Fonte - site Minha Vida
Publicado em 22/3/2011 por Fernando Menezes
No Dia Mundial da Água, entenda como esse líquido é um santo remédio para o corpo
Quem consome água de forma regular durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e até fica mais bonito. "A água tem um papel regulador de muitas funções de nosso organismo. a quantidade de água que consumimos tem um papel fundamental desde o controle da temperatura até o bom funcionamento do sistema circulatório", explica o fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp.
Para saber a quantidade certa de água para consumir, basta multiplicar o seu peso corporal por 0,03. Assim, uma pessoa com 70 quilos, por exemplo, deve tomar aproximadamente 2,1 litros de líquido por dia. "É importante lembrar que esse cálculo é feito de maneira geral, mas a necessidade de água varia de pessoa para pessoa. Uma atleta de alto rendimento, por exemplo, pode perder um litro de água por hora, e por isso precisa de uma maior ingestão", diz o fisiologista. A seguir, conheça 12 motivos para deixar sempre um copo de água por perto.
1.Controlar a pressão sanguínea: Um estudo feito pela Vanderbilt University Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a água sem nenhum aditivo pode ter um papel importante para regular a pressão sanguínea. "A água tem grande influencia no controle da pressão, já que a sua presença determina a densidade do sangue. É por isso que em alguns aparelhos medidores, a pressão é medida em porcentagem de água no sangue", explica Raul Santo.
2.Previne cãibras:As cãibras aparecem quando há um desequilíbrio hidroelétrico em nossos músculos, causando uma contração involuntária da musculatura. "Elas acontecem por que existe um desequilíbrio na quantidade de água de nossos músculos. Beber água regularmente ajuda manter o equilíbrio hidroelétrico e o bom funcionamento das células musculares", diz o fisiologista.
3.Protege o coração: Um estudo feito pela Loma Linda University, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que bebem mais de cinco copos, o que equivale em média a dois litros, de água diariamente, têm menos chances de sofrer ataques cardíacos ou outras doenças do coração do que aqueles que bebem menos do que isso. "Com o sangue mais diluído, ele flui com mais facilidade pelos vasos sanguíneos, diminuindo as chances de infartos e derrames", explica o fisiologista.
4.Melhora o funcionamento do intestino: Quando o intestino não está funcionando muito bem, uma boa dica é comer mais fibras e ingerir mais água também. Aliás, ingerir muitas fibras e pouca água provoca o efeito reverso: intestino preso. Isso mesmo, a água auxilia na lubrificação das paredes intestinais e na movimentação do bolo fecal, evitando constipação e a formação de gases.
5.Aumenta a resistência física: Durante exercícios físicos, a perda de água pelo suor faz com que nosso desempenho piore. Esse processo pode ser observado também longe do treino. De acordo com o especialista, algumas profissões exigem um esforço muito grande do corpo, e consequentemente, há uma perda maior de água pela transpiração. "Um carteiro ou um entregador, por exemplo, se não tomarem cuidado com a hidratação, não conseguirão fazer um bom trabalho, já que realizam um esforço físico muito grande durante o dia". Além da hidratação, a água ajuda a controlar a temperatura do corpo, e assim melhora o rendimento em alguns esportes.
6.Limpa o organismo: De acordo com a nutricionista Márcia Curzio, o consumo de água é vital para o bom funcionamento do organismo, já que quando não nos hidratamos corretamente, substâncias tóxicas e prejudiciais ficam retidas no organismo, abrindo o caminho para o aparecimento de algumas doenças. "A cada 500 gramas de gordura que o organismo metaboliza, são produzidos e despejados no organismo cerca de 550 gramas de um mix de água e resíduos que tende a se acumular cada vez mais. Para que sejam eliminados, só há um meio: botar mais água para circular no corpo, o que proporciona uma espécie de faxina interna, garantindo o equilíbrio hídrico do organismo", explica Márcia Curzio.
