo café da manhã, aliás, é proposital. Geralmente, o intestino grosso funciona melhor nessa hora, depois do desjejum. “De acordo com a medicina chinesa, o horário do órgão é das 5 às 7 da manhã”, conta Janice Chencinski. Portanto, reservar um momento nesse período para ir ao banheiro e estimular o movimento do músculo abdominal contribui para o intestino ter uma rotina.

Mas é importante lembrar que não é preciso fazer força para evacuar, apenas estimular uma vontade com o exercício de contração. Do mesmo modo, também não é saudável adiar a ida ao banheiro, algo comum de acontecer na correria do dia a dia. “Quem segura a vontade durante muito tempo provoca uma abolição no reflexo de evacuação”, adverte Ganc. Com isso, o relógio do intestino tende a ficar desregulado.

2ª opção

O que comer: uma laranja com bagaço após o almoço e o jantar e massagear o intestino, com movimentos circulares ao redor do umbigo.

Por que faz bem: aposte nas frutas consideradas laxativas como laranja, ameixa e mamão, pelo menos três porções por dia. E não dispense o bagaço, pois é nele que está a maior concentração de fibras. “Elas aceleram o trânsito intestinal” esclarece a nutricionista Lucy Tchakmakian. Em outras palavras, essas substâncias não são digeridas pelo organismo e vão direto ao intestino, solidificando as fezes e fazendo que ganhem peso e tamanho. Dessa forma, a eliminação fica mais fácil.

A massagem, por sua vez, é indicada pela medicina chinesa e serve de estímulo. A nutricionista Janice Chencinski recomenda que seja feita todos os dias pela manhã, antes de levantar da cama, servindo como forma de “despertar” o intestino. É simples: coloque a mão esquerda na virilha. Com a mão direita, faça movimentos circulares em volta do umbigo no sentido horário, repetindo 18 vezes. Depois, troque as mãos e repita o processo, dessa vez apenas nove vezes e no sentido anti-horário.

Massagear a barriga pela manhã é uma forma de despertar o intestino


Intestino funcionando

Conheça os alimentos que conferem uma flora intestinal saudável.

• Cereais, grãos, farinhas e pães: integral, de centeio ou de milho, linhaça e granola.
• Hortaliças em geral: beterraba, abóbora, cenoura, brócoli.
• Frutas: laranja e mexerica com bagaço, ameixa, mamão, kiwi, tamarindo, abacate, manga, jaca, melão, melancia, maçã e pera com casca, abacaxi, caqui, morango, uva, uva-passa, figo, ameixa e damasco secos, amendoim, castanha-de-caju, castanha do Brasil e amêndoas.
• Leguminosas: feijão, ervilhas, soja e grão-de-bico.
• Leite e derivados: leite, leite fermentado, queijo branco e iogurte.
• Carnes: de vaca (moderado), de galinha e de peixe.
• Óleos: azeite de oliva

3ª opção

O que comer: tomar leite fermentado ou iogurte com duas colheres (sopa) de granola no lanche da tarde e caminhar por 30 minutos todos os dias.

Por que faz bem: a granola entra no grupo de cereais ricos em fibras. Já o iogurte e o leite fermentado são bons porque possuem micro-organismos vivos. “São os lactobacilos e as bifidobactérias que conferem uma microflora intestinal saudável”, diz Lucy Tchakmakian. Eles são resistentes ao processo de digestão e chegam inteiros ao intestino, ajudando a recompor e a equilibrar a flora do órgão. São bons tanto para a constipação quanto para a diarreia.

Inserir alimentos como esses na dieta aumenta a chance do intestino funcionar sem preocupações. Além disso, o lanche da tarde fica entre duas das maiores refeições do dia. Por isso, nada como aproveitar o intervalo para dar um empurrãozinho positivo na digestão.

O exercício físico é outro fator fundamental. Quanto mais nos movemos, mais estimulamos os movimentos intestinais. “Mas é preciso manter uma prática física regular, não adianta se matricular na academia por apenas um mês”, lembra a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Santa Paula, em São Paulo. O melhor é juntar o útil ao agradável: procurar uma atividade prazerosa, sem exageros. “Para o intestino, uma simples caminhada até mesmo dentro de casa já colabora”, explica. Isso contribui também para o equilíbrio emocional, que interfere igualmente na prisão de ventre.


O uso de laxantes é prejudicial?

Depende do tipo e da frequência do uso. Algumas categorias de laxantes são mais prejudiciais e podem causar irritação, dor, cólica e outras consequências em longo prazo. “Tratamentos à base de fibras não apresentam maiores contraindicações. O uso de medicamentos, no entanto, deve ser sempre de acordo com a recomendação de um médico”, alerta a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Santa Paula. Também é preciso cuidado com o uso de laxantes por um longo período, pois isso pode desacostumar o intestino a trabalhar sozinho, causando dependência.

4ª opção

O que comer: trocar os cereais e farinhas brancas por integrais e mastigar bem os alimentos (pelo menos 15 vezes cada porção de alimentos colocada na boca).

Por que faz bem: fique de olho nos alimentos ricos em fibras solúveis, como as farinhas brancas. “Elas dão volume às fezes ao mesmo tempo em que retardam o esvaziamento gástrico, sendo uma das causas da constipação”, explica Lucy Tchakmakian. Por isso, a preferência por integrais, que possuem fibras insolúveis, é muito bem-vinda.

Também é melhor iniciar a refeição pela salada, que deve ser rica em vegetais e legumes crus. E aí entra o importante papel da mastigação, a primeira ação da digestão. “Os pedaços menores de alimentos são mais facilmente digeridos pelo organismo, facilitando a ação de enzimas digestivas”, afirma Janice Chencinski. Quem mastiga pouco faz que pedaços maiores cheguem ao intestino, provocando um efeito negativo: os nutrientes não são devidamente absorvidos e o bolo fecal tende a ficar endurecido.

A ingestão de água durante as refeições dilui o suco gástrico, o que prejudica a digestão

Problemas à vista

O consumo exagerado das opções abaixo emperra o intestino:

• Cereais, grãos, farinhas, pães e massas: arroz branco, biscoito salgado, pão branco, polvilho, torradas, macarrão, maisena e farinhas brancas em geral, como de trigo, de mandioca e de rosca.
• Hortaliças: cenoura cozida, batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa (mandioquinha) e mandioca.
• Frutas: banana, caju, cará, limão, maçã e pera (sem casca).
• Leite e derivados: queijo ricota.

