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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Matéria importante "Idosos"

Fonte: O Dia.com.br
Por FRANCISCO EDSON ALVES

Projeto que obriga estado a oferecer cursos de defesa pessoal à terceira idade exporia alunos a riscos

Rio - Aprovado em primeira discussão pela Alerj, projeto de lei que cria o programa de defesa pessoal para idosos, obrigando estado, com as prefeituras, a oferecer ensino de artes marciais a quem tem mais de 60 anos, já rende polêmica. Embora o autor da proposta, deputado Tucalo (PP), afirme que a intenção é reforçar a saúde e deixar a terceira idade mais alerta para riscos de violência, médicos, policiais e donos de academias veem com reservas a prática para essa faixa etária, devido a riscos de acidentes.

“Minha ideia é melhorar a autoestima e a qualidade de vida de idosos e contribuir com a segurança, desenvolvendo neles o bom senso para que só reajam se houver clara chance de defesa”, diz Tucalo, lembrando que os idosos são alvos frequentes de bandidos. Só no 1º semestre de 2010, foram registrados 433 crimes contra idosos na Delegacia de Atendimento à Terceira Idade.

Pelo projeto, as aulas devem ser ministradas por professores de Educação Física especializados em artes marciais ou profissionais com cursos técnicos na área. O governo do estado só comentará o assunto quando o projeto for enviado ao Palácio Guanabara.

Idosos ouvidos por O DIA, se dividem. “Qualquer iniciativa que nos ajude a ficar mais atentos contra bandidos é válida”, acredita o aposentado Heni Miguel, 77. Maria Edwirges Larria, 64, discorda: “Não temos mais força para nos defender. Os mais novos é que têm que fazer isso por nós”.

O presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Rio, José Elias Soares Pinheiro, teme que idosos sejam submetidos a aulas sem o devido preparo físico e que os treinamentos sejam ministrados por pessoas sem experiência com a terceira idade. “Os idosos só devem praticar exercício após avaliação médica. A constituição óssea já está fragilizada e uma fratura pode resultar em óbito”, adverte.

Chefe do setor de investigação da 12ª DP (Copacabana), Antônio Ferreira, faixa-preta em jiu-jítsu, dá aula de defesa pessoal para idosos, mas recomenda nunca reagir em situação de risco. O especialista em kung-fu Renan Tobias alerta para a necessidade de especialização do professor e de cuidados com o local das aulas: “O espaço deve ter piso antiderrapante e outros itens para a segurança”, alerta.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Recomendação as futuras mamães!!!

Visite o site www.mmcare.com.br e conheça o trabalho que a fisioterapêuta Andréa Diniz faz voltado para as futuras mamães!!!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Atividade Física e Gestação (cuidados)

Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Atividade física na gravidez: Sinais de perigo



A atividade física moderada durante a gravidez ajuda a manter os músculos fortes e flexíveis, algo que é de grande valia na hora do parto. Os exercícios são bons também para relaxar, diminuir os desconfortos da gestação -- como a dor nas costas, a prisão de ventre e a retenção de líquido -- e facilitar a volta do corpo ao normal depois do nascimento do bebê.

Porém, tenha em mente que, com a gravidez, você passa por uma série de mudanças, o centro de gravidade do seu corpo se altera e o cansaço aparece bem mais rápido. Assim sendo, exercite-se com cuidado e, acima de tudo, preste muita atenção ao que seu corpo lhe diz. Ele indicará quando você tiver ido longe demais e puder estar correndo riscos.

Caso tenha qualquer dos sintomas descritos abaixo, procure um médico imediatamente.

Os itens assinalados com (*) são mais graves e indicam que o melhor é se encaminhar diretamente para um pronto-socorro ou atendimento de emergência.

• Sangramento vaginal (*)

Embora algumas mulheres tenham leves sangramentos (também conhecidos como spotting ou sangramento de escape) ao longo da gestação, o sangue não deixa de ser motivo de preocupação. No começo da gravidez, pode indicar um aborto espontâneo, e no segundo e terceiro trimestres, trabalho de parto prematuro, placenta prévia ou descolamento de placenta -- todas condições que exigem atenção médica sem demora.