7.Protege contra pedra nos rins: Beber muita água é a principal maneira de se proteger da formação de um cálculo no rim. Quanto mais água bebermos, mais o nosso sangue circulará e ficará diluído, facilitando o trabalho dos rins na hora de excretar nutrientes que não são mais necessários em nosso organismo. "A ingestão continua de água faz com que nossos rins trabalhem constantemente devido ao maior volume de sangue. E isso acontece sem sobrecarregar os rins, mantendo sua função de "limpar" o sangue eficiente", diz o urologista Roberto Maluf, do Hospital Santa Cruz.
8.Transporte de nutrientes A água também é fundamental para que ocorra um bom transporte de nutrientes em nosso organismo. Segundo o fisiologista Raul Sano, sem ela, o sangue fica mais denso e, consequentemente, menos capaz de transportar nutrientes como vitaminas e minerais para nossas células. "A parte líquida do sangue, chamada de plasma, deve corresponder a 55% do sangue. Se essa proporção diminui pela falta de água, as células não recebem todos os nutrientes que deveriam".
9.Ajuda a emagrecer: Por aumentar a atividade no sistema nervoso, e assim elevar o nível de energia gasto, o hábito de beber água constantemente também promove a perda de peso. De acordo com cientistas do Vanderbilt University Medical Center, uma pessoa que beba três copos de água por dia pode perder três quilos em um ano, sem mudar em mais nada sua rotina. Isso não resolve o problema de excesso de peso, mas ajuda quem quer emagrecer a entender como o sistema nervoso funciona. De acordo com a endocrinologista Alessandra Rascovski, se ingerirmos bastante líquido durante o dia, conseguiremos manter o estômago relativamente preenchido. Isso significa maior saciedade e, por sua vez, menor comida ingerida.
10.Protege os olhos: Manter o organismo hidratado é essencial para que os olhos fiquem protegidos de lesões. "Os olhos são órgãos muitos sensíveis a desidratação. Por isso, manter o organismo com níveis de água elevados, protege os olhos de ressecamento que podem levar a problemas oculares como inflamações e infecções", diz Raul Santo.
11.Absorção de vitaminas: Algumas vitaminas, como a vitamina A, B e C são hidrossolúveis, ou seja, só são absorvidas pelo organismo com a presença de água. "Ao contrário das vitaminas lipossolúveis, que ficam armazenadas no tecido adiposo, as vitaminas hidrossolúveis precisam ser consumidas regularmente, assim como a água, já que são eliminadas pela urina", diz Raul Santo.
12. Manter a pele jovem: Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. "Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele.
O que vc esta esperando????
Garrafinha de água sempre a mão
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
quarta-feira, 23 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Manual de Aleitamento Materno
Fonte - site A B C do Bebê
Por - Renata Nicola Deodato
Aux. de Enfermagem e Acadêmica de Enfermagem
e-mail: deodat@terra.com.br
O leite materno é um alimento rico em imunoglobulinas, que são anticorpos necessários e importantes para a proteção biológica do bebê.
Preparação das mamas:
Não usar óleo ou hidratante na região dos mamilos e aréola;
Usar bucha vegetal no banho nesta mesma região;
Se possível tomar sol durante a manhã por mais ou menos 15 minutos, umas 2 vezes por semana;
Manter as mamas sempre secas e sustentadas com sutiãs reforçados e específicos.
Todos esses cuidados ajudam a fortalecer os mamilos para uma amamentação saudável.
Técnicas do aleitamento:
Limpar / lavar os mamilos com água;
Posicionar-se de maneira confortável e trazer o bebê para suas mamas com a barriguinha dele voltada para seu abdome e o braço inferior para baixo;
Dirigir a boca do recém-nascido, abrangendo o mamilo e a maior parte da aréola;
Observar se sua boquinha está como "boca de peixe”; se não estiver, retirar e adaptar novamente, pois esta é a maneira correta de sucção, onde não haverá problemas como dor ou incômodos para a mãe;
Ao retirar o bebê da mama, a mãe deverá usar seu dedo mínimo no canto da boquinha do bebê, de maneira lenta e cuidadosa para não machucar ambos.
