Minha escolha, minha profissão

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Uma experiência nova na vida da mãe e do filho!




Depoimento de quem é educadora, porém agora mãe....

Agora entendi realmente o sentido de deixar um pedacinho da gente aos cuidados de um educador... quando iniciei a profissão de educadora física (na área de atividades aquáticas) com crianças de 02 até a adolescência, minha chefe na época “Sônia Rodovalho” uma vez me disse: “Trate seu aluno (uma criança) como se fosse seu filho”.

Sempre trabalhei com amor e por amor e agora como mãe no primeiro dia de adaptação do meu pequeno Nicolas na escola, percebi  com lágrimas nos olhos que ele esta crescendo e iniciando uma nova fase na sua vida.

Uma experiência que será longa, divertida e muito importante na sua formação como ser humano. E ele interagiu bem com as professoras que desde o primeiro dia da visita para conhecer a escola já o acolheram com muito carinho.

Brincava e olhava pra mim me chamando mamãe, só para ter certeza que eu estava ali e lhe daria segurança (rs). Espero que ele se divirta muito aprendendo, espero que ele também receba carinho e atenção nem demais e nem de menos, não diferente de nenhum outro de seus novos amiguinhos, apenas que seja um carinho e uma atenção sincera que só nasce no fundo do coração de quem realmente acredita na profissão e na função que escolheu e que por isso faz do melhor jeito sempre.

Flávia Helena

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Retomando as atividades





Ano Novo aí e já começo agradecendo aos amigos e amigas seguidores do blog, logo  logo,mais matérias interessantes para vocês!!!!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Mensagem especial aos amigos seguidores do blog!




 
 
 
 
 
A MELHOR MENSAGEM DE NATAL É AQUELA QUE SAI EM SILÊNCIO DE NOSSOS CORAÇÕES E AQUECE COM TERNURA OS CORAÇÕES DAQUELES QUE NOS ACOMPANHAM EM NOSSA CAMINHADA PELA VIDA.
 
 
 
 
 
FLÁVIA HELENA

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Uma matéria muito esclarecedora




Por Dr. Roberto Cooper – Pediatra*
Do Bolsa de Bebê


O refluxo gastroesofágico nem sempre é uma doença. O refluxo é o retorno do conteúdo que está no estômago (alimentos sendo digeridos), para o esfôfago. Isto ocorre normalmente em lactentes, crianças e adultos. É um fenômeno fisiológico, normal. Portanto, não é uma doença.
No entanto, quando esse refluxo produz lesões no aparelho digestivo ou mesmo fora deste, como no aparelho respiratório, é que podemos falar em doença do refluxo gastroesofágico. Todo mundo tem refluxo mas nem todo refluxo é doença. O simples fato de regurgitar ou vomitar não caracteriza a doença do refluxo gastroesofágico.



Hoje em dia há uma epidemia de diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico. O termo foi popularizado e difundido de tal forma que, basta a criança manifestar alguma irritablidade após a mamada, regurgitando, para os pais chegarem no consultório com o diagnóstico feito: Dr. nosso bebê tem refluxo!


O diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico é complexo porque não existe um único exame que comprove a existência dessa doença. Os exames de imagem (raios X ou ultrassonografia) são úteis para demonstrar que não existem malformações ou estenoses (estreitamentos) no aparelho digestivo. A presença de refluxo, nesses exames, não é suficiente para se afirmar que há uma doença do refluxo. Pode ser o refluxo fisiológico. Outros exames são invasivos como a endoscopia, a medida da pressão do esôfago e do seu pH (acidez) e devem ser pedidos somente nos casos onde a suspeita clínica seja forte.


Como diferenciar refluxo de doença do refluxo? Nem sempre é fácil, mas alguns sinais podem ser observados:


- ganho de peso. O bebê que ganha peso dentro do esperado, dificilmente terá doença do refluxo. Por outro lado, uma criança que não ganha peso como esperado ou até perde peso, junto com outros sinais, pode ter a doença do refluxo.


- irritabilidade. Este é um sinal importante, mas que pode ter muitas causas. Merece ser valorizado e discutido com seu pediatra. Se a irritabilidade for intensa, interrompendo as mamadas e, além disso, o bebê não ganhar peso, a hipótese de doença do refluxo deve ser considerada.


- presença de sangue no vômito ou na regurgitação é um sinal que deve ser comunicado imediatamente ao pediatra.


- anemia. Se, além da irritabilidade e não ganho esperado de peso a criança apresentar anemia, deve-se pensar em doença do refluxo.


- tosse noturna e/ou quadros respiratórios podem ser um indicador de doença do refluxo com manifestações fora do aparelho digestivo.



Somente o seu pediatra poderá, a partir do seu relato e observações, associado ao exame clínico, decidir se há uma suspeita de doença do refluxo gastro esofágico, pedindo ou não exames complementares e orientando os pais quanto às condutas a serem tomadas. Muitas vezes o pediatra vai optar por tentar medidas que não incluam remédios em um primeiro momento ou poderá fazer uma prova terapêutica com medicamentos.


