Relato pessoal
Gostaria de registrar aqui minha experiência com a maternidade, mais especificamente com o parto "normal".
Não vou dizer que passar pelas contrações foi fácil, pois são bem doloridas sim, mas percebi que com a ajuda da doula (uma profissional que fica do nosso lado o tempo todo) e com o incentivo do marido (uma pessoa mais que especial) tudo fica menos intenso.
Sem contar que com a analgesia tudo fica maravilhoso,me senti no céu após recebé-la.....risos.
As contrações finais acontecem sem sentirmos nenhum desconforto e com a orientação da obstetra a gente faz força na hora certa até o grande momento "o nascimento".
Sei que a cesárea é recomendada em alguns casos e que algumas mulheres até tentam o parto normal e não conseguem, mas posso dizer que a recuperação foi maravilhosa, estou com o peso de antes e minha barriga voltou ao normal antes de completar 15 dias do nascimento do meu Nicolas.
Na minha opnião o parto foi a tarefa mais fácil de toda a gestação, já a amamentação, puxa esta sim penso que a gente tem que se preparar mais, pois não é tão simples e requer muito controle emocional, pois o desgaste da primeira semana (onde tudo é novo pra gente e para o bebê)só aumentam as dificuldades.
Só com o passar dos dias as coisas vão se normalizando, nada como a experiência que só o tempo traz pra gente. Procure ajuda se precisar,pois os hospitais orientam e em algumas cidades como em SJC podemos ainda contar com o Projeto Casulo que oferece uma orientação especializada sobre amamentação.
Escolha um bom médico pois não são todos que gostam de fazer parto normal, se possível tenha o acompanhamento de uma doula e não tenha medo, pois é possível passar por esta experiência sim!
Andréa (doula)me ajudando com exercícios e massagem
Meu marido, meu maior incentivador,foi muito importante o seu apoio
Momento único, nosso Nicolas chega com muita saúde nos trazendo muita alegria
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Cadeirinha deve continuar de costas para o motorista até criança completar 2 anos, sugerem pediatras!
Fonte - Por Madonna Behen
The New York Times
31/03/2011
Os bebês normalmente passam de cadeirinhas para automóvel voltadas para trás para as viradas para frente depois de fazer um ano, acontecimento que muitos pais comemoram como uma conquista. Porém, em uma nova declaração de recomendações, o mais importante grupo de pediatras dos EUA diz que essa transição deveria ser feita um ano mais tarde.
A recomendação da Academia Americana de Pediatria, publicada em 21 de março, baseia-se num estudo de 2007 da Universidade da Virginia que descobriu que crianças de até 2 anos têm 75 por cento menos chance de sofrer lesões graves ou fatais num acidente se estiverem de costas para a dianteira do automóvel.
“A cabeça do bebê é relativamente grande em proporção ao resto do corpo e os ossos do seu pescoço são estruturalmente imaturos”, disse o principal autor da declaração, o médico Dennis R. Durbin, codiretor científico do Centro de Pesquisa e Prevenção de Lesões do Children’s Hospital da Filadélfia. “Se ele estiver virado para a traseira, seu corpo inteiro será mais bem amparado pela estrutura do assento. Quando ele está de frente, seus ombros e tronco podem estar bem presos, mas numa batida violenta a cabeça e o pescoço podem ser lançados para frente”.
A nova declaração também recomenda que crianças mais velhas andem num assento de elevação até ter aproximadamente 1,45 metro de altura e entre 8 e 12 anos. O assento de elevação permite que os cintos de segurança de três pontos se ajustem adequadamente, o que significa que a faixa inferior do cinto se ajuste embaixo na linha dos quadris e da pélvis e a parte do ombro passe pelo meio dos ombros e do peito.
“Nossas recomendações se destinam a ajudar os pais a abandonar conceitos tomados como verdadeiros baseados na idade da criança”, esclareceu Durbin.
“Queremos que eles percebam que a cada mudança feita, da cadeirinha virada de costas para a cadeirinha virada para frente e desta para o assento de elevação, há uma redução da segurança da criança. Por isso é que estamos insistindo com os pais para adiarem essas transições o máximo possível”.
Defensores da segurança aplaudem a nova política, mas dizem que a passagem dos assentos virados para trás para os virados para frente é a que os pais menos querem adiar. “As pessoas comemoram quando viram a cadeirinha do filho com um ano, mas espero que um dia eles comemorem por conseguir manter a criança virada para trás por muito tempo”, disse Debbi Baer, enfermeira obstétrica de Baltimore que é defensora da segurança de crianças em automóveis há mais de 30 anos.
A política anterior da Academia, de 2002, afirmava ser mais seguro para bebês e crianças pequenas ficarem virados para a traseira e mencionava 12 meses e 9 quilos como os requisitos mínimos para que a cadeirinha fosse virada para frente. Mas Baer, técnico habilitado em segurança de passageiros infantis, afirmou que os pais tendiam a adotá-la como uma regra imutável.
“Muitos pais acham que virar a cadeirinha do carro é mais um marco no desenvolvimento da criança que mostra o quanto seu filho é inteligente e avançado. Eles não percebem que isso deixa a criança menos segura”, afirmou.
Segundo Baer, evidências de outros países são irrefutáveis: a Suécia, por exemplo, onde as crianças andam olhando para a traseira do carro até os 4 anos, tem a menor taxa de mortalidade nas estradas para menores de 6 anos.
