Minha escolha, minha profissão

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Matéria importante "Idosos"

Fonte: O Dia.com.br
Por FRANCISCO EDSON ALVES

Projeto que obriga estado a oferecer cursos de defesa pessoal à terceira idade exporia alunos a riscos

Rio - Aprovado em primeira discussão pela Alerj, projeto de lei que cria o programa de defesa pessoal para idosos, obrigando estado, com as prefeituras, a oferecer ensino de artes marciais a quem tem mais de 60 anos, já rende polêmica. Embora o autor da proposta, deputado Tucalo (PP), afirme que a intenção é reforçar a saúde e deixar a terceira idade mais alerta para riscos de violência, médicos, policiais e donos de academias veem com reservas a prática para essa faixa etária, devido a riscos de acidentes.

“Minha ideia é melhorar a autoestima e a qualidade de vida de idosos e contribuir com a segurança, desenvolvendo neles o bom senso para que só reajam se houver clara chance de defesa”, diz Tucalo, lembrando que os idosos são alvos frequentes de bandidos. Só no 1º semestre de 2010, foram registrados 433 crimes contra idosos na Delegacia de Atendimento à Terceira Idade.

Pelo projeto, as aulas devem ser ministradas por professores de Educação Física especializados em artes marciais ou profissionais com cursos técnicos na área. O governo do estado só comentará o assunto quando o projeto for enviado ao Palácio Guanabara.

Idosos ouvidos por O DIA, se dividem. “Qualquer iniciativa que nos ajude a ficar mais atentos contra bandidos é válida”, acredita o aposentado Heni Miguel, 77. Maria Edwirges Larria, 64, discorda: “Não temos mais força para nos defender. Os mais novos é que têm que fazer isso por nós”.

O presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Rio, José Elias Soares Pinheiro, teme que idosos sejam submetidos a aulas sem o devido preparo físico e que os treinamentos sejam ministrados por pessoas sem experiência com a terceira idade. “Os idosos só devem praticar exercício após avaliação médica. A constituição óssea já está fragilizada e uma fratura pode resultar em óbito”, adverte.

Chefe do setor de investigação da 12ª DP (Copacabana), Antônio Ferreira, faixa-preta em jiu-jítsu, dá aula de defesa pessoal para idosos, mas recomenda nunca reagir em situação de risco. O especialista em kung-fu Renan Tobias alerta para a necessidade de especialização do professor e de cuidados com o local das aulas: “O espaço deve ter piso antiderrapante e outros itens para a segurança”, alerta.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Recomendação as futuras mamães!!!

Visite o site www.mmcare.com.br e conheça o trabalho que a fisioterapêuta Andréa Diniz faz voltado para as futuras mamães!!!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Atividade Física e Gestação (cuidados)

Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Atividade física na gravidez: Sinais de perigo



A atividade física moderada durante a gravidez ajuda a manter os músculos fortes e flexíveis, algo que é de grande valia na hora do parto. Os exercícios são bons também para relaxar, diminuir os desconfortos da gestação -- como a dor nas costas, a prisão de ventre e a retenção de líquido -- e facilitar a volta do corpo ao normal depois do nascimento do bebê.

Porém, tenha em mente que, com a gravidez, você passa por uma série de mudanças, o centro de gravidade do seu corpo se altera e o cansaço aparece bem mais rápido. Assim sendo, exercite-se com cuidado e, acima de tudo, preste muita atenção ao que seu corpo lhe diz. Ele indicará quando você tiver ido longe demais e puder estar correndo riscos.

Caso tenha qualquer dos sintomas descritos abaixo, procure um médico imediatamente.

Os itens assinalados com (*) são mais graves e indicam que o melhor é se encaminhar diretamente para um pronto-socorro ou atendimento de emergência.

• Sangramento vaginal (*)

Embora algumas mulheres tenham leves sangramentos (também conhecidos como spotting ou sangramento de escape) ao longo da gestação, o sangue não deixa de ser motivo de preocupação. No começo da gravidez, pode indicar um aborto espontâneo, e no segundo e terceiro trimestres, trabalho de parto prematuro, placenta prévia ou descolamento de placenta -- todas condições que exigem atenção médica sem demora.

• Visão embaçada (*)

Se sua visão começar a ficar embaçada no meio de algum exercício, isso pode ser sinal de uma desidratação, que provoca uma diminuição abrupta da pressão arterial. Com isso, o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais do feto pode ficar comprometido. Problemas na visão muitas vezes também indicam pré-eclâmpsia, um quadro caracterizado por pressão elevada, retenção de líquidos e presença de proteína na urina. A pré-eclâmpsia pode restringir drasticamente a quantidade de sangue que vai para a placenta e ser extremamente perigosa, tanto para o bebê quanto para a mãe.