5ª opção

O que comer: tomar um copo de água em jejum e respirar profundamente três vezes, tornando a expiração duas vezes mais lenta que a inspiração.

Por que faz bem: a água para a digestão é essencial, pois melhora a consistência das fezes, deixando-as macias. É sempre bom relembrar: no mínimo 2 litros por dia. A dica agora é tomar após um longo período sem comer, o que acontece quando acordamos. “Isso estimula o peristaltismo intestinal que permaneceu em repouso durante todo jejum noturno”, explica Lucy Tchakmakian, que acrescenta também outra forma de estimular esse movimento: fazer uso de alimentos quentes e frios no café da manhã. Já a ingestão de água durante as refeições não é uma boa opção. Pode provocar a dilatação do estômago, propiciando maior ingestão de alimentos, além de diluir o suco gástrico, o que prejudica a digestão.

A respiração profunda e consciente tem benefício duplo. Ela contribui para aliviar a tensão física e emocional. “Estresse, ansiedade, depressão e sobrecarga emocional de qualquer tipo podem interferir no intestino, provocando diarreia ou constipação”, esclarece a gastroenterologista Débora Poli. Além disso, a respiração profunda aumenta a pressão dentro da cavidade abdominal, servindo de estímulo à evacuação. “Ao respirar, nós baixamos o diafragma, aumentando a pressão sobre o intestino, como se estivéssemos fazendo uma compressão”, explica.

Receitinhas naturais

Suco laxativo 1

Ingredientes
½ mamão papaia sem semente
1 laranja com bagaço e sem semente
4 ameixas pretas secas sem caroço (deixar de molho na véspera em ½ copo de água)
2 colheres (sopa) de farelo de trigo
½ copo de iogurte desnatado
½ copo de água gelada

Preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Consuma de preferência em jejum.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo


Suco laxativo 2

Ingredientes
3 ameixas pretas (sem caroço)
1 copo de suco de laranja
1 fatia de mamão
1 colher (sobremesa) de mel ou açúcar mascavo

Preparo

Coloque as ameixas de molho em um copo com água na noite anterior. De manhã, bata no liquidificador as ameixas com os demais ingredientes e sirva.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo

Suco laxativo 3

Ingredientes
1 xícara (chá) de água
6 ameixas secas

Preparo

Ferva as ameixas junto com a água por 5 minutos, coe e sirva. Beba de preferência à noite.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo


Salada de verão

Ingredientes
4 folhas de alface
4 fatias de tomate
2 colheres (sopa) de cenoura crua ralada
1 unidade de palmito em conserva fatiado
1 fatia de abacaxi picado
1 colher (sopa) de uva-passa branca
1 unidade de noz triturada
1 castanha do Brasil triturada

Ingredientes do tempero
1 fio de azeite
1 colher (chá) de mel
2 colheres (chá) de mostarda

Preparo

Lave as folhas de alface, pique e junte todos os demais ingredientes. Tempere com azeite, mel e mostarda. Dica: consuma antes das grandes refeições.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo

Pré-eclâmpsia mata ao menos duas gestantes por dia no Brasil

Fonte - site uol Ciência e Saúde
Reportagem postada em 16/07/2010




Poucos casais que planejam ter filhos já ouviram falar em pré-eclâmpsia. Mas a doença, que acomete 5% das gestações em todo o mundo, é a principal causa de mortalidade materna no Brasil – ao menos duas mulheres morrem a cada dia por causa do problema, segundo o professor do departamento de obstetrícia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Nelson Sass. O médico preside o 1º Simpósio Internacional de Pré-Eclâmpsia, realizado neste fim de semana em São Paulo.

“Identificar precocemente a doença é fundamental para proteger a mãe e o bebê”, diz o médico. As consequências graves da pré-eclâmpsia para a mulher fazem dessa condição a principal causa de partos prematuros no país, com risco de danos neurológicos para a criança.

A enfermidade é caracterizada por pressão alta e perda de proteínas pela urina, consequência de falhas na filtragem que é feita pelos rins. Ainda não se sabe ao certo a causa da doença, apenas que se trata de uma espécie de reação exagerada do organismo da mulher ao feto. A propensão é maior entre gestantes hipertensas, com excesso de peso e cujas mães tiveram o problema.

Após iniciado o processo inflamatório, há risco de complicações como falência renal, insuficiência hepática, convulsões (eclâmpsia) e acidente vascular cerebral. Vale destacar que nem todo aumento de pressão na gravidez é sinônimo de pré-eclâmpsia.

Evolução silenciosa

Sass esclarece que a doença começa assim que o embrião chega ao útero, mas os sintomas só começam a aparecer a partir da 20ª semana de gestação. Algumas mulheres apresentam sinais de que a pressão aumentou, como dor de cabeça, tontura e visão borrada. Muitas também apresentam inchaço e ganho de peso repentino, decorrente da retenção de líquido, mas não levam os sintomas a sério por achar que fazem parte da gravidez. “É uma doença silenciosa, por isso é tão preocupante”, comenta.

Em geral, a pré-eclâmpsia é controlada com medidas paliativas, como o uso de medicamentos para baixar a pressão e evitar convulsões. Em alguns casos, também é indicada a aplicação de corticoide para melhorar o desenvolvimento do bebê. O problema, segundo o médico, é que muitas mulheres chegam ao hospital com os sintomas em estágio avançado e, nesses casos, a única alternativa é afastar da mulher o foco da inflamação, que é a placenta, imediatamente. Em outras palavras: é preciso antecipar o parto para evitar a morte da mãe e/ou do bebê.

Exames

Atualmente, o diagnóstico da pré-eclâmpsia é clínico (feito em consultório) e confirmado por exames que detectam a presença de proteínas na urina. Um dos tópicos do simpósio é a existência de marcadores no sangue que podem facilitar a detecção de alterações na placenta antes que os sintomas físicos da doença apareçam.