Há sete anos Ed Weissberg e sua mulher Edda, de Baltimore, seguiram o conselho de Baer e afirmam que salvaram a vida de sua filha, Renana.
O casal e seus três filhos estavam indo em direção ao norte na rodovia Interstate 95 quando foram atingidos por um carro que teve o pneu estourado.
A minivan decolou no ar, planou sobre três faixas de trânsito e aterrissou de cabeça para baixo.
“Os socorristas me disseram mais tarde, depois que viram nosso carro, que já estavam prontos para tirar nossos corpos”, disse Ed Weissberg, que agora vive com a família em Israel. Ao invés disso, eles encontraram a família toda praticamente ilesa, com as três crianças penduradas de ponta-cabeça, ainda atadas seguramente a suas cadeirinhas. “Algumas pessoas achavam que éramos loucos por deixar nossa filha de 2 anos olhando para trás, mas se ela estivesse de frente, não estaria viva hoje”, disse.
Alisa Baer, pediatra do Morgan Stanley Children’s Hospital em Nova York (e filha de Debbi Baer), afirmou que o caso de Renana Weissberg está longe de ser o único. “O termo é horrível, mas os socorristas chamam a cadeirinha virada para trás de ‘cadeira do órfão’ porque num acidente de automóvel grave, essa criança com frequência é o único sobrevivente”, disse.
Até recentemente, a maioria dos assentos que podiam ficar virados para a traseira do carro não comportava crianças que pesassem mais do que 9 quilos.
Entretanto, hoje os limites estão mais próximos de 13,5 a 16 quilos e algumas chegam a 20,5 quilos.
Alisa Baer acredita nisso tão firmemente a ponto de não recomendar que pais instalem um assento voltado para frente para uma criança com menos de 2 anos. “Digo para eles: 'Se você quer mesmo tomar uma decisão estúpida em relação ao seu filho, você até pode fazer isso, mas eu não vou ajudar’”. A pediatra relata que pais frequentemente lhe diziam que os filhos de 2 anos ficariam desconfortáveis com as pernas espremidas contra o encosto do banco e estariam mais propensos a quebrá-las em um acidente. Nenhuma dessas afirmações é verdade, disse. “Eu sempre asseguro aos pais de que só porque para eles parece desconfortável não significa que seja desconfortável para a criança”.
The New York Times
31/03/2011
Os bebês normalmente passam de cadeirinhas para automóvel voltadas para trás para as viradas para frente depois de fazer um ano, acontecimento que muitos pais comemoram como uma conquista. Porém, em uma nova declaração de recomendações, o mais importante grupo de pediatras dos EUA diz que essa transição deveria ser feita um ano mais tarde.
A recomendação da Academia Americana de Pediatria, publicada em 21 de março, baseia-se num estudo de 2007 da Universidade da Virginia que descobriu que crianças de até 2 anos têm 75 por cento menos chance de sofrer lesões graves ou fatais num acidente se estiverem de costas para a dianteira do automóvel.
“A cabeça do bebê é relativamente grande em proporção ao resto do corpo e os ossos do seu pescoço são estruturalmente imaturos”, disse o principal autor da declaração, o médico Dennis R. Durbin, codiretor científico do Centro de Pesquisa e Prevenção de Lesões do Children’s Hospital da Filadélfia. “Se ele estiver virado para a traseira, seu corpo inteiro será mais bem amparado pela estrutura do assento. Quando ele está de frente, seus ombros e tronco podem estar bem presos, mas numa batida violenta a cabeça e o pescoço podem ser lançados para frente”.
A nova declaração também recomenda que crianças mais velhas andem num assento de elevação até ter aproximadamente 1,45 metro de altura e entre 8 e 12 anos. O assento de elevação permite que os cintos de segurança de três pontos se ajustem adequadamente, o que significa que a faixa inferior do cinto se ajuste embaixo na linha dos quadris e da pélvis e a parte do ombro passe pelo meio dos ombros e do peito.
“Nossas recomendações se destinam a ajudar os pais a abandonar conceitos tomados como verdadeiros baseados na idade da criança”, esclareceu Durbin.
“Queremos que eles percebam que a cada mudança feita, da cadeirinha virada de costas para a cadeirinha virada para frente e desta para o assento de elevação, há uma redução da segurança da criança. Por isso é que estamos insistindo com os pais para adiarem essas transições o máximo possível”.
Defensores da segurança aplaudem a nova política, mas dizem que a passagem dos assentos virados para trás para os virados para frente é a que os pais menos querem adiar. “As pessoas comemoram quando viram a cadeirinha do filho com um ano, mas espero que um dia eles comemorem por conseguir manter a criança virada para trás por muito tempo”, disse Debbi Baer, enfermeira obstétrica de Baltimore que é defensora da segurança de crianças em automóveis há mais de 30 anos.
A política anterior da Academia, de 2002, afirmava ser mais seguro para bebês e crianças pequenas ficarem virados para a traseira e mencionava 12 meses e 9 quilos como os requisitos mínimos para que a cadeirinha fosse virada para frente. Mas Baer, técnico habilitado em segurança de passageiros infantis, afirmou que os pais tendiam a adotá-la como uma regra imutável.
“Muitos pais acham que virar a cadeirinha do carro é mais um marco no desenvolvimento da criança que mostra o quanto seu filho é inteligente e avançado. Eles não percebem que isso deixa a criança menos segura”, afirmou.
