Fonte - www.gestanteonline.com.br
Publicado 9/07/2010 por Pclab Oftalmólogia.
Assim como o teste do Pezinho, feito em recém-nascidos, o teste do Olhinho, deve ser realizado, ainda na sala de parto.
Através do teste do reflexo vermelho podem ser detectadas várias doenças oculares como: retinopatia da prematuridade, catarata, glaucoma, infecções, traumas de parto e até mesmo cegueira.
Feito com um aparelho chamado oftalmoscopio , o pediatra detecta se a criança apresenta reflexo vermelho em ambos os olhos, como aqueles vistos em fotografias.
Apresentando alguma alteração, o próprio pediatra encaminhará o recém-nascido ao oftalmologista. Não sendo detectada nenhuma alteração na primeira consulta, a criança deve ir ao oftalmologista até os seis meses de idade.
Essa avaliação é de suma importância para o desenvolvimento futuro dessa criança.
As alterações mais comuns nessa fase são:
1.Obstrução do canal lagrimal, onde observamos uma secreção no canto dos olhos;
2.Estrabismo, alteração na posição dos olhos;
3.E alergias observadas como irritações oculares;
Mesmo sem sintomas, deve-se realizar o exame de vista para prevenir a saúde dos olhos e não prejudicar assim, o rendimento escolar.
Pesquisas mostram que 50% das crianças só descobrem o problema quando estão cegas ou quase cegas para o resto da vida.
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Olha minhas alunas apresentando seus bebês!!!
I Turma de alunas Gestantes da Academia Noctiluca
Ana Angélica e Laís
Adriana e Guilia
Melissa e Ana Paula
Bruna e Cauã
Fernanda e André
II Turma de alunas Gestantes da Academia Noctiluca
De quebra eu também entrei para a turma e apresento meu bebê Nicolas!!!!
Da esquerda p/ direita Juliana com sua pequena Tayla (15 dias)
Camila com sua pequena Maitê (2 meses)
Eu e meu pequeno Nicolas (1 mês)
Maria Fernanda e sua pequena Manuela (2 meses)
Fabíola com sua mocinha Valentina (4 meses)
Ana Angélica e Laís
Adriana e Guilia
Melissa e Ana Paula
Bruna e Cauã
Fernanda e André
II Turma de alunas Gestantes da Academia Noctiluca
De quebra eu também entrei para a turma e apresento meu bebê Nicolas!!!!
Da esquerda p/ direita Juliana com sua pequena Tayla (15 dias)
Camila com sua pequena Maitê (2 meses)
Eu e meu pequeno Nicolas (1 mês)
Maria Fernanda e sua pequena Manuela (2 meses)
Fabíola com sua mocinha Valentina (4 meses)
Drenagem na Gestação pode ser benéfica mais exige cuidados! Saiba mais
FONTE - SITE GUIA DO BEBÊ UOL
A combinação entre drenagem linfática e gestação não poderia ser mais perfeita: ajuda a relaxar, alivia inchaços típicos da gravidez, reduz o acúmulo de retenção liquida, estimula a lactação e prepara as mamas para a amamentação, previne e combate varizes, celulite e estrias.
Na gestação, as consequências de um procedimento mal executado são ainda mais graves para a futura mamãe e o bebê: “Quando realizada por um profissional não habilitado, a drenagem linfática manual pode estimular contrações uterinas e causar a precipitação do parto a partir do sexto mês de gestação”, alerta a fisioterapeuta especializada em gestação e pós-parto, Samanta Cordeiro.
Preparamos um “tira-dúvidas” sobre drenagem linfática para que a gestante possa desfrutar momentos de puro relaxamento com total segurança. Acompanhe as respostas da fisioterapeuta Samanta Cordeiro:
Quais são os benefícios da drenagem linfática para a gestante?
Melhora a nutrição das células e a oxigenação dos tecidos;
estimula a circulação venosa e linfática; reduz a retenção de líquido;
diminui os inchaços típicos da gravidez;
estimula a lactação e a dessensibilização das mamas, preparando-as para a amamentação;
Previne e combate varizes e sensação de pernas cansadas;
Combate celulite e estrias; alivia tensões e reduz dores musculares.
É possível fazer drenagem linfática a partir de quantas semanas de gestação?
É fundamental que a gestante passe por uma avaliação médica antes de iniciar o tratamento, até para que seja feita a indicação correta da drenagem linfática. As sessões podem ser iniciadas a partir do terceiro mês, cerca de duas vezes por semana. Em casos de edemas exacerbados, a gestante poderá fazer até três sessões semanais, desde que tenha autorização do médico responsável.
Existe alguma contraindicação?