Como não há meios de prevenir a pré-eclâmpsia, Sass ressalta que a gestante deve ficar atenta a qualquer sintoma diferente e relatar ao profissional que a acompanha. “Na dúvida, é melhor procurar o médico logo do que esperar pela consulta seguinte do pré-natal”.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

UMA TABELA PARA TER À MÃO

Fonte - Profª Lucieli Neves

Maçã

Protege o seu coração
Evita constipação
Bloqueia a diarreia
Melhora capacidade dos pulmões


Damasco

Previne o câncer
Controla a pressão arterial
Protege a sua visão
Protege contra a doença de Alzheimer
Retarda o envelhecimento

Alcachofra

Ajuda na digestão
Baixa o colesterol
Protege o seu coração
Estabiliza o açúcar no sangue
Protege contra doenças do fígado


Abacate

Combate as diabetes
Baixa o colesterol
Previne as tromboses AVC
Controla pressão arterial
Suaviza a pele


Banana

Protege o seu coração
Atenua a tosse
Fortalece os ossos
Controla a pressão arterial
Bloqueia a diarreia


Feijão Evita constipações

Atenua a hemorroida
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Estabiliza o açúcar no sangue


Beterraba

Controla a pressão arterial
Previne o câncer
Fortalece os ossos
Protege o seu coração
Ajuda a perder peso


Baga de Mirtilho

Previne o câncer
Protege o seu coração
Estabiliza o açucar no sangue
Estimula a memória
Evita a Constipação


Brócolis

Fortalece os Ossos
Protege a Visão
Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial


Couve

Previne o câncer
Evita a prisão ventre
Ajuda a perder peso
Protege o seu coração
Atenua a hemorroida


Melão

Protege a Visão
Controla a pressão arterial
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico


Cenoura

Protege a Visão
Protege o seu coração
Evita a prisão de ventre
Previne o câncer
Ajuda a perder peso


Couve-Flor

Previne o câncer da Próstata
Previne o câncer da Mama
Fortalece os ossos
Elimina escoreações
Previne a doença do coração


Cereja

Protege o seu Coração
Previne o câncer
Acaba com as insônias
Retarda o envelhecimento
Protege contra a doença de Alzheimer


Castanha

Ajuda a perder peso
Protege o seu coração
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Controla a pressão arterial


Pimentão picante

Ajuda na digestão
Suaviza as dores da garganta
Remove abcessos
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico


Figo

Ajuda a perder peso
Previne as tromboses AVC
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Controla a pressão arterial


Peixe

Protege o seu coração
Estimula a memória
Protege o seu coração
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico


Linhaça

Ajuda a digestão
Combate as diabetes
Protege o seu coração
Fortalece o cére0bro
Fortalece o sistema imunológico


Alho

Baixa o colesterol
Controla a pressão arterial
Previne o câncer
Mata bactérias
Combate Fungos


Laranja

Protege contra ataques cardíacos
Promove a perda de peso
Previne as tromboses AVC
Previne o câncer da Próstata
Baixa o colesterol


Uva

Protege a Visão
Previne pedra nos rins
Previne o câncer
Aumenta o fluxo de sangue
Protege o seu coração


Chá Verde

Previne o câncer
Protege o seu coração
Previne as tromboses AVC
Ajuda a perder peso
Mata bactérias


Mel

Cicatrizante
Ajuda a digestão
Previne contra Úlceras
Aumenta a energia
Combate alergias


Limão

Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Suaviza a pele


Lima

Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Suaviza a pele


Manga

Previne o câncer
Estimula a memória
Regula a tiroíde
Ajuda na digestão
Protege contra a doença de Alzheimer


Cogumelo

Controla a pressão arterial
Baixa o colesterol
Mata bactérias
Previne o câncer
Fortalece os ossos


Aveia

Baixa o colesterol
Previne o câncer
Combate a diabetes
Evita constipação
Suaviza a pele


Cebola

Reduz risco de ataque cardíaco
Previne o câncer
Mata bactérias
Baixa o colesterol
Combate Fungos

Peras

Evita a Constipação
Previne o câncer
Previne as tromboses AVC
Ajuda a digestão


Abacaxi

Fortalece os ossos
Alivia a febre
Ajuda a disgestão
Bloqueia a diarreia



Ameixas

Retarda o envelhecimento
Evita Constipação
Estimula a memória
Baixa o colesterol
Protege contra doença do coração


Arroz

Protege o seu coração
Combate a diabetes
Previne pedra nos rins
Previne o câncer
Previne as tromboses AVC


Morango

Previne o câncer
Protege o seu coração
Estimula a memória
Acalma o stress


Batata doce

Protege a sua Visão
Aumenta a disposição
Combate o câncer
Fortalece os ossos

Tomate

Previne o câncer na próstata
Baixa o colesterol
Protege o seu Coração


Nozes

Baixa o colesterol
Previne o câncer
Estimula a memória
Melhora a disposição
Protege contra doenças do coração


Água

Ajuda a perder peso
Previne o câncer
Previne pedra nos rins
Suaviza a pele


Melancia

Previne o câncer na próstata
Promove a perda de peso
Baixa o colesterol

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

FONTE - GUIA DO BEBÊ (SITE UOL)
POR - Bruno Rodrigues
PUBLICADA EM - 09/12/2009



Infertilidade

Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.



E devido aos inúmeros projetos profissionais, cada vez mais as mulheres adiam o sonho de serem mães. O "momento certo" de engravidar para aquelas que têm o desejo de ser mãe sempre chega, para algumas mais cedo e para outras mais tarde, mas sempre chega.

Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.

Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.

Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.

Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.

Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.

Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:

Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.

Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.

Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.

Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH.

Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.

Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozóide, seus espermatozóides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.

Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sob medida para a grávida

Fonte - Lilian Luz
Consultoria: Márcia Chaves, profissional de Educação Física e diretora da Gestação Spa, da Clínica Perinatal Laranjeiras/RJ.
Foto: Clínica Perinatal/Laranjeiras






Faça hidroginástica. Agora!






Exercício físico? Só se for debaixo d'água, para amenizar o calor e manter a boa forma. Para as gestantes, a hidroginástica traz enormes benefícios. Quer a prova?



Fortalece a musculatura, sem expor as articulações da mulher, que ficam mais vulneráveis nessa fase;

Aumento da força e resistência;

Melhora da condição cardio-respiratória;

Como a resistência no meio líquido é maior do que a do ar, a gestante terá um gasto calórico mais elevado, o que é muito importante para o controle do seu ganho de peso;

Estimula o funcionamento dos rins e diminui o inchaço;

Tem um efeito relaxante sobre a musculatura e, somado a exercícios adequados, diminui as dores nas costas e nos membros inferiores e pés;

Os exercícios estimulam ainda a produção da endorfina, responsável pela sensação de bem-estar e bom humor;

Na hora do parto, uma mulher bem condicionada terá mais chances de sucesso do que uma não condicionada para enfrentar o esforço físico, mesmo em caso de cesariana.

Além disso, a recuperação pós-parto é muito mais rápida e eficiente.