Deve-se deixar o bebê mamar até que a mama esvazie por inteiro e se ele quiser mais, passá-lo para a outra; se não, na próxima mamada iniciar por aquela que não foi oferecida.
No caso da mãe possuir muito leite, sempre que o bebê estiver satisfeito verificar se as mamas ainda estão cheias e então esvaziá-las com a ordenha manual ou mecânica da seguinte maneira:
Fazer massagem circular em toda a mama, principalmente se houver nódulos (acúmulo de leite localizado);
Com a mão em formato de C (dedo polegar e indicador) inicia-se a ordenha da base da mama até o mamilo, tirando assim o leite restante. Em caso de necessitar a ordenha manual ou mecânica, solicitar que o seu obstetra ou enfermeira a ensinem.
Sempre que terminar de amamentar ou ordenhar, passar um pouco de leite materno nos mamilos, isso ajuda a hidratá-los e eventualmente até a cicatrizá-los.
Conduta na intercorrência:
No caso de fissuras existem algumas alternativas a fim de não suspender a lactação, tais como:
Substâncias químicas cicatrizantes (pomadas ou cremes);
Terapias alternativas (casca de banana ou mamão);
Irradiação luminosa (solar ou artificial);
Seguindo as orientações expostas, dificilmente ocorrerão complicações durante o aleitamento. Resumidamente, as principais intercorrências são: fissuras ou rágadas mamilares persistentes (“mamilas rachadas”), engurgitamento mamário sem resolução com as manobras citadas (“mamadas inchadas e dolorosas”), hipogalactia (“pouco leite”) e mastite puerperal (“infecção mamária”). Em todos estes casos o obstetra deverá ser comunicado e fará o tratamento mais adequado.
Por - Renata Nicola Deodato
Aux. de Enfermagem e Acadêmica de Enfermagem
e-mail: deodat@terra.com.br
O leite materno é um alimento rico em imunoglobulinas, que são anticorpos necessários e importantes para a proteção biológica do bebê.
Preparação das mamas:
Não usar óleo ou hidratante na região dos mamilos e aréola;
Usar bucha vegetal no banho nesta mesma região;
Se possível tomar sol durante a manhã por mais ou menos 15 minutos, umas 2 vezes por semana;
Manter as mamas sempre secas e sustentadas com sutiãs reforçados e específicos.
Todos esses cuidados ajudam a fortalecer os mamilos para uma amamentação saudável.
Técnicas do aleitamento:
Limpar / lavar os mamilos com água;
Posicionar-se de maneira confortável e trazer o bebê para suas mamas com a barriguinha dele voltada para seu abdome e o braço inferior para baixo;
Dirigir a boca do recém-nascido, abrangendo o mamilo e a maior parte da aréola;
Observar se sua boquinha está como "boca de peixe”; se não estiver, retirar e adaptar novamente, pois esta é a maneira correta de sucção, onde não haverá problemas como dor ou incômodos para a mãe;
Ao retirar o bebê da mama, a mãe deverá usar seu dedo mínimo no canto da boquinha do bebê, de maneira lenta e cuidadosa para não machucar ambos.
Deve-se deixar o bebê mamar até que a mama esvazie por inteiro e se ele quiser mais, passá-lo para a outra; se não, na próxima mamada iniciar por aquela que não foi oferecida.
No caso da mãe possuir muito leite, sempre que o bebê estiver satisfeito verificar se as mamas ainda estão cheias e então esvaziá-las com a ordenha manual ou mecânica da seguinte maneira:
Fazer massagem circular em toda a mama, principalmente se houver nódulos (acúmulo de leite localizado);
Com a mão em formato de C (dedo polegar e indicador) inicia-se a ordenha da base da mama até o mamilo, tirando assim o leite restante. Em caso de necessitar a ordenha manual ou mecânica, solicitar que o seu obstetra ou enfermeira a ensinem.
Sempre que terminar de amamentar ou ordenhar, passar um pouco de leite materno nos mamilos, isso ajuda a hidratá-los e eventualmente até a cicatrizá-los.