Segundo Baer, evidências de outros países são irrefutáveis: a Suécia, por exemplo, onde as crianças andam olhando para a traseira do carro até os 4 anos, tem a menor taxa de mortalidade nas estradas para menores de 6 anos.
Há sete anos Ed Weissberg e sua mulher Edda, de Baltimore, seguiram o conselho de Baer e afirmam que salvaram a vida de sua filha, Renana.
O casal e seus três filhos estavam indo em direção ao norte na rodovia Interstate 95 quando foram atingidos por um carro que teve o pneu estourado.
A minivan decolou no ar, planou sobre três faixas de trânsito e aterrissou de cabeça para baixo.
“Os socorristas me disseram mais tarde, depois que viram nosso carro, que já estavam prontos para tirar nossos corpos”, disse Ed Weissberg, que agora vive com a família em Israel. Ao invés disso, eles encontraram a família toda praticamente ilesa, com as três crianças penduradas de ponta-cabeça, ainda atadas seguramente a suas cadeirinhas. “Algumas pessoas achavam que éramos loucos por deixar nossa filha de 2 anos olhando para trás, mas se ela estivesse de frente, não estaria viva hoje”, disse.
Alisa Baer, pediatra do Morgan Stanley Children’s Hospital em Nova York (e filha de Debbi Baer), afirmou que o caso de Renana Weissberg está longe de ser o único. “O termo é horrível, mas os socorristas chamam a cadeirinha virada para trás de ‘cadeira do órfão’ porque num acidente de automóvel grave, essa criança com frequência é o único sobrevivente”, disse.
Até recentemente, a maioria dos assentos que podiam ficar virados para a traseira do carro não comportava crianças que pesassem mais do que 9 quilos.
Entretanto, hoje os limites estão mais próximos de 13,5 a 16 quilos e algumas chegam a 20,5 quilos.
Alisa Baer acredita nisso tão firmemente a ponto de não recomendar que pais instalem um assento voltado para frente para uma criança com menos de 2 anos. “Digo para eles: 'Se você quer mesmo tomar uma decisão estúpida em relação ao seu filho, você até pode fazer isso, mas eu não vou ajudar’”. A pediatra relata que pais frequentemente lhe diziam que os filhos de 2 anos ficariam desconfortáveis com as pernas espremidas contra o encosto do banco e estariam mais propensos a quebrá-las em um acidente. Nenhuma dessas afirmações é verdade, disse. “Eu sempre asseguro aos pais de que só porque para eles parece desconfortável não significa que seja desconfortável para a criança”.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Vale a pena ter uma "DOULA"!!!!
Pais nosso papel é muito importante!!!!
Fonte - Portal da Educação Física
ExpressoMT.com.br
Por - Renato Miranda (23/03/2011)
Comportamento sedentário é difícil de ser modificado
Facilidade e conforto a curto prazo são os atrativos do sedentarismo.
Pais cumprem um papel importante na tendência dos filhos na pratica de exercícios.
Desde publicações em periódicos científicos passando por revistas, livros, jornais, etc... há uma enormidade de conhecimento acumulado que nos permite dizer que o exercício físico é pré-requisito para se viver bem e com saúde.
Paralelamente, orientações gerais, metodologias de treinamento e os mais diversos métodos para a prática de exercícios físicos são propostos quase que continuamente. A despeito dessa constatação o sedentarismo é ainda um dos grandes agentes para o aumento do número de doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outros males que assolam a população mundial.
Eis o conflito estabelecido: se é senso comum os benefícios dos exercícios físicos por que o sedentarismo ainda é um desafio difícil de ser enfrentado?
Esta é uma pergunta com várias e boas respostas. Depende da pessoa que a responde. Alguém, por exemplo, poderia falar sobre a evolução do cérebro humano e a adaptação do mesmo frente às novas e sucessivas tecnologias que promovem acima de tudo o conforto humano.
Quanto mais fácil, rápido e confortável, melhor. Em consequência, essa comodidade favorece o sedentarismo, muito embora a tecnologia não seja responsável de fato pelo sedentarismo de ninguém.
Quando me perguntam sobre sedentarismo e qual a melhor maneira de evitá-lo, eu costumo iniciar a resposta com poucas palavras: o hábito do exercício físico.
Os hábitos são a essência do comportamento. Portanto, desde criança as pessoas deveriam se habituar a praticar exercício físico. Correr, andar de bicicleta, caminhar, andar de skate, praticar outros esportes... Enfim, tudo o que estiver ao alcance da criança favorece a criação de hábitos que naturalmente se solidificarão em comportamentos perenes.
Quanto mais avançar a idade, mais sacrificante será para a pessoa criar novos hábitos e comportamentos. É fácil enquanto criança manter o peso e criar mecanismos contra o sedentarismo. Habituar a criança a comer alimentos saudáveis e se exercitar constantemente são as diretrizes desse caminho.
A questão é que isso só é possível com o envolvimento dos pais através do exemplo das atitudes. Quem estimula a prática dos exercícios e quem compra os alimentos são os pais.
Pais que praticam exercícios físicos com as crianças e de alguma forma as estimulam, possivelmente estão garantindo um comportamento ativo na adolescência e contribuindo de maneira significante para que esse estilo de vida se estenda pelo resto da vida.
Não há nada de determinismo, mas criação e solidificação de hábitos que se transformarão em comportamentos duradouros. Deixar as crianças crescerem sem exercício físico é abrir a porta para o comportamento sedentário.