• Visão embaçada (*)

Se sua visão começar a ficar embaçada no meio de algum exercício, isso pode ser sinal de uma desidratação, que provoca uma diminuição abrupta da pressão arterial. Com isso, o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais do feto pode ficar comprometido. Problemas na visão muitas vezes também indicam pré-eclâmpsia, um quadro caracterizado por pressão elevada, retenção de líquidos e presença de proteína na urina. A pré-eclâmpsia pode restringir drasticamente a quantidade de sangue que vai para a placenta e ser extremamente perigosa, tanto para o bebê quanto para a mãe.

• Náusea

Ao se exercitar além da conta, seu corpo pode ter produzido um excesso de ácido lático, uma substância proveniente do metabolismo dos músculos, que se acumula no estômago e provoca o mal-estar.

• Tontura

Tontura constante ou tontura acompanhada de perturbações na visão, dores de cabeça ou palpitações pode ser sintoma de uma anemia grave ou de alguma outra doença séria que pode afetar a gestação.

• Desmaio (*)

Seja no meio de uma aula de pilates ou em qualquer outro ambiente, um desmaio na gravidez é motivo de preocupação e exige uma visita ao médico. Pode ser simplesmente devido a uma desidratação, mas pode também ser por causa de problemas circulatórios significativos. Talvez seu cérebro não esteja recebendo oxigênio em quantidade suficiente, e a mesma coisa pode prejudicar o bebê.

• Falta de ar

Se, enquanto você estiver se exercitando, não conversar ou se suar demasiadamente, é bem provável que esteja exagerando. É claro que a atividade física limita um pouco o quanto se pode falar, mas não é para ficar completamente sem fôlego.

• Palpitações

Caso sinta qualquer sensação estranha no peito, diminua o ritmo dos exercícios ou pare de vez. A orientação padrão é que a frequência cardíaca das grávidas não ultrapasse os 140 batimentos por minuto, mas verifique com o seu obstetra se ele tem alguma recomendação mais específica para você.

• Aumento do inchaço nas mãos, pés e tornozelos

Pés e mãos podem acabar inchando um pouco depois de alguma atividade física, mas, se o inchaço for maior do que o de costume, pode ser sinal de pré-eclâmpsia.

• Dor aguda no peito ou no abdome (*)

Às vezes são só os músculos, mas esse tipo de dor pode ser também por causa de contrações. Nesses casos, os médicos encaminham as pacientes para um hospital, onde um monitor fetal indicará se se trata ou não de trabalho de parto.

• Mudança repentina na temperatura do corpo

Se suas mãos ficarem repentinamente pegajosas, se tiver calafrios ou ondas de calor, ouça o recado do seu corpo: ele está tendo dificuldade para regular a temperatura interna ou, em outras palavras, você está com febre. Isso pode ser perigoso para o feto, cuja temperatura pode subir junto com a sua.

Outro problema é que, à medida que você esquenta, o sangue que iria para o útero é desviado para a pele para tentar diminuir a temperatura do corpo, o que, em tese, reduz o fluxo de oxigênio para o bebê.

Portanto observe qualquer sintoma diferente ao prática uma atividade física durante este período, afinal fazer atividade física trará muitos benefícios a futura mamãe, porém desde que seja orientada por um profissional especializado!!!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Reportagem Jornal O Vale (caderno Saúde)

Jornalista responsável - Ana Cláuda Mattos
São José dos Campos
Impressa dia 04/08/2010 disponível no site www.ovale.com.br


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Todas as fases do trabalho de parto

Fonte - site TopBaby
Maria Amélia de Oliveira
Consultoria: Dr. Carlos Dale, ginecologista e obstetra. Chefe do Serviço de Videolaparoscopia do Instituto Fernandes Figueira/RJ



Não há regras para a duração do trabalho de parto. Varia de mulher para mulher. O que se pode é falar de uma média que vai de 12 a 14 horas, no caso do primeiro filho, e de 6 a 8 horas, para os outros.