Conduta na intercorrência:
No caso de fissuras existem algumas alternativas a fim de não suspender a lactação, tais como:
Substâncias químicas cicatrizantes (pomadas ou cremes);
Terapias alternativas (casca de banana ou mamão);
Irradiação luminosa (solar ou artificial);
Seguindo as orientações expostas, dificilmente ocorrerão complicações durante o aleitamento. Resumidamente, as principais intercorrências são: fissuras ou rágadas mamilares persistentes (“mamilas rachadas”), engurgitamento mamário sem resolução com as manobras citadas (“mamadas inchadas e dolorosas”), hipogalactia (“pouco leite”) e mastite puerperal (“infecção mamária”). Em todos estes casos o obstetra deverá ser comunicado e fará o tratamento mais adequado.
O grande dia chegou e agora é hora de receber os amigos em casa!!!
Fonte - site A B C do Bebê
As visitas são gratificantes e bem-vindas,mas não vamos esquecer do bom senso
Nem todas as visitas se colocam no lugar da mãe que necessita de repouso e tranqüilidade e resolvem passar a tarde inteira no quarto ou vão embora tarde da noite. A mãe acaba se esgotando de tanto falar, exatamente no momento em que deve repousar para estar bem disposta para as mamadas.
Existem as visitas que sentam e resolvem esperar a hora do bebê chegar no quarto, lembre-as que o berçário possui janelas panorâmicas e que o bebê poderá ser visto a qualquer momento.
Combine com o seu marido, solicite que o mesmo distraia as visitas na recepção ou vá até a lanchonete tomar um café, o excesso de pessoas dentro do quarto inibe a mãe e atrapalha na amamentação. Muitas mulheres têm vergonha de amamentar o bebê na frente de pessoas estranhas ou homens.
Poupe o seu bebê de vírus e bactérias, a respiração pode passar vários tipos de doenças para o seu bebê (exemplo: gripe). Não tenha vergonha de pedir para a visita lavar as mãos antes de pegar o bebê no colo, é só falar com educação.
Quando o quarto estiver lotado, solicite (discretamente) para a enfermagem que leve o bebê para o berçário, é um local mais adequado.
Mamãe, papai e bebê vão para a casa e as visitas continuam vindo. O ideal é ter uma profissional para te auxiliar, pelo menos para servir café para as visitas.
É aconselhável que a amamentação ocorra em local tranqüilo, quando for amamentar solicite licença às visitas e dirija-se até a cadeira de amamentação com o seu bebê.
Canalize as suas energias para o bebê e papai, não deixe que as visitas te irritem. Lembre-se: cada uma delas virá com um tipo de palpite. Cabe a vocês, mamãe e papai, avaliarem e decidirem qual linha seguir.
Aproveite o lado bom que cada visita pode te proporcionar e esqueça os palpites "de comadre”.
As visitas são gratificantes e bem-vindas,mas não vamos esquecer do bom senso
Nem todas as visitas se colocam no lugar da mãe que necessita de repouso e tranqüilidade e resolvem passar a tarde inteira no quarto ou vão embora tarde da noite. A mãe acaba se esgotando de tanto falar, exatamente no momento em que deve repousar para estar bem disposta para as mamadas.
Existem as visitas que sentam e resolvem esperar a hora do bebê chegar no quarto, lembre-as que o berçário possui janelas panorâmicas e que o bebê poderá ser visto a qualquer momento.
Combine com o seu marido, solicite que o mesmo distraia as visitas na recepção ou vá até a lanchonete tomar um café, o excesso de pessoas dentro do quarto inibe a mãe e atrapalha na amamentação. Muitas mulheres têm vergonha de amamentar o bebê na frente de pessoas estranhas ou homens.
Poupe o seu bebê de vírus e bactérias, a respiração pode passar vários tipos de doenças para o seu bebê (exemplo: gripe). Não tenha vergonha de pedir para a visita lavar as mãos antes de pegar o bebê no colo, é só falar com educação.
Quando o quarto estiver lotado, solicite (discretamente) para a enfermagem que leve o bebê para o berçário, é um local mais adequado.
