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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Você depois da chegada do bebê

Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasi


Como vou me sentir nos momentos logo depois do parto?


Pode ser que você fique incrivelmente feliz, com um sentimento de plena satisfação física, mental e emocional. Pode ser que você fique exausta, dolorida, aérea, decepcionada e até deprimida. Ou você pode ficar em qualquer ponto entre esses dois extremos.

Todos esses estados são absolutamente normais. Lembre-se de que você está se recuperando de um enorme esforço físico, no caso de um parto normal, ou de uma cirurgia abdominal, no caso de uma cesárea. Tenha paciência e dê ao seu corpo tempo para descansar e recuperar as energias. O descanso e o apoio da família costumam ser suficientes para que as mulheres voltem à ativa bem rápido.



Que mudanças físicas meu corpo vai sofrer imediatamente depois do parto?


Assim que o bebê nasce, muitas das mudanças graduais por que seu corpo passou durante a gravidez começam a se desfazer, só que num ritmo muito mais rápido. Por isso, você perceberá vários sinais físicos:

• Você vai ter um sangramento vaginal parecido com a menstruação. Nos primeiros dez dias o fluxo será semelhante ao dos dias mais intensos do período menstrual, e depois ele vai se transformando numa secreção amarronzada, que pode durar até seis semanas. O excesso de atividade pode aumentar a intensidade do sangramento.

• Seu útero vai voltar rapidamente ao tamanho e à posição normal. Para isso, ele vai se contrair, processo que é acelerado pela amamentação. Você pode sentir cólica quando der de mamar: os hormônios estimulam as contrações do útero. A intensidade dessas cólicas aumenta a partir do segundo filho. O sangramento também pode ser mais forte nesses momentos, por isso use um bom absorvente.

• A vagina vai retomar o vigor muscular normal, e os músculos do assoalho pélvico vão voltar para perto da posição anterior. (Leia mais sobre como a vagina se recupera do parto.) Você pode colaborar para o processo fazendo exercícios para os músculos pélvicos.

• Pequenas lacerações e cortes no útero, na vagina e no períneo (a área entre a vagina e o ânus) cicatrizam rápido; a episiotomia, um corte cirúrgico feito na hora do parto normal para facilitar a passagem do bebê, pode demorar mais tempo. Os pontos, tanto na região vaginal como de cesariana, podem ficar doloridos por semanas.

• Logo depois do parto, os seios ainda ficam macios, pois só estão produzindo um pouco de colostro (o líquido meio transparente que protege a saúde do bebê). Depois de três ou quatro dias o leite vai "descer", e suas mamas vão ficar quentes, inchadas e sensíveis. No começo, seus mamilos também podem ficar doloridos, e os primeiros segundos de cada mamada podem ser desconfortáveis. Essa sensação costuma melhorar depois do quinto dia.

• Sua barriga vai ficar flácida e enrugada, e a cintura simplesmente não existirá. Você ainda vai estar carregando boa parte do peso que ganhou durante a gravidez. Muito provavelmente vai ter de usar as roupas de grávida por um certo tempo.

• A dor nas costas e as hemorróidas podem continuar importunando você.

• Você pode ficar com estrias nos seios, na barriga e nas coxas.

• Seus tornozelos e pés vão inchar mais ainda, depois do parto, antes de começar a desinchar, num processo que pode levar cerca de dez dias. Quanto menos você descansar, mais tempo vai demorar para desinchar.

• Se você fez uma cesárea, provavelmente vai sentir dor para sentar e levantar da cama, ou se ficar muito tempo em pé.



Sobra alguma coisa de bom?


Sim! Nem tudo é tão difícil. Com a queda nos níveis de progesterona no seu corpo, o tônus muscular de todos os sistemas vai voltando. Assim, a azia melhora rápido, assim como a prisão de ventre e as varizes. As hemorróidas demoram mais um tempinho.

CERTO OU ERRADO: "Devemos dar chupeta ao bebê"?

Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

Há quem seja fã, há quem deteste. O fato é que mulheres usam chupetas e bicos há séculos para acalmar bebês. A polêmica em torno do assunto é enorme, até entre profissionais de saúde, e por isso os pais acabam recebendo conselhos contraditórios.

Vantagens do uso da chupeta


A principal vantagem do uso da chupeta é acalmar o bebê e ajudá-lo a dormir. O ato de sugar a chupeta ajuda a aliviar a dor, porque relaxa o bebê, e por isso muitos pais recorrem a ela quando a criança sofre de cólica ou não está conseguindo se acalmar. Ao sugar, os batimentos cardíacos do bebê ficam mais regulares.

Cada bebê é diferente na necessidade de sucção. Há crianças que requisitam o seio o tempo todo, mas não porque estejam com fome, e sim porque precisam do conforto de sugar alguma coisa. Embora o assunto seja polêmico, existe uma ligação entre o uso de chupetas e o abandono precoce da amamentação -- mas não se sabe se um é causa do outro ou não.

A chupeta pode, em certos casos, ajudar bebês prematuros que estejam com dificuldade de pegar o bico da mamadeira ou do seio, para poder abandonar a alimentação por sonda. Ela funciona como um treino para a sucção.




Desvantagens do uso da chupeta



• Otites - existe uma relação comprovada entre o uso prolongado de chupeta e otites médias, ou seja, infecções de ouvido. Não se sabe exatamente se a relação é de causação direta -- pode ser que ela esteja relacionada a outros fatores, mas é preciso levar a relação estatística em conta. Acredita-se que o uso da chupeta aumente a propensão da migração de infecções para a trompa de Eustáquio (a passagem oca que liga o ouvido médio e a garganta). Para evitar esse tipo de problema, limite o uso da chupeta à hora de dormir.

• Infecções em geral - o uso da chupeta já foi estatisticamente associado a um risco maior da presença de sintomas como vômitos, febre, diarréia e cólica. A explicação não é clara, mas, para garantir, se você for dar a chupeta ao seu filho, esterilize-a com frequência e carregue sempre uma limpa de reserva para o caso de a que ele estiver usando cair no chão.

• Problemas dentais - o uso prolongado de chupeta e o costume de chupar o dedo podem causar problemas no desenvolvimento dos dentes, principalmente se a criança ainda tiver o hábito quando os dentes permanentes já estiverem nascendo. Esses problemas costumam exigir o uso de aparelhos ortodônticos.

• Problemas de fala - o uso da chupeta impede os bebês de emitir sons do tipo "gugu-dadá", "agu", que são uma etapa importante do processo de aprender a falar. Em crianças maiores, reprime a fala, inibindo o desenvolvimento da linguagem. Esse tipo de problema é amenizado se o uso da chupeta ficar limitado à hora do sono.

• Prejuízo à amamentação - existem fortes dados mostrando que mulheres que dão chupetas aos bebês têm maior probabilidade de desmamar os filhos mais cedo que mulheres que não dão a chupeta todos os dias.

Há muita controvérsia em torno da relação causal entre a chupeta e o fim da amamentação. Um dos argumentos é que talvez as mães recorram à chupeta justamente porque estejam com problemas no aleitamento materno ou porque não queiram amamentar. Segundo outra linha de raciocínio, o uso de bicos diferentes (seio e chupeta ou mamadeira) pode causar confusão no bebê, dificultando a amamentação. Há também quem argumente que, como o bebê fica sugando a chupeta e não o seio, a mama é menos estimulada a secretar prolactina, causando a redução na produção de leite.

Seja qual for o motivo, o uso diário da chupeta está ligado à interrupção da amamentação antes dos 3 meses de idade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que as mulheres dêem apenas o seio aos filhos durante os primeiros seis meses, a chamada amamentação exclusiva, para que eles recebam os enormes benefícios do leite materno.