O comportamento sedentário é difícil de ser modificado, pois esse promove facilidade e conforto, mesmo que de uma forma superficial, porém muito atraente para nosso cérebro que nos impulsiona sempre para a economia de energia.
Em resumo, criança com peso ideal e fisicamente ativa são os objetivos para se evitar o sedentarismo do futuro e todas as suas consequências. Mas lembre-se, um grande passo para essa verdadeira conquista é seguir o velho ditado popular: o exemplo vem de cima!
ExpressoMT.com.br
Por - Renato Miranda (23/03/2011)
Comportamento sedentário é difícil de ser modificado
Facilidade e conforto a curto prazo são os atrativos do sedentarismo.
Pais cumprem um papel importante na tendência dos filhos na pratica de exercícios.
Desde publicações em periódicos científicos passando por revistas, livros, jornais, etc... há uma enormidade de conhecimento acumulado que nos permite dizer que o exercício físico é pré-requisito para se viver bem e com saúde.
Paralelamente, orientações gerais, metodologias de treinamento e os mais diversos métodos para a prática de exercícios físicos são propostos quase que continuamente. A despeito dessa constatação o sedentarismo é ainda um dos grandes agentes para o aumento do número de doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outros males que assolam a população mundial.
Eis o conflito estabelecido: se é senso comum os benefícios dos exercícios físicos por que o sedentarismo ainda é um desafio difícil de ser enfrentado?
Esta é uma pergunta com várias e boas respostas. Depende da pessoa que a responde. Alguém, por exemplo, poderia falar sobre a evolução do cérebro humano e a adaptação do mesmo frente às novas e sucessivas tecnologias que promovem acima de tudo o conforto humano.
Quanto mais fácil, rápido e confortável, melhor. Em consequência, essa comodidade favorece o sedentarismo, muito embora a tecnologia não seja responsável de fato pelo sedentarismo de ninguém.
Quando me perguntam sobre sedentarismo e qual a melhor maneira de evitá-lo, eu costumo iniciar a resposta com poucas palavras: o hábito do exercício físico.
Os hábitos são a essência do comportamento. Portanto, desde criança as pessoas deveriam se habituar a praticar exercício físico. Correr, andar de bicicleta, caminhar, andar de skate, praticar outros esportes... Enfim, tudo o que estiver ao alcance da criança favorece a criação de hábitos que naturalmente se solidificarão em comportamentos perenes.
Quanto mais avançar a idade, mais sacrificante será para a pessoa criar novos hábitos e comportamentos. É fácil enquanto criança manter o peso e criar mecanismos contra o sedentarismo. Habituar a criança a comer alimentos saudáveis e se exercitar constantemente são as diretrizes desse caminho.
A questão é que isso só é possível com o envolvimento dos pais através do exemplo das atitudes. Quem estimula a prática dos exercícios e quem compra os alimentos são os pais.
Pais que praticam exercícios físicos com as crianças e de alguma forma as estimulam, possivelmente estão garantindo um comportamento ativo na adolescência e contribuindo de maneira significante para que esse estilo de vida se estenda pelo resto da vida.
Não há nada de determinismo, mas criação e solidificação de hábitos que se transformarão em comportamentos duradouros. Deixar as crianças crescerem sem exercício físico é abrir a porta para o comportamento sedentário.
O comportamento sedentário é difícil de ser modificado, pois esse promove facilidade e conforto, mesmo que de uma forma superficial, porém muito atraente para nosso cérebro que nos impulsiona sempre para a economia de energia.
Em resumo, criança com peso ideal e fisicamente ativa são os objetivos para se evitar o sedentarismo do futuro e todas as suas consequências. Mas lembre-se, um grande passo para essa verdadeira conquista é seguir o velho ditado popular: o exemplo vem de cima!
quarta-feira, 23 de março de 2011
12 motivos para consumir mais água durante o dia
Fonte - site Minha Vida
Publicado em 22/3/2011 por Fernando Menezes
No Dia Mundial da Água, entenda como esse líquido é um santo remédio para o corpo
Quem consome água de forma regular durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e até fica mais bonito. "A água tem um papel regulador de muitas funções de nosso organismo. a quantidade de água que consumimos tem um papel fundamental desde o controle da temperatura até o bom funcionamento do sistema circulatório", explica o fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp.
Para saber a quantidade certa de água para consumir, basta multiplicar o seu peso corporal por 0,03. Assim, uma pessoa com 70 quilos, por exemplo, deve tomar aproximadamente 2,1 litros de líquido por dia. "É importante lembrar que esse cálculo é feito de maneira geral, mas a necessidade de água varia de pessoa para pessoa. Uma atleta de alto rendimento, por exemplo, pode perder um litro de água por hora, e por isso precisa de uma maior ingestão", diz o fisiologista. A seguir, conheça 12 motivos para deixar sempre um copo de água por perto.
1.Controlar a pressão sanguínea: Um estudo feito pela Vanderbilt University Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a água sem nenhum aditivo pode ter um papel importante para regular a pressão sanguínea. "A água tem grande influencia no controle da pressão, já que a sua presença determina a densidade do sangue. É por isso que em alguns aparelhos medidores, a pressão é medida em porcentagem de água no sangue", explica Raul Santo.