Mamãe, papai e bebê vão para a casa e as visitas continuam vindo. O ideal é ter uma profissional para te auxiliar, pelo menos para servir café para as visitas.
É aconselhável que a amamentação ocorra em local tranqüilo, quando for amamentar solicite licença às visitas e dirija-se até a cadeira de amamentação com o seu bebê.
Canalize as suas energias para o bebê e papai, não deixe que as visitas te irritem. Lembre-se: cada uma delas virá com um tipo de palpite. Cabe a vocês, mamãe e papai, avaliarem e decidirem qual linha seguir.
Aproveite o lado bom que cada visita pode te proporcionar e esqueça os palpites "de comadre”.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Para mamães de primeira viagem
Fonte - site Baby Center
De quantos absorventes vou precisar depois do parto?
Sally Sago responde:
Compre e deixe em casa dois pacotes de absorventes noturnos, para depois que chegar do hospital.
Logo depois do parto, o sangramento natural dessa fase é bem vermelho e intenso, até com coágulos meio sólidos.
Nas horas seguintes, o fluxo deve diminuir um pouco em repouso, mas basta se levantar e se movimentar um pouco para o sangramento descer mais forte. Isso acontece porque o sangue fica represado dentro do corpo, e é liberado quando você muda de posição.
Por isso, é bom levar várias camisolas para a maternidade -- pode haver imprevistos.
Não se preocupe com eventuais vazamentos na cama do hospital. A equipe de enfermagem está acostumada.
É difícil calcular com que frequência você vai precisar trocar o absorvente, mas no princípio pode ser a cada duas horas. As maternidades costumam fornecer absorventes para essa fase, mas você pode levar um pacote de absorventes noturnos (que são maiores) aos quais está mais acostumada para o caso de não gostar do tipo fornecido pelo hospital.
Tenha também um pequeno estoque em casa (dois pacotes). Prefira calcinhas grandes, que são mais firmes e seguram melhor o absorvente. Podem ser calcinhas de grávida mesmo. Não é bom levar calcinhas novas para a maternidade porque você não vai saber de que tamanho vai estar sua barriga (e, além disso, elas podem ficar todas manchadas de sangue).
Quanto mais confortável a calcinha, melhor, para não incomodar o corte da cesariana ou os pontos da área da vagina.
Você vai precisar trocar os absorventes com frequência para evitar infecções. Lembre-se de lavar as mãos antes e depois de fazer a troca.
Se a área estiver dolorida, você pode se limpar com água em vez do papel higiênico. Banhos de assento também são indicados. Só a água morna já é muito benéfica.
Não é necessário usar outros produtos na água do banho de assento, exceto sob orientação do ginecologista.
Depois desses primeiros dias, o fluxo do sangramento vai diminuir. Ele vai mudar de cor, de vermelho vivo para rosa, e depois para marrom, ao longo da segunda ou terceira semana.
Se você estiver amamentando, vai notar que o fluxo fica mais intenso enquanto o bebê mama. Isso acontece porque o ato de sugar o seio estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair. O fluxo também pode aumentar se você estiver circulando muito de um lado para o outro, sem descansar o suficiente.
Ao fim da primeira semana é provável que você já possa abandonar os absorventes noturnos e passar para os normais. Na quarta semana, talvez já possa usar só os absorventes mais fininhos.
Não faça estoques muito grandes, porque não dá para saber exatamente do que você vai precisar, mas tenha alguns pacotes de cada tamanho de absorvente para não ser pega desprevenida.
De quantos absorventes vou precisar depois do parto?
Sally Sago responde:
Compre e deixe em casa dois pacotes de absorventes noturnos, para depois que chegar do hospital.
Logo depois do parto, o sangramento natural dessa fase é bem vermelho e intenso, até com coágulos meio sólidos.
Nas horas seguintes, o fluxo deve diminuir um pouco em repouso, mas basta se levantar e se movimentar um pouco para o sangramento descer mais forte. Isso acontece porque o sangue fica represado dentro do corpo, e é liberado quando você muda de posição.
Por isso, é bom levar várias camisolas para a maternidade -- pode haver imprevistos.
