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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vivida no tempo ideal, fase oral impulsiona desenvolvimento


FONTE -  Ludmilla Ortiz Paiva
Do UOL, em São Paulo




Segundo o médico, as funções neurológicas que regem a coordenação motora e os sentidos de um recém-nascido são muito rudimentares. "A parte mais desenvolvida é a boca. É com ela que o bebê capta todas as sensações."
"Essa é a fase em que a criança entende o mundo pela boca", diz o psiquiatra Içami Tiba, autor de diversos livros sobre educação, entre os quais "Quem Ama, Educa!" (Integrare Editora).
Por volta dos quatro meses de vida, o bebê descobre a mão. "E é automático: quando descobrem a mão, levam-na à boca", diz a pediatra Alzira Rosa Esteves, professora da disciplina de Pediatria Geral e Comunitária da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Muitos pais se preocupam com esse momento, com receio de a criança ficar viciada em chupar o dedo.
Esse é o momento de dar à criança uma chupeta, diz a pediatra Lucília Santana Faria, coordenadora médica da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. "A chupeta vai substituir o dedo. E a chupeta você tira. O dedo você não consegue tirar."
Quando a criança começar a se sentar sozinha, por volta dos sete meses, é que os pais precisam ficar mais atentos com a fase oral. "As famílias têm o costume de sentar o bebê no chão, o que é normal. No entanto, deve-se prestar atenção aos objetos que estão ao redor, porque ele vai colocar na boca tudo o que encontrar."
O perigo aumenta quando o bebê começa a engatinhar e a andar. Para evitar acidentes domésticos, Alzira diz que é recomendável lacrar portas de armários e gavetas com fita crepe ou presilhas específicas, fechar a porta do banheiro e colocar objetos decorativos fora do alcance do pequeno explorador.

Limites

Segundo o pediatra Rogério Pereira da Fonseca, com o desenvolvimento do organismo da criança, outras funções sensitivas vão ocupando o lugar da boca. "Quando começa a andar, ela passa a explorar mais o mundo. Deixa de colocar objetos na boca e passa a mexer em tudo."
Para todos os pediatras entrevistados, não há impacto negativo no desenvolvimento se a criança estender a fase oral por mais alguns meses além dos dois anos. "Normalmente, uma criança que estende a sua fase oral é superprotegida. Às vezes é filho único. O pediatra geralmente orienta a família dessa criança a soltá-la mais, a deixá-la arriscar mais", fala Fonseca.
Para a pediatra Lucília Santana Faria, do Sírio, o prolongamento da etapa vira algo a ser observado se for esticado demais. "A criança passa a ter transtornos alimentares, pois seu único prazer está focado na alimentação. Ela pode se tornar uma pessoa obesa, prejudicar a dentição. É um distúrbio que deve ser tratado com um psicólogo."
"Uma criança que leva muito tempo para largar a mamadeira e a chupeta pode agir assim porque a família a trata de uma forma mais infantilizada do que o necessário", declara Alzira, da Unifesp.
De acordo com a especialista, é a partir dos dois anos que os pais devem começar a pensar em tirar mamadeira e chupeta, mesmo que a criança faça birra. "Para não ver o filho chorar, os pais o deixam continuar com a mamadeira e não limitam os horários da chupeta. Isso é ruim, porque ele entra muito imaturo na próxima fase de desenvolvimento. Ter frustrações faz parte do desenvolvimento da criança. É preciso ser firme."
Defesas naturais 
A fase oral também é importante para o desenvolvimento do sistema imunológico da criança. Mesmo assim, deve-se ter cuidado principalmente com bebês de até um ano. Uma recomendação da pediatra da Unifesp é ferver a chupeta, a mamadeira e o mordedor no fim do dia. Se caiu no chão, lave com água e sabão.
"Em um ambiente doméstico minimamente cuidado, a criança não sofre consequência séria se a chupeta cair no chão e ela pôr na boca depois. As bactérias que estão na casa podem ser benéficas, pois ajudam o organismo a criar defesas naturais", diz Alzira.
"Uma criança maior tem defesas imunológicas no trato digestório e lavar esses itens com água e sabão é o suficiente para que ela não contraia alguma virose", declara o pediatra Rogério Pereira da Fonseca. O perigo é quando os objetos que elas costumam levar à boca caem na rua ou em ambientes sujos.
"Quase todas as doenças infantis são causadas por vírus. Eles ficam nas superfícies dos móveis, dos utensílios, dos brinquedos. Se você leva a criança para um ambiente público, como uma brinquedoteca ou uma sala de espera de pediatra (que normalmente são cheias de brinquedos), o ideal é ficar atento. Não a deixe colocar os objetos na boca e, assim que ela parar de brincar, o melhor é lavar as mãos e passar álcool em gel", diz Fonseca.

