Fonte - site Baby Center
De quantos absorventes vou precisar depois do parto?
Sally Sago responde:
Compre e deixe em casa dois pacotes de absorventes noturnos, para depois que chegar do hospital.
Logo depois do parto, o sangramento natural dessa fase é bem vermelho e intenso, até com coágulos meio sólidos.
Nas horas seguintes, o fluxo deve diminuir um pouco em repouso, mas basta se levantar e se movimentar um pouco para o sangramento descer mais forte. Isso acontece porque o sangue fica represado dentro do corpo, e é liberado quando você muda de posição.
Por isso, é bom levar várias camisolas para a maternidade -- pode haver imprevistos.
Não se preocupe com eventuais vazamentos na cama do hospital. A equipe de enfermagem está acostumada.
É difícil calcular com que frequência você vai precisar trocar o absorvente, mas no princípio pode ser a cada duas horas. As maternidades costumam fornecer absorventes para essa fase, mas você pode levar um pacote de absorventes noturnos (que são maiores) aos quais está mais acostumada para o caso de não gostar do tipo fornecido pelo hospital.
Tenha também um pequeno estoque em casa (dois pacotes). Prefira calcinhas grandes, que são mais firmes e seguram melhor o absorvente. Podem ser calcinhas de grávida mesmo. Não é bom levar calcinhas novas para a maternidade porque você não vai saber de que tamanho vai estar sua barriga (e, além disso, elas podem ficar todas manchadas de sangue).
Quanto mais confortável a calcinha, melhor, para não incomodar o corte da cesariana ou os pontos da área da vagina.
Você vai precisar trocar os absorventes com frequência para evitar infecções. Lembre-se de lavar as mãos antes e depois de fazer a troca.
Se a área estiver dolorida, você pode se limpar com água em vez do papel higiênico. Banhos de assento também são indicados. Só a água morna já é muito benéfica.
Não é necessário usar outros produtos na água do banho de assento, exceto sob orientação do ginecologista.
Depois desses primeiros dias, o fluxo do sangramento vai diminuir. Ele vai mudar de cor, de vermelho vivo para rosa, e depois para marrom, ao longo da segunda ou terceira semana.
Se você estiver amamentando, vai notar que o fluxo fica mais intenso enquanto o bebê mama. Isso acontece porque o ato de sugar o seio estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair. O fluxo também pode aumentar se você estiver circulando muito de um lado para o outro, sem descansar o suficiente.
Ao fim da primeira semana é provável que você já possa abandonar os absorventes noturnos e passar para os normais. Na quarta semana, talvez já possa usar só os absorventes mais fininhos.
Não faça estoques muito grandes, porque não dá para saber exatamente do que você vai precisar, mas tenha alguns pacotes de cada tamanho de absorvente para não ser pega desprevenida.
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
quinta-feira, 3 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
PESQUISA INTERESSANTE
FONTE - SITE GUIA DO BEBÊ
Bruno Rodrigues
Página publicada em: 09/02/2011.
Emoção
Voz materna é especial para o bebê
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.
Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala.
Papo entre mãe e filho ainda na barriga - Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação?
Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não.
Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala.
Bruno Rodrigues
Página publicada em: 09/02/2011.
Emoção
Voz materna é especial para o bebê
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.
Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala.
Papo entre mãe e filho ainda na barriga - Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação?
Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não.
Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Sete medidas que beneficiam a amamentação
FONTE - Site Minha Vida (UOL)
1. Coma bem: é importante que a mãe tenha uma alimentação saudável durante o período de amamentação. Boas doses de proteína podem ser encontradas em leite e carnes, e não esqueça do carboidrato, para dar energia. Alimentos chamados galactogogos, como chá de erva-doce e caldo de cana aumentam a produção do leite.
2. Se o leite empedrar: o melhor meio de prevenir é deixar o beber mamar bastante ou retirar o leite com as mãos ajudam a esvaziar o peito.
3. Cuide do seio: é comum desenvolver fissuras no bico do peito com a amamentação. A pele da aréola é fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Tomar banhos de sol e passar bucha na região ajuda a engrossar a pele. Passar um pouco do próprio leite em cima da ferida, ajuda na cicatrização.
4. Flacidez nos seios: devido ao esticamento da pele dos seios, que aumentam muito de volume, podem aparecer estrias e o tecido pode ficar flácido. Para prevenir, capriche na hidratação e use sutiãs que ofereçam boa sustentação.
5. A posição correta: para evitar que o bebê engasgue, posicione-o na mesma altura do mamilo, com a cabeça repousada no antebraço. Se a criança for maior e estiver irrequieta, segure-a por trás dos ombros. O bebê deve ser capaz de alcançar o peito facilmente, sem precisar se esticar, nem girar a cabeça.