Não se preocupe com eventuais vazamentos na cama do hospital. A equipe de enfermagem está acostumada.
É difícil calcular com que frequência você vai precisar trocar o absorvente, mas no princípio pode ser a cada duas horas. As maternidades costumam fornecer absorventes para essa fase, mas você pode levar um pacote de absorventes noturnos (que são maiores) aos quais está mais acostumada para o caso de não gostar do tipo fornecido pelo hospital.
Tenha também um pequeno estoque em casa (dois pacotes). Prefira calcinhas grandes, que são mais firmes e seguram melhor o absorvente. Podem ser calcinhas de grávida mesmo. Não é bom levar calcinhas novas para a maternidade porque você não vai saber de que tamanho vai estar sua barriga (e, além disso, elas podem ficar todas manchadas de sangue).
Quanto mais confortável a calcinha, melhor, para não incomodar o corte da cesariana ou os pontos da área da vagina.
Você vai precisar trocar os absorventes com frequência para evitar infecções. Lembre-se de lavar as mãos antes e depois de fazer a troca.
Se a área estiver dolorida, você pode se limpar com água em vez do papel higiênico. Banhos de assento também são indicados. Só a água morna já é muito benéfica.
Não é necessário usar outros produtos na água do banho de assento, exceto sob orientação do ginecologista.
Depois desses primeiros dias, o fluxo do sangramento vai diminuir. Ele vai mudar de cor, de vermelho vivo para rosa, e depois para marrom, ao longo da segunda ou terceira semana.
Se você estiver amamentando, vai notar que o fluxo fica mais intenso enquanto o bebê mama. Isso acontece porque o ato de sugar o seio estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair. O fluxo também pode aumentar se você estiver circulando muito de um lado para o outro, sem descansar o suficiente.
Ao fim da primeira semana é provável que você já possa abandonar os absorventes noturnos e passar para os normais. Na quarta semana, talvez já possa usar só os absorventes mais fininhos.
Não faça estoques muito grandes, porque não dá para saber exatamente do que você vai precisar, mas tenha alguns pacotes de cada tamanho de absorvente para não ser pega desprevenida.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
PESQUISA INTERESSANTE
FONTE - SITE GUIA DO BEBÊ
Bruno Rodrigues
Página publicada em: 09/02/2011.
Emoção
Voz materna é especial para o bebê
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.
Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala.
Papo entre mãe e filho ainda na barriga - Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação?
Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não.
Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala.
Bruno Rodrigues
Página publicada em: 09/02/2011.
Emoção
Voz materna é especial para o bebê
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.
Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala.
Papo entre mãe e filho ainda na barriga - Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação?
Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não.
Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Sete medidas que beneficiam a amamentação
FONTE - Site Minha Vida (UOL)
1. Coma bem: é importante que a mãe tenha uma alimentação saudável durante o período de amamentação. Boas doses de proteína podem ser encontradas em leite e carnes, e não esqueça do carboidrato, para dar energia. Alimentos chamados galactogogos, como chá de erva-doce e caldo de cana aumentam a produção do leite.
2. Se o leite empedrar: o melhor meio de prevenir é deixar o beber mamar bastante ou retirar o leite com as mãos ajudam a esvaziar o peito.
3. Cuide do seio: é comum desenvolver fissuras no bico do peito com a amamentação. A pele da aréola é fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Tomar banhos de sol e passar bucha na região ajuda a engrossar a pele. Passar um pouco do próprio leite em cima da ferida, ajuda na cicatrização.
4. Flacidez nos seios: devido ao esticamento da pele dos seios, que aumentam muito de volume, podem aparecer estrias e o tecido pode ficar flácido. Para prevenir, capriche na hidratação e use sutiãs que ofereçam boa sustentação.
5. A posição correta: para evitar que o bebê engasgue, posicione-o na mesma altura do mamilo, com a cabeça repousada no antebraço. Se a criança for maior e estiver irrequieta, segure-a por trás dos ombros. O bebê deve ser capaz de alcançar o peito facilmente, sem precisar se esticar, nem girar a cabeça.