Outro dado interessante é que muitas vezes bebês amamentados se recusam a pegar a chupeta ou qualquer outro tipo de bico. Se isso acontecer com seu filho, não é necessário forçar. A mamadeira pode ser substituída por copinhos ou canudo desde bem cedo.




Como usar a chupeta


O choro constante do bebê pode desestabilizar a família inteira, e o que o bebê mais precisa para se desenvolver com saúde é de um ambiente tranquilo. Em nome dessa paz pode ser que valha a pena tentar a chupeta. Para isso, siga as seguintes dicas:

• Use chupetas ortodônticas e adequadas para a idade do bebê (procure informações na embalagem).

• Mantenha as chupetas sempre limpas -- esterilize-as com frequência, idealmente todos os dias, pelo menos nos primeiros três meses do bebê. Se for guardá-las dentro de caixinhas especiais, esterilize a caixinha também.

• Troque a chupeta se notar que ela está desgastada, furada ou grudenta.

• Nunca mergulhe a chupeta em alimentos doces como açúcar, para fazer o bebê parar de chorar. Esse costume pode provocar cáries. A funchicória, erva em pó muito usada para acalmar os bebês, também é doce. Converse sempre com o pediatra antes de usá-la.

• Limite o uso da chupeta ao estritamente necessário, como durante crises de cólica ou na hora de dormir. O uso prolongado de chupetas está relacionado à ocorrência de otites médias e outros problemas (consulte a seção Desvantagens acima).

• Espere o bebê precisar da chupeta, em vez de colocá-la na boca dele automaticamente.

• Tente tirar o hábito de chupar chupeta o quanto antes, e se esforce ao máximo para que o costume já tenha sido abandonado de vez quando os dentes permanentes forem nascer (por volta dos 6 anos). O mais comum é os pais começarem a pensar em tirar a chupeta por volta dos 2 anos, mas você pode fazer isso mais cedo, até antes de 1 ano. A necessidade de sucção é muito maior nos primeiros meses. Depois os interesses do bebê se voltam para outros sentidos e vale a pena aproveitar a deixa para acabar com o hábito.

• Não deixe que o uso da chupeta vire um vício para o bebê, especialmente durante o dia. Você controla a chupeta, não ele. Não a deixe à disposição e evite usar cordinhas para prender a chupeta à roupa. Não é demais repetir: limite o uso para quando ele for absolutamente necessário.




A chupeta reduz o risco de morte súbita?


Alguns dados sugerem que o uso da chupeta possa ter uma ação protetora contra a síndrome da morte súbita do lactente, um fenômeno muito raro que leva os bebês à morte durante o sono, sem explicação médica.

Um estudo publicado no British Medical Journal analisou o uso de chupetas por vítimas da síndrome e concluiu que a presença da chupeta estava associada a um risco menor, especialmente quando havia outros fatores de risco, como dormir de bruços, dormir com muita roupa de cama ou dormir na mesma cama com uma mãe que seja fumante (mesmo que não fume no quarto). De acordo com o estudo, chupar o dedo também teve influência positiva. Os autores ressaltaram, porém, que os dados ainda são preliminares e precisam de confirmação. Para eles, há duas explicações possíveis para o efeito protetor. Uma é que a parte externa da chupeta ajude a manter o nariz e a boca do bebê longe das cobertas, e outra é que o ato de sugar melhore o controle das vias aéreas superiores. Outros especialistas acreditam que bebês que usam chupeta têm mais a atenção dos pais durante a noite, porque eles vão recolocar a chupeta na boca da criança, e que essa atenção é que tenha prevenido a síndrome.

Mas esses dados não são suficientes para justificar o uso da chupeta. A amamentação é extremamente importante, e para prevenir a síndrome da morte súbita também há outras providências, como não deixar o bebê dormir de bruços e não fumar.




Como largar a chupeta


Seu filho está o tempo todo de chupeta na boca? Você acha que ele já está grandinho para a chupeta? Experimente essas idéias para acabar com o hábito:

• Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta.

