Minha escolha, minha profissão

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Uma mensagem especial....

Minha eterna turma de hidro e natação da Melhor Idade

Márcia / Mª Cristina / Dinorá
Hanna / Anna e minha mãe Rita

Idoso ou Velho
Idoso é quem tem privilégio de viver a longa vida...
Velho é quem perdeu a jovialidade.
A idade causa a degenerescência das células...
A velhice causa a degenerescência do espírito.
Você é idoso quando sonha...
Você é velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende...
Você é velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando se exercita...
Você é velho quando somente descansa.
Você é idoso quando tem planos...
Você é velho quando só tem saudades.
Você é idoso quando curte o que lhe resta da vida...
Você é velho quando, sofre o que o aproxima da morte.
Você é idoso quando indaga se vale a pena...
Você é velho quando sem pensar, responde que não.
Você é idoso quando ainda sente amor...
Você é velho quando não sente mais do que ciúmes e posse.
Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa...
Para o velho a vida se acaba a cada noite que termina.
Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida...
Para o velho todos os dias parecem o último da longa jornada.
Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs...
Para o velho o calendário só tem ontem.
Enquanto o idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e preenche esperanças,
O velho vive horas que se arrastam, destituídas de sentido.
Enquanto o idoso tem os olhos postos no horizonte de onde o sol desponta,
O velho tem a sua miopia voltada para as sombras do passado.
Enquanto as rugas do idoso são bonitas porque foram sulcadas pelo sorriso,
As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.
Enquanto o rosto do idoso se ilumina de esperança.,
O rosto do velho se apaga de desânimo.
Idoso ou velho podem ter a mesma idade cronológica, mas têm idades diferentes no coração!
(Extraído do Livro "Aprenda a Curtir Seus Anos Dourados", de Jorge R. Nascimento).


domingo, 13 de novembro de 2011

Fimose (entenda mais sobre o assunto)

Fonte - Site Revista Sempre Materna
Projeto Sempre Materna

 Obs - Não consegui encontrar o autor da matéria, mas achei a abordagem sobre o assunto bem completa e objetiva por isso resolvi postá-la no blog!

 
Por que as crianças têm fimose?

O motivo mais comum são as assaduras (dermatites amoniacais), causando balanopostites e cicatrizes (fibrose). Como cicatrizes sempre retraem a pele, isto ajuda a deixar o anel prepucial mais estreito.

Como prevenir a Fimose?
A melhor prevenção é ensinar aos pais como realizar a higiene perineal e tratando adequadamente as dermatites amoniacais (assaduras) e as balanopostites. Além disso, sempre consultar o médico antes de qualquer procedimento.

O que é parafimose?
A parafimose é uma situação clínica decorrente de uma fimose parcial, na qual a extremidade do prepúcio forma um anel endurecido e pouco elástico, mas o suficiente para a sua retração e exposição da glande. No entanto, a pele apresenta dificuldade de retornar à condição original, ficando quase como uma “gravata apertada” circularmente no corpo do pênis. A conseqüência é o crescente inchaço da glande que piora o aperto do anel de prepúcio agravando a dor do paciente. Muitos casos se resolvem apenas com cirurgia de emergência.

O que é balanopostite?
Balanopostite é uma infecção bacteriana ou fúngica num paciente em geral com fimose acentuada. Nos casos mais graves o prepúcio fica avermelhado, quente e mesmo com secreção purulento amarelada. Os meninos sentem muita dor para urinar e acabam promovendo uma retenção urinária voluntária, ou seja, prendem a micção para não sentir dor. Muitas vezes é necessário o uso de pomadas e antibióticos, além de cuidados locais.

O que é balanite xerótica obliterante?
Trata-se de doença da camada mais profunda da pele prepucial, conhecida como derme, que se apresenta com edema, espessamento e com infiltração de linfócitos. O prepúcio distal forma uma área cicatricial esbranquiçada e é vista mais em crianças na puberdade, excepcionalmente antes dos cinco anos de idade. O tratamento é sempre cirúrgico.

O que é esmegma?
O esmegma é a secreção gordurosa e esbranquiçada que lembra o “queijo-suíço” e trata-se da descamação de células do prepúcio interno e do produto das glândulas sebosas da região coronal. Estas glândulas são pequenas pápulas ou bolhas na circunferência da glande. Muitas vezes elas formam bolsões por baixo da pele prepucial, que os pais interpretam como pus. Na verdade, elas contribuem para o deslocamento do prepúcio da glande.

