Minha escolha, minha profissão

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

VOCÊ SABE- Quais são as possíveis posições para o parto?

Fonte - site guia do bebê uol
Por - Cristina de Melo Doula
Publicada em 16/01/2012

Muitas mulheres acham que a única maneira de ter um bebê é na posição deitada, mas isso não é verdade. Apesar de ser a posição mais comum no mundo todo, ela ainda é na maioria das vezes a menos indicada, pois pode diminuir a quantidade de oxigênio que o bebê recebe durante as contrações. Então, quais são as outras posições que podemos usar para parir?

Parto de Cócoras:
Hoje é uma das mais usadas, a mulher fica na posição vertical apoiada no marido ou em um objeto como uma barra ou cama etc. Pode ser no banco de cócoras, na cama, na banheira ou a posição tradicional. O parto de cócoras é ótimo porque a posição facilita a saída do bebê, abre mais espaço na pelve, é menos ''dolorosa'', e pode ser feita em qualquer maternidade ou em casa.

Parto na água:
Pode ser em uma banheira inflável ou uma banheira fixa, a água morna alivia as contrações e relaxa o que ajuda na saída do bebê. A mãe pode ficar de cócoras nela, ou deitada, de quatro, enfim a posição que se sentir melhor. Não tem risco do bebê de afogar como alguns pensam,e é super prático.

Parto de Quatro:
A mulher fica de quatro na cama, ou no chão ( com apoio nos joelhos), pode ser no chuveiro,com apoio até de uma bola. É uma posição que as mulheres usam bastante e é tão boa quanto de cócoras.

Parto de lado:
A mulher fica deitada de lado com uma perna apoiada ( levantada), é uma boa alternativa também para quem prefere ficar deitada. Essa não é tão comum mas muitas gostam!

Parto na horizontal:
Ainda muito comum em vários hospitais e maternidades no Brasil e no mundo, mas não deve ser usada de rotina. A posição dificulta quando a mãe precisa empurrar, dificulta a saída do bebê, e pode diminuir a passagem de oxigênio ao feto. São poucas as mulheres que escolhem essa posição para parir.

Parto na escadinha:
É quando colocamos um campo cirúrgico na escadinha ( aquela para subir na cama do hospital) e o acompanhamente senta no degrau de cima e a paciente fica apoiada pelo acompanhamente. Quando vem a contração ela coloca o corpo para a frente e empurra o bebê.

Muitas vezes uma mulher que idealiza um parto na água pode preferir ter o bebê em outra posição, e assim por diante. Importante explicar também que todos esses partos podem e devem ser humanizados, sem episiotomia, sem medicações desnecessárias, com uma luz fraca, com uma música lenta, um aroma gostoso, ou total silêncio. Um local onde a paciente se sinte segura e confortável.

O exercícios físicos durante a gestação também ajudam bastante mas não são obrigatórios. Uma mulher sedentária pode parir em qualquer posição que desejar, e é muito importante que você converse com o seu obstetra sobre o que você quer no dia do parto, e saber se ele acompanha ou não,pois alguns médicos não gostam de ter que sentar no chão ou ficar debruçados em uma banheira.

Saiba a opinião dele, e decida se mudará de médico ou se deixará seus planos de lado.

E lembre-se o parto é SEU e quem deve mandar ali é você, não deixe que ele ou ninguém decida. A todas, uma boa hora!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Interessante

Fonte - Site Guia do Bebê
Saúde
Por - Bruno Rodrigues

O corpo da mulher entra em ebulição na gravidez. Muita coisa muda. As transformações no corpo se sucedem junto com a mudança de comportamento. A cabeça da mulher muda com a chegada do pequeno queridinho. Na verdade, o cérebro também cresce (é sério!). Coisas que só a natureza explica.

Na verdade não é um grande aumento, mas o suficiente para ser alvo de estudos. O neurocientista Pilyoung Kim, autor do artigo The Plasticity of Human Maternal Brain: Longitudinal Changes in Brain Anatomy During the Early Postpartum Period publicado na revista Behavioral Neuroscience, argumenta que o aumento cerebral é feito pelas mudanças hormonais após o nascimento do bebê.