• Restrinja a chupeta a momentos críticos do dia, como a hora de dormir ou quando seu filho está doente, se sentindo mal. Seja firme.

• Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples -- não dê doces a ela no lugar da chupeta.

• Reforce a idéia de que crianças mais velhas não usam chupeta -- elas adoram se sentir mais crescidas.

• Incentive a criança a dar todas as chupetas para alguém -- nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data apropriada próxima, você pode inventar a "fada da chupeta", que deixa um presentinho em troca.

• Converse com outros pais para saber que estratégias eles usaram. Há quem faça, por exemplo, um furinho na chupeta, prejudicando a sucção, e diga ao filho que a chupeta "quebrou".

• Identifique os sinais de que seu filho está pronto para largar a chupeta e aproveite o momento. Durante um resfriado, é comum que a criança rejeite a chupeta, pois precisa respirar pela boca por causa do nariz entupido. Se isso acontecer, tire as chupetas de vista e espere. Quando seu filho pedir a chupeta, não dê imediatamente. Pode ser que ele largue o hábito naturalmente.

• Invista na rotina da hora de dormir: anuncie uma mudança (um bichinho novo, a mudança do berço para a cama, um novo hábito, de ouvir música ou contar histórias de um livro, por exemplo), e explique que na nova rotina -- de criança grande -- não há espaço para a chupeta. O entusiasmo com a novidade pode ajudar.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Parto Normal uma experiência que vale a pena!!!!

Relato pessoal

Gostaria de registrar aqui minha experiência com a maternidade, mais especificamente com o parto "normal".
Não vou dizer que passar pelas contrações foi fácil, pois são bem doloridas sim, mas percebi que com a ajuda da doula (uma profissional que fica do nosso lado o tempo todo) e com o incentivo do marido (uma pessoa mais que especial) tudo fica menos intenso.
Sem contar que com a analgesia tudo fica maravilhoso,me senti no céu após recebé-la.....risos.
As contrações finais acontecem sem sentirmos nenhum desconforto e com a orientação da obstetra a gente faz força na hora certa até o grande momento "o nascimento".
Sei que a cesárea é recomendada em alguns casos e que algumas mulheres até tentam o parto normal e não conseguem, mas posso dizer que a recuperação foi maravilhosa, estou com o peso de antes e minha barriga voltou ao normal antes de completar 15 dias do nascimento do meu Nicolas.
Na minha opnião o parto foi a tarefa mais fácil de toda a gestação, já a amamentação, puxa esta sim penso que a gente tem que se preparar mais, pois não é tão simples e requer muito controle emocional, pois o desgaste da primeira semana (onde tudo é novo pra gente e para o bebê)só aumentam as dificuldades.
Só com o passar dos dias as coisas vão se normalizando, nada como a experiência que só o tempo traz pra gente. Procure ajuda se precisar,pois os hospitais orientam e em algumas cidades como em SJC podemos ainda contar com o Projeto Casulo que oferece uma orientação especializada sobre amamentação.
Escolha um bom médico pois não são todos que gostam de fazer parto normal, se possível tenha o acompanhamento de uma doula e não tenha medo, pois é possível passar por esta experiência sim!



Andréa (doula)me ajudando com exercícios e massagem



Meu marido, meu maior incentivador,foi muito importante o seu apoio


Momento único, nosso Nicolas chega com muita saúde nos trazendo muita alegria

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Cadeirinha deve continuar de costas para o motorista até criança completar 2 anos, sugerem pediatras!

Fonte - Por Madonna Behen
The New York Times
31/03/2011






Os bebês normalmente passam de cadeirinhas para automóvel voltadas para trás para as viradas para frente depois de fazer um ano, acontecimento que muitos pais comemoram como uma conquista. Porém, em uma nova declaração de recomendações, o mais importante grupo de pediatras dos EUA diz que essa transição deveria ser feita um ano mais tarde.