Para ter o neném em seus braços, é preciso passar por três fases: dilatação, expulsão e saída da placenta. Vamos conhecer cada uma delas.


Dilatação
Uma fase que começa com as primeiras contrações do útero e termina com o início da expulsão do bebê. Estas contrações são involuntárias, regulares, freqüentes e duram, em média, de 40 a 60 segundos. Como uma onda, crescem aos poucos, atingem um ponto máximo e depois começam a diminuir. No início do trabalho de parto, elas aparecem com intervalos de cinco a dez minutos. Chegando ao final, você deve senti-las a cada dois ou três minutos.

O papel das contrações é o de abrir o colo do útero (até 10cm ou mais) para que forme uma espécie de canal único com a vagina, permitindo, assim, a passagem do bebê. Com medo deste momento? Não há porquê. Havendo dor, o anestesista estará lá para ajudá-la.


Procure não ficar deitada o tempo todo, como se estivesse doente. Ande um pouco.
Os movimentos ajudam na descida da cabeça do neném e diminuem a dor.

Entre uma contração e outra, procure relaxar. Tome um banho de água morna, na banheira ou no chuveiro, conforme preferir.


Alarme falso?

De vez em quando, durante horas, você sente contrações. Depois, elas desaparecem. É o falso trabalho de parto. Parece, sim, mas a hora ainda não chegou.


Expulsão

Agora, a dilatação é total: 10 a 12 cm. A cada dez minutos, você sente três ou quatro contrações regulares e fortes. Enquanto isso, finalmente, seu bebê consegue passar a cabeça através do colo do útero e do anel ósseo da bacia. O grande momento chegou.

Na hora da expulsão, surge uma sensação de peso, pressão na vagina, e, num reflexo natural, você sente vontade de fazer força. Inspire, então, o ar, prenda-o e continue como se estivesse empurrando o neném para baixo. Relaxe e respire profundamente, depois.

Mal a cabecinha aparece - chama-se coroamento - o resto do corpo dele desliza facilmente para fora. E, pronto!, Aí está o seu filho.


Saída da placenta

Ainda não acabou: falta a placenta se desprender e ser expulsa através do canal do parto, o que deve acontecer de 10 a 20 minutos após o nascimento.

Dengue e Gravidez (Todo cuidado é pouco)!

Fonte - Redação Sempre Materna

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.

Existe pouca informação publicada a respeito dos riscos da dengue para mulheres grávidas. Apesar de muitas epidemias, nenhuma má formação congênita foi verificada depois de surtos da doença. Alguns casos reportados recentemente sugerem que, se a mãe estiver infectada com o vírus da dengue perto do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada também ou adquirir a doença no momento do parto.

Sempre Materna conversou com Rosana Richtmann, médica infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que esclarece algumas dúvidas sobre a dengue e suas conseqüências durante a gravidez.


Quais os riscos de se contrair dengue durante a gravidez?

Os riscos são os mesmos de uma pessoa não-gestante. O Aedes não tem nenhuma “atração” especial pelas grávidas. O problema é que, se uma gestante contrair a dengue, isso poderá implicar em algumas complicações indesejáveis na gestação como entrar em trabalho de parto prematuro, problemas de hemorragia no parto e até óbito fetal. Felizmente não parece existir má formação do feto nas pacientes que adquiriram dengue no início da gestação, apesar de haver estudos que indiquem um risco maior de aborto. As complicações aparecem mais no final de gestação.

Existe uma fase da gravidez em que seja mais perigoso contrair a doença?

Sim, é pior principalmente no final da gestação pois há risco de trabalho de parto prematuro e hemorragia no parto e no recém-nascido. Além da possibilidade da transmissão vertical da doença (da mãe para o recém-nascido).

O tratamento da doença é o mesmo para as gestantes?

Sim. Valem os mesmos cuidados: hidratação intensa, muito repouso e o uso de medicamentos para aliviar os sintomas. É importante lembrar que as gestantes não devem tomar nenhum remédio que não tenha sido prescrito pelo seu médico.

Como a gestante pode se proteger contra a dengue?