O cérebro da mulher passa por um crescimento após o parto que modifica comportamentos e aumenta a motivação. A área aumentada do cérebro, segundo informa o neurocientista, envolve o raciocínio, motivação, emoções. Desta forma, o lado mãe fica mais aflorado, determinante para contribuir no cuidado e desenvolvimento com a criança, reforça o pesquisador.

Trazendo essa pesquisa para o dia a dia, podemos reforçar o discurso do quão é delicado o papel de mãe. Mesmo sem você saber, seu corpo cria mecanismos para encarar uma situação totalmente diferente na vida.

Aquela força de acordar de madrugada sem ter dormido quase nada ou o desejo de cuidar do bebê e tudo aquilo que pensávamos ser instinto maternal pode ser algo ativado mais por uma nova construção cerebral.

Para chegar à afirmação de que o cérebro da mulher grávida sofre alteração no tamanho, o neurocientista realizou duas ressonâncias magnéticas em 19 mamães: uma nas primeiras semanas após o parto, e a segunda entre o terceiro e quarto mês após o nascimento.

O que foi revelado pelas imagens dos exames das mamães são pequenos, mas significantes, aumento no volume de massa cinzenta em várias partes do cérebro, incluindo o hipotálamo (área associada com motivação e sentimento maternal), a substância negra e amígdala (recompensa e processamento emocional), o lobo parietal (integração sensorial) e o córtex pré-frontal (raciocínio e julgamento).

O aumento cerebral é feito pelas mudanças hormonais após o nascimento, como o aumento dos níveis de ocitocina, estrogénio e prolactina. Isso modifica o comportamento das novas mamães, interagindo melhor com seus filhos.

Essa pesquisa também é importante para que se estudem estratégias contra a depressão pós-parto, onde, segundo os cientistas, as áreas do cérebro ao invés de aumentarem, sofrem reduções.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

MENSAGEM DE NATAL


Meu desejo neste Natal é que cada um de vocês aproveitem intensamente a oportunidade de viver esta existência da melhor maneira possível e que este ano que termina tenha trazido à vocês aprendizado para continuar persistindo, fé para amenizar as dores dos momentos difíceis e muito amor para continuarem acreditando na prática do bem sempre!!!!
Bjinhos para todos os meus amigos e amigas de perto e de longe, que tenho muito contato e os que tenho pouco, os que fazem parte da minha vida e os que já fizeram.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Gravidez, parto muitas mudanças..... e o período Pós Parto????

Fonte- Site da Revista Sempre Materna (uol)
Por: Sacha Silveira e Redação Sempre Materna
Publicado em: 14/11/2011               


Entenda mais sobre esta fase cheia de mudanças importantes na vida da recente mamãe!!!

O puerpério, como é chamado o período posterior a parição, vai do nascimento do bebê até 42° dia após o parto. Popularmente conhecido como "quarentena", esta é uma fase de mudanças radicais no corpo da mulher, já que todos os órgãos, principalmente os genitais, se recuperam das alterações que tiveram durante a gestação e o parto.
As transformações psicológicas também são intensas. Segundo o obstetra Domingos Mantelli Borges Filho, “o medo, a ansiedade, a insegurança de cuidar do bebê, além da reviravolta hormonal, podem deixar a mulher mais irritada e confusa. Por isso, o apoio e compreensão do papai nesse momento são fundamentais”, explica.
Após o período gestacional, a mamãe precisa observar o sangramento vaginal, a situação das mamas, a contração do útero. E, o mais importante: ir a todos os retornos médicos solicitados. Alguns problemas que surgiram durante a gestação, como hemorróidas, varizes e azia, tendem a desaparecer, mas procure seu médico para saber os cuidados necessários.

Veja a seguir algumas dicas do obstetra Domingos Mantelli Borges Filho para a nova fase da mamãe:

Sangramento vaginal
Inicialmente vermelho vivo, torna-se gradativamente mais claro até ficar transparente. Desaparece entre quatro e seis semanas. A menstruação normal tende a recomeçar até 60 dias após o parto, em alguns casos demora um pouco mais devido à amamentação.