Se você suspeita que seu bebê possa ter doença do refluxo, converse com seu pediatra, lembrando que refluxo (sem doença) é normal.
A informação que eu gostaria de passar para os pais é de que nem todo bebê que golfa e resmunga um pouco tem doença do refluxo gastroesofágico. Um dos indicadores importantes é o ganho de peso. Se o seu bebê ganha peso como esperado, diminuem as chances dele ter a doença do refluxo. Lembre-se de colocar seu bebê para arrotar na posição vertical, por uns 20 minutos após cada mamada. Independentemente de ele ter ou não a doença do refluxo, é um bom hábito.


*Dr. Roberto Cooper é médico formado pela UFRJ em 1976


Residente de Pediatria do Hospital da Lagoa- 1976/1977


Título de Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria


Médico do Instituto Fernandes Figueira- FIOCRUZ


Consultor da OMS até 1985


Contatos: consultoriorcooper@globo.com


http://www.robertocooper.com

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Fazer xixi na cama é normal até os cinco anos; ajude seu filho a superar essa fase



FONTE - Do UOL, em São Paulo 
POR - Gabriela Horta*

Se o seu filho tem até cinco anos e ainda faz xixi na cama à noite, saiba que se trata de um acontecimento considerado normal pelos médicos e contornável de forma simples na maioria dos casos. "Antes dessa idade, o controle miccional da criança ainda não é completo. Ele ainda está amadurecendo. Por isso, é comum que isso aconteça", afirma a nefrologista pediátrica Maria Cristina Andrade, uma das autoras do livro "Nefrologia para Pediatras" (Editora Atheneu).

Os dados comprovam: de 15% a 20% das crianças nessa faixa etária molham a cama, segundo a ICCS (International Children’s Continence Society), entidade americana voltada ao estudo do tema. No entanto, a taxa anual de cura espontânea para a enurese –termo científico usado para dar nome à perda involuntária de urina à noite– é de aproximadamente 14%. O controle dos esfíncteres (músculos anulares que servem para abrir e apertar ductos, canais ou aberturas do corpo), entre os quais os da bexiga, faz parte do aprendizado da criança, sendo um marco em seu desenvolvimento.

Se a condição persistir depois dos cinco anos, atenção: o ideal é procurar um especialista para investigar os motivos e descobrir se eles estão ligados a alguma questão fisiológica ou não. "Geralmente, a mãe não relata o problema no consultório porque tem vergonha. Acha que só o filho dela passa por aquilo", diz o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, autor do Blog do Pediatra. De acordo com Barros, os pais tendem a levar o filho ao médico só quando a enurese vira um problema social, ou seja, quando a própria criança se incomoda de não poder dormir na casa de um amigo e passar vergonha.

Causas e tratamentos
 
Mas o que leva a criança a urinar na cama sem perceber quando já foi descartada a existência de doenças relacionadas? "O fator genético é um dos pontos importantes", declara Maria Cristina. "Se um dos pais teve o problema, o risco de a criança também apresentá-lo é de cerca de 45%. Se pai e mãe tiveram, o risco aumenta para 75%".


Além da hereditariedade, o urologista pediátrico Lionel Leitzke, coordenador do Centro Interprofissional de Enurese e Distúrbios das Eliminações do Hospital Presidente Vargas, em Porto Alegre (RS), afirma que o problema tem três causas principais: dificuldade de acordar quando a bexiga está totalmente cheia, alta produção de urina à noite  –que acontece pela deficiência na produção de hormônio antidiurético durante o período do sono– e bexiga com capacidade reduzida de armazenamento. "Nesse último caso, é possível que a criança também tenha incontinência durante o dia", diz o especialista.

Para as duas últimas situações há medicamentos específicos para tratamento. Já para a dificuldade em despertar, a chamada terapia do alarme é um dos recursos frequentemente indicados e é oferecida gratuitamente em cidades brasileiras como Porto Alegre (RS), São Paulo (SP) e Salvador (BA), lugares que contam com centros de atenção à disfunção.

De acordo com Leitzke, na terapia do alarme, um sensor –capaz de detectar a presença de líquido– é colocado próximo ao pênis do menino ou da uretra da menina na hora de dormir. Quando a criança urina, um alarme soa para acordá-la. "Ela deve, então, ir ao banheiro para terminar de fazer xixi", explica o urologista.

O primeiro passo para um tratamento eficaz é procurar ajuda rapidamente e nunca punir a criança, afirma a nefrologista Maria Cristina. "A criança se sente culpada pela situação. Ela pensa ‘todo mundo consegue controlar o xixi, menos eu’”, fala Leitzke.