Onde mora o perigo

A maior preocupação deve ser evitar que a criança coloque objetos na boca, como partes pequenas de brinquedos. Se os pais têm certeza de que o filho engoliu uma peça de plástico, mas ele não se engasgou e não se sente mal, não há problema. A peça vai sair nas fezes nos dias seguintes.
"O plástico não aparece em radiografia. Se o objeto passou pela garganta, tudo bem. O risco é se a criança engole algo maior, que pode ficar preso na garganta e causar asfixia, ou se come baterias de brinquedos, principalmente aquelas que se parecem com pastilhas. Aquilo é ultratóxico. O estômago pode corroer o material e liberar chumbo e níquel no organismo da criança", diz Fonseca. O indicado, nessas situações, é levar o filho para o hospital o mais rápido possível. Ajuda médica também é necessária se a criança engole moedas, objetos pontiagudos e produtos químicos, segundo Alzira.
A especialista chama a atenção para os quadros de pneumonia de repetição. Se a criança vive tendo a doença e sempre no mesmo lugar do pulmão, pode significar que ela aspirou algum objeto e que ele está alojado no órgão, sendo necessário que seja retirado.

Reflexos

Segundo Içami Tiba, a boa educação de uma criança está intimamente relacionada com a fase oral.
"É comum ouvir as pessoas dizerem que o bebê é nervoso, que chora muito e que nasceu assim, mas não é verdade. Ele foi educado assim. É importante educar o recém-nascido para ter um sono e uma alimentação de qualidade", fala Tiba.
Segundo o psiquiatra, isso significa dar o peito apenas quando a criança estiver com fome. "Se ela parou de mamar e começou a dormir, o recomendado é colocá-la no berço. Não precisa fazer mais nada. Não acorde o bebê para ele continuar mamando. Ele vai acordar naturalmente em cerca de três horas."
De acordo com Tiba, fazer a criança mamar mais do que ela precisa pode ter consequências no futuro. "O bebê fica sugando, sem beber nada de leite. Usa o mamilo como se fosse chiclete. Isso é gostoso, é fase oral. Assim estamos envenenando a criança de prazer." A criança não aprende a esperar, já que tem comida quando quiser. "Ela fica nervosa e isso começa a fazer parte da personalidade dela. Pode se tornar um adulto ansioso, que quer todos os seus desejos realizados na hora."

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um presentinho muito esclarecedor sobre a chupeta


Fonte preparada pela odontopediatra - Drª Greice Paes de Almeida (SJC)


 
A Chupeta
 
 

A maioria dos pais deve ter ouvido falar dos malefícios causados pelo uso excessivo da chupeta, mesmo assim preferem mais os benefícios que o uso traz para suas próprias vidas. Os pais em geral transformam a chupeta em “vício”: Eles a usam para calar a criança e mantê-la quieta. Será que a chupeta acalma o bebê ou os pais, livrando-os do incômodo choro naquele momento?