Grávidas com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda, infecções de pele e erupções cutâneas não são aconselhadas a realizar este procedimento. Porém, sempre seguimos a autorização médica e trabalhamos com fisioterapeutas que conhecem os recursos indicados e contraindicados para as gestantes. Dessa forma, é possível realizar um tratamento seguro e eficaz, sem provocar nenhum tipo de dano aos pacientes.
Quanto tempo após o parto a mulher pode fazer uma sessão de drenagem linfática? Ajuda a voltar a forma?
No período pós-parto, a drenagem linfática trabalha como um auxiliar para o retorno da forma anterior, atuando na diminuição da retenção de líquidos, prevenção de celulite e na estimulação do metabolismo. É importante entender que a drenagem não deve ser utilizada como elemento único para processos de emagrecimento, sendo necessário também o acompanhamento de uma nutricionista especializada.
Contato: www.mammytobe.com.br
A combinação entre drenagem linfática e gestação não poderia ser mais perfeita: ajuda a relaxar, alivia inchaços típicos da gravidez, reduz o acúmulo de retenção liquida, estimula a lactação e prepara as mamas para a amamentação, previne e combate varizes, celulite e estrias.
Na gestação, as consequências de um procedimento mal executado são ainda mais graves para a futura mamãe e o bebê: “Quando realizada por um profissional não habilitado, a drenagem linfática manual pode estimular contrações uterinas e causar a precipitação do parto a partir do sexto mês de gestação”, alerta a fisioterapeuta especializada em gestação e pós-parto, Samanta Cordeiro.
Preparamos um “tira-dúvidas” sobre drenagem linfática para que a gestante possa desfrutar momentos de puro relaxamento com total segurança. Acompanhe as respostas da fisioterapeuta Samanta Cordeiro:
Quais são os benefícios da drenagem linfática para a gestante?
Melhora a nutrição das células e a oxigenação dos tecidos;
estimula a circulação venosa e linfática; reduz a retenção de líquido;
diminui os inchaços típicos da gravidez;
estimula a lactação e a dessensibilização das mamas, preparando-as para a amamentação;
Previne e combate varizes e sensação de pernas cansadas;
Combate celulite e estrias; alivia tensões e reduz dores musculares.
É possível fazer drenagem linfática a partir de quantas semanas de gestação?
É fundamental que a gestante passe por uma avaliação médica antes de iniciar o tratamento, até para que seja feita a indicação correta da drenagem linfática. As sessões podem ser iniciadas a partir do terceiro mês, cerca de duas vezes por semana. Em casos de edemas exacerbados, a gestante poderá fazer até três sessões semanais, desde que tenha autorização do médico responsável.
Existe alguma contraindicação?
Grávidas com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda, infecções de pele e erupções cutâneas não são aconselhadas a realizar este procedimento. Porém, sempre seguimos a autorização médica e trabalhamos com fisioterapeutas que conhecem os recursos indicados e contraindicados para as gestantes. Dessa forma, é possível realizar um tratamento seguro e eficaz, sem provocar nenhum tipo de dano aos pacientes.
Quanto tempo após o parto a mulher pode fazer uma sessão de drenagem linfática? Ajuda a voltar a forma?
No período pós-parto, a drenagem linfática trabalha como um auxiliar para o retorno da forma anterior, atuando na diminuição da retenção de líquidos, prevenção de celulite e na estimulação do metabolismo. É importante entender que a drenagem não deve ser utilizada como elemento único para processos de emagrecimento, sendo necessário também o acompanhamento de uma nutricionista especializada.
Contato: www.mammytobe.com.br
terça-feira, 10 de maio de 2011
Gestante pode fazer exercícios? Sim, e deve, mas com cautela. Saiba por quê
FONTE - Revista Época.com
Por Laura Lopes
SITE - Portal da Educação Física
Alunas contam as suas experiências na academia nesta fase da vida.
Trabalhar o assoalho pélvico e músculos dorsais são algumas das indicações.
Os exercícios físicos podem trazer vários benefícios durante a gravidez, uma vez que preparam o corpo para as mudanças que ocorrem durante o período gestacional – ganho de peso, transformações pélvicas, sobrecarga na coluna, entre outras. Com eles, é possível ajudar a reduzir o tempo de trabalho de parto e o de recuperação pós-parto, e também diminuir o risco de diabetes gestacional. Além disso, exercícios de fortalecimento muscular ajudam a evitar a tão comum dor nas costas e a tratar do bebê depois do parto – carregá-lo, dar de mamar, ninar, dar banho etc. Antes de decidir por qual atividade fazer, é imprescindível levar em consideração se, antes de engravidar, a mulher era sedentária ou ativa. No último caso, e dependendo do tipo de atividade já praticada, deve-se diminuir o ritmo, a frequência e o tempo à medida que a gravidez evolui. O obstetra é quem deve avaliar e liberar a gestante para os exercícios. Lygia Fazio, de 28 anos, está no sexto mês de gravidez e fazendo exercícios com um personal na academia. Ela procurou o profissional porque tem medo de fazer algum movimento errado e prejudicar o bebê. Entre suas atividades, alongamento, musculação para braços e pernas e ioga – esta última devidamente adaptada às necessidades e riscos da gestação. "O alongamento melhorou muito as dores nas costas e pernas, eu me sinto mais disposta e cada dia mais preparada para um parto normal", afirma.