Evitando viajar para áreas onde estejam ocorrendo casos ou epidemia de dengue, usando calça comprida, meia e repelentes, não usando perfume (o mosquito é atraído por perfumes) e principalmente eliminando os possíveis criadouros do mosquito próximos à sua casa, local de trabalho etc. Nunca é demais lembrar: não deixe água parada em garrafas, pneus e bacias; limpe os pratos das plantas com escova e sabão e coloque areia; tampe caixas d´água, vasos sanitários, poços e latas de lixo; lave bebedouros de animais com escova e bucha e troque a água mais vezes na semana.

Se a lactante pegar dengue durante a amamentação há riscos para o bebê?

Não existe nenhum risco de contrair dengue através da amamentação. O recém-nascido deverá ser amamentado, pois receberá da mãe anticorpos para sua proteção.

O recém-nascido pode contrair dengue ou há algum tipo de imunização vinda da mãe?

Sim, o RN recebe anticorpos maternos. Mas ele pode adquirir dengue através da doença aguda da mãe em final de gestação. No entanto, os recém-nascidos que contraem dengue no nascimento e têm acompanhamento médico apropriado não apresentam nenhum tipo de seqüela.

Antes de se auto medicar procure sempre um médico!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Faça seu intestino funcionar!

FONTE - Revista Vida Natural & Equilíbrio
Por Letícia Gonçalves



O congestionamento do órgão pode provocar até mau humor. Elegemos cinco opções naturais para dar um empurrão e deixá-lo com hora certa para trabalhar

1ª opção

O que comer: beber um suco de laranja com mamão e uma colher (sopa) de linhaça triturada no café da manhã. Depois da refeição, sentar-se por 10 minutos no vaso sanitário, contraindo e relaxando o abdome.

Por que faz bem: o mamão, a laranja e a linhaça são ricos em fibras insolúveis, famosas por ajudarem na formação do bolo fecal. A linhaça ganha destaque: “Uma colher (sopa) tem 4,3 gramas de fibras”, afirma a nutricionista Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista. “Também é fonte de ômega-3, uma gordura poli-insaturada que, além de ser benéfica ao organismo, atua contra a constipação.” Triturar a semente no momento de consumi-la é a melhor maneira de aproveitar seus nutrientes, pois a casca pode passar intacta pelo tubo digestório.

No entanto, Ganc recomenda uma atenção especial com o alimento. “A linhaça aumenta a quantidade de gases, por isso, o exagero de fibras pode ser ruim”. Uma colher (sopa) no desjejum, por exemplo, é o suficiente para aliviar a constipação. A escolha pelo café da manhã, aliás, é proposital. Geralmente, o intestino grosso funciona melhor nessa hora, depois do desjejum. “De acordo com a medicina chinesa, o horário do órgão é das 5 às 7 da manhã”, conta Janice Chencinski. Portanto, reservar um momento nesse período para ir ao banheiro e estimular o movimento do músculo abdominal contribui para o intestino ter uma rotina.

Mas é importante lembrar que não é preciso fazer força para evacuar, apenas estimular uma vontade com o exercício de contração. Do mesmo modo, também não é saudável adiar a ida ao banheiro, algo comum de acontecer na correria do dia a dia. “Quem segura a vontade durante muito tempo provoca uma abolição no reflexo de evacuação”, adverte Ganc. Com isso, o relógio do intestino tende a ficar desregulado.

2ª opção

O que comer: uma laranja com bagaço após o almoço e o jantar e massagear o intestino, com movimentos circulares ao redor do umbigo.

Por que faz bem: aposte nas frutas consideradas laxativas como laranja, ameixa e mamão, pelo menos três porções por dia. E não dispense o bagaço, pois é nele que está a maior concentração de fibras. “Elas aceleram o trânsito intestinal” esclarece a nutricionista Lucy Tchakmakian. Em outras palavras, essas substâncias não são digeridas pelo organismo e vão direto ao intestino, solidificando as fezes e fazendo que ganhem peso e tamanho. Dessa forma, a eliminação fica mais fácil.