O bebê chora muitas vezes para comunicar fome, calor, frio, desconforto, falta de companhia e de aconchego. Nenhum desses problemas é resolvido com chupeta, pois ela não substitui atenção e carinho. A melhor solução é descobrir porque o bebê está chorando. Para identificar o motivo do choro é preciso paciência e sensibilidade. Nunca dê a chupeta em situações nas quais ela necessite de atenção e cuidado, quando ela tem uma decepção ou leva um tombo, por exemplo. Se a criança associar a chupeta com afeto, cria a necessidade da chupeta para se expressar e lidar com o mundo, o que explica o fato de crianças não conseguirem se desvencilhar desse hábito.

A chupeta só é indicada quando o bebê chupa o dedo, que é um hábito muito mais prejudicial e muito mais difícil de ser removido.

Nunca molhe a chupeta com mel, leite ou açúcar. Esses hábitos, entre outros inconvenientes alimentares, podem causar cárie nos dentes. Não se deve prender a chupeta na roupa da criança, nem deixar várias disponíveis no berço ou pela casa; não se esquecendo de retirar sempre logo após adormecer.

Os hábitos bucais sucção de dedo, chupeta, mamadeira e respiração bucal podem causar alteração nas arcadas, nas posições dentárias, mordida aberta (os dentes anteriores não se tocam), estreitamento da maxila, mordida cruzada, interposição lingual, além dos prejuízos na mastigação e respiração. A criança que usa chupeta tem dificuldade em explorar o seu redor, retardando assim o desenvolvimento, aprendizado e fala. Portanto, todo o esforço para que a criança não adquira hábitos bucais será recompensado com saúde.

É aconselhável retirar a chupeta entre um ano e um ano e meio no máximo.

A remoção do hábito deve ser de maneira lenta e cada criança precisa de um tempo diferente para que isso aconteça. Jamais use métodos radicais, como passar pimenta na chupeta, jogá-la fora ou métodos que afetem sua autoestima. Atitudes agressivas podem tornar a criança insegura, magoada ou humilhada, colocando em dúvida o amor dos pais e trazendo-lhe problemas de natureza psicológica. Algumas crianças gostam de um elemento de transição que lhe traga aconchego, segurança e companhia, esse elemento de transição pode ser um brinquedo preferido.

Seja paciente, tirar a chupeta de uma forma brusca, poderá estimular a criança a chupar o dedo, o que é ainda pior.

Identifique os momentos em que o hábito se torna mais frequente; deve-se desviar a atenção da criança para outras atividades. Por exemplo, quando está com sono, aborrecida, agitada, cansada, em frente à TV ou no carro. Nesses momentos os pais podem contar uma história, assistir um filme, brincar, cantar uma música, segurar a mão ou mesmo oferecer colo, através de carinho, uma massagem e suporte emocional, que ajudam a desviar a atenção para outras formas de conforto. O hábito vai perdendo importância para as outras sensações mais prazerosas trazidas pelos pais. A criança vai gradativamente desligando-se do hábito.

Vale negociar a chupeta em datas especiais, com o atrativo de um personagem favorito. o Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Fadinhas etc. Ao oferecer a troca, é preciso que os pais estejam atentos para perceber se a criança já se sente preparada e segura, caso contrário, poderá haver um sentimento de frustração e impotência por parte da criança e da mãe. Caso isso aconteça, deve-se continuar motivando a criança até que ela se sinta segura o suficiente para a remoção. Explore a fantasia, conte histórias em que a chupeta tenha participação especial. Nunca tente removê-la oferecendo um presente e tirando a chupeta imediatamente, sem a remoção gradativa e lenta.

O primeiro passo é restringir o uso durante o dia e depois na hora de dormir. A hora do sono é o momento que a criança precisa mais do apoio dos pais. É importante que eles fiquem perto, deem atenção e carinho.