A recomendação da Academia Americana de Pediatria, publicada em 21 de março, baseia-se num estudo de 2007 da Universidade da Virginia que descobriu que crianças de até 2 anos têm 75 por cento menos chance de sofrer lesões graves ou fatais num acidente se estiverem de costas para a dianteira do automóvel.

“A cabeça do bebê é relativamente grande em proporção ao resto do corpo e os ossos do seu pescoço são estruturalmente imaturos”, disse o principal autor da declaração, o médico Dennis R. Durbin, codiretor científico do Centro de Pesquisa e Prevenção de Lesões do Children’s Hospital da Filadélfia. “Se ele estiver virado para a traseira, seu corpo inteiro será mais bem amparado pela estrutura do assento. Quando ele está de frente, seus ombros e tronco podem estar bem presos, mas numa batida violenta a cabeça e o pescoço podem ser lançados para frente”.

A nova declaração também recomenda que crianças mais velhas andem num assento de elevação até ter aproximadamente 1,45 metro de altura e entre 8 e 12 anos. O assento de elevação permite que os cintos de segurança de três pontos se ajustem adequadamente, o que significa que a faixa inferior do cinto se ajuste embaixo na linha dos quadris e da pélvis e a parte do ombro passe pelo meio dos ombros e do peito.

“Nossas recomendações se destinam a ajudar os pais a abandonar conceitos tomados como verdadeiros baseados na idade da criança”, esclareceu Durbin.

“Queremos que eles percebam que a cada mudança feita, da cadeirinha virada de costas para a cadeirinha virada para frente e desta para o assento de elevação, há uma redução da segurança da criança. Por isso é que estamos insistindo com os pais para adiarem essas transições o máximo possível”.

Defensores da segurança aplaudem a nova política, mas dizem que a passagem dos assentos virados para trás para os virados para frente é a que os pais menos querem adiar. “As pessoas comemoram quando viram a cadeirinha do filho com um ano, mas espero que um dia eles comemorem por conseguir manter a criança virada para trás por muito tempo”, disse Debbi Baer, enfermeira obstétrica de Baltimore que é defensora da segurança de crianças em automóveis há mais de 30 anos.

A política anterior da Academia, de 2002, afirmava ser mais seguro para bebês e crianças pequenas ficarem virados para a traseira e mencionava 12 meses e 9 quilos como os requisitos mínimos para que a cadeirinha fosse virada para frente. Mas Baer, técnico habilitado em segurança de passageiros infantis, afirmou que os pais tendiam a adotá-la como uma regra imutável.


“Muitos pais acham que virar a cadeirinha do carro é mais um marco no desenvolvimento da criança que mostra o quanto seu filho é inteligente e avançado. Eles não percebem que isso deixa a criança menos segura”, afirmou.

Segundo Baer, evidências de outros países são irrefutáveis: a Suécia, por exemplo, onde as crianças andam olhando para a traseira do carro até os 4 anos, tem a menor taxa de mortalidade nas estradas para menores de 6 anos.

Há sete anos Ed Weissberg e sua mulher Edda, de Baltimore, seguiram o conselho de Baer e afirmam que salvaram a vida de sua filha, Renana.

O casal e seus três filhos estavam indo em direção ao norte na rodovia Interstate 95 quando foram atingidos por um carro que teve o pneu estourado.

A minivan decolou no ar, planou sobre três faixas de trânsito e aterrissou de cabeça para baixo.

“Os socorristas me disseram mais tarde, depois que viram nosso carro, que já estavam prontos para tirar nossos corpos”, disse Ed Weissberg, que agora vive com a família em Israel. Ao invés disso, eles encontraram a família toda praticamente ilesa, com as três crianças penduradas de ponta-cabeça, ainda atadas seguramente a suas cadeirinhas. “Algumas pessoas achavam que éramos loucos por deixar nossa filha de 2 anos olhando para trás, mas se ela estivesse de frente, não estaria viva hoje”, disse.