A massagem, por sua vez, é indicada pela medicina chinesa e serve de estímulo. A nutricionista Janice Chencinski recomenda que seja feita todos os dias pela manhã, antes de levantar da cama, servindo como forma de “despertar” o intestino. É simples: coloque a mão esquerda na virilha. Com a mão direita, faça movimentos circulares em volta do umbigo no sentido horário, repetindo 18 vezes. Depois, troque as mãos e repita o processo, dessa vez apenas nove vezes e no sentido anti-horário.

Massagear a barriga pela manhã é uma forma de despertar o intestino


Intestino funcionando

Conheça os alimentos que conferem uma flora intestinal saudável.

• Cereais, grãos, farinhas e pães: integral, de centeio ou de milho, linhaça e granola.
• Hortaliças em geral: beterraba, abóbora, cenoura, brócoli.
• Frutas: laranja e mexerica com bagaço, ameixa, mamão, kiwi, tamarindo, abacate, manga, jaca, melão, melancia, maçã e pera com casca, abacaxi, caqui, morango, uva, uva-passa, figo, ameixa e damasco secos, amendoim, castanha-de-caju, castanha do Brasil e amêndoas.
• Leguminosas: feijão, ervilhas, soja e grão-de-bico.
• Leite e derivados: leite, leite fermentado, queijo branco e iogurte.
• Carnes: de vaca (moderado), de galinha e de peixe.
• Óleos: azeite de oliva

3ª opção

O que comer: tomar leite fermentado ou iogurte com duas colheres (sopa) de granola no lanche da tarde e caminhar por 30 minutos todos os dias.

Por que faz bem: a granola entra no grupo de cereais ricos em fibras. Já o iogurte e o leite fermentado são bons porque possuem micro-organismos vivos. “São os lactobacilos e as bifidobactérias que conferem uma microflora intestinal saudável”, diz Lucy Tchakmakian. Eles são resistentes ao processo de digestão e chegam inteiros ao intestino, ajudando a recompor e a equilibrar a flora do órgão. São bons tanto para a constipação quanto para a diarreia.

Inserir alimentos como esses na dieta aumenta a chance do intestino funcionar sem preocupações. Além disso, o lanche da tarde fica entre duas das maiores refeições do dia. Por isso, nada como aproveitar o intervalo para dar um empurrãozinho positivo na digestão.

O exercício físico é outro fator fundamental. Quanto mais nos movemos, mais estimulamos os movimentos intestinais. “Mas é preciso manter uma prática física regular, não adianta se matricular na academia por apenas um mês”, lembra a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Santa Paula, em São Paulo. O melhor é juntar o útil ao agradável: procurar uma atividade prazerosa, sem exageros. “Para o intestino, uma simples caminhada até mesmo dentro de casa já colabora”, explica. Isso contribui também para o equilíbrio emocional, que interfere igualmente na prisão de ventre.


O uso de laxantes é prejudicial?

Depende do tipo e da frequência do uso. Algumas categorias de laxantes são mais prejudiciais e podem causar irritação, dor, cólica e outras consequências em longo prazo. “Tratamentos à base de fibras não apresentam maiores contraindicações. O uso de medicamentos, no entanto, deve ser sempre de acordo com a recomendação de um médico”, alerta a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Santa Paula. Também é preciso cuidado com o uso de laxantes por um longo período, pois isso pode desacostumar o intestino a trabalhar sozinho, causando dependência.

4ª opção

O que comer: trocar os cereais e farinhas brancas por integrais e mastigar bem os alimentos (pelo menos 15 vezes cada porção de alimentos colocada na boca).

Por que faz bem: fique de olho nos alimentos ricos em fibras solúveis, como as farinhas brancas. “Elas dão volume às fezes ao mesmo tempo em que retardam o esvaziamento gástrico, sendo uma das causas da constipação”, explica Lucy Tchakmakian. Por isso, a preferência por integrais, que possuem fibras insolúveis, é muito bem-vinda.