Com as crianças mais velhas converse e explique as consequências da chupeta, geralmente elas são receptivas, querem ajudar no processo. Sempre que a criança esquecer, os pais devem lembrar-se do combinado, e a noite será permitido apenas um pouco antes de dormir. O hábito será cada dia menor e aos poucos, a criança sozinha escolherá algo mais gostoso e prazeroso, como a companhia dos pais. O uso deve ser controlado progressivamente, como marcar o tempo por dia. Por exemplo, no primeiro dia 1 minuto sem a chupeta, no segundo dia 2 minutos, e assim por diante. A própria criança sente-se segura, feliz e vitoriosa ao perceber que consegue dormir sem a chupeta.


Nunca as tentativas de remoção do hábito podem coincidir com situações de estresse da criança, como a ida a escola, nascimento de um irmão ou separação dos pais, nesse caso é preferível adiar.

Com paciência, amor e um pouco de criatividade você pode ajudar seu filho a abandonar a chupeta sem nenhum trauma.

 


Greice Paes de Almeida

CROSP: 51.086 – Odontopediatra Preventiva

Av Nove de Julho 95 sala 31, V. Ady-Anna 12.243-000

Tel: (12) 3942.4592 greicepaesdealmeida@gmail.com

www.doutoragreice.com.br

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mais informações quentinhas do nosso drº Urbano Carvalho


Perguntas

A medida que a gestação vai evoluindo o liquido aminiótico vai diminuindo normalmente? Isso procede como um quadro normal até próx do parto?
No caso da perda ser significativa, é verdade que aumentar a ingestão de água ajuda a repor?
Com 30 semanas uma perda de líquido pequena é normal ou pode sugerir q o parto vai ser antecipado?

 
Resposta drº Urbano Carvalho
 
 
Flávia ,preciso entender o que você quer dizer com perda de líquido .Perder líquido amniótico significa rotura da bolsa com extravasamento do líquido pelo canal vaginal ,em qualquer momento da gestação é algo grave que exige conduta médica de resolução do parto ou não a depender de uma série de fatores tais como idade gestacional , risco de infecção etc.
Por outro lado ,diminuição do volume de líquido amniótico detectado por avaliação semi-quantitativa à ultra-sonografia seja pela medida do maior bolsão de líquido ou pela medida do índice de líquido amniótico (I.L.A.) pode ser ou não normal a depender do tempo de gravidez ,das condições clínica da mãe e do feto , da normalidade anatômica e funcional do feto e obviamente da medida em si única ou seriada que identifca tal diminuição .
O líquido amniótico é 90% formado pela urina fetal e 10 % por via direta da membrana placentária ,portanto identifica quando reduzido de forma patológica problemas circulatórios no feto decorrentes de alterações próprias dele ou secundário a problemas clínicos maternos com hipertensão por exemplo além de problemas diretamente relacionados ao sistema urinário fetal .
Seu volume cresce progressivamente atingindo um pico em torno da 32ª semana quando começa uma redução fisiológica até o nascimento. Fetos pós data provável de parto normalmente tem redução significativa do líquido por envelhecimento placentário o que exige acompanhamento rigoroso das condições de vitalidade fetais nas mães que optam por aguardar resolução natural por parto normal
No caso de identificada redução do volume de líquido a primeira coisa a fazer é tentar identificar o que pode justificar tal fato na gestante em particular e verificar se há possibilidade de reversão .A hidratação vigorosa por ajudar nos casos de desidratação materna crônica ,mãe com excesso de atividades incluindo esportes ,mas a melhor opção é o repouso além de medidas caso a caso a depender do diagnóstico .

quinta-feira, 21 de março de 2013

Sugestão de uma mãe e amiga do grupo "Mamães de priemira e segunda...viagem


"Recebi esse link da minha mãe e acho que conselho de vó tem que ser seguido, rsrsrsr! Informação nunca é demais! abço e boa tarde"
Cassia Baeza

Saiba mais buscando o link:
http://www.cientistaqueviroumae.com.br/search/label/como%20educar%20sem%20palmadas

COMO EDUCAR SEM PALMADAS?