Amamentação
Esse é um momento muito importante para o desenvolvimento do pequeno. O médico pode ajudá-la com dicas de como amamentar corretamente e sem dor. Ajuda bastante apoiar um travesseiro embaixo do bebê. Procure ficar com a postura ereta para não ter dores na coluna.
Na fase de amamentação, as mamães devem evitar tomar medicamentos, principalmente sem orientação médica, pois existem substâncias que passam para o leite e podem prejudicar o bebê. Se for necessário tomar remédios, peça orientação profissional.

Contrações uterinas
As contrações do útero são decorrentes da volta do órgão ao tamanho normal. Durante a amamentação, podem ficar mais elevadas, pois são provocadas pela estimulação dos mamilos que promove a liberação de ocitocina, hormônio responsável pela ejeção do leite.

Queda de cabelo
Pode ocorrer de três à seis meses após o parto. O uso de tinturas durante a gravidez contribui para agravar a queda. É indicado usar xampus suaves e penteados simples, até que os cabelos voltem à condição normal.

Incontinência urinária
O controle será readquirido com a ingestão de muito líquido e exercícios. O médico deve ser procurado caso o problema permaneça por mais de quatro meses após o parto.

Intestino preso
É normal permanecer a constipação intestinal da época da gravidez. Aos poucos, o intestino volta a funcionar normalmente. Ingerir alimentos ricos em fibras, como mamão, ameixa e gérmen de trigo, além de beber bastante água ajuda. Hemorróidas, acúmulo de gases e dificuldades para evacuar também são comuns, pela dor na região anal e pelo receio de que os pontos se abram. Se for o caso, o médico pode receitar laxantes.

Relação Sexual
O companheiro precisa ser compreensível nesse momento, pois além dos cuidados intensos com o bebê, a mamãe tem um tempo de readaptação do organismo e de cicatrização das regiões afetadas na cirurgia. A recuperação pode levar de 30 a 40 dias.
Com as alterações hormonais, é normal estar com a libido menos intensa e com a vagina ressecada. Por isso, as primeiras relações sexuais pós-parto devem ser mais cuidadosas. O melhor a fazer nesta fase é conversar com o parceiro, que deve ser compreensivo e paciente, dar apoio em tudo o que precisar, até o retorno à rotina normal de vida conjugal.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Uma mensagem especial....

Minha eterna turma de hidro e natação da Melhor Idade

Márcia / Mª Cristina / Dinorá
Hanna / Anna e minha mãe Rita

Idoso ou Velho
Idoso é quem tem privilégio de viver a longa vida...
Velho é quem perdeu a jovialidade.
A idade causa a degenerescência das células...
A velhice causa a degenerescência do espírito.
Você é idoso quando sonha...
Você é velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende...
Você é velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando se exercita...
Você é velho quando somente descansa.
Você é idoso quando tem planos...
Você é velho quando só tem saudades.
Você é idoso quando curte o que lhe resta da vida...
Você é velho quando, sofre o que o aproxima da morte.
Você é idoso quando indaga se vale a pena...
Você é velho quando sem pensar, responde que não.
Você é idoso quando ainda sente amor...
Você é velho quando não sente mais do que ciúmes e posse.
Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa...
Para o velho a vida se acaba a cada noite que termina.
Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida...
Para o velho todos os dias parecem o último da longa jornada.
Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs...
Para o velho o calendário só tem ontem.
Enquanto o idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e preenche esperanças,
O velho vive horas que se arrastam, destituídas de sentido.
Enquanto o idoso tem os olhos postos no horizonte de onde o sol desponta,
O velho tem a sua miopia voltada para as sombras do passado.
Enquanto as rugas do idoso são bonitas porque foram sulcadas pelo sorriso,
As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.
Enquanto o rosto do idoso se ilumina de esperança.,
O rosto do velho se apaga de desânimo.
Idoso ou velho podem ter a mesma idade cronológica, mas têm idades diferentes no coração!
(Extraído do Livro "Aprenda a Curtir Seus Anos Dourados", de Jorge R. Nascimento).