Um dos principais grupos musculares que devem ser trabalhados é o do assoalho pélvico, que fica entre as pernas. Ele ajuda a sustentar a bexiga, o útero e o intestino, e a controlar os músculos que fecham o ânus, a vagina e a uretra. Por isso, seu fortalecimento facilita na hora do parto. "A gestante que fortalece o assoalho pélvico tem maior participação no trabalho de parto, e mais consciência corporal. Evidências científicas têm mostrado a diminuição da duração do trabalho de parto em mulheres que trabalham a região", afirma Gizele Monteiro, fisioterapeuta especializada em ginástica na gravidez.
Além de fazer aulas com um personal três vezes por semana, a redatora e roteirista Luciana Biskerde Toledo, de 40 anos e perto de dar à luz, contratou uma fisioterapeuta para fortalecer o assoalho pélvico e se preparar melhor para o parto normal – que será o seu quarto. "Uma parte do atendimento são exercícios complementares à ginástica, bem específicos e recomendados, inclusive, pela minha ginecologista. E os exercícios nunca são repetidos", afirma. Além dos benefícios para a saúde, Luciana revela que a hora da ginástica é o momento em que fica com a filha sem interferências externas. "Você fica em forma e saudável, com maior consciência corporal, atenção à postura e respiração", ela diz. "Eu adoro porque na hora da aula posso ficar comigo mesma e o bebê. É um momento só nosso", afirma.
Outra área importante são as costas, para evitar as dores lombares, além de braços, ombros e pernas. Mas a futura mãe não deve abusar da musculação: é possível fortaceler grupos musculares sem pegar pesado – o que, para as gestantes, é fundamental. Segundo o obstetra Marco Antonio Borges Lopes, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), o fortalecimento deve ser feito por meio de "exercícios em que ocorrem contrações musculares contra alguma forma de resistência, que pode ser uma tornozeleira, um aparelho ou até o próprio peso do corpo. Nessa modalidade são executados movimentos de maneira lenta e cadenciada". Ele aconselha a prática três vezes por semana, em dias alternados, com pouca sobrecarga, de duas a três séries de 12 a 15 repetições em cada exercício.
Não é necessário ir à academia para fazer exercícios. No vídeo abaixo, Gizele mostra o que pode ser feito em casa, todos os dias, mas em apenas uma série. Apesar de serem sequências simples, é muito importante que a gestante busque orientação profissional para saber se há alguma restrição.
A grávida também deve procurar fazer atividades aeróbicas de baixo impacto, como caminhadas, bicicleta estacionária e hidroginástica. "Recomendamos que gestantes saudáveis acumulem cerca de 30 minutos de atividade aeróbia moderada o maior número possível de dias na semana", afirma Borges Lopes. As mulheres sem condicionamento físico devem começar com 15 minutos em dias alternados. Também é preciso tomar cuidado com o aumento da temperatura corporal, que, "como foi descrito em trabalhos experimentais, pode causar malformações fetais", afirma o médico. Para evitar o calorão, deve-se usar roupas leves e não exagerar no exercício.
Há algumas atividades proibidas, sobretudo às gestantes sedentárias. A maioria é de alto impacto, exige torções do tronco e do quadril, sobrecarrega joelhos e coluna e/ou força demais o músculo abdominal. "As atividades esportivas (coletivas ou individuais) e as lutas não são indicadas. E os movimentos do pilates devem ser muito bem adaptados para não oferecer risco", diz Gizele. Ela também alerta que qualquer exercício deitado deve ser evitado. "Ao passar dos quatro meses, ao deitar, a gravidade pressiona o sistema circulatório, a artéria aorta e a veia cava, ao lado da coluna. Isso prejudica a circulação sanguínea no corpo da mulher e o sangue que chega até o bebê", afirma a fisioterapeuta.
Ao perceber alguns dos sintomas a seguir, diz o obstetra Borges Lopes, a gestante deve parar com os exercícios. São eles: dores intensas, principalmente na região lombar ou pélvica; cansaço excessivo; tontura, fraqueza e tremedeiras; falta de ar; sangramento ou qualquer tipo de corrimento vaginal em excesso; contrações uterinas, e diminuição acentuada do movimento fetal.
Por Laura Lopes
SITE - Portal da Educação Física
Alunas contam as suas experiências na academia nesta fase da vida.