6. Leite espesso não é mais saudável: a consistência mais aguada do leite materno não significa que seja menos nutritivo do que o de vaca, por exemplo. Se a mãe mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade.
7. Pulmão forte: estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que a amamentação ajuda a reforçar a saúde dos pulmões. Analizando 1.500 bebês, constatou-se que os que mamavam no peito tinham melhor funcionamento do pulmão.
1. Coma bem: é importante que a mãe tenha uma alimentação saudável durante o período de amamentação. Boas doses de proteína podem ser encontradas em leite e carnes, e não esqueça do carboidrato, para dar energia. Alimentos chamados galactogogos, como chá de erva-doce e caldo de cana aumentam a produção do leite.
2. Se o leite empedrar: o melhor meio de prevenir é deixar o beber mamar bastante ou retirar o leite com as mãos ajudam a esvaziar o peito.
3. Cuide do seio: é comum desenvolver fissuras no bico do peito com a amamentação. A pele da aréola é fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Tomar banhos de sol e passar bucha na região ajuda a engrossar a pele. Passar um pouco do próprio leite em cima da ferida, ajuda na cicatrização.
4. Flacidez nos seios: devido ao esticamento da pele dos seios, que aumentam muito de volume, podem aparecer estrias e o tecido pode ficar flácido. Para prevenir, capriche na hidratação e use sutiãs que ofereçam boa sustentação.
5. A posição correta: para evitar que o bebê engasgue, posicione-o na mesma altura do mamilo, com a cabeça repousada no antebraço. Se a criança for maior e estiver irrequieta, segure-a por trás dos ombros. O bebê deve ser capaz de alcançar o peito facilmente, sem precisar se esticar, nem girar a cabeça.
6. Leite espesso não é mais saudável: a consistência mais aguada do leite materno não significa que seja menos nutritivo do que o de vaca, por exemplo. Se a mãe mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade.
7. Pulmão forte: estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que a amamentação ajuda a reforçar a saúde dos pulmões. Analizando 1.500 bebês, constatou-se que os que mamavam no peito tinham melhor funcionamento do pulmão.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Até quando???
Fonte - guia do bebê uol
Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Publicada em: 02/02/2011
Desmame familiar
Não há tempo rigidamente definido para que ocorra o desmame infantil. Os pediatras recomendam a amamentação por, no mínimo, seis meses, pois é quando se começa a introduzir outros tipos de alimentos que irão suplementar as mamadas no seio. É o desmame gradual.
É bem verdade que esse tempo coincide com o fim da licença-maternidade para muitas mamães e, pelo menos parcialmente, a criança já estará fazendo uso da mamadeira durante sua ausência. O Ministério da Saúde tem propagado que a amamentação deveria se estender até os dois anos. Como se vê, há uma variação muito significativa quanto ao tempo adequado para que ocorra o desmame.
Se a criança é saudável, forte, tem uma alimentação rica e variada, com todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento pleno, ela está pronta para ser desmamada. O leite poderá ser ingerido de outras formas, introduzindo o uso do copinho.
Na verdade, o desmame mexe com as emoções mais profundas, daí a dificuldade de muitas famílias em iniciá-lo. E a criança percebe a angústia que se estabelece, pois terá que se separar das sensações de segurança e carinho no colo materno.
Os pais podem ajudá-la nessa transição para uma maior autonomia e desprendimento, elogiando seu filho a cada progresso conquistado.
Percebe-se claramente que a criança já não necessita mais mamar no seio, quando ao invés de sugar o leite, comporta-se como se estivesse com a chupeta na boca. As mães expressam admiravelmente bem este comportamento, quando dizem que seu filho está "chupetando" o bico. Outro comportamento típico é solicitar o peito materno a cada momento em que se depara com a imagem da mãe, mas, assim que oferecido, mama por poucos minutos, se tanto, e logo se envolve em outra atividade.
Estas situações expressam o quanto está sendo difícil para a criança enfrentar o desmame e, não só para ela, mas para a mãe também, pois permite que suceda sem necessidade. Muitas vezes a família precisa buscar orientação com o pediatra ou outro profissional capacitado, para intervir.
