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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Reportagem Jornal O Vale (caderno Saúde)

Jornalista responsável - Ana Cláuda Mattos
São José dos Campos
Impressa dia 04/08/2010 disponível no site www.ovale.com.br


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Todas as fases do trabalho de parto

Fonte - site TopBaby
Maria Amélia de Oliveira
Consultoria: Dr. Carlos Dale, ginecologista e obstetra. Chefe do Serviço de Videolaparoscopia do Instituto Fernandes Figueira/RJ



Não há regras para a duração do trabalho de parto. Varia de mulher para mulher. O que se pode é falar de uma média que vai de 12 a 14 horas, no caso do primeiro filho, e de 6 a 8 horas, para os outros.

Para ter o neném em seus braços, é preciso passar por três fases: dilatação, expulsão e saída da placenta. Vamos conhecer cada uma delas.


Dilatação
Uma fase que começa com as primeiras contrações do útero e termina com o início da expulsão do bebê. Estas contrações são involuntárias, regulares, freqüentes e duram, em média, de 40 a 60 segundos. Como uma onda, crescem aos poucos, atingem um ponto máximo e depois começam a diminuir. No início do trabalho de parto, elas aparecem com intervalos de cinco a dez minutos. Chegando ao final, você deve senti-las a cada dois ou três minutos.

O papel das contrações é o de abrir o colo do útero (até 10cm ou mais) para que forme uma espécie de canal único com a vagina, permitindo, assim, a passagem do bebê. Com medo deste momento? Não há porquê. Havendo dor, o anestesista estará lá para ajudá-la.


Procure não ficar deitada o tempo todo, como se estivesse doente. Ande um pouco.
Os movimentos ajudam na descida da cabeça do neném e diminuem a dor.

Entre uma contração e outra, procure relaxar. Tome um banho de água morna, na banheira ou no chuveiro, conforme preferir.


Alarme falso?

De vez em quando, durante horas, você sente contrações. Depois, elas desaparecem. É o falso trabalho de parto. Parece, sim, mas a hora ainda não chegou.


Expulsão

Agora, a dilatação é total: 10 a 12 cm. A cada dez minutos, você sente três ou quatro contrações regulares e fortes. Enquanto isso, finalmente, seu bebê consegue passar a cabeça através do colo do útero e do anel ósseo da bacia. O grande momento chegou.

Na hora da expulsão, surge uma sensação de peso, pressão na vagina, e, num reflexo natural, você sente vontade de fazer força. Inspire, então, o ar, prenda-o e continue como se estivesse empurrando o neném para baixo. Relaxe e respire profundamente, depois.

Mal a cabecinha aparece - chama-se coroamento - o resto do corpo dele desliza facilmente para fora. E, pronto!, Aí está o seu filho.


Saída da placenta

Ainda não acabou: falta a placenta se desprender e ser expulsa através do canal do parto, o que deve acontecer de 10 a 20 minutos após o nascimento.

Dengue e Gravidez (Todo cuidado é pouco)!

Fonte - Redação Sempre Materna

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.

Existe pouca informação publicada a respeito dos riscos da dengue para mulheres grávidas. Apesar de muitas epidemias, nenhuma má formação congênita foi verificada depois de surtos da doença. Alguns casos reportados recentemente sugerem que, se a mãe estiver infectada com o vírus da dengue perto do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada também ou adquirir a doença no momento do parto.

Sempre Materna conversou com Rosana Richtmann, médica infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que esclarece algumas dúvidas sobre a dengue e suas conseqüências durante a gravidez.


Quais os riscos de se contrair dengue durante a gravidez?

Os riscos são os mesmos de uma pessoa não-gestante. O Aedes não tem nenhuma “atração” especial pelas grávidas. O problema é que, se uma gestante contrair a dengue, isso poderá implicar em algumas complicações indesejáveis na gestação como entrar em trabalho de parto prematuro, problemas de hemorragia no parto e até óbito fetal. Felizmente não parece existir má formação do feto nas pacientes que adquiriram dengue no início da gestação, apesar de haver estudos que indiquem um risco maior de aborto. As complicações aparecem mais no final de gestação.

Existe uma fase da gravidez em que seja mais perigoso contrair a doença?