O que é cirurgia de Plastibel?
Alguns cirurgiões preferem esta modalidade cirúrgica à cirurgia convencional. Este procedimento é como amarrar um fio sobre o prepúcio, uma vez protegido por um anel (similar a um carretel) que serve de apoio e fica posicionado por dentro da pele. A tensão do amarramento promove uma isquemia e ao mesmo tempo em que a pele vai ser seccionada naturalmente ela promove já a reconstituição do prepúcio interno com o externo. A grande desvantagem deste procedimento é justamente a presença de um corpo estranho no pênis por algum tempo.

Como é o tratamento cirúrgico?
A circuncisão ou postectomia é a cirurgia para a fimose. É necessário aplicar anestesia geral que dura de 30 a 40 minutos. A cirurgia é feita em regime ambulatorial, sendo que o paciente não dorme no hospital. A cirurgia consiste em retirar a pele em excesso e reconstituir a região por meio de pontos absorvíveis que não precisam ser retirados.

Como os pais podem preparar o filho para a cirurgia?
Em primeiro lugar os pais devem receber do cirurgião pediátrico orientações que lhes permitam conhecer como será realizada a cirurgia, para que eles se sintam seguros e possam transmitir esta segurança para o filho. Além disso, é importante não esconder do paciente o que será realizado, mas sem entrar em detalhes que ele não compreenda e que possam assustá-lo. Exemplo: não use a palavra "cortar" para explicar o procedimento da cirurgia. Demonstrar amor, segurança e levá-lo, se possível, a conhecer o local onde será realizada a cirurgia também auxilia no preparo pré-operatório.

Como é o pós-cirúrgico?
As crianças, se possível, são operadas numa quinta ou sexta-feira, e retornam tranqüilamente as aulas na segunda-feira, mas com a recomendação de que evitem exercícios físicos que possam traumatizar a região cirúrgica por duas a três semanas (Exemplos: jogar bola, andar de bicicleta, skate, patins, etc.).

A cirurgia tem complicações?
Todo o procedimento cirúrgico apresenta complicações relacionadas com o ato. Dentre as mais comuns citamos o sangramento, edema e dor. Trata-se, no entanto, de complicações leves que não costumam constituir problema sério. Por outro lado, é importante que o paciente esteja bem assistido por uma equipe médica de confiança.

O que é o tratamento não cirúrgico da fimose?
É baseado em pomadas e cremes com substâncias corticóides em baixas dosagens, eventualmente associados a outras substâncias que promovem a elasticidade da pele como as hialuronidases. A pomada deve ser aplicada com leve massagem, de forma que o produto ativo e não a manobra vá soltando as aderências da pele prepucial com a glande.

Quais as chances de sucesso do tratamento não cirúrgico (pomadas)?
A maioria dos trabalhos com pomadas em fimose revela resultados favoráveis de até 80-90%. No entanto, uma análise mais crítica destes resultados, mostra que estão incluídos nestas séries casos de aderência prepucial e que iriam ter melhora espontaneamente. Recentemente, foi elaborado um estudo sério, incluindo pacientes acima de três anos de idade e com fimose verdadeira com indicação de cirurgia. Os resultados preliminares deste estudo têm demonstrado eficiência parcial ou total acima de 85% com uso da pomada por oito semanas.

O tratamento é seguro?
As pomadas com corticóides são seguras, uma vez respeitada a posologia sugerida. Como o tratamento dura algumas semanas, é importante a manutenção do programa recomendado para obter os melhores resultados.

A cirurgia da fimose é sempre necessária?
A fimose pode ser tratada cirurgicamente em casos de fimose verdadeira e depois de esgotadas as chances de descolamento e retratilidade espontâneos do prepúcio, o que coincide com a retirada das fraldas por volta de três anos. Conforme vimos, apenas a minoria dos meninos terá fimose nesta idade (10%) e mesmo assim ela poderá ser tratada inicialmente com tratamento medicamentoso (pomadas), reservando-se os casos de não-resposta a este tratamento para a cirurgia.

Os filhos especiais (matéria interessante)

Fonte - Site Filhos e Cia
Ruy do Amaral Pupo Filho
Pediatra, Sanitarista e Escritor
13/10/2010

Abasteça-se com informações para compreender as necessidades e cuidados com crianças especiais.


Sim, podemos considerar que todos os filhos são especiais, por que são únicos. Afinal, uma das riquezas da espécie humana é a diversidade, como já dissemos.

Mas aqui chamaremos de filhos especiais todos aqueles que apresentam alguma condição de saúde ou social que os diferencia da maioria. São os que têm paralisia cerebral, síndromes, como a de Down, autismo, diabetes, hemofilia, atrasos de desenvolvimento… A lista é grande.