Alisa Baer, pediatra do Morgan Stanley Children’s Hospital em Nova York (e filha de Debbi Baer), afirmou que o caso de Renana Weissberg está longe de ser o único. “O termo é horrível, mas os socorristas chamam a cadeirinha virada para trás de ‘cadeira do órfão’ porque num acidente de automóvel grave, essa criança com frequência é o único sobrevivente”, disse.

Até recentemente, a maioria dos assentos que podiam ficar virados para a traseira do carro não comportava crianças que pesassem mais do que 9 quilos.

Entretanto, hoje os limites estão mais próximos de 13,5 a 16 quilos e algumas chegam a 20,5 quilos.

Alisa Baer acredita nisso tão firmemente a ponto de não recomendar que pais instalem um assento voltado para frente para uma criança com menos de 2 anos. “Digo para eles: 'Se você quer mesmo tomar uma decisão estúpida em relação ao seu filho, você até pode fazer isso, mas eu não vou ajudar’”. A pediatra relata que pais frequentemente lhe diziam que os filhos de 2 anos ficariam desconfortáveis com as pernas espremidas contra o encosto do banco e estariam mais propensos a quebrá-las em um acidente. Nenhuma dessas afirmações é verdade, disse. “Eu sempre asseguro aos pais de que só porque para eles parece desconfortável não significa que seja desconfortável para a criança”.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Vale a pena ter uma "DOULA"!!!!


Aproveitando as últimas semanas de gestação e trabalhando firme com os exercícios de preparação para o parto normal com a fisioterapêuta e doula Andréa Faria

Saiba mais no site - www.mmcare.com.br

Pais nosso papel é muito importante!!!!

Fonte - Portal da Educação Física
ExpressoMT.com.br
Por - Renato Miranda (23/03/2011)

Comportamento sedentário é difícil de ser modificado

Facilidade e conforto a curto prazo são os atrativos do sedentarismo.
Pais cumprem um papel importante na tendência dos filhos na pratica de exercícios.



Desde publicações em periódicos científicos passando por revistas, livros, jornais, etc... há uma enormidade de conhecimento acumulado que nos permite dizer que o exercício físico é pré-requisito para se viver bem e com saúde.

Paralelamente, orientações gerais, metodologias de treinamento e os mais diversos métodos para a prática de exercícios físicos são propostos quase que continuamente. A despeito dessa constatação o sedentarismo é ainda um dos grandes agentes para o aumento do número de doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outros males que assolam a população mundial.

Eis o conflito estabelecido: se é senso comum os benefícios dos exercícios físicos por que o sedentarismo ainda é um desafio difícil de ser enfrentado?

Esta é uma pergunta com várias e boas respostas. Depende da pessoa que a responde. Alguém, por exemplo, poderia falar sobre a evolução do cérebro humano e a adaptação do mesmo frente às novas e sucessivas tecnologias que promovem acima de tudo o conforto humano.

Quanto mais fácil, rápido e confortável, melhor. Em consequência, essa comodidade favorece o sedentarismo, muito embora a tecnologia não seja responsável de fato pelo sedentarismo de ninguém.

Quando me perguntam sobre sedentarismo e qual a melhor maneira de evitá-lo, eu costumo iniciar a resposta com poucas palavras: o hábito do exercício físico.

Os hábitos são a essência do comportamento. Portanto, desde criança as pessoas deveriam se habituar a praticar exercício físico. Correr, andar de bicicleta, caminhar, andar de skate, praticar outros esportes... Enfim, tudo o que estiver ao alcance da criança favorece a criação de hábitos que naturalmente se solidificarão em comportamentos perenes.

Quanto mais avançar a idade, mais sacrificante será para a pessoa criar novos hábitos e comportamentos. É fácil enquanto criança manter o peso e criar mecanismos contra o sedentarismo. Habituar a criança a comer alimentos saudáveis e se exercitar constantemente são as diretrizes desse caminho.