Sob medida para a grávida


Qualquer exercício para gestantes, porém, precisa das devidas adaptações. Isso inclui desde a simples caminhada até a hidroginástica ou mesmo a natação. Tudo deve ser avaliado e feito dentro de padrões de segurança para mãe e bebê. Por isso, é fundamental procurar um profissional especializado.

A maioria dos obstetras autoriza as gestantes a iniciarem as atividades físicas a partir da décima segunda semana, já que o primeiro trimestre é mais delicado, no que se refere ao risco de aborto espontâneo. Além disso, no início da gravidez, a mulher pode ter alterações como enjôos e sonolência. Fazer ou não qualquer exercício depende de como está sua saúde e a de seu filho. A liberação do obstetra para a prática de qualquer atividade física é indispensável. Portanto, consulte sempre seu médico.


No inverno ou no verão


Quem disse que você precisa abrir mão da hidroginástica nos dias mais frios? Procure uma boa academia que tenha piscina aquecida. Mas, lembre-se: a água jamais deve exceder os 32º. Quando muito quente, pode ser prejudicial ao bebê.

A hidroginástica deve ser praticada, pelo menos, duas vezes por semana, com duração entre 45 minutos e uma hora, cada aula.

Se você já praticava atividades físicas antes da gravidez, ainda assim precisa do acompanhamento de um especialista. Afinal, as alterações orgânicas em uma grávida atleta, ativa ou sedentária, são as mesmas. O que difere são os níveis de condicionamento anterior, nada além disso.

Muitas gestantes atletas ou ativas, acostumadas com o excesso de exercícios, têm dificuldades em se adaptar aos limites impostos pela gravidez e, muitas vezes, colocam em risco sua saúde e a do neném.

Incentivar a pega adequada na amamentação evita dores e rachaduras



Fonte - revista Sempre Materna
Autora - Carolina Ildefonso
Ilustração/Foto: Istock Photo
Publicado em: 28/05/2010





Quem nunca se deparou com caretas ao falar de amamentação com a vizinha,no salão de beleza e até com as tias e avós? Mesmo sabendo que o leite materno é o melhor alimento que existe para o RN, a falta de informação gera medo nas mamães.

Segundo a enfermeira coordenadora do GAAM (Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno), do Hospital São Luiz — Unidade Anália Franco — Regina Célia Guedes Barreto, o sucesso do aleitamento materno depende de váriosfatores relacionados ao manejo clínico da amamentação. O primeiro passo para o sucesso são os cuidados durante a gravidez. “Um sutiã adequado (de sustentação)
e o banho de sol na região areolar e mamilos, antes das 10 ou após as 16 horas, são benéficos”, explica a enfermeira.

Apesar de todos os seios serem capazes de amamentar, muitas gestantes temem as dificuldades
vinculadas aos mamilos. Mas, a boa notícia é que eles têm a função singular de tocar o palato (céu da boca) e fazer com que bebê perceba o peito em sua boca e inicie a sucção. “Devido à coloração escura, servem também como ponto de referência para o pequeno se direcionar.”

Protruso (salientes), semi-protruso (pouco saliente), plano (incorporado a região areolar) ou invertido (contrário ao protruso), o formato pode mesmo influenciar? A maioria das mulheres tem mamilos protrusos. A enfermeira ressalta que independente da anatomia os mamilos da mãe são próprios para o bebê, e necessitam apenas de adaptação de ambos. “O segredo é o treino através da sucção. É importante lembrar também que com o ritmo das mamadas eles podem mudar o formato”, comenta.

Para aguentar a maratona, os seios precisam ser bem tratados. A especialista esclarece ainda que a higiene deve ser feita na hora do banho apenas com água corrente para não tirar a camada natural de proteção da pele. Porém, o cuidado mais importante se faz no ato da amamentação, ou seja,
está relacionado à técnica de mamada. “Se o bebê pegar adequadamente (região areolar + mamilo) as doloridas rachaduras não acontecem”, finaliza.

Mamilos, cuide bem deles:

Durante a amamentação,evite atrito na região aréola-mamilar. O ideal é que após as mamadas
o local permaneça hidratado.Para isto, sugere-se a hidratação com o próprio leite materno;

Antes das mamadas é importante observar a flexibilidade areolar. Caso haja acúmulo de leite é necessário a retirada do mesmo com as próprias mãos, através da ordenha manual;

Após a mamada, principalmente em fase de descida de leite, é importante a mãe avaliar a turgidez das mamas.Se permanecerem cheias é recomendado extrair o leite, também através da ordenha manual;

Um bom sutiã é fundamental para sustentar a mama. Assim, evita desconfortos à lactante e também
o ingurgitamento (acúmulo de leite em certas áreas da glândula mamária ou em toda ela).

segunda-feira, 21 de junho de 2010

9 alimentos que prolongam a vida

Fonte - Revista Viva Saúde (site uol)

A máxima “você é o que você come” nunca foi tão atual. Graças aos avanços científicos e à tecnologia aplicada, que permitiram isolar componentes bioativos dos alimentos, examinando sua ação sobre o metabolismo celular, crescem as evidências de que uma dieta balanceada pode produzir efeitos fisiológicos positivos para a saúde. E não se trata apenas de fornecer nutrientes que funcionam como matéria-prima para os processos vitais do organismo.

A escolha correta dos ingredientes, na hora de montar cada uma das refeições, pode ser uma medida importante para combater doenças crônico-degenerativas que estão se tornando epidemias graças ao estilo de vida moderno, como o colesterol alto e as complicações cardiovasculares que dele podem resultar. E muito embora todos os alimentos tenham lá suas propriedades benéfi cas, quando consumidos em doses adequadas, alguns vêm se destacando por conterem compostos capazes de favorecer o organismo como um todo, protegendo, em especial, um órgão ou sistema cujo funcionamento é de vital importância para todos os outros.

Com o objetivo de chegar aos nove alimentos que mais reúnem vantagens ao organismo, VivaSaúde consultou médicos de diversas áreas, além de nutricionistas. Juntos, eles listaram os ingredientes que você pode consumir regularmente, se quiser garantir mais longevidade e qualidade de vida nos anos que terá pela frente. Eles atuam sobre o corpo todo, mas cada um tem função especial sobre órgãos como o cérebro, o coração, o pulmão, o intestino, o fígado, o estômago, a pele, os ossos e os olhos.

Se usados com frequência, e na medida certa, os alimentos funcionam como verdadeiros medicamentos. É bem verdade que os resultados aparecem em longo prazo. De qualquer forma, esses elementos naturais, como o nome indica, não oferecem contraindicações e podem ser amplamente consumidos. O que signifi ca que você pode começar já a usufruir de todos os benefícios.