6. Leite espesso não é mais saudável: a consistência mais aguada do leite materno não significa que seja menos nutritivo do que o de vaca, por exemplo. Se a mãe mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade.
7. Pulmão forte: estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que a amamentação ajuda a reforçar a saúde dos pulmões. Analizando 1.500 bebês, constatou-se que os que mamavam no peito tinham melhor funcionamento do pulmão.
1. Coma bem: é importante que a mãe tenha uma alimentação saudável durante o período de amamentação. Boas doses de proteína podem ser encontradas em leite e carnes, e não esqueça do carboidrato, para dar energia. Alimentos chamados galactogogos, como chá de erva-doce e caldo de cana aumentam a produção do leite.
2. Se o leite empedrar: o melhor meio de prevenir é deixar o beber mamar bastante ou retirar o leite com as mãos ajudam a esvaziar o peito.
3. Cuide do seio: é comum desenvolver fissuras no bico do peito com a amamentação. A pele da aréola é fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Tomar banhos de sol e passar bucha na região ajuda a engrossar a pele. Passar um pouco do próprio leite em cima da ferida, ajuda na cicatrização.
4. Flacidez nos seios: devido ao esticamento da pele dos seios, que aumentam muito de volume, podem aparecer estrias e o tecido pode ficar flácido. Para prevenir, capriche na hidratação e use sutiãs que ofereçam boa sustentação.
5. A posição correta: para evitar que o bebê engasgue, posicione-o na mesma altura do mamilo, com a cabeça repousada no antebraço. Se a criança for maior e estiver irrequieta, segure-a por trás dos ombros. O bebê deve ser capaz de alcançar o peito facilmente, sem precisar se esticar, nem girar a cabeça.
6. Leite espesso não é mais saudável: a consistência mais aguada do leite materno não significa que seja menos nutritivo do que o de vaca, por exemplo. Se a mãe mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade.
7. Pulmão forte: estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que a amamentação ajuda a reforçar a saúde dos pulmões. Analizando 1.500 bebês, constatou-se que os que mamavam no peito tinham melhor funcionamento do pulmão.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Até quando???
Fonte - guia do bebê uol
Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Publicada em: 02/02/2011
Desmame familiar
Não há tempo rigidamente definido para que ocorra o desmame infantil. Os pediatras recomendam a amamentação por, no mínimo, seis meses, pois é quando se começa a introduzir outros tipos de alimentos que irão suplementar as mamadas no seio. É o desmame gradual.
É bem verdade que esse tempo coincide com o fim da licença-maternidade para muitas mamães e, pelo menos parcialmente, a criança já estará fazendo uso da mamadeira durante sua ausência. O Ministério da Saúde tem propagado que a amamentação deveria se estender até os dois anos. Como se vê, há uma variação muito significativa quanto ao tempo adequado para que ocorra o desmame.
Se a criança é saudável, forte, tem uma alimentação rica e variada, com todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento pleno, ela está pronta para ser desmamada. O leite poderá ser ingerido de outras formas, introduzindo o uso do copinho.
Na verdade, o desmame mexe com as emoções mais profundas, daí a dificuldade de muitas famílias em iniciá-lo. E a criança percebe a angústia que se estabelece, pois terá que se separar das sensações de segurança e carinho no colo materno.
Os pais podem ajudá-la nessa transição para uma maior autonomia e desprendimento, elogiando seu filho a cada progresso conquistado.
Percebe-se claramente que a criança já não necessita mais mamar no seio, quando ao invés de sugar o leite, comporta-se como se estivesse com a chupeta na boca. As mães expressam admiravelmente bem este comportamento, quando dizem que seu filho está "chupetando" o bico. Outro comportamento típico é solicitar o peito materno a cada momento em que se depara com a imagem da mãe, mas, assim que oferecido, mama por poucos minutos, se tanto, e logo se envolve em outra atividade.
Estas situações expressam o quanto está sendo difícil para a criança enfrentar o desmame e, não só para ela, mas para a mãe também, pois permite que suceda sem necessidade. Muitas vezes a família precisa buscar orientação com o pediatra ou outro profissional capacitado, para intervir.
Ao longo da vida, muitos "desmames" irão ocorrer, ou seja, a pessoa terá que abrir mão de alguma coisa em prol de outra. Algumas o fazem com facilidade e para outras é mais complicado e doloroso deixar o conhecido para enfrentar o novo e o diferente.
Por outro lado e no extremo oposto, muitos pais não veem a hora de começar o desmame e até o antecipam sem respeito ao ritmo e à necessidade do filho, como se quisessem que ele se desprendesse mais cedo e mais rápido do que deveria.