Também é melhor iniciar a refeição pela salada, que deve ser rica em vegetais e legumes crus. E aí entra o importante papel da mastigação, a primeira ação da digestão. “Os pedaços menores de alimentos são mais facilmente digeridos pelo organismo, facilitando a ação de enzimas digestivas”, afirma Janice Chencinski. Quem mastiga pouco faz que pedaços maiores cheguem ao intestino, provocando um efeito negativo: os nutrientes não são devidamente absorvidos e o bolo fecal tende a ficar endurecido.

A ingestão de água durante as refeições dilui o suco gástrico, o que prejudica a digestão

Problemas à vista

O consumo exagerado das opções abaixo emperra o intestino:

• Cereais, grãos, farinhas, pães e massas: arroz branco, biscoito salgado, pão branco, polvilho, torradas, macarrão, maisena e farinhas brancas em geral, como de trigo, de mandioca e de rosca.
• Hortaliças: cenoura cozida, batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa (mandioquinha) e mandioca.
• Frutas: banana, caju, cará, limão, maçã e pera (sem casca).
• Leite e derivados: queijo ricota.

5ª opção

O que comer: tomar um copo de água em jejum e respirar profundamente três vezes, tornando a expiração duas vezes mais lenta que a inspiração.

Por que faz bem: a água para a digestão é essencial, pois melhora a consistência das fezes, deixando-as macias. É sempre bom relembrar: no mínimo 2 litros por dia. A dica agora é tomar após um longo período sem comer, o que acontece quando acordamos. “Isso estimula o peristaltismo intestinal que permaneceu em repouso durante todo jejum noturno”, explica Lucy Tchakmakian, que acrescenta também outra forma de estimular esse movimento: fazer uso de alimentos quentes e frios no café da manhã. Já a ingestão de água durante as refeições não é uma boa opção. Pode provocar a dilatação do estômago, propiciando maior ingestão de alimentos, além de diluir o suco gástrico, o que prejudica a digestão.

A respiração profunda e consciente tem benefício duplo. Ela contribui para aliviar a tensão física e emocional. “Estresse, ansiedade, depressão e sobrecarga emocional de qualquer tipo podem interferir no intestino, provocando diarreia ou constipação”, esclarece a gastroenterologista Débora Poli. Além disso, a respiração profunda aumenta a pressão dentro da cavidade abdominal, servindo de estímulo à evacuação. “Ao respirar, nós baixamos o diafragma, aumentando a pressão sobre o intestino, como se estivéssemos fazendo uma compressão”, explica.

Receitinhas naturais

Suco laxativo 1

Ingredientes
½ mamão papaia sem semente
1 laranja com bagaço e sem semente
4 ameixas pretas secas sem caroço (deixar de molho na véspera em ½ copo de água)
2 colheres (sopa) de farelo de trigo
½ copo de iogurte desnatado
½ copo de água gelada

Preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Consuma de preferência em jejum.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo


Suco laxativo 2

Ingredientes
3 ameixas pretas (sem caroço)
1 copo de suco de laranja
1 fatia de mamão
1 colher (sobremesa) de mel ou açúcar mascavo

Preparo

Coloque as ameixas de molho em um copo com água na noite anterior. De manhã, bata no liquidificador as ameixas com os demais ingredientes e sirva.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo

Suco laxativo 3

Ingredientes
1 xícara (chá) de água
6 ameixas secas

Preparo

Ferva as ameixas junto com a água por 5 minutos, coe e sirva. Beba de preferência à noite.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo


Salada de verão

Ingredientes
4 folhas de alface
4 fatias de tomate
2 colheres (sopa) de cenoura crua ralada
1 unidade de palmito em conserva fatiado
1 fatia de abacaxi picado
1 colher (sopa) de uva-passa branca
1 unidade de noz triturada
1 castanha do Brasil triturada

Ingredientes do tempero
1 fio de azeite
1 colher (chá) de mel
2 colheres (chá) de mostarda

Preparo

Lave as folhas de alface, pique e junte todos os demais ingredientes. Tempere com azeite, mel e mostarda. Dica: consuma antes das grandes refeições.

Rendimento
1 porção

Fonte: Lucy Tchakmakian, coordenadora adjunta do Curso de Nutrição do Centro Universitário São Camilo