Confira:

Sardinha (Aliada especial do cérebro)

Por que faz bem?

Assim como outros peixes de água fria, ela é rica em ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA), reconhecidos por seu poder antioxidante, anti-inflamatório e antiaterosclerótico. “Esses ácidos aumentam a atividade cerebral, modulam a hiperatividade e a depressão e ainda melhoram o desempenho cognitivo”, explica a nutricionista Andréia Naves, diretora da VP Consultoria Nutricional. Isso tudo porque a gordura do bem, da qual a sardinha é uma das mais ricas fontes, serve para encapar os neurônios, protegendo-os e facilitando a comunicação entre eles.

“O cérebro humano é constituído de 65% de gordura, sendo a maior parte composta por DHA, substância fundamental para a constituição do córtex cerebral”, diz a nutróloga Jane Corona. Para o neurologista Paulo Bertolucci, chefe do setor de Neurologia do Comportamento da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), é a capacidade de reduzir a concentração de radicais livres no organismo o que faz do peixe um alimento-chave para prevenir e auxiliar no tratamento de problemas relacionados à estrutura cerebral. “Graças à sua função antioxidante, ele diminui consideravelmente as lesões nos neurônios”, garante. Para ajudar, é um alimento barato e facílimo de encontrar.

O ômega-3, do qual a sardinha é uma rica fonte, serve para encapar os neurônios, protegendo-os e facilitando a comunicação entre eles.

Ação em outras partes do corpo

Os ácidos graxos da sardinha também fazem bem a outras partes do corpo, além do cérebro. “O consumo regular de peixes ricos em ômega-3 pode diminuir em até 40% o risco de problemas cardiovasculares”, avisa a nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi, doutora em Cardiologia pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo (InCor/ HC-FMUSP ). No pulmão, essas substâncias melhoram a transferência de oxigênio em pessoas com insuficiência respiratória ou em fumantes.

A suplementação de ômega-3 em fumantes pode auxiliar na prevenção da doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC . Os ácidos graxos também auxiliam na proteção das células fotossensíveis dos olhos, prevenindo contra a degeneração da mácula — a parte da retina que é responsável pela percepção dos detalhes. Por fim, a vitamina D, presente na sardinha, também auxilia na absorção intestinal do cálcio e do fósforo ingeridos pela alimentação, essenciais para a saúde dos ossos.

Quanto você precisa consumir?

O ideal é consumir 150 gramas — o equivalente a 1 filé de peixe médio — pelo menos uma vez por semana. Opte sempre pelo alimento cozido, assado ou grelhado. “No processo de fritura, há uma alteração na molécula de ômega-3, o que diminui suas propriedades antioxidantes. O excesso de óleo também faz que o alimento se torne muito calórico”, adverte o nutricionista Ricardo Zanuto, doutor em Fisiologia e Biofísica. Ervas e especiarias, como coentro, sálvia, tomilho, entre outras, aumentam a ação benéfica do peixe no organismo e ainda valorizam o sabor do prato. “Uma boa pedida é acrescentar um fio de óleo de gergelim quando a sardinha já estiver pronta para o consumo. Ele potencializará a atividade do ômega-3”, ensina Andréia Naves.


Azeite de oliva (Aliado especial do coração)

Por que faz bem?

Considerado um elemento fundamental no combate às doenças cardíacas, o azeite de oliva, principalmente o extravirgem, apresenta uma grande quantidade de gordura monoinsaturada que não se converte em colesterol. “O alimento ajuda a reduzir os níveis do LDL (colesterol ruim) no organismo, minimizando os riscos de sofrer de problemas como a aterosclerose, o infarto agudo do miocárdio e os acidentes vasculares cerebrais”, diz o nutricionista Ricardo Zanuto. Para a cardiologista Ana Carolina Gagliardi, os polifenóis presentes no alimento também comprovam seu poder terapêutico.

“Eles reduzem a formação de radicais livres, atuando como antioxidantes que agem beneficamente em todo o corpo, até mesmo no coração”, explica. Os radicais livres são substâncias que, quando encontradas em excesso no organismo, podem ser muito nocivas à saúde. Eles são responsáveis pelo processo de envelhecimento e pelo aparecimento de doenças degenerativas, como o câncer. Uma pesquisa realizada pelo Hospital da Universidade Rainha Sofia, na Espanha, também apontou as vantagens dos polifenóis para a saúde dos vasos sanguíneos. Segundo o estudo, o composto melhora a função endotelial, ou seja, da camada interna que reveste os vasos sanguíneos. O impacto é positivo para a circulação.

O azeite de oliva extravirgem é rico em gordura monoinsaturada, que ajuda a reduzir os níveis do LDL (colesterol ruim) no organismo, minimizando os riscos de um infarto agudo.

Ação em outras partes do corpo

O azeite fornece energia e ácidos graxos essenciais para a formação e manutenção das paredes das células. “Essas gorduras são essenciais para a produção dos hormônios de crescimento, os sexuais e as prostaglandinas, substâncias parecidas com os hormônios, que regulam parte do metabolismo”, explica a nutricionista do Espaço N.O., Paula Crook. O alimento também viabiliza a absorção das vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K.

Quanto você precisa consumir?

Dê preferência ao azeite extravirgem, cujo nível de acidez não ultrapassa 0,8% (a informação consta do rótulo). O consumo do alimento deve ser diário, basta que se acrescente 1 colher (sopa), em temperatura ambiente, a pratos prontos ou saladas. “Ele não deve ser usado para cozinhar ou fritar outros alimentos, já que o calor altera suas propriedades benéficas”, diz Ana Carolina. Também é importante tomar cuidado para não ultrapassar muito a quantidade diária recomendada para o consumo. “Para se ter uma ideia, uma única colher (sopa) de azeite tem aproximadamente 135 calorias. O excesso, portanto, favoreceria o ganho de peso e as doenças associadas à obesidade”, alerta Ricardo Zanuto. Para manter-se como uma opção saudável, o alimento precisa ser guardado em ambiente fresco e escuro. Depois de aberto, ele dura até três meses.


Alho (Aliado especial do fígado)

Por que faz bem?