Estratégias para lidar com o xixi na cama:

- Não critique nem faça brincadeiras por seu filho urinar na cama. Também não o puna por isso;
- Beber muita água durante a manhã e à tarde é tão importante quanto não beber água perto da hora de dormir. Dê bastante líquido para o seu filho durante o dia.  De noite, ele estará bem hidratado, satisfeito e não precisará ingerir tanta água;

- Treine a criança para fazer xixi de duas em duas horas. Avise a escola que será preciso permitir que ela saia da classe periodicamente para ir ao banheiro;

 
- Aproximadamente três horas antes de dormir, evite alimentos e bebidas que estimulam a contração da bexiga, como café, refrigerante de cola, chocolate e leite;

- Mais importante do que acordar a criança várias vezes durante a noite para urinar, como sugerem alguns tratamentos, é deixar que ela tenha consciência do que acontece quando ela urina na cama. Ela vai acordar toda molhada, terá de ir ao banheiro para terminar de fazer xixi, trocar de roupa, ajudar a trocar a roupa de cama e, então, voltar a dormir.

- Evite levar seu filho para dormir com você depois que ele fizer xixi na cama, pois isso pode funcionar como uma recompensa e acabar por condicioná-lo da forma errada. Ele entenderá que toda vez que fizer xixi na cama poderá ir para a sua.

 
A motivação de toda a família é essencial para o sucesso de qualquer tratamento de enurese. "O envolvimento dos pais é tão importante quanto o empenho da criança. Respeite seu filho, converse abertamente com ele sobre o problema, comemore as conquistas na evolução, quando ele consegue ficar seco durante toda a noite, e tenha paciência, pois todo aprendizado leva tempo", afirma Sylvio Renan Monteiro de Barros.

*Colaborou Fernanda Alteff

domingo, 4 de novembro de 2012

Os cinco sentidos do bebê logo que nasce, entenda como eles funcionam

Fonte - Site Guia do Bebê Uol
Por - Paula R. F. Dabus

Embora alguns dos sentidos ainda não estejam completamente desenvolvidos, já é possível desde o nascimento estimulá-los e utilizá-los para acalmar e passar segurança ao bebê.





Logo no seu nascimento, o bebê dispõe dos cinco sentidos básicos, que são desenvolvidos já no sétimo mês de útero e, que desde cedo, começam a ser apurados. E ao nascer, ele recebe e responde constantemente aos estímulos do ambiente. Porém, alguns destes cinco sentidos precisam de tempo para serem desenvolvidos.

Visão - Por estar acostumado ao ambiente intra-uterino escuro o bebê apresenta um reflexo de fechar os olhos com força contra a luz forte. Quando vocês estiverem em um ambiente mais escuro do que a sala de parto, perceba que ele analisará tudo com os olhos arregalados. Embora com sistema visual imaturo, um recém-nascido enxerga bem a uma distância de 12 cm a 30 cm. É normal que, em seu nascimento, o bebê tenha os olhos inchados e vermelhos por causa das contrações do parto. Após alguns dias, seu rosto fica normal e começa a focar coisas, mesmo enxergando apenas o que está próximo do seu nariz, a aproximadamente vinte centímetros.

Audição - O bebê, durante o último trimestre de gestação, já ouve a voz abafada da mãe tão bem quanto os sons dos batimentos cardíacos, respiração e digestão. É possível observar que ele escuta, seletivamente, as vozes mais altas e na medida em que começa a ganhar mais controle dos movimentos da cabeça, fica evidente que ele, não apenas consegue ouvir, como também pode determinar exatamente o local de onde o som está vindo. Pressionando a cabeça do bebê contra o peito da mãe, ele encontrará sons familiares confortantes e, muitas vezes, adormecerá na posição em que está. Sons altos e agudos, geralmente, incomodam os bebês, já sons baixos e rítmicos acalmam. Por outro lado, caixinhas de música, brinquedos que emitem sons agradáveis e música baixa estimulam a audição além de gostar de ouvir a mãe cantando e falando com ele.

Olfato e Paladar - O Olfato e paladar são sentidos que acompanham os bebês desde o parto. Ao nascerem, eles já demonstram que distinguem os odores afastando-se de perfumes desagradáveis. Além disso, o filho aprende rapidamente a reconhecer os perfumes familiares, em especial o da mãe. Isso demonstra claramente a relação que se estabelece entre mãe e filho, principalmente pelo fato da amamentação. Já pela gustação, mesmo os bebês não possuindo botões gustativos totalmente maduros, eles podes diferenciar o doce do azedo e preferir o primeiro.

Toque - O toque é o um dos meios mais importantes de comunicação com o bebê, sendo toques suaves e movimentos rítmicos, justamente por que, ainda no útero, se acostumou a ser embalado pelos movimentos da mãe e, depois do nascimento, esse mesmo balanço o conforta. Um recém-nascido inquieto se acalma, normalmente, quando colocado junto ao corpo e balançado lentamente. E vale lembrar que, mesmo atividades rotineiras como alimentá-lo, dar banho, trocar a roupa e fralda, segurá-lo e andar com ele nos braços estimulam o sentido de toque e o movimento do bebê.