Sim, é pior principalmente no final da gestação pois há risco de trabalho de parto prematuro e hemorragia no parto e no recém-nascido. Além da possibilidade da transmissão vertical da doença (da mãe para o recém-nascido).

O tratamento da doença é o mesmo para as gestantes?

Sim. Valem os mesmos cuidados: hidratação intensa, muito repouso e o uso de medicamentos para aliviar os sintomas. É importante lembrar que as gestantes não devem tomar nenhum remédio que não tenha sido prescrito pelo seu médico.

Como a gestante pode se proteger contra a dengue?

Evitando viajar para áreas onde estejam ocorrendo casos ou epidemia de dengue, usando calça comprida, meia e repelentes, não usando perfume (o mosquito é atraído por perfumes) e principalmente eliminando os possíveis criadouros do mosquito próximos à sua casa, local de trabalho etc. Nunca é demais lembrar: não deixe água parada em garrafas, pneus e bacias; limpe os pratos das plantas com escova e sabão e coloque areia; tampe caixas d´água, vasos sanitários, poços e latas de lixo; lave bebedouros de animais com escova e bucha e troque a água mais vezes na semana.

Se a lactante pegar dengue durante a amamentação há riscos para o bebê?

Não existe nenhum risco de contrair dengue através da amamentação. O recém-nascido deverá ser amamentado, pois receberá da mãe anticorpos para sua proteção.

O recém-nascido pode contrair dengue ou há algum tipo de imunização vinda da mãe?

Sim, o RN recebe anticorpos maternos. Mas ele pode adquirir dengue através da doença aguda da mãe em final de gestação. No entanto, os recém-nascidos que contraem dengue no nascimento e têm acompanhamento médico apropriado não apresentam nenhum tipo de seqüela.

Antes de se auto medicar procure sempre um médico!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Faça seu intestino funcionar!

FONTE - Revista Vida Natural & Equilíbrio
Por Letícia Gonçalves



O congestionamento do órgão pode provocar até mau humor. Elegemos cinco opções naturais para dar um empurrão e deixá-lo com hora certa para trabalhar

1ª opção

O que comer: beber um suco de laranja com mamão e uma colher (sopa) de linhaça triturada no café da manhã. Depois da refeição, sentar-se por 10 minutos no vaso sanitário, contraindo e relaxando o abdome.

Por que faz bem: o mamão, a laranja e a linhaça são ricos em fibras insolúveis, famosas por ajudarem na formação do bolo fecal. A linhaça ganha destaque: “Uma colher (sopa) tem 4,3 gramas de fibras”, afirma a nutricionista Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista. “Também é fonte de ômega-3, uma gordura poli-insaturada que, além de ser benéfica ao organismo, atua contra a constipação.” Triturar a semente no momento de consumi-la é a melhor maneira de aproveitar seus nutrientes, pois a casca pode passar intacta pelo tubo digestório.

No entanto, Ganc recomenda uma atenção especial com o alimento. “A linhaça aumenta a quantidade de gases, por isso, o exagero de fibras pode ser ruim”. Uma colher (sopa) no desjejum, por exemplo, é o suficiente para aliviar a constipação. A escolha pelo café da manhã, aliás, é proposital. Geralmente, o intestino grosso funciona melhor nessa hora, depois do desjejum. “De acordo com a medicina chinesa, o horário do órgão é das 5 às 7 da manhã”, conta Janice Chencinski. Portanto, reservar um momento nesse período para ir ao banheiro e estimular o movimento do músculo abdominal contribui para o intestino ter uma rotina.

Mas é importante lembrar que não é preciso fazer força para evacuar, apenas estimular uma vontade com o exercício de contração. Do mesmo modo, também não é saudável adiar a ida ao banheiro, algo comum de acontecer na correria do dia a dia. “Quem segura a vontade durante muito tempo provoca uma abolição no reflexo de evacuação”, adverte Ganc. Com isso, o relógio do intestino tende a ficar desregulado.

2ª opção

O que comer: uma laranja com bagaço após o almoço e o jantar e massagear o intestino, com movimentos circulares ao redor do umbigo.

Por que faz bem: aposte nas frutas consideradas laxativas como laranja, ameixa e mamão, pelo menos três porções por dia. E não dispense o bagaço, pois é nele que está a maior concentração de fibras. “Elas aceleram o trânsito intestinal” esclarece a nutricionista Lucy Tchakmakian. Em outras palavras, essas substâncias não são digeridas pelo organismo e vão direto ao intestino, solidificando as fezes e fazendo que ganhem peso e tamanho. Dessa forma, a eliminação fica mais fácil.