A questão é que isso só é possível com o envolvimento dos pais através do exemplo das atitudes. Quem estimula a prática dos exercícios e quem compra os alimentos são os pais.

Pais que praticam exercícios físicos com as crianças e de alguma forma as estimulam, possivelmente estão garantindo um comportamento ativo na adolescência e contribuindo de maneira significante para que esse estilo de vida se estenda pelo resto da vida.

Não há nada de determinismo, mas criação e solidificação de hábitos que se transformarão em comportamentos duradouros. Deixar as crianças crescerem sem exercício físico é abrir a porta para o comportamento sedentário.

O comportamento sedentário é difícil de ser modificado, pois esse promove facilidade e conforto, mesmo que de uma forma superficial, porém muito atraente para nosso cérebro que nos impulsiona sempre para a economia de energia.

Em resumo, criança com peso ideal e fisicamente ativa são os objetivos para se evitar o sedentarismo do futuro e todas as suas consequências. Mas lembre-se, um grande passo para essa verdadeira conquista é seguir o velho ditado popular: o exemplo vem de cima!

quarta-feira, 23 de março de 2011

12 motivos para consumir mais água durante o dia

Fonte - site Minha Vida
Publicado em 22/3/2011 por Fernando Menezes



No Dia Mundial da Água, entenda como esse líquido é um santo remédio para o corpo

Quem consome água de forma regular durante o dia ajuda o corpo a funcionar melhor, previne problemas de saúde e até fica mais bonito. "A água tem um papel regulador de muitas funções de nosso organismo. a quantidade de água que consumimos tem um papel fundamental desde o controle da temperatura até o bom funcionamento do sistema circulatório", explica o fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp.

Para saber a quantidade certa de água para consumir, basta multiplicar o seu peso corporal por 0,03. Assim, uma pessoa com 70 quilos, por exemplo, deve tomar aproximadamente 2,1 litros de líquido por dia. "É importante lembrar que esse cálculo é feito de maneira geral, mas a necessidade de água varia de pessoa para pessoa. Uma atleta de alto rendimento, por exemplo, pode perder um litro de água por hora, e por isso precisa de uma maior ingestão", diz o fisiologista. A seguir, conheça 12 motivos para deixar sempre um copo de água por perto.

1.Controlar a pressão sanguínea: Um estudo feito pela Vanderbilt University Medical Center, nos Estados Unidos, mostrou que a água sem nenhum aditivo pode ter um papel importante para regular a pressão sanguínea. "A água tem grande influencia no controle da pressão, já que a sua presença determina a densidade do sangue. É por isso que em alguns aparelhos medidores, a pressão é medida em porcentagem de água no sangue", explica Raul Santo.

2.Previne cãibras:As cãibras aparecem quando há um desequilíbrio hidroelétrico em nossos músculos, causando uma contração involuntária da musculatura. "Elas acontecem por que existe um desequilíbrio na quantidade de água de nossos músculos. Beber água regularmente ajuda manter o equilíbrio hidroelétrico e o bom funcionamento das células musculares", diz o fisiologista.

3.Protege o coração: Um estudo feito pela Loma Linda University, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que bebem mais de cinco copos, o que equivale em média a dois litros, de água diariamente, têm menos chances de sofrer ataques cardíacos ou outras doenças do coração do que aqueles que bebem menos do que isso. "Com o sangue mais diluído, ele flui com mais facilidade pelos vasos sanguíneos, diminuindo as chances de infartos e derrames", explica o fisiologista.

4.Melhora o funcionamento do intestino: Quando o intestino não está funcionando muito bem, uma boa dica é comer mais fibras e ingerir mais água também. Aliás, ingerir muitas fibras e pouca água provoca o efeito reverso: intestino preso. Isso mesmo, a água auxilia na lubrificação das paredes intestinais e na movimentação do bolo fecal, evitando constipação e a formação de gases.