Estas atitudes são percebidas pela criança como rejeição e abandono, pois ainda não está preparada física e emocionalmente para o desmame.
Como toda novidade que é introduzida na vida da criança, esta também tem que ser esclarecida antecipadamente, ou seja, converse com seu filho antes dos procedimentos, explicando os motivos pelos quais o desmame será iniciado, sempre expressando sentimentos de amor, conforto e incentivo pelo crescimento saudável físico e emocional.
Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Publicada em: 02/02/2011
Desmame familiar
Não há tempo rigidamente definido para que ocorra o desmame infantil. Os pediatras recomendam a amamentação por, no mínimo, seis meses, pois é quando se começa a introduzir outros tipos de alimentos que irão suplementar as mamadas no seio. É o desmame gradual.
É bem verdade que esse tempo coincide com o fim da licença-maternidade para muitas mamães e, pelo menos parcialmente, a criança já estará fazendo uso da mamadeira durante sua ausência. O Ministério da Saúde tem propagado que a amamentação deveria se estender até os dois anos. Como se vê, há uma variação muito significativa quanto ao tempo adequado para que ocorra o desmame.
Se a criança é saudável, forte, tem uma alimentação rica e variada, com todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento pleno, ela está pronta para ser desmamada. O leite poderá ser ingerido de outras formas, introduzindo o uso do copinho.
Na verdade, o desmame mexe com as emoções mais profundas, daí a dificuldade de muitas famílias em iniciá-lo. E a criança percebe a angústia que se estabelece, pois terá que se separar das sensações de segurança e carinho no colo materno.
Os pais podem ajudá-la nessa transição para uma maior autonomia e desprendimento, elogiando seu filho a cada progresso conquistado.
Percebe-se claramente que a criança já não necessita mais mamar no seio, quando ao invés de sugar o leite, comporta-se como se estivesse com a chupeta na boca. As mães expressam admiravelmente bem este comportamento, quando dizem que seu filho está "chupetando" o bico. Outro comportamento típico é solicitar o peito materno a cada momento em que se depara com a imagem da mãe, mas, assim que oferecido, mama por poucos minutos, se tanto, e logo se envolve em outra atividade.
Estas situações expressam o quanto está sendo difícil para a criança enfrentar o desmame e, não só para ela, mas para a mãe também, pois permite que suceda sem necessidade. Muitas vezes a família precisa buscar orientação com o pediatra ou outro profissional capacitado, para intervir.
Ao longo da vida, muitos "desmames" irão ocorrer, ou seja, a pessoa terá que abrir mão de alguma coisa em prol de outra. Algumas o fazem com facilidade e para outras é mais complicado e doloroso deixar o conhecido para enfrentar o novo e o diferente.
Por outro lado e no extremo oposto, muitos pais não veem a hora de começar o desmame e até o antecipam sem respeito ao ritmo e à necessidade do filho, como se quisessem que ele se desprendesse mais cedo e mais rápido do que deveria.
Estas atitudes são percebidas pela criança como rejeição e abandono, pois ainda não está preparada física e emocionalmente para o desmame.
Como toda novidade que é introduzida na vida da criança, esta também tem que ser esclarecida antecipadamente, ou seja, converse com seu filho antes dos procedimentos, explicando os motivos pelos quais o desmame será iniciado, sempre expressando sentimentos de amor, conforto e incentivo pelo crescimento saudável físico e emocional.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Diabetes e Gravidez: A Necessidade de Acompanhamento Médico
Fonte - site boa saúde (uol)
Cerca de 1% de todas as gestantes sofrem de uma patologia que causa medo, na maioria das vezes pela desinformação: é a "intolerância à glicose induzida pela gravidez".
Chamada no passado de diabetes da gestação, a nomenclatura foi trocada justamente para evitar problemas psicológicos e insegurança da mulher grávida. Esta é uma condição limitada ao período de gestação e que pode ser corrigida apenas com uma dieta após o parto.
Apesar de só acontecer em uma pequena parcela das gestantes, é a patologia endócrina mais importante durante a gravidez. A enfermidade faz parte de um grupo de distúrbios ligados à herança genética. O fator étnico também pode ser visto. Populações como as indianas e micronésios estão mais propícias à patologia.
Outros Fatores
A presença de uma intolerância preexistente, idade materna acima dos 25 anos, história familiar de diabetes, obesidade, recém-nascido de gestação prévia pesando mais de 4 quilos, morte fetal sem outra explicação, problemas com formações congênitas em gestação passada e infecções recorrentes (por candida albicans) são outros fatores que podem determinar a diabetes da gestação.