A massagem, por sua vez, é indicada pela medicina chinesa e serve de estímulo. A nutricionista Janice Chencinski recomenda que seja feita todos os dias pela manhã, antes de levantar da cama, servindo como forma de “despertar” o intestino. É simples: coloque a mão esquerda na virilha. Com a mão direita, faça movimentos circulares em volta do umbigo no sentido horário, repetindo 18 vezes. Depois, troque as mãos e repita o processo, dessa vez apenas nove vezes e no sentido anti-horário.

Massagear a barriga pela manhã é uma forma de despertar o intestino


Intestino funcionando

Conheça os alimentos que conferem uma flora intestinal saudável.

• Cereais, grãos, farinhas e pães: integral, de centeio ou de milho, linhaça e granola.
• Hortaliças em geral: beterraba, abóbora, cenoura, brócoli.
• Frutas: laranja e mexerica com bagaço, ameixa, mamão, kiwi, tamarindo, abacate, manga, jaca, melão, melancia, maçã e pera com casca, abacaxi, caqui, morango, uva, uva-passa, figo, ameixa e damasco secos, amendoim, castanha-de-caju, castanha do Brasil e amêndoas.
• Leguminosas: feijão, ervilhas, soja e grão-de-bico.
• Leite e derivados: leite, leite fermentado, queijo branco e iogurte.
• Carnes: de vaca (moderado), de galinha e de peixe.
• Óleos: azeite de oliva

3ª opção

O que comer: tomar leite fermentado ou iogurte com duas colheres (sopa) de granola no lanche da tarde e caminhar por 30 minutos todos os dias.

Por que faz bem: a granola entra no grupo de cereais ricos em fibras. Já o iogurte e o leite fermentado são bons porque possuem micro-organismos vivos. “São os lactobacilos e as bifidobactérias que conferem uma microflora intestinal saudável”, diz Lucy Tchakmakian. Eles são resistentes ao processo de digestão e chegam inteiros ao intestino, ajudando a recompor e a equilibrar a flora do órgão. São bons tanto para a constipação quanto para a diarreia.

Inserir alimentos como esses na dieta aumenta a chance do intestino funcionar sem preocupações. Além disso, o lanche da tarde fica entre duas das maiores refeições do dia. Por isso, nada como aproveitar o intervalo para dar um empurrãozinho positivo na digestão.

O exercício físico é outro fator fundamental. Quanto mais nos movemos, mais estimulamos os movimentos intestinais. “Mas é preciso manter uma prática física regular, não adianta se matricular na academia por apenas um mês”, lembra a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Santa Paula, em São Paulo. O melhor é juntar o útil ao agradável: procurar uma atividade prazerosa, sem exageros. “Para o intestino, uma simples caminhada até mesmo dentro de casa já colabora”, explica. Isso contribui também para o equilíbrio emocional, que interfere igualmente na prisão de ventre.


O uso de laxantes é prejudicial?

Depende do tipo e da frequência do uso. Algumas categorias de laxantes são mais prejudiciais e podem causar irritação, dor, cólica e outras consequências em longo prazo. “Tratamentos à base de fibras não apresentam maiores contraindicações. O uso de medicamentos, no entanto, deve ser sempre de acordo com a recomendação de um médico”, alerta a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Santa Paula. Também é preciso cuidado com o uso de laxantes por um longo período, pois isso pode desacostumar o intestino a trabalhar sozinho, causando dependência.

4ª opção

O que comer: trocar os cereais e farinhas brancas por integrais e mastigar bem os alimentos (pelo menos 15 vezes cada porção de alimentos colocada na boca).

Por que faz bem: fique de olho nos alimentos ricos em fibras solúveis, como as farinhas brancas. “Elas dão volume às fezes ao mesmo tempo em que retardam o esvaziamento gástrico, sendo uma das causas da constipação”, explica Lucy Tchakmakian. Por isso, a preferência por integrais, que possuem fibras insolúveis, é muito bem-vinda.