5.Aumenta a resistência física: Durante exercícios físicos, a perda de água pelo suor faz com que nosso desempenho piore. Esse processo pode ser observado também longe do treino. De acordo com o especialista, algumas profissões exigem um esforço muito grande do corpo, e consequentemente, há uma perda maior de água pela transpiração. "Um carteiro ou um entregador, por exemplo, se não tomarem cuidado com a hidratação, não conseguirão fazer um bom trabalho, já que realizam um esforço físico muito grande durante o dia". Além da hidratação, a água ajuda a controlar a temperatura do corpo, e assim melhora o rendimento em alguns esportes.

6.Limpa o organismo: De acordo com a nutricionista Márcia Curzio, o consumo de água é vital para o bom funcionamento do organismo, já que quando não nos hidratamos corretamente, substâncias tóxicas e prejudiciais ficam retidas no organismo, abrindo o caminho para o aparecimento de algumas doenças. "A cada 500 gramas de gordura que o organismo metaboliza, são produzidos e despejados no organismo cerca de 550 gramas de um mix de água e resíduos que tende a se acumular cada vez mais. Para que sejam eliminados, só há um meio: botar mais água para circular no corpo, o que proporciona uma espécie de faxina interna, garantindo o equilíbrio hídrico do organismo", explica Márcia Curzio.

7.Protege contra pedra nos rins: Beber muita água é a principal maneira de se proteger da formação de um cálculo no rim. Quanto mais água bebermos, mais o nosso sangue circulará e ficará diluído, facilitando o trabalho dos rins na hora de excretar nutrientes que não são mais necessários em nosso organismo. "A ingestão continua de água faz com que nossos rins trabalhem constantemente devido ao maior volume de sangue. E isso acontece sem sobrecarregar os rins, mantendo sua função de "limpar" o sangue eficiente", diz o urologista Roberto Maluf, do Hospital Santa Cruz.

8.Transporte de nutrientes A água também é fundamental para que ocorra um bom transporte de nutrientes em nosso organismo. Segundo o fisiologista Raul Sano, sem ela, o sangue fica mais denso e, consequentemente, menos capaz de transportar nutrientes como vitaminas e minerais para nossas células. "A parte líquida do sangue, chamada de plasma, deve corresponder a 55% do sangue. Se essa proporção diminui pela falta de água, as células não recebem todos os nutrientes que deveriam".

9.Ajuda a emagrecer: Por aumentar a atividade no sistema nervoso, e assim elevar o nível de energia gasto, o hábito de beber água constantemente também promove a perda de peso. De acordo com cientistas do Vanderbilt University Medical Center, uma pessoa que beba três copos de água por dia pode perder três quilos em um ano, sem mudar em mais nada sua rotina. Isso não resolve o problema de excesso de peso, mas ajuda quem quer emagrecer a entender como o sistema nervoso funciona. De acordo com a endocrinologista Alessandra Rascovski, se ingerirmos bastante líquido durante o dia, conseguiremos manter o estômago relativamente preenchido. Isso significa maior saciedade e, por sua vez, menor comida ingerida.

10.Protege os olhos: Manter o organismo hidratado é essencial para que os olhos fiquem protegidos de lesões. "Os olhos são órgãos muitos sensíveis a desidratação. Por isso, manter o organismo com níveis de água elevados, protege os olhos de ressecamento que podem levar a problemas oculares como inflamações e infecções", diz Raul Santo.

11.Absorção de vitaminas: Algumas vitaminas, como a vitamina A, B e C são hidrossolúveis, ou seja, só são absorvidas pelo organismo com a presença de água. "Ao contrário das vitaminas lipossolúveis, que ficam armazenadas no tecido adiposo, as vitaminas hidrossolúveis precisam ser consumidas regularmente, assim como a água, já que são eliminadas pela urina", diz Raul Santo.

12. Manter a pele jovem: Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. "Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço", explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele.

O que vc esta esperando????

Garrafinha de água sempre a mão