Por conter compostos sulfurosos, o alho ajuda no trabalho de desintoxicação promovido pelo fígado, ativando enzimas que inibem o crescimento bacteriano e favorecendo a eliminação de substâncias que não servem mais ao organismo, que serão metabolizadas e excretadas pela bile. “Ele também tem a capacidade de neutralizar toxinas, como as nitrosaminas, evitando que se acumulem no nosso organismo”, explica a nutróloga Jane Corona. Segundo a médica, o alho possui uma ação benéfica sobre os sintomas da tensão pré-menstrual, prevenindo as famosas dores de cabeça, na região lombar e nas mamas. “O alimento ajuda no processo de eliminação de tudo o que está em excesso no organismo, incluindo o estrogênio, o hormônio feminino. E é justamente o desequilíbrio hormonal o causador do mal-estar típico da fase entre as mulheres”, diz Jane.

Os compostos sulfurosos do alho ajudam no trabalho de desintoxicação feito pelo fígado: ativam enzimas que inibem o crescimento de bactérias e eliminam substâncias a mais.

Ação em outras partes do corpo

O alho tem um importante potencial anticancerígeno. “O consumo regular de alho cru diminui o risco de câncer de cólon, de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer de esôfago”, garante a nutricionista Paula Crook. Tudo isso graças à presença de dois compostos superpoderosos no alimento: a alicina e a salil-cisteína, que são reconhecidos por seu potencial antioxidante.

“O alho é rico em flavonoides, vitaminas do complexo B e óleos
essenciais. Uma pesquisa recente feita pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostrou seus efeitos benéficos sobre o coração, já que ele ajuda a reduzir o colesterol circulante, prevenindo ataques cardíacos”, diz Patrícia Davidson. A nutricionista também destaca os efeitos do alho sobre a pressão arterial. “Se consumido em doses adequadas, ele ajuda a dilatar os vasos, facilitando a circulação”, explica. O alimento é apontado, ainda, como um fortalecedor do sistema imunológico, proporcionando um aumento no número de células de defesa do organismo.

Quanto você precisa consumir?

Consuma pelo menos seis dentes de alho todos os dias, adicionandoos aos pratos salgados que prepara com mais frequência, como o arroz, o feijão e a carne. Para quem tolera bem o sabor forte do alimento, uma alternativa é comê-lo cru, pois algumas de suas propriedades serão potencializadas. Nesse caso, vale juntá-lo a outros ingredientes na salada ou quando as preparações cozidas já estiverem prontas.
O mais importante mesmo é que o alimento seja esmagado antes de ser acrescentado à comida. Isso porque alguns compostos extremamente ricos, e que auxiliam no combate a diversas doenças, só são liberados nessas condições. “É o caso da alicina que, a propósito, é o elemento que confere ao alimento seu odor característico”, explica a nutricionista funcional Patrícia Davidson.


Laranja (Aliada especial do pulmão)

Por que faz bem?

Alimentos ricos em vitamina C são antioxidantes, reduzem a ação dos radicais livres e previnem o envelhecimento precoce das células pulmonares. “Em fumantes, a suplementação desta vitamina pode impedir uma lesão pulmonar em casos de inflamação”, diz a nutricionista Glaucia Midori, do Ganep Nutrição Humana. Estudos recentes, publicados em periódicos científicos como The American Journal of Clinical Nutrition e American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, apontam, ainda, que indivíduos que consomem ao menos uma porção de laranja diariamente apresentam menor declínio da função pulmonar ao longo do tempo.

“O alimento, rico em vitamina C e magnésio, pode reduzir os riscos de doenças obstrutivas crônicas dos pulmões, as DPOCs, grupo de moléstias que inclui a bronquite e o enfisema pulmonar”, esclarece o nutricionista Ricardo Zanuto, doutor em Fisiologia e Biofísica. A vitamina A é outro composto da laranja com papel fundamental no bom funcionamento do organismo. “A substância atua na regeneração dos alvéolos, pequenas estruturas dos pulmões responsáveis pelas trocas gasosas”, diz a nutricionista Paula Crook.

Pessoas que comem ao menos uma laranja por dia apresentam menor declínio da função pulmonar ao longo do tempo.

Ação em outras partes do corpo

A vitamina C é antioxidante, atua sobre o sistema imunológico e ajuda a reduzir o risco de certos tipos de câncer. “As laranjas contêm rutina, hesperidina e outros bioflavonoides, pigmentos vegetais que previnem ou retardam o crescimento de tumores. As membranas entre seus gomos também fornecem uma boa quantidade de pectina, uma fibra solúvel que ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue e ainda favorece o bom funcionamento do intestino”, garante Paula Crook.

O composto tem também função importante na absorção do ferro, essencial para oxigenar todos os tecidos do corpo. E até sobre a pele a vitamina consegue atuar de maneira benéfica. “Ela participa da formação do colágeno e da elastina, responsáveis por emprestar firmeza e viço à pele. Como se não bastasse, a vitamina C tem uma ação importante no processo de cicatrização”, complementa a nutricionista funcional Patrícia Davidson.

Quanto você precisa consumir?

O melhor é consumir pelo menos uma laranja por dia. Para preservar todas as propriedades da fruta, prefira cortá-la só no momento de comer ou fazer o suco.

Quanto mais tempo ela ficar em contato com o calor ou a luz, menos vitaminado se tornará seu suco, já que o composto é extremamente sensível a essas variações externas. Também é preciso tomar cuidado com os excessos. “Consumir muita vitamina C pode ser prejudicial, pois ela pode provocar diarreia e até aumentar o risco de aparecimento de pedras nos rins”, alerta Ricardo Zanuto.


Aveia (Aliada especial do intestino)

Por que faz bem?

Rica em fibras, ela exerce um papel fundamental na funcionalidade do intestino, que é o órgão responsável pelo processo de digestão e absorção dos nutrientes. “A aveia melhora o funcionamento do intestino e, consequentemente, protege o órgão, afastando o risco de doenças típicas como apendicite aguda, doença diverticular do cólon, síndrome do cólon irritável, colelitíase, hemorroidas, hérnia hiatal por deslizamento, doença de Crohn e carcinoma de cólon, que é um tipo de câncer”, garante a nutricionista Maria Izabel L. Vasconcelos, do Ganep Nutrição Humana.

Isso acontece porque, contendo fibras do tipo solúvel em água, a aveia se transforma em um gel que ajuda a carregar todas as outras substâncias de que nos alimentamos pelo sistema digestório, melhorando o trânsito intestinal. Dessa forma, ela torna mais eficaz a eliminação dos resíduos, por meio das fezes, diminuindo o tempo que determinadas substâncias tóxicas ficam em contato com o órgão. A aveia ainda vai provocar o amolecimento das fezes, facilitando o processo de evacuação e evitando os problemas associados à prisão de ventre. E, além de tudo isso, as fibras do alimento têm outra função importante: elas atuam como prebióticos, auxiliando na manutenção da microflora intestinal.