2.Previne cãibras:As cãibras aparecem quando há um desequilíbrio hidroelétrico em nossos músculos, causando uma contração involuntária da musculatura. "Elas acontecem por que existe um desequilíbrio na quantidade de água de nossos músculos. Beber água regularmente ajuda manter o equilíbrio hidroelétrico e o bom funcionamento das células musculares", diz o fisiologista.
3.Protege o coração: Um estudo feito pela Loma Linda University, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que bebem mais de cinco copos, o que equivale em média a dois litros, de água diariamente, têm menos chances de sofrer ataques cardíacos ou outras doenças do coração do que aqueles que bebem menos do que isso. "Com o sangue mais diluído, ele flui com mais facilidade pelos vasos sanguíneos, diminuindo as chances de infartos e derrames", explica o fisiologista.
4.Melhora o funcionamento do intestino: Quando o intestino não está funcionando muito bem, uma boa dica é comer mais fibras e ingerir mais água também. Aliás, ingerir muitas fibras e pouca água provoca o efeito reverso: intestino preso. Isso mesmo, a água auxilia na lubrificação das paredes intestinais e na movimentação do bolo fecal, evitando constipação e a formação de gases.
5.Aumenta a resistência física: Durante exercícios físicos, a perda de água pelo suor faz com que nosso desempenho piore. Esse processo pode ser observado também longe do treino. De acordo com o especialista, algumas profissões exigem um esforço muito grande do corpo, e consequentemente, há uma perda maior de água pela transpiração. "Um carteiro ou um entregador, por exemplo, se não tomarem cuidado com a hidratação, não conseguirão fazer um bom trabalho, já que realizam um esforço físico muito grande durante o dia". Além da hidratação, a água ajuda a controlar a temperatura do corpo, e assim melhora o rendimento em alguns esportes.
6.Limpa o organismo: De acordo com a nutricionista Márcia Curzio, o consumo de água é vital para o bom funcionamento do organismo, já que quando não nos hidratamos corretamente, substâncias tóxicas e prejudiciais ficam retidas no organismo, abrindo o caminho para o aparecimento de algumas doenças. "A cada 500 gramas de gordura que o organismo metaboliza, são produzidos e despejados no organismo cerca de 550 gramas de um mix de água e resíduos que tende a se acumular cada vez mais. Para que sejam eliminados, só há um meio: botar mais água para circular no corpo, o que proporciona uma espécie de faxina interna, garantindo o equilíbrio hídrico do organismo", explica Márcia Curzio.
7.Protege contra pedra nos rins: Beber muita água é a principal maneira de se proteger da formação de um cálculo no rim. Quanto mais água bebermos, mais o nosso sangue circulará e ficará diluído, facilitando o trabalho dos rins na hora de excretar nutrientes que não são mais necessários em nosso organismo. "A ingestão continua de água faz com que nossos rins trabalhem constantemente devido ao maior volume de sangue. E isso acontece sem sobrecarregar os rins, mantendo sua função de "limpar" o sangue eficiente", diz o urologista Roberto Maluf, do Hospital Santa Cruz.
8.Transporte de nutrientes A água também é fundamental para que ocorra um bom transporte de nutrientes em nosso organismo. Segundo o fisiologista Raul Sano, sem ela, o sangue fica mais denso e, consequentemente, menos capaz de transportar nutrientes como vitaminas e minerais para nossas células. "A parte líquida do sangue, chamada de plasma, deve corresponder a 55% do sangue. Se essa proporção diminui pela falta de água, as células não recebem todos os nutrientes que deveriam".
9.Ajuda a emagrecer: Por aumentar a atividade no sistema nervoso, e assim elevar o nível de energia gasto, o hábito de beber água constantemente também promove a perda de peso. De acordo com cientistas do Vanderbilt University Medical Center, uma pessoa que beba três copos de água por dia pode perder três quilos em um ano, sem mudar em mais nada sua rotina. Isso não resolve o problema de excesso de peso, mas ajuda quem quer emagrecer a entender como o sistema nervoso funciona. De acordo com a endocrinologista Alessandra Rascovski, se ingerirmos bastante líquido durante o dia, conseguiremos manter o estômago relativamente preenchido. Isso significa maior saciedade e, por sua vez, menor comida ingerida.
10.Protege os olhos: Manter o organismo hidratado é essencial para que os olhos fiquem protegidos de lesões. "Os olhos são órgãos muitos sensíveis a desidratação. Por isso, manter o organismo com níveis de água elevados, protege os olhos de ressecamento que podem levar a problemas oculares como inflamações e infecções", diz Raul Santo.
11.Absorção de vitaminas: Algumas vitaminas, como a vitamina A, B e C são hidrossolúveis, ou seja, só são absorvidas pelo organismo com a presença de água. "Ao contrário das vitaminas lipossolúveis, que ficam armazenadas no tecido adiposo, as vitaminas hidrossolúveis precisam ser consumidas regularmente, assim como a água, já que são eliminadas pela urina", diz Raul Santo.
12. Manter a pele jovem: Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. "Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele.
O que vc esta esperando????
Garrafinha de água sempre a mão
Publicado em 22/3/2011 por Fernando Menezes
No Dia Mundial da Água, entenda como esse líquido é um santo remédio para o corpo
Quem consome água de forma regular durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e até fica mais bonito. "A água tem um papel regulador de muitas funções de nosso organismo. a quantidade de água que consumimos tem um papel fundamental desde o controle da temperatura até o bom funcionamento do sistema circulatório", explica o fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp.