• Náusea

Ao se exercitar além da conta, seu corpo pode ter produzido um excesso de ácido lático, uma substância proveniente do metabolismo dos músculos, que se acumula no estômago e provoca o mal-estar.

• Tontura

Tontura constante ou tontura acompanhada de perturbações na visão, dores de cabeça ou palpitações pode ser sintoma de uma anemia grave ou de alguma outra doença séria que pode afetar a gestação.

• Desmaio (*)

Seja no meio de uma aula de pilates ou em qualquer outro ambiente, um desmaio na gravidez é motivo de preocupação e exige uma visita ao médico. Pode ser simplesmente devido a uma desidratação, mas pode também ser por causa de problemas circulatórios significativos. Talvez seu cérebro não esteja recebendo oxigênio em quantidade suficiente, e a mesma coisa pode prejudicar o bebê.

• Falta de ar

Se, enquanto você estiver se exercitando, não conversar ou se suar demasiadamente, é bem provável que esteja exagerando. É claro que a atividade física limita um pouco o quanto se pode falar, mas não é para ficar completamente sem fôlego.

• Palpitações

Caso sinta qualquer sensação estranha no peito, diminua o ritmo dos exercícios ou pare de vez. A orientação padrão é que a frequência cardíaca das grávidas não ultrapasse os 140 batimentos por minuto, mas verifique com o seu obstetra se ele tem alguma recomendação mais específica para você.

• Aumento do inchaço nas mãos, pés e tornozelos

Pés e mãos podem acabar inchando um pouco depois de alguma atividade física, mas, se o inchaço for maior do que o de costume, pode ser sinal de pré-eclâmpsia.

• Dor aguda no peito ou no abdome (*)

Às vezes são só os músculos, mas esse tipo de dor pode ser também por causa de contrações. Nesses casos, os médicos encaminham as pacientes para um hospital, onde um monitor fetal indicará se se trata ou não de trabalho de parto.

• Mudança repentina na temperatura do corpo

Se suas mãos ficarem repentinamente pegajosas, se tiver calafrios ou ondas de calor, ouça o recado do seu corpo: ele está tendo dificuldade para regular a temperatura interna ou, em outras palavras, você está com febre. Isso pode ser perigoso para o feto, cuja temperatura pode subir junto com a sua.

Outro problema é que, à medida que você esquenta, o sangue que iria para o útero é desviado para a pele para tentar diminuir a temperatura do corpo, o que, em tese, reduz o fluxo de oxigênio para o bebê.

Portanto observe qualquer sintoma diferente ao prática uma atividade física durante este período, afinal fazer atividade física trará muitos benefícios a futura mamãe, porém desde que seja orientada por um profissional especializado!!!!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Reportagem Jornal O Vale (caderno Saúde)

Jornalista responsável - Ana Cláuda Mattos
São José dos Campos
Impressa dia 04/08/2010 disponível no site www.ovale.com.br


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Todas as fases do trabalho de parto

Fonte - site TopBaby
Maria Amélia de Oliveira
Consultoria: Dr. Carlos Dale, ginecologista e obstetra. Chefe do Serviço de Videolaparoscopia do Instituto Fernandes Figueira/RJ



Não há regras para a duração do trabalho de parto. Varia de mulher para mulher. O que se pode é falar de uma média que vai de 12 a 14 horas, no caso do primeiro filho, e de 6 a 8 horas, para os outros.

Para ter o neném em seus braços, é preciso passar por três fases: dilatação, expulsão e saída da placenta. Vamos conhecer cada uma delas.


Dilatação
Uma fase que começa com as primeiras contrações do útero e termina com o início da expulsão do bebê. Estas contrações são involuntárias, regulares, freqüentes e duram, em média, de 40 a 60 segundos. Como uma onda, crescem aos poucos, atingem um ponto máximo e depois começam a diminuir. No início do trabalho de parto, elas aparecem com intervalos de cinco a dez minutos. Chegando ao final, você deve senti-las a cada dois ou três minutos.

O papel das contrações é o de abrir o colo do útero (até 10cm ou mais) para que forme uma espécie de canal único com a vagina, permitindo, assim, a passagem do bebê. Com medo deste momento? Não há porquê. Havendo dor, o anestesista estará lá para ajudá-la.