A príncipio foram levantados 9 pontos importantes que a mãe, o pai, o cuidador, todo mundo precisa saber. Mas decidimos, eu e Andreia Mortensen, acrescentar dois novos tópicos importantes à discussão e, portanto, trataremos de 11 pontos no total.


Eles são:

1) A criança é essencialmente boa. Entender as fases de crescimento e desenvolvimento te ajudará a obter ferramentas para educar em todas as idades.

2) Use o diálogo sempre.

3) Corrija adequadamente, use a relação "erro-consequência" e não "erro-punição".
 
4) Use reforços positivos
5) Birras: por que acontecem? Entender suas origens ajudará a lidar com elas. (incluído)
6) Como não criar um "bully". (incluído)
          7) Vai doer mais nele que em você. Sempre.

          8) De onde vem a agressividade? Como reconhecer sinais de descontrole?

          9) Agressão psicológica é tão grave quanto agressão física

         10) Não tenha medo de quebrar o ciclo

         11) Quando sobreviver não é o bastante...


terça-feira, 19 de março de 2013

PEQUENO DESABAFO


Gente estava aqui pensando desde manhã quando fui para minha aula de hidrogestante e preciso falar......rs, vou ter que mandar este tema para a pauta aqui do jornal local em Araraquara viu.

Gente quem conhece o profissionalismo de uma médica tão maravilhosa como a drª Juliana Paola, como o drº Urbano Carvalho entre outros aí em SJC, que entendem os benefícios de orientar suas pacientes e futuras mamães a procurarem fazer atividade física direcionada durante a gestação (claro respeitando cada caso), que tem consciência de que todas as mães merecem receber informações sinceras e claras sobre suas dúvidas com relação ao parto normal e cesárea e que não saem apenas cortando todo mundo. Fico assustada de ver que aqui os médicos não são tão participativos na orientação de atividade física e o pior que é parece que em uma pesquisa sobre a estatística de partos cesáreas e normais, a cidade esta bem cotada no rankig de cesarianas.

Gente será que falta o que hein???

Mais informações para as mamães que por desconhecimento e pré-conceito acham que parto normal é uma tortura, que dói horrores....enfim todo um cenário de novela com gritarias e tudo mais?

Sim na minha opnião!

Médicos mais conscientes do seu papel de instruir claramente as futuras mamães sobre as diferenças, os benefícios,os possíveis problemas, as contra-indicações e tudo que envolve cada tipo de parto tanto para a saúde da mãe quanto do recém-nascido?

Sim, na minha opnião!

Estrutura nos hospitais e maternidades que não tem salas de preparação para o parto normal e que por isso precisam fazer andar a fila e liberar logo o espaço, falta de enfermeiras doulas que acompanham as futuras mamães dando o primeiro suporte?

Sim, na minha opnião!

Falta das universidades treinarem bem seus médicos para que eles façam com segurança tanto o parto normal quanto cesárea, pois ás vezes o médico não se sente seguro e por isso opta por fazer um procedimento onde tudo esta mais sob controle?

Sim, na minha opnião!

Falta de melhor remuneração aos médicos, pois o valor recebido por eles para cada tipo de parto é muito diferente onde o trabalho e o tempo disponibilizado pelo profissional é muito específico e depende de cada caso?

Sim, na minha opnião!

Qual seria a solução gente?

Não é possível ver hoje em dia as futuras mamães ficando contentes por poder marcar sua cesárea apenas porque não tem paciência de esperar o tempo certo, porque querem ter tempo de ir arrumadinha para a maternidade e por motivos que na verdade são delas e não da situação real e do que poderia ser.

Não é possível o médico simplesmente não dar oportunidade a futura mamãe de ver o seu filho nascer de um parto normal (onde tem tudo para ser, pois os exames, o pré-natal e todo controle estão ok) apenas porque não querem mexer na sua agenda ou ficar disponível, ou ainda porque simplesmente assim ganham mais e conseguem fazer mais partos no mesmo dia.