Para saber a quantidade certa de água para consumir, basta multiplicar o seu peso corporal por 0,03. Assim, uma pessoa com 70 quilos, por exemplo, deve tomar aproximadamente 2,1 litros de líquido por dia. "É importante lembrar que esse cálculo é feito de maneira geral, mas a necessidade de água varia de pessoa para pessoa. Uma atleta de alto rendimento, por exemplo, pode perder um litro de água por hora, e por isso precisa de uma maior ingestão", diz o fisiologista. A seguir, conheça 12 motivos para deixar sempre um copo de água por perto.
1.Controlar a pressão sanguínea: Um estudo feito pela Vanderbilt University Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a água sem nenhum aditivo pode ter um papel importante para regular a pressão sanguínea. "A água tem grande influencia no controle da pressão, já que a sua presença determina a densidade do sangue. É por isso que em alguns aparelhos medidores, a pressão é medida em porcentagem de água no sangue", explica Raul Santo.
2.Previne cãibras:As cãibras aparecem quando há um desequilíbrio hidroelétrico em nossos músculos, causando uma contração involuntária da musculatura. "Elas acontecem por que existe um desequilíbrio na quantidade de água de nossos músculos. Beber água regularmente ajuda manter o equilíbrio hidroelétrico e o bom funcionamento das células musculares", diz o fisiologista.
3.Protege o coração: Um estudo feito pela Loma Linda University, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que bebem mais de cinco copos, o que equivale em média a dois litros, de água diariamente, têm menos chances de sofrer ataques cardíacos ou outras doenças do coração do que aqueles que bebem menos do que isso. "Com o sangue mais diluído, ele flui com mais facilidade pelos vasos sanguíneos, diminuindo as chances de infartos e derrames", explica o fisiologista.
4.Melhora o funcionamento do intestino: Quando o intestino não está funcionando muito bem, uma boa dica é comer mais fibras e ingerir mais água também. Aliás, ingerir muitas fibras e pouca água provoca o efeito reverso: intestino preso. Isso mesmo, a água auxilia na lubrificação das paredes intestinais e na movimentação do bolo fecal, evitando constipação e a formação de gases.
5.Aumenta a resistência física: Durante exercícios físicos, a perda de água pelo suor faz com que nosso desempenho piore. Esse processo pode ser observado também longe do treino. De acordo com o especialista, algumas profissões exigem um esforço muito grande do corpo, e consequentemente, há uma perda maior de água pela transpiração. "Um carteiro ou um entregador, por exemplo, se não tomarem cuidado com a hidratação, não conseguirão fazer um bom trabalho, já que realizam um esforço físico muito grande durante o dia". Além da hidratação, a água ajuda a controlar a temperatura do corpo, e assim melhora o rendimento em alguns esportes.
6.Limpa o organismo: De acordo com a nutricionista Márcia Curzio, o consumo de água é vital para o bom funcionamento do organismo, já que quando não nos hidratamos corretamente, substâncias tóxicas e prejudiciais ficam retidas no organismo, abrindo o caminho para o aparecimento de algumas doenças. "A cada 500 gramas de gordura que o organismo metaboliza, são produzidos e despejados no organismo cerca de 550 gramas de um mix de água e resíduos que tende a se acumular cada vez mais. Para que sejam eliminados, só há um meio: botar mais água para circular no corpo, o que proporciona uma espécie de faxina interna, garantindo o equilíbrio hídrico do organismo", explica Márcia Curzio.
7.Protege contra pedra nos rins: Beber muita água é a principal maneira de se proteger da formação de um cálculo no rim. Quanto mais água bebermos, mais o nosso sangue circulará e ficará diluído, facilitando o trabalho dos rins na hora de excretar nutrientes que não são mais necessários em nosso organismo. "A ingestão continua de água faz com que nossos rins trabalhem constantemente devido ao maior volume de sangue. E isso acontece sem sobrecarregar os rins, mantendo sua função de "limpar" o sangue eficiente", diz o urologista Roberto Maluf, do Hospital Santa Cruz.
8.Transporte de nutrientes A água também é fundamental para que ocorra um bom transporte de nutrientes em nosso organismo. Segundo o fisiologista Raul Sano, sem ela, o sangue fica mais denso e, consequentemente, menos capaz de transportar nutrientes como vitaminas e minerais para nossas células. "A parte líquida do sangue, chamada de plasma, deve corresponder a 55% do sangue. Se essa proporção diminui pela falta de água, as células não recebem todos os nutrientes que deveriam".
9.Ajuda a emagrecer: Por aumentar a atividade no sistema nervoso, e assim elevar o nível de energia gasto, o hábito de beber água constantemente também promove a perda de peso. De acordo com cientistas do Vanderbilt University Medical Center, uma pessoa que beba três copos de água por dia pode perder três quilos em um ano, sem mudar em mais nada sua rotina. Isso não resolve o problema de excesso de peso, mas ajuda quem quer emagrecer a entender como o sistema nervoso funciona. De acordo com a endocrinologista Alessandra Rascovski, se ingerirmos bastante líquido durante o dia, conseguiremos manter o estômago relativamente preenchido. Isso significa maior saciedade e, por sua vez, menor comida ingerida.
10.Protege os olhos: Manter o organismo hidratado é essencial para que os olhos fiquem protegidos de lesões. "Os olhos são órgãos muitos sensíveis a desidratação. Por isso, manter o organismo com níveis de água elevados, protege os olhos de ressecamento que podem levar a problemas oculares como inflamações e infecções", diz Raul Santo.