Procure não ficar deitada o tempo todo, como se estivesse doente. Ande um pouco.
Os movimentos ajudam na descida da cabeça do neném e diminuem a dor.

Entre uma contração e outra, procure relaxar. Tome um banho de água morna, na banheira ou no chuveiro, conforme preferir.


Alarme falso?

De vez em quando, durante horas, você sente contrações. Depois, elas desaparecem. É o falso trabalho de parto. Parece, sim, mas a hora ainda não chegou.


Expulsão

Agora, a dilatação é total: 10 a 12 cm. A cada dez minutos, você sente três ou quatro contrações regulares e fortes. Enquanto isso, finalmente, seu bebê consegue passar a cabeça através do colo do útero e do anel ósseo da bacia. O grande momento chegou.

Na hora da expulsão, surge uma sensação de peso, pressão na vagina, e, num reflexo natural, você sente vontade de fazer força. Inspire, então, o ar, prenda-o e continue como se estivesse empurrando o neném para baixo. Relaxe e respire profundamente, depois.

Mal a cabecinha aparece - chama-se coroamento - o resto do corpo dele desliza facilmente para fora. E, pronto!, Aí está o seu filho.


Saída da placenta

Ainda não acabou: falta a placenta se desprender e ser expulsa através do canal do parto, o que deve acontecer de 10 a 20 minutos após o nascimento.

Dengue e Gravidez (Todo cuidado é pouco)!

Fonte - Redação Sempre Materna

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.

Existe pouca informação publicada a respeito dos riscos da dengue para mulheres grávidas. Apesar de muitas epidemias, nenhuma má formação congênita foi verificada depois de surtos da doença. Alguns casos reportados recentemente sugerem que, se a mãe estiver infectada com o vírus da dengue perto do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada também ou adquirir a doença no momento do parto.

Sempre Materna conversou com Rosana Richtmann, médica infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que esclarece algumas dúvidas sobre a dengue e suas conseqüências durante a gravidez.


Quais os riscos de se contrair dengue durante a gravidez?

Os riscos são os mesmos de uma pessoa não-gestante. O Aedes não tem nenhuma “atração” especial pelas grávidas. O problema é que, se uma gestante contrair a dengue, isso poderá implicar em algumas complicações indesejáveis na gestação como entrar em trabalho de parto prematuro, problemas de hemorragia no parto e até óbito fetal. Felizmente não parece existir má formação do feto nas pacientes que adquiriram dengue no início da gestação, apesar de haver estudos que indiquem um risco maior de aborto. As complicações aparecem mais no final de gestação.

Existe uma fase da gravidez em que seja mais perigoso contrair a doença?

Sim, é pior principalmente no final da gestação pois há risco de trabalho de parto prematuro e hemorragia no parto e no recém-nascido. Além da possibilidade da transmissão vertical da doença (da mãe para o recém-nascido).

O tratamento da doença é o mesmo para as gestantes?

Sim. Valem os mesmos cuidados: hidratação intensa, muito repouso e o uso de medicamentos para aliviar os sintomas. É importante lembrar que as gestantes não devem tomar nenhum remédio que não tenha sido prescrito pelo seu médico.

Como a gestante pode se proteger contra a dengue?

Evitando viajar para áreas onde estejam ocorrendo casos ou epidemia de dengue, usando calça comprida, meia e repelentes, não usando perfume (o mosquito é atraído por perfumes) e principalmente eliminando os possíveis criadouros do mosquito próximos à sua casa, local de trabalho etc. Nunca é demais lembrar: não deixe água parada em garrafas, pneus e bacias; limpe os pratos das plantas com escova e sabão e coloque areia; tampe caixas d´água, vasos sanitários, poços e latas de lixo; lave bebedouros de animais com escova e bucha e troque a água mais vezes na semana.

Se a lactante pegar dengue durante a amamentação há riscos para o bebê?

Não existe nenhum risco de contrair dengue através da amamentação. O recém-nascido deverá ser amamentado, pois receberá da mãe anticorpos para sua proteção.

O recém-nascido pode contrair dengue ou há algum tipo de imunização vinda da mãe?

Sim, o RN recebe anticorpos maternos. Mas ele pode adquirir dengue através da doença aguda da mãe em final de gestação. No entanto, os recém-nascidos que contraem dengue no nascimento e têm acompanhamento médico apropriado não apresentam nenhum tipo de seqüela.

Antes de se auto medicar procure sempre um médico!