Também é melhor iniciar a refeição pela salada, que deve ser rica em vegetais e legumes crus. E aí entra o importante papel da mastigação, a primeira ação da digestão. “Os pedaços menores de alimentos são mais facilmente digeridos pelo organismo, facilitando a ação de enzimas digestivas”, afirma Janice Chencinski. Quem mastiga pouco faz que pedaços maiores cheguem ao intestino, provocando um efeito negativo: os nutrientes não são devidamente absorvidos e o bolo fecal tende a ficar endurecido.

A ingestão de água durante as refeições dilui o suco gástrico, o que prejudica a digestão

Problemas à vista

O consumo exagerado das opções abaixo emperra o intestino:

• Cereais, grãos, farinhas, pães e massas: arroz branco, biscoito salgado, pão branco, polvilho, torradas, macarrão, maisena e farinhas brancas em geral, como de trigo, de mandioca e de rosca.
• Hortaliças: cenoura cozida, batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa (mandioquinha) e mandioca.
• Frutas: banana, caju, cará, limão, maçã e pera (sem casca).
• Leite e derivados: queijo ricota.

5ª opção

O que comer: tomar um copo de água em jejum e respirar profundamente três vezes, tornando a expiração duas vezes mais lenta que a inspiração.

Por que faz bem: a água para a digestão é essencial, pois melhora a consistência das fezes, deixando-as macias. É sempre bom relembrar: no mínimo 2 litros por dia. A dica agora é tomar após um longo período sem comer, o que acontece quando acordamos. “Isso estimula o peristaltismo intestinal que permaneceu em repouso durante todo jejum noturno”, explica Lucy Tchakmakian, que acrescenta também outra forma de estimular esse movimento: fazer uso de alimentos quentes e frios no café da manhã. Já a ingestão de água durante as refeições não é uma boa opção. Pode provocar a dilatação do estômago, propiciando maior ingestão de alimentos, além de diluir o suco gástrico, o que prejudica a digestão.

A respiração profunda e consciente tem benefício duplo. Ela contribui para aliviar a tensão física e emocional. “Estresse, ansiedade, depressão e sobrecarga emocional de qualquer tipo podem interferir no intestino, provocando diarreia ou constipação”, esclarece a gastroenterologista Débora Poli. Além disso, a respiração profunda aumenta a pressão dentro da cavidade abdominal, servindo de estímulo à evacuação. “Ao respirar, nós baixamos o diafragma, aumentando a pressão sobre o intestino, como se estivéssemos fazendo uma compressão”, explica.

Receitinhas naturais

Suco laxativo 1

Ingredientes
½ mamão papaia sem semente
1 laranja com bagaço e sem semente
4 ameixas pretas secas sem caroço (deixar de molho na véspera em ½ copo de água)
2 colheres (sopa) de farelo de trigo
½ copo de iogurte desnatado
½ copo de água gelada

Preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Consuma de preferência em jejum.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo


Suco laxativo 2

Ingredientes
3 ameixas pretas (sem caroço)
1 copo de suco de laranja
1 fatia de mamão
1 colher (sobremesa) de mel ou açúcar mascavo

Preparo

Coloque as ameixas de molho em um copo com água na noite anterior. De manhã, bata no liquidificador as ameixas com os demais ingredientes e sirva.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo

Suco laxativo 3

Ingredientes
1 xícara (chá) de água
6 ameixas secas

Preparo

Ferva as ameixas junto com a água por 5 minutos, coe e sirva. Beba de preferência à noite.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo


Salada de verão

Ingredientes
4 folhas de alface
4 fatias de tomate
2 colheres (sopa) de cenoura crua ralada
1 unidade de palmito em conserva fatiado
1 fatia de abacaxi picado
1 colher (sopa) de uva-passa branca
1 unidade de noz triturada
1 castanha do Brasil triturada

Ingredientes do tempero
1 fio de azeite
1 colher (chá) de mel
2 colheres (chá) de mostarda

Preparo

Lave as folhas de alface, pique e junte todos os demais ingredientes. Tempere com azeite, mel e mostarda. Dica: consuma antes das grandes refeições.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo

Pré-eclâmpsia mata ao menos duas gestantes por dia no Brasil

Fonte - site uol Ciência e Saúde
Reportagem postada em 16/07/2010




Poucos casais que planejam ter filhos já ouviram falar em pré-eclâmpsia. Mas a doença, que acomete 5% das gestações em todo o mundo, é a principal causa de mortalidade materna no Brasil – ao menos duas mulheres morrem a cada dia por causa do problema, segundo o professor do departamento de obstetrícia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Nelson Sass. O médico preside o 1º Simpósio Internacional de Pré-Eclâmpsia, realizado neste fim de semana em São Paulo.