Misturada à água, a aveia se transforma em um gel que ajuda a carregar todas as outras substâncias de que nos alimentamos pelo sistema digestório.

Ação em outras partes do corpo

Ricas em minerais, vitaminas, antioxidantes e fitoquímicos protetores do organismo, as fibras da aveia também auxiliam na diminuição dos níveis de colesterol do sangue, beneficiando o coração. E mais: elas ajudam a regular a absorção intestinal dos açúcares provenientes dos alimentos, o que permite que tenham um papel importante na dieta das pessoas com diabetes. “Existem evidências científicas de que uma dieta rica em fibras e pobre em gorduras pode reduzir o risco de certos tipos de câncer, doenças do coração e diabetes do adulto. Alimentos ricos em fibras, como a aveia, podem, ainda, ser úteis no controle de peso, prevenindo e tratando a obesidade.

Afinal, dietas com alto teor de fibras geralmente possuem baixa densidade calórica e induzem à menor ingestão de alimentos, já que a sensação de saciedade que proporcionam é mais prolongada”, garante Maria Izabel Vasconcelos.

Quanto você precisa consumir?

Versátil, o alimento cai bem como ingrediente de vitaminas, quando misturado a frutas e saladas ou preparado em forma de mingau. O ideal é consumir, durante todo o dia, ao menos duas colheres (sopa) de aveia. Porém, vale um alerta: toda a ingestão de fibras precisa ser acompanhada de um consumo adequado de água. Afinal, o líquido é fundamental para dissolver a aveia, permitindo que ela cumpra sua função no intestino. Sem água suficiente, a aveia pode provocar efeito contrário, levando à constipação.


Brócoli (Aliado especial do estomâgo)

Por que faz bem?

“Ele é rico em fibras, possui vitamina C e betacarotenos, substâncias que funcionam como protetoras do órgão, evitando o aparecimento de câncer gástrico”, diz a nutricionista Glaucia Midori, do Ganep Nutrição Humana. O alimento também tem ação comprovada na prevenção de doenças como a gastrite e a úlcera. “O sulforafano, encontrado no brócoli, é um composto com propriedades antioxidantes capaz de estimular enzimas desintoxicantes presentes no organismo. Por isso mesmo, ele destrói o Helicobacter Pylori, micro-organismo causador de dois problemas tão comuns”, esclarece o nutricionista Ricardo Zanuto.

O sulforafano, encontrado no brócoli, é um composto capaz de destruir a bactéria Helicobacter Pylori, causadora de gastrite.

Ação em outras partes do corpo

O sulforafano, composto antioxidante contido no brócoli, é responsável pela inibição da proliferação das células tumorais. “Ele age por meio de um mecanismo que opera de forma similar aos medicamentos anticancerígenos, matando as células précancerosas e inibindo a proliferação do problema”, explica a nutricionista Paula Crook. Além de proteger o estômago, o alimento também vem sendo relacionado ao combate em casos de câncer de mama, útero, próstata, cólon, pulmão, esôfago, laringe e bexiga.

Os vegetais da família dos crucíferos, da qual o brócoli faz parte, possuem ainda nutrientes e compostos bioativos, como os glicosinalatos e isoticianatos, que são essenciais para as reações de desintoxicação realizadas pelo fígado. “Ele contribui, portanto, na eliminação de substâncias tóxicas do organismo, como medicamentos, agrotóxicos dos vegetais, hormônios das carnes, hidrocarbonetos presentes nos alimentos preparados no carvão, entre outros, por meio de suor, urina e fezes”, explica a nutricionista Andréia Naves. Uma limpeza adequada do organismo, por outro lado, pode prevenir doenças crônicas como obesidade e até as complicações cardiovasculares.

Quanto você precisa consumir?

Bastam 100 gramas de brócoli por dia, quantidade equivalente a um pires (chá) cheio do vegetal, para garantir todos esses benefícios. Pobre em calorias, ele pode ser adicionado a saladas ou massas, juntamente com outros vegetais. Prefira cozinhar no vapor, para preservar todas as propriedades nutricionais do alimento. E deixe a panela destampada durante o tempo de preparo. “Assim, o enxofre evapora e é possível evitar os problemas de acúmulo de gases, comuns em quem consome o alimento regularmente”, indica Ricardo Zanuto.


Leite (Aliado especial dos ossos)

Por que faz bem?

Ele é fonte de cálcio, substância que tem papel fundamental no processo de mineralização óssea. “A ingestão de leite é importante em todas as fases da vida. Na infância, o consumo inadequado de cálcio pode levar a sérias consequências na fase adulta. Podemos dizer que nossos ossos são verdadeiras poupanças de cálcio, isto é, quem não ingeriu cálcio suficiente durante o crescimento tem uma chance muito maior de desenvolver osteopenia e osteoporose em idade mais avançada”, explica Lafayette Lage, mestre em Ortopedia pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. “Ambas as doenças, se não forem tratadas, deixam os ossos mais frágeis, aumentando o risco de fraturas”, alerta Viviane C. B. Hafez, do Ganep Nutrição Humana.

O consumo inadequado de cálcio na infância pode provocar sérias consequências em idade mais avançada.

Ação em outras partes do corpo

O cálcio também participa dos processos de contração e relaxamento muscular, da transmissão nervosa, da coagulação sanguínea e até da regulação dos batimentos cardíacos. “O mineral tem, ainda, ação sobre as enzimas que atuam na digestão de gorduras e no metabolismo das proteínas, daí a fama de emagrecedor”, explica a nutricionista funcional Patrícia Davidson. Sua deficiência está relacionada ao aumento de sintomas típicos da menopausa, tais como retenção hídrica, desejo por alimentos calóricos e dores localizadas.

Quanto você precisa consumir?

O ideal é consumir pelo menos 1 litro de leite diariamente, o que equivale a quatro copos de 250 ml. Uma alternativa é retirar o aporte de cálcio necessário, no dia a dia, de diversas fontes, entre a bebida e os seus derivados. Algumas combinações possíveis: 2 copos (250 ml) de leite e 1 copo (250 ml) de iogurte natural. Ou 2 fatias de queijo-de-minas e 1 copo (250 ml) de iogurte natural. Para aproveitar os benefícios do leite e ainda economizar nas gorduras, fique com a versão desnatada. Aqueles que apresentam intolerância à lactose, por outro lado, podem contar com os leites à base de soja enriquecidos com cálcio.