Partilhamos da idéia de que todos os seres humanos têm o mesmo valor e os mesmos direitos, incondicionalmente. E que devem ter as mesmas oportunidades de convivência na sociedade.

Maravilhoso será o dia em que as crianças especiais não necessitem mais de um capítulo próprio dentro de um livro. Isto significará que seus direitos são todos respeitados e cumpridos, e suas necessidades específicas já são atendidas integralmente.

Infelizmente, não é o que acontece nos dias de hoje. Estamos muito longe disso, e muitos livros nem sequer se lembram de que elas existem!

Assim, ao abordar aqui este tema, estou abrindo um espaço para chamar a atenção para as especificidades, as necessidades e os direitos das crianças com deficiência.

A maneira de educar estas crianças deve ser diferente das demais? Sim e não. Os princípios gerais, anteriormente descritos, se aplicam a todas elas. E devem ser seguidos, na medida do possível, respeitadas as condições individuais. Não é porque uma criança tem um determinado problema, que se deve abrir mão de educá-la. Nada de “coitadinho, deixe-o fazer o que quer…”

Por outro lado, as características de cada uma devem ser respeitadas e as necessidades especiais devem ser atendidas. Certas condições requerem cuidados específicos, como dietas, estimulações, e medicações especiais.

Existe uma “etiqueta” própria para se relacionar com crianças ou pessoas com determinados problemas. Conhecê-la é útil para qualquer pessoa.

Ao conversar com alguém que usa cadeira de rodas, procure sentar-se e manter seus olhos na mesma altura dos olhos desta pessoa. Não se apóie na cadeira, pois esta passa a “fazer parte” do corpo dela. É como se apoiar nos ombros ou costas de alguém, sem sua autorização.

Ao caminhar com uma pessoa cega, deixe que ela diga se precisa de auxílio. Caso sim, deixe que ela segure em seu braço ou cotovelo e que o siga. Não a puxe ou segure pelo braço.

Para se comunicar com um deficiente auditivo, procure falar pausadamente, colocando-se de forma que ele possa ver seu rosto e seus lábios, facilitando a comunicação. Além da linguagem de sinais, toda forma de entendimento, como gestos, escrita, etc., é válida.

Um cuidado essencial é o de tratar a criança de acordo com sua idade cronológica, mesmo que tenha algum comprometimento intelectual ou motor mais grave. Nunca subestime a capacidade de entender e sentir de qualquer pessoa, como fazem muitos. Se for um adolescente, por exemplo, trate-o como tal, nunca como uma criança. As pessoas especiais, por mais comprometidas que sejam, não são eternas crianças!

O relacionamento da criança especial com os irmãos costuma ser mais delicado. Eles podem sentir vergonha do irmão diferente, ou mesmo ciúmes, se a atenção da família for excessiva. Procure prevenir e entender esses possíveis sentimentos.

Trabalhe com a perspectiva de incluir seu filho especial na sociedade em geral, junto dos colegas de mesma idade, especiais ou não. Dê a ele a oportunidade de conviver em todas as atividades comunitárias possíveis, seja no lazer, na escola, na rua, na família, etc. Com todas as dificuldades e comprometimentos que ele possa ter. Isto é o que se chama de Inclusão.

Uma excelente fonte de ajuda, informações e suporte mútuo são as associações de pais, que reúnem aqueles que têm crianças com condições semelhantes. Quanto mais os pais participarem, mais as entidades ficarão fortalecidas e aptas a cumprirem seu papel na defesa dos direitos e dos interesses destas crianças.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Olha nossa turminha e mais um encontro

Fico muito feliz que esta turma tenha criado um vinculo que começou nas minhas aulas de hidrogestante, obrigada meninas por terem frequentado minhas aulas e agora estarmos formando um novo grupo de amiguinhos e amiguinhas!!!

Juliana e sua Tayla , eu e meu pequeno Nicolas , Camila e sua Maitê , Mafe e sua Manuela e Fabíola e a Valentina

domingo, 9 de outubro de 2011

Atletas grávidas devem continuar ou não os treinos?

FONTE - Site filhosecia (uol)
Publicada em 27 de junho de 2011
Por Drª Valéria Almeida
Professora de Educação Física


A prática de exercícios para gestantes ativas ou sedentárias, tem sido amplamente discutido. A cada dia são publicados novos estudos científicos. Apesar de haver muito a ser pesquisado e discutido já há um consenso que para a maioria das gestantes a prática de exercícios deve ser feita com intensidade leve à moderada e de pouco impacto.