Convém, no entanto que as mulheres que se enquadram neste grupo de risco fazer, no pré-natal, um exame de intolerância à glicose, além do exame rotineiro de dosagem da glicemia sanguínea de jejum.
Prevenção
As complicações do diabetes durante a gravidez necessitam de prevenções que constituem a essência de toda a atenção voltada às mulheres com um quadro de intolerância à glicose.
Mas o diabetes já pode ser inerente à mulher, e neste caso o trabalho durante a gravidez deve ser mais cauteloso. A gestação devia ser mais planejada, e a mulher só deveria engravidar quando o seu nível de glicose estivesse normal. Imediatamente após o diagnóstico da gravidez, ela deve procurar os serviços de saúde para iniciar o controle de pré-natal.
Infelizmente, muitas diabéticas só chegam ao consultório quando a gestação já está adiantada ou, até mesmo com sinais de sérias complicações. Se durante uma gestação os níveis de glicose não são rigorosamente controlados existe um risco muito aumentado de mortalidade perinatal, abortamentos, anomalias congênitas e traumatismos durante o parto.
Por outro lado, aquelas gestantes que receberam um acompanhamento médico competente têm a mesma possibilidade de ter um bebê sadio em relação a uma não diabética.
As mulheres diabéticas portadoras de doenças renais (nefropatias) estão mais sujeitas aos distúrbios referentes ao aumento da pressão arterial na gravidez.
Já o coma diabético é uma emergência médica que precisa de uma internação imediata, para correção das alterações metabólicas vasculares também são uma preocupação entre as diabéticas com doenças vasculares prévia.
O acompanhamento médico da gestante durante o pré-natal, acompanhado de uma busca ativa de fatores de risco, irá prevenir a grande maioria dos problemas e complicações.
Cerca de 1% de todas as gestantes sofrem de uma patologia que causa medo, na maioria das vezes pela desinformação: é a "intolerância à glicose induzida pela gravidez".
Chamada no passado de diabetes da gestação, a nomenclatura foi trocada justamente para evitar problemas psicológicos e insegurança da mulher grávida. Esta é uma condição limitada ao período de gestação e que pode ser corrigida apenas com uma dieta após o parto.
Apesar de só acontecer em uma pequena parcela das gestantes, é a patologia endócrina mais importante durante a gravidez. A enfermidade faz parte de um grupo de distúrbios ligados à herança genética. O fator étnico também pode ser visto. Populações como as indianas e micronésios estão mais propícias à patologia.
Outros Fatores
A presença de uma intolerância preexistente, idade materna acima dos 25 anos, história familiar de diabetes, obesidade, recém-nascido de gestação prévia pesando mais de 4 quilos, morte fetal sem outra explicação, problemas com formações congênitas em gestação passada e infecções recorrentes (por candida albicans) são outros fatores que podem determinar a diabetes da gestação.
Convém, no entanto que as mulheres que se enquadram neste grupo de risco fazer, no pré-natal, um exame de intolerância à glicose, além do exame rotineiro de dosagem da glicemia sanguínea de jejum.
Prevenção
As complicações do diabetes durante a gravidez necessitam de prevenções que constituem a essência de toda a atenção voltada às mulheres com um quadro de intolerância à glicose.
Mas o diabetes já pode ser inerente à mulher, e neste caso o trabalho durante a gravidez deve ser mais cauteloso. A gestação devia ser mais planejada, e a mulher só deveria engravidar quando o seu nível de glicose estivesse normal. Imediatamente após o diagnóstico da gravidez, ela deve procurar os serviços de saúde para iniciar o controle de pré-natal.
Infelizmente, muitas diabéticas só chegam ao consultório quando a gestação já está adiantada ou, até mesmo com sinais de sérias complicações. Se durante uma gestação os níveis de glicose não são rigorosamente controlados existe um risco muito aumentado de mortalidade perinatal, abortamentos, anomalias congênitas e traumatismos durante o parto.
Por outro lado, aquelas gestantes que receberam um acompanhamento médico competente têm a mesma possibilidade de ter um bebê sadio em relação a uma não diabética.
As mulheres diabéticas portadoras de doenças renais (nefropatias) estão mais sujeitas aos distúrbios referentes ao aumento da pressão arterial na gravidez.
Já o coma diabético é uma emergência médica que precisa de uma internação imediata, para correção das alterações metabólicas vasculares também são uma preocupação entre as diabéticas com doenças vasculares prévia.
O acompanhamento médico da gestante durante o pré-natal, acompanhado de uma busca ativa de fatores de risco, irá prevenir a grande maioria dos problemas e complicações.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
II Turma de Gestantes Noctiluca
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