Ao longo da vida, muitos "desmames" irão ocorrer, ou seja, a pessoa terá que abrir mão de alguma coisa em prol de outra. Algumas o fazem com facilidade e para outras é mais complicado e doloroso deixar o conhecido para enfrentar o novo e o diferente.
Por outro lado e no extremo oposto, muitos pais não veem a hora de começar o desmame e até o antecipam sem respeito ao ritmo e à necessidade do filho, como se quisessem que ele se desprendesse mais cedo e mais rápido do que deveria.
Estas atitudes são percebidas pela criança como rejeição e abandono, pois ainda não está preparada física e emocionalmente para o desmame.
Como toda novidade que é introduzida na vida da criança, esta também tem que ser esclarecida antecipadamente, ou seja, converse com seu filho antes dos procedimentos, explicando os motivos pelos quais o desmame será iniciado, sempre expressando sentimentos de amor, conforto e incentivo pelo crescimento saudável físico e emocional.
Ana Maria Moratelli da Silva Rico
Publicada em: 02/02/2011
Desmame familiar
Não há tempo rigidamente definido para que ocorra o desmame infantil. Os pediatras recomendam a amamentação por, no mínimo, seis meses, pois é quando se começa a introduzir outros tipos de alimentos que irão suplementar as mamadas no seio. É o desmame gradual.
É bem verdade que esse tempo coincide com o fim da licença-maternidade para muitas mamães e, pelo menos parcialmente, a criança já estará fazendo uso da mamadeira durante sua ausência. O Ministério da Saúde tem propagado que a amamentação deveria se estender até os dois anos. Como se vê, há uma variação muito significativa quanto ao tempo adequado para que ocorra o desmame.
Se a criança é saudável, forte, tem uma alimentação rica e variada, com todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento pleno, ela está pronta para ser desmamada. O leite poderá ser ingerido de outras formas, introduzindo o uso do copinho.
Na verdade, o desmame mexe com as emoções mais profundas, daí a dificuldade de muitas famílias em iniciá-lo. E a criança percebe a angústia que se estabelece, pois terá que se separar das sensações de segurança e carinho no colo materno.
Os pais podem ajudá-la nessa transição para uma maior autonomia e desprendimento, elogiando seu filho a cada progresso conquistado.
Percebe-se claramente que a criança já não necessita mais mamar no seio, quando ao invés de sugar o leite, comporta-se como se estivesse com a chupeta na boca. As mães expressam admiravelmente bem este comportamento, quando dizem que seu filho está "chupetando" o bico. Outro comportamento típico é solicitar o peito materno a cada momento em que se depara com a imagem da mãe, mas, assim que oferecido, mama por poucos minutos, se tanto, e logo se envolve em outra atividade.
Estas situações expressam o quanto está sendo difícil para a criança enfrentar o desmame e, não só para ela, mas para a mãe também, pois permite que suceda sem necessidade. Muitas vezes a família precisa buscar orientação com o pediatra ou outro profissional capacitado, para intervir.
Ao longo da vida, muitos "desmames" irão ocorrer, ou seja, a pessoa terá que abrir mão de alguma coisa em prol de outra. Algumas o fazem com facilidade e para outras é mais complicado e doloroso deixar o conhecido para enfrentar o novo e o diferente.
Por outro lado e no extremo oposto, muitos pais não veem a hora de começar o desmame e até o antecipam sem respeito ao ritmo e à necessidade do filho, como se quisessem que ele se desprendesse mais cedo e mais rápido do que deveria.
Estas atitudes são percebidas pela criança como rejeição e abandono, pois ainda não está preparada física e emocionalmente para o desmame.
Como toda novidade que é introduzida na vida da criança, esta também tem que ser esclarecida antecipadamente, ou seja, converse com seu filho antes dos procedimentos, explicando os motivos pelos quais o desmame será iniciado, sempre expressando sentimentos de amor, conforto e incentivo pelo crescimento saudável físico e emocional.
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