Desculpem mais realmente embora não seja médica,mas seja educadora física e mãe que acredita ter bom senso e um pouco de conhecimento, não consigo entender.
 
 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Aproveitando a dica de um grande amigo e profissional



Drº Urbano Peixoto (obstetra em SJC) expõe sua opnião sobre u...m assunto que assusta muitas mamães de segunda viagem:

PARTO NORMAL APÓS CESÁREA :
No Brasil ,após apenas um parto cesárea estamos autorizados a tentar parto normal se uma série de condições forem satisfeitas tais como saber o que motivou a cesarea anterior e se essa condição permanece na gestação atual ,como evoluiu essa gravidez ( posicionamento do bebê no útero, tamanho relativo ao da mãe ,etc ) situação de saúde da gestante e do bebê . Obviamente deve-se saber a disposição da mãe em tentar bem como a do médico ,pois a experiência profissional pessoal pode influenciar nas decisões de conduta .



Olha outra dúvida sendo respondida por nosso colaborador drº Urbano Carvalho

 

O número de gestações seguidas como por exemplo 3 num prazo de 2 para 3 anos cada uma podem trazer algum risco para a mãe, isso é maior quando se faz cesárea ou parto normal também representa risco.

Riscos do parto normal

Riscos da cesárea

No caso da cesárea ,o ideal é que o intervalo entre os partos seja em torno de 2 anos ,pois esse é o período para a cicatriz cirúrgica estabilizar completamente ,mas o acompanhamento adequado pode minorar quaisquer problemas  .No caso do parto normal não haverá maiores problemas para a mãe ,porém para qualquer dos tipos de parto , quando ocorre uma segunda gestação ainda no primeiro ano de vida do primeiro nenê ,principalmente se esse ainda estiver amamentando  ,há uma probabilidade maior de baixo peso para o feto pois normalmente a mãe ainda apresenta alguns déficits nutricionais pelo esforço de gestação + parto + puerpério el actação não corrigidos completamente  .Logicamente só a avaliação individual de cada mulher pode identificar os eventuais fatores de risco pois as condições de cada um são seguramente diferentes entre si .

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Ausência de ferro atrapalha o intelectual do recém-nascido


FONTE - site itodas (uol) página mãe


A gravidez aumenta a necessidade da mulher ingerir alimentos que proporcionem ferro ao feto e à mamãe. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que metade da população de crianças com menos de 4 anos sofram de anemia ferropriva (deficiência de ferro).



Segundo a Dra. Mirian Rika, neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, “os exames para checar o nível de ferro do bebê devem ser feitos logo após o parto, pois a ausência do mineral influencia na formação física e intelectual”.



Ela também explica que grande parte das mamães que não recebem suplementos de ferro na gestação podem desenvolver anemia. E quando isso ocorre, a saúde e a vida do recém-nascido ficam comprometidas.



Quando há ausência de ferro nos três primeiros meses de gravidez o bebê pode nascer prematuro, com baixo peso, anêmico e ao longo da vida apresentar transtornos de déficit de atenção. “Em casos em que o organismo da criança não estoca o mineral ou não absorve a quantidade necessária dos alimentos, o suplemento de ferro deverá ser mantido até a vida adulta”, acrescenta a especialista.



Por isso, apostar em alimentos que diminuam a chance de desenvolver anemia ao longo da gestação é um grande aliado a saúde do bebê e da mamãe. Alimentos à base de ferro podem e devem ser consumidos diariamente, não só para as gestantes, mas idosos e crianças também devem seguir essa dieta.



A seguir separamos alguns deles:

- Gema de ovo de galinha

- Pão de cevada

- Feijão

- Grãos integrais

- Lentilha cozida

- Ervilha

- Castanhas

- Grão-de-bico cozido

- Carnes vermelhas (principalmente fígado)



Algumas frutas também são grandes fontes de ferro:

- Ameixa seca

- Damasco seco

- Tangerina

- Limão

- Manga

- Uva

- Coco

- Goiaba

- Morango

- Laranja