11.Absorção de vitaminas: Algumas vitaminas, como a vitamina A, B e C são hidrossolúveis, ou seja, só são absorvidas pelo organismo com a presença de água. "Ao contrário das vitaminas lipossolúveis, que ficam armazenadas no tecido adiposo, as vitaminas hidrossolúveis precisam ser consumidas regularmente, assim como a água, já que são eliminadas pela urina", diz Raul Santo.
12. Manter a pele jovem: Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. "Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele.
O que vc esta esperando????
Garrafinha de água sempre a mão
quinta-feira, 17 de março de 2011
Manual de Aleitamento Materno
Fonte - site A B C do Bebê
Por - Renata Nicola Deodato
Aux. de Enfermagem e Acadêmica de Enfermagem
e-mail: deodat@terra.com.br
O leite materno é um alimento rico em imunoglobulinas, que são anticorpos necessários e importantes para a proteção biológica do bebê.
Preparação das mamas:
Não usar óleo ou hidratante na região dos mamilos e aréola;
Usar bucha vegetal no banho nesta mesma região;
Se possível tomar sol durante a manhã por mais ou menos 15 minutos, umas 2 vezes por semana;
Manter as mamas sempre secas e sustentadas com sutiãs reforçados e específicos.
Todos esses cuidados ajudam a fortalecer os mamilos para uma amamentação saudável.
Técnicas do aleitamento:
Limpar / lavar os mamilos com água;
Posicionar-se de maneira confortável e trazer o bebê para suas mamas com a barriguinha dele voltada para seu abdome e o braço inferior para baixo;
Dirigir a boca do recém-nascido, abrangendo o mamilo e a maior parte da aréola;
Observar se sua boquinha está como "boca de peixe”; se não estiver, retirar e adaptar novamente, pois esta é a maneira correta de sucção, onde não haverá problemas como dor ou incômodos para a mãe;
Ao retirar o bebê da mama, a mãe deverá usar seu dedo mínimo no canto da boquinha do bebê, de maneira lenta e cuidadosa para não machucar ambos.
Deve-se deixar o bebê mamar até que a mama esvazie por inteiro e se ele quiser mais, passá-lo para a outra; se não, na próxima mamada iniciar por aquela que não foi oferecida.
No caso da mãe possuir muito leite, sempre que o bebê estiver satisfeito verificar se as mamas ainda estão cheias e então esvaziá-las com a ordenha manual ou mecânica da seguinte maneira:
Fazer massagem circular em toda a mama, principalmente se houver nódulos (acúmulo de leite localizado);
Com a mão em formato de C (dedo polegar e indicador) inicia-se a ordenha da base da mama até o mamilo, tirando assim o leite restante. Em caso de necessitar a ordenha manual ou mecânica, solicitar que o seu obstetra ou enfermeira a ensinem.
Sempre que terminar de amamentar ou ordenhar, passar um pouco de leite materno nos mamilos, isso ajuda a hidratá-los e eventualmente até a cicatrizá-los.
Conduta na intercorrência:
No caso de fissuras existem algumas alternativas a fim de não suspender a lactação, tais como:
Substâncias químicas cicatrizantes (pomadas ou cremes);
Terapias alternativas (casca de banana ou mamão);
Irradiação luminosa (solar ou artificial);
Seguindo as orientações expostas, dificilmente ocorrerão complicações durante o aleitamento. Resumidamente, as principais intercorrências são: fissuras ou rágadas mamilares persistentes (“mamilas rachadas”), engurgitamento mamário sem resolução com as manobras citadas (“mamadas inchadas e dolorosas”), hipogalactia (“pouco leite”) e mastite puerperal (“infecção mamária”). Em todos estes casos o obstetra deverá ser comunicado e fará o tratamento mais adequado.
Por - Renata Nicola Deodato
Aux. de Enfermagem e Acadêmica de Enfermagem
e-mail: deodat@terra.com.br
O leite materno é um alimento rico em imunoglobulinas, que são anticorpos necessários e importantes para a proteção biológica do bebê.
Preparação das mamas:
Não usar óleo ou hidratante na região dos mamilos e aréola;
Usar bucha vegetal no banho nesta mesma região;
Se possível tomar sol durante a manhã por mais ou menos 15 minutos, umas 2 vezes por semana;
Manter as mamas sempre secas e sustentadas com sutiãs reforçados e específicos.
Todos esses cuidados ajudam a fortalecer os mamilos para uma amamentação saudável.
Técnicas do aleitamento:
Limpar / lavar os mamilos com água;
Posicionar-se de maneira confortável e trazer o bebê para suas mamas com a barriguinha dele voltada para seu abdome e o braço inferior para baixo;
Dirigir a boca do recém-nascido, abrangendo o mamilo e a maior parte da aréola;
Observar se sua boquinha está como "boca de peixe”; se não estiver, retirar e adaptar novamente, pois esta é a maneira correta de sucção, onde não haverá problemas como dor ou incômodos para a mãe;
Ao retirar o bebê da mama, a mãe deverá usar seu dedo mínimo no canto da boquinha do bebê, de maneira lenta e cuidadosa para não machucar ambos.
Deve-se deixar o bebê mamar até que a mama esvazie por inteiro e se ele quiser mais, passá-lo para a outra; se não, na próxima mamada iniciar por aquela que não foi oferecida.