Mas e as atletas?? Apesar das atletas terem uma condição física melhor que a maioria das mulheres da população podem correr os mesmos riscos, pois as alterações hormonais, cardiovasculares, metabólicas e neuromusculares ocorrem em qualquer gestante. No entanto, mulheres atletas resistem melhor ao esforço físico, e enquanto o aumento da barriga e as alterações posturais não atrapalham continuam a treinar e competir.

Aliás, há muitos anos atrás a gravidez foi usada como doping (forma ilícita para aumentar a performance física), pois há aumento da capacidade aeróbica durante a gravidez, devido ao aumento do aporte sanguíneo para suprir a necessidade do aumento do útero e feto.

Apesar disso, há necessidade de cuidados, como por exemplo as articulações que pelas as alterações hormonais, há frouxidão das articulações e ligamentos, por isso as atletas devem evitar mudanças de direção, arrancadas e freadas.

O ganho de peso, a frouxidão articular, as mudanças do centro de gravidade, promovem limitações e ineficiência nos movimentos e diminuição das habilidades na competição e aumenta o risco de lesões.

As atletas precisam dar atenção especial á hidratação e ter acompanhamento minucioso do obstetra.

Tanto as atletas como gestantes que realizam exercícios vigorosos têm aumento no risco de:

Lesões músculo-esqueléticas,
Complicações cardiovasculares,
Ameaça de aborto e trabalho de parto prematuro,
Hipoglicemia
Menor ganho de peso
Já os bebês podem nascer com baixo peso ou prematuros.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Natação para Bebês

Fonte - site TopBaby
Regina Protasio
Consultoria: Dr. Paulo Roberto Lopes, pediatra. Médico da Unidade Materno- Infantil do Hospital dos Servidores/RJ




Para quem viveu nove meses dentro do líquido amniótico, nadar é mesmo a maior diversão. E por isso, o bebê gosta tanto de brincar na banheira, na piscina, na praia, onde houver água. A partir de um ano, com as vacinas em dia, pode começar as aulas de natação. Ele não vai querer outra coisa.


Tudo de bom

No começo, é apenas uma gostosa brincadeira. Logo, logo, porém, você nota os benefícios:

Desenvolve os reflexos, melhora a coordenação motora, proporcionando noções mais claras de tempo e espaço.
Aumenta a resistência cardiorrespiratória e muscular, previne e ajuda a tratar de doenças respiratórias. Por isso, é tão indicada para crianças com alergias respiratórias.
Estimula a sociabilidade, através da convivência com outros bebês, seus familiares, o professor e pessoas que freqüentam o clube (ou a academia).
Ensina seu filho a aceitar novos desafios e a não recuar diante dos primeiros obstáculos.
Diminui a ansiedade, o medo; aumenta o sentido de independência.
Estimula o apetite e possibilita um sono tranqüilo.
Desenvolve a autoconfiança. Prepara seu filho para, mais tarde, nadar no mar.

Quando começar

Depois de completar 6 meses já é recomendado, mas algumas mães preferem começar depois de um ano, o bebê está apto a frequentar a piscina. Mesmo assim, precisa ir ao pediatra para avaliar suas condições de saúde, a curva de desenvolvimento e atualizar as vacinas. Deve ter tomado a BCG, pólio, tétano, difteria, hemophilus B (meningite bacteriana), hepatite B, meningite C e antipneumocócita (pneumonia).

A que horas?

Na parte da manhã, escolhendo-se um horário entre duas refeições. Meia hora de aula é tempo suficiente para seu filho aproveitar a piscina, sem se cansar demais.


Escolhendo a piscina

No clube, na academia, na própria escola, as opções são muitas. Antes de matricular o bebê, procure orientação do pediatra. Mesmo sendo um lugar recomendado por ele, verifique se tem certificado de liberação da Vigilância Sanitária, que, em geral, fica preso na secretaria, em local visível.

Os médicos recomendam, ainda, que se dê preferência a piscinas com água salinizada em vez de clorada. O processo químico que transforma o sal de cozinha em cloro deixa a água livre de substâncias como soda cáustica, cal e níquel. Com isso, não causa irritação nos olhos, na pele, nos cabelos, diminui o risco de reações respiratórias alérgicas, além de eliminar o cheiro forte, característico do cloro. A temperatura ideal é em torno de 32º.


Melhor evitar

A natação não é recomendada para crianças que tenham episódios de sinusite ou otite média. O protetor de ouvido só funciona para casos de otite externa.