“Identificar precocemente a doença é fundamental para proteger a mãe e o bebê”, diz o médico. As consequências graves da pré-eclâmpsia para a mulher fazem dessa condição a principal causa de partos prematuros no país, com risco de danos neurológicos para a criança.

A enfermidade é caracterizada por pressão alta e perda de proteínas pela urina, consequência de falhas na filtragem que é feita pelos rins. Ainda não se sabe ao certo a causa da doença, apenas que se trata de uma espécie de reação exagerada do organismo da mulher ao feto. A propensão é maior entre gestantes hipertensas, com excesso de peso e cujas mães tiveram o problema.

Após iniciado o processo inflamatório, há risco de complicações como falência renal, insuficiência hepática, convulsões (eclâmpsia) e acidente vascular cerebral. Vale destacar que nem todo aumento de pressão na gravidez é sinônimo de pré-eclâmpsia.

Evolução silenciosa

Sass esclarece que a doença começa assim que o embrião chega ao útero, mas os sintomas só começam a aparecer a partir da 20ª semana de gestação. Algumas mulheres apresentam sinais de que a pressão aumentou, como dor de cabeça, tontura e visão borrada. Muitas também apresentam inchaço e ganho de peso repentino, decorrente da retenção de líquido, mas não levam os sintomas a sério por achar que fazem parte da gravidez. “É uma doença silenciosa, por isso é tão preocupante”, comenta.

Em geral, a pré-eclâmpsia é controlada com medidas paliativas, como o uso de medicamentos para baixar a pressão e evitar convulsões. Em alguns casos, também é indicada a aplicação de corticoide para melhorar o desenvolvimento do bebê. O problema, segundo o médico, é que muitas mulheres chegam ao hospital com os sintomas em estágio avançado e, nesses casos, a única alternativa é afastar da mulher o foco da inflamação, que é a placenta, imediatamente. Em outras palavras: é preciso antecipar o parto para evitar a morte da mãe e/ou do bebê.

Exames

Atualmente, o diagnóstico da pré-eclâmpsia é clínico (feito em consultório) e confirmado por exames que detectam a presença de proteínas na urina. Um dos tópicos do simpósio é a existência de marcadores no sangue que podem facilitar a detecção de alterações na placenta antes que os sintomas físicos da doença apareçam.

Como não há meios de prevenir a pré-eclâmpsia, Sass ressalta que a gestante deve ficar atenta a qualquer sintoma diferente e relatar ao profissional que a acompanha. “Na dúvida, é melhor procurar o médico logo do que esperar pela consulta seguinte do pré-natal”.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

UMA TABELA PARA TER À MÃO

Fonte - Profª Lucieli Neves

Maçã

Protege o seu coração
Evita constipação
Bloqueia a diarreia
Melhora capacidade dos pulmões


Damasco

Previne o câncer
Controla a pressão arterial
Protege a sua visão
Protege contra a doença de Alzheimer
Retarda o envelhecimento

Alcachofra

Ajuda na digestão
Baixa o colesterol
Protege o seu coração
Estabiliza o açúcar no sangue
Protege contra doenças do fígado


Abacate

Combate as diabetes
Baixa o colesterol
Previne as tromboses AVC
Controla pressão arterial
Suaviza a pele


Banana

Protege o seu coração
Atenua a tosse
Fortalece os ossos
Controla a pressão arterial
Bloqueia a diarreia


Feijão Evita constipações

Atenua a hemorroida
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Estabiliza o açúcar no sangue


Beterraba

Controla a pressão arterial
Previne o câncer
Fortalece os ossos
Protege o seu coração
Ajuda a perder peso


Baga de Mirtilho

Previne o câncer
Protege o seu coração
Estabiliza o açucar no sangue
Estimula a memória
Evita a Constipação


Brócolis

Fortalece os Ossos
Protege a Visão
Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial


Couve

Previne o câncer
Evita a prisão ventre
Ajuda a perder peso
Protege o seu coração
Atenua a hemorroida


Melão

Protege a Visão
Controla a pressão arterial
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico


Cenoura

Protege a Visão
Protege o seu coração
Evita a prisão de ventre
Previne o câncer
Ajuda a perder peso


Couve-Flor

Previne o câncer da Próstata
Previne o câncer da Mama
Fortalece os ossos
Elimina escoreações
Previne a doença do coração


Cereja

Protege o seu Coração
Previne o câncer
Acaba com as insônias
Retarda o envelhecimento
Protege contra a doença de Alzheimer


Castanha

Ajuda a perder peso
Protege o seu coração
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Controla a pressão arterial


Pimentão picante

Ajuda na digestão
Suaviza as dores da garganta
Remove abcessos
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico


Figo

Ajuda a perder peso
Previne as tromboses AVC
Baixa o colesterol
Previne o câncer
Controla a pressão arterial


Peixe

Protege o seu coração
Estimula a memória
Protege o seu coração
Previne o câncer
Fortalece o sistema imunológico


Linhaça

Ajuda a digestão
Combate as diabetes
Protege o seu coração
Fortalece o cére0bro
Fortalece o sistema imunológico


Alho

Baixa o colesterol
Controla a pressão arterial
Previne o câncer
Mata bactérias
Combate Fungos


Laranja

Protege contra ataques cardíacos
Promove a perda de peso
Previne as tromboses AVC
Previne o câncer da Próstata
Baixa o colesterol


Uva

Protege a Visão
Previne pedra nos rins
Previne o câncer
Aumenta o fluxo de sangue
Protege o seu coração


Chá Verde

Previne o câncer
Protege o seu coração
Previne as tromboses AVC
Ajuda a perder peso
Mata bactérias


Mel

Cicatrizante
Ajuda a digestão
Previne contra Úlceras
Aumenta a energia
Combate alergias


Limão

Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Suaviza a pele


Lima

Previne o câncer
Protege o seu coração
Controla a pressão arterial
Suaviza a pele


Manga

Previne o câncer
Estimula a memória
Regula a tiroíde
Ajuda na digestão
Protege contra a doença de Alzheimer


Cogumelo

Controla a pressão arterial
Baixa o colesterol
Mata bactérias
Previne o câncer
Fortalece os ossos


Aveia

Baixa o colesterol
Previne o câncer
Combate a diabetes
Evita constipação
Suaviza a pele


Cebola

Reduz risco de ataque cardíaco
Previne o câncer
Mata bactérias
Baixa o colesterol
Combate Fungos

Peras

Evita a Constipação
Previne o câncer
Previne as tromboses AVC
Ajuda a digestão


Abacaxi

Fortalece os ossos
Alivia a febre
Ajuda a disgestão
Bloqueia a diarreia



Ameixas

Retarda o envelhecimento
Evita Constipação
Estimula a memória
Baixa o colesterol
Protege contra doença do coração


Arroz

Protege o seu coração
Combate a diabetes
Previne pedra nos rins
Previne o câncer
Previne as tromboses AVC


Morango

Previne o câncer
Protege o seu coração
Estimula a memória
Acalma o stress


Batata doce

Protege a sua Visão
Aumenta a disposição
Combate o câncer
Fortalece os ossos

Tomate

Previne o câncer na próstata
Baixa o colesterol
Protege o seu Coração


Nozes

Baixa o colesterol
Previne o câncer
Estimula a memória
Melhora a disposição
Protege contra doenças do coração


Água

Ajuda a perder peso
Previne o câncer
Previne pedra nos rins
Suaviza a pele


Melancia

Previne o câncer na próstata
Promove a perda de peso
Baixa o colesterol

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

FONTE - GUIA DO BEBÊ (SITE UOL)
POR - Bruno Rodrigues
PUBLICADA EM - 09/12/2009



Infertilidade

Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.



E devido aos inúmeros projetos profissionais, cada vez mais as mulheres adiam o sonho de serem mães. O "momento certo" de engravidar para aquelas que têm o desejo de ser mãe sempre chega, para algumas mais cedo e para outras mais tarde, mas sempre chega.

Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.

Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.

Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.

Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.

Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.

Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:

Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.

Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.

Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.

Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH.

Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.

Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozóide, seus espermatozóides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.

Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.