No caso da mãe possuir muito leite, sempre que o bebê estiver satisfeito verificar se as mamas ainda estão cheias e então esvaziá-las com a ordenha manual ou mecânica da seguinte maneira:
Fazer massagem circular em toda a mama, principalmente se houver nódulos (acúmulo de leite localizado);
Com a mão em formato de C (dedo polegar e indicador) inicia-se a ordenha da base da mama até o mamilo, tirando assim o leite restante. Em caso de necessitar a ordenha manual ou mecânica, solicitar que o seu obstetra ou enfermeira a ensinem.
Sempre que terminar de amamentar ou ordenhar, passar um pouco de leite materno nos mamilos, isso ajuda a hidratá-los e eventualmente até a cicatrizá-los.
Conduta na intercorrência:
No caso de fissuras existem algumas alternativas a fim de não suspender a lactação, tais como:
Substâncias químicas cicatrizantes (pomadas ou cremes);
Terapias alternativas (casca de banana ou mamão);
Irradiação luminosa (solar ou artificial);
Seguindo as orientações expostas, dificilmente ocorrerão complicações durante o aleitamento. Resumidamente, as principais intercorrências são: fissuras ou rágadas mamilares persistentes (“mamilas rachadas”), engurgitamento mamário sem resolução com as manobras citadas (“mamadas inchadas e dolorosas”), hipogalactia (“pouco leite”) e mastite puerperal (“infecção mamária”). Em todos estes casos o obstetra deverá ser comunicado e fará o tratamento mais adequado.
O grande dia chegou e agora é hora de receber os amigos em casa!!!
Fonte - site A B C do Bebê
As visitas são gratificantes e bem-vindas,mas não vamos esquecer do bom senso
Nem todas as visitas se colocam no lugar da mãe que necessita de repouso e tranqüilidade e resolvem passar a tarde inteira no quarto ou vão embora tarde da noite. A mãe acaba se esgotando de tanto falar, exatamente no momento em que deve repousar para estar bem disposta para as mamadas.
Existem as visitas que sentam e resolvem esperar a hora do bebê chegar no quarto, lembre-as que o berçário possui janelas panorâmicas e que o bebê poderá ser visto a qualquer momento.
Combine com o seu marido, solicite que o mesmo distraia as visitas na recepção ou vá até a lanchonete tomar um café, o excesso de pessoas dentro do quarto inibe a mãe e atrapalha na amamentação. Muitas mulheres têm vergonha de amamentar o bebê na frente de pessoas estranhas ou homens.
Poupe o seu bebê de vírus e bactérias, a respiração pode passar vários tipos de doenças para o seu bebê (exemplo: gripe). Não tenha vergonha de pedir para a visita lavar as mãos antes de pegar o bebê no colo, é só falar com educação.
Quando o quarto estiver lotado, solicite (discretamente) para a enfermagem que leve o bebê para o berçário, é um local mais adequado.
Mamãe, papai e bebê vão para a casa e as visitas continuam vindo. O ideal é ter uma profissional para te auxiliar, pelo menos para servir café para as visitas.
É aconselhável que a amamentação ocorra em local tranqüilo, quando for amamentar solicite licença às visitas e dirija-se até a cadeira de amamentação com o seu bebê.
Canalize as suas energias para o bebê e papai, não deixe que as visitas te irritem. Lembre-se: cada uma delas virá com um tipo de palpite. Cabe a vocês, mamãe e papai, avaliarem e decidirem qual linha seguir.
Aproveite o lado bom que cada visita pode te proporcionar e esqueça os palpites "de comadre”.
As visitas são gratificantes e bem-vindas,mas não vamos esquecer do bom senso
Nem todas as visitas se colocam no lugar da mãe que necessita de repouso e tranqüilidade e resolvem passar a tarde inteira no quarto ou vão embora tarde da noite. A mãe acaba se esgotando de tanto falar, exatamente no momento em que deve repousar para estar bem disposta para as mamadas.
Existem as visitas que sentam e resolvem esperar a hora do bebê chegar no quarto, lembre-as que o berçário possui janelas panorâmicas e que o bebê poderá ser visto a qualquer momento.
Combine com o seu marido, solicite que o mesmo distraia as visitas na recepção ou vá até a lanchonete tomar um café, o excesso de pessoas dentro do quarto inibe a mãe e atrapalha na amamentação. Muitas mulheres têm vergonha de amamentar o bebê na frente de pessoas estranhas ou homens.
Poupe o seu bebê de vírus e bactérias, a respiração pode passar vários tipos de doenças para o seu bebê (exemplo: gripe). Não tenha vergonha de pedir para a visita lavar as mãos antes de pegar o bebê no colo, é só falar com educação.
Quando o quarto estiver lotado, solicite (discretamente) para a enfermagem que leve o bebê para o berçário, é um local mais adequado.
Mamãe, papai e bebê vão para a casa e as visitas continuam vindo. O ideal é ter uma profissional para te auxiliar, pelo menos para servir café para as visitas.
É aconselhável que a amamentação ocorra em local tranqüilo, quando for amamentar solicite licença às visitas e dirija-se até a cadeira de amamentação com o seu bebê.
Canalize as suas energias para o bebê e papai, não deixe que as visitas te irritem. Lembre-se: cada uma delas virá com um tipo de palpite. Cabe a vocês, mamãe e papai, avaliarem e decidirem qual linha seguir.
Aproveite o lado bom que cada visita pode te proporcionar e esqueça os palpites "de comadre”.
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