Além disso, para melhorar a absorção do mineral no organismo, vale aumentar o consumo de alimentos ricos em vitamina D, como o óleo de fígado de peixes, a manteiga, a gema de ovo e os peixes como atum, cação e arenque. Reservar 15 minutos por dia para se expor ao sol também ajuda, já que os raios ajudam a fixar o cálcio. “Por outro lado, é importante evitar o consumo concomitante de alimentos ricos em ferro, pois um mineral prejudica a utilização do outro pelo organismo”, alerta Lafayette Lage.



Soja (Aliada especial da pele)


Por que faz bem?

O alimento, de origem vegetal, contém grande quantidade de proteínas, favorece a síntese de colágeno e de ácido hialurônico, o que proporciona mais firmeza e elasticidade à pele. As isoflavonas também retardam, em longo prazo, o surgimento de rugas. “Estudos recentes, realizados aqui no Brasil, mostraram que mulheres no período pós-menopausa que ingeriram 100 mg de extrato de soja por dia aumentaram a espessura e melhoraram a elasticidade da pele, em relação às que não receberam a suplementação. Segundo o levantamento, as adeptas da soja também apresentaram um aumento no número de vasos sanguíneos na região, o que permitiu uma nutrição mais eficiente do tecido”, explica a dermatologista Shirlei Borelli.

A soja contém grande quantidade de proteínas que favorecem a síntese de colágeno e de ácido hialurônico, o que proporciona mais firmeza e elasticidade à pele

Ação em outras partes do corpo

Sua aplicação mais conhecida é no tratamento dos desconfortos ocasionados pela menopausa. O alimento, quando administrado em doses adequadas, funciona como um estrogênio natural e repõe o hormônio que está em falta, ajudando a tratar sintomas como o ressecamento de pele e os calores típicos da fase. A soja apresenta também função antioxidante, antifúngica e anticancerígena. Além disso, possui gorduras poli-insaturadas, que estão associadas à menor incidência de doenças cardiovasculares e de problemas neurológicos como a depressão e a hiperatividade. “Ela possui efeitos hipocolesterolêmicos, ou seja, provoca uma diminuição moderada do colesterol total e da fração LDL, sem afetar o bom colesterol (HDL). A ação se deve à presença de compostos ativos como a genisteína e a daidzeína em sua fórmula”, explica Paula Crook. “O alimento evita a oxidação do LDL, que é o gatilho para o infarto do miocárdio”, complementa Andréia Naves.

Quanto você precisa consumir?

O tofu é uma de suas melhores fontes e o ideal é consumir, no mínimo, ½ xícara do queijo por dia. Para atingir essa quantidade, vale adicioná-lo aos pratos que se costuma consumir rotineiramente, como saladas, legumes refogados, pizzas e sanduíches. Se preferir o grão in natura, a quantidade diária recomendada é de 25 g. “Mas é necessário que o alimento seja submetido a um processo de choque térmico antes de ser consumido”, recomenda a nutricionista Andréia Naves. O cuidado é fundamental para garantir a inativação das lipoxigenases, compostos causadores de sabor indesejável.


Mamão (Aliado especial dos olhos)

Por que faz bem?

É fonte de carotenoides, como o betacaroteno, a zeaxantina e a luteína. “Carotenoides são complexos químicos e vitamínicos muito importantes na prevenção de doenças de retina, como degenerações de mácula e distrofias retinianas. Eles também atuam como coadjuvantes no tratamento de doenças relacionadas a essa parte do olho”, diz Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC. A retina é a membrana interna do olho, capaz de captar os sinais luminosos. Ela participa do processo de formação de imagens, que consiste na transmissão do impulso visual do nervo óptico ao cérebro “A saúde da retina, portanto, vai ajudar a garantir uma boa visão, principalmente à noite”, explica Andréia Naves. A fruta também tem ação benéfica sobre os quadros de catarata e pode ajudar a prevenir e a cuidar da doença, evitando a progressão acelerada.

O mamão tem ação benéfica sobre os quadros de catarata e pode ajudar a prevenir e a cuidar da doença, evitando que progrida de forma acelerada

Ação em outras partes do corpo.

A fruta dá uma força extra ao intestino, combatendo a prisão de ventre e a formação de gases, graças às substâncias laxativas e às fibras que contém. É uma excelente fonte de vitamina C, que atua sobre a saúde da pele e ainda fortalece os sistemas de defesa. Também é rica em cálcio e potássio, entre outros minerais. “A grande quantidade de potássio (257 mg por 100 g) e de cálcio (24 mg por 100 g) do alimento faz da fruta um composto extremamente importante na prevenção de quadros de hipertensão e de problemas cardiovasculares”, garante a nutricionista Patrícia Davidson.

Quanto você precisa consumir?

O melhor é incluir uma fatia pequena de mamão no seu café da manhã, diariamente. Para potencializar a ação do alimento, aumente também a ingestão de zinco, mineral que está presente nos cereais integrais, nas castanhas, nas carnes vermelhas e nas ostras. “Quando uma pessoa consome alimentos de cor amarela e laranja e apresenta a palma da mão, planta dos pés e nariz amarelados, isso significa que ela está ingerindo pouco zinco. Então, será preciso aumentar a quantidade de alimentos ricos nesse mineral na alimentação, para permitir que os carotenoides se convertam em vitamina A”, diz Andréia Naves. Outra informação importante: as gorduras podem potencializar a ação dos carotenoides no organismo. Por isso,vale a pena ralar uma ou duas castanhas do Brasil sobre o seu mamão, antes de consumi-lo.

É fonte de carotenoides, como o betacaroteno, a zeaxantina e a luteína. “Carotenoides são complexos químicos e vitamínicos muito importantes na prevenção de doenças de retina, como degenerações de mácula e distrofias retinianas. Eles também atuam como coadjuvantes no tratamento de doenças relacionadas a essa parte do olho”, diz Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC. A retina é a membrana interna do olho, capaz de captar os sinais luminosos. Ela participa do processo de formação de imagens, que consiste na transmissão do impulso visual do nervo óptico ao cérebro “A saúde da retina, portanto, vai ajudar a garantir uma boa visão, principalmente à noite”, explica Andréia Naves. A fruta também tem ação benéfica sobre os quadros de catarata e pode ajudar a prevenir e a cuidar da doença, evitando a progressão acelerada.