Trabalhar o assoalho pélvico e músculos dorsais são algumas das indicações.
Os exercícios físicos podem trazer vários benefícios durante a gravidez, uma vez que preparam o corpo para as mudanças que ocorrem durante o período gestacional – ganho de peso, transformações pélvicas, sobrecarga na coluna, entre outras. Com eles, é possível ajudar a reduzir o tempo de trabalho de parto e o de recuperação pós-parto, e também diminuir o risco de diabetes gestacional. Além disso, exercícios de fortalecimento muscular ajudam a evitar a tão comum dor nas costas e a tratar do bebê depois do parto – carregá-lo, dar de mamar, ninar, dar banho etc. Antes de decidir por qual atividade fazer, é imprescindível levar em consideração se, antes de engravidar, a mulher era sedentária ou ativa. No último caso, e dependendo do tipo de atividade já praticada, deve-se diminuir o ritmo, a frequência e o tempo à medida que a gravidez evolui. O obstetra é quem deve avaliar e liberar a gestante para os exercícios. Lygia Fazio, de 28 anos, está no sexto mês de gravidez e fazendo exercícios com um personal na academia. Ela procurou o profissional porque tem medo de fazer algum movimento errado e prejudicar o bebê. Entre suas atividades, alongamento, musculação para braços e pernas e ioga – esta última devidamente adaptada às necessidades e riscos da gestação. "O alongamento melhorou muito as dores nas costas e pernas, eu me sinto mais disposta e cada dia mais preparada para um parto normal", afirma.
Um dos principais grupos musculares que devem ser trabalhados é o do assoalho pélvico, que fica entre as pernas. Ele ajuda a sustentar a bexiga, o útero e o intestino, e a controlar os músculos que fecham o ânus, a vagina e a uretra. Por isso, seu fortalecimento facilita na hora do parto. "A gestante que fortalece o assoalho pélvico tem maior participação no trabalho de parto, e mais consciência corporal. Evidências científicas têm mostrado a diminuição da duração do trabalho de parto em mulheres que trabalham a região", afirma Gizele Monteiro, fisioterapeuta especializada em ginástica na gravidez.
Além de fazer aulas com um personal três vezes por semana, a redatora e roteirista Luciana Biskerde Toledo, de 40 anos e perto de dar à luz, contratou uma fisioterapeuta para fortalecer o assoalho pélvico e se preparar melhor para o parto normal – que será o seu quarto. "Uma parte do atendimento são exercícios complementares à ginástica, bem específicos e recomendados, inclusive, pela minha ginecologista. E os exercícios nunca são repetidos", afirma. Além dos benefícios para a saúde, Luciana revela que a hora da ginástica é o momento em que fica com a filha sem interferências externas. "Você fica em forma e saudável, com maior consciência corporal, atenção à postura e respiração", ela diz. "Eu adoro porque na hora da aula posso ficar comigo mesma e o bebê. É um momento só nosso", afirma.
Outra área importante são as costas, para evitar as dores lombares, além de braços, ombros e pernas. Mas a futura mãe não deve abusar da musculação: é possível fortaceler grupos musculares sem pegar pesado – o que, para as gestantes, é fundamental. Segundo o obstetra Marco Antonio Borges Lopes, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), o fortalecimento deve ser feito por meio de "exercícios em que ocorrem contrações musculares contra alguma forma de resistência, que pode ser uma tornozeleira, um aparelho ou até o próprio peso do corpo. Nessa modalidade são executados movimentos de maneira lenta e cadenciada". Ele aconselha a prática três vezes por semana, em dias alternados, com pouca sobrecarga, de duas a três séries de 12 a 15 repetições em cada exercício.
Não é necessário ir à academia para fazer exercícios. No vídeo abaixo, Gizele mostra o que pode ser feito em casa, todos os dias, mas em apenas uma série. Apesar de serem sequências simples, é muito importante que a gestante busque orientação profissional para saber se há alguma restrição.
A grávida também deve procurar fazer atividades aeróbicas de baixo impacto, como caminhadas, bicicleta estacionária e hidroginástica. "Recomendamos que gestantes saudáveis acumulem cerca de 30 minutos de atividade aeróbia moderada o maior número possível de dias na semana", afirma Borges Lopes. As mulheres sem condicionamento físico devem começar com 15 minutos em dias alternados. Também é preciso tomar cuidado com o aumento da temperatura corporal, que, "como foi descrito em trabalhos experimentais, pode causar malformações fetais", afirma o médico. Para evitar o calorão, deve-se usar roupas leves e não exagerar no exercício.
Há algumas atividades proibidas, sobretudo às gestantes sedentárias. A maioria é de alto impacto, exige torções do tronco e do quadril, sobrecarrega joelhos e coluna e/ou força demais o músculo abdominal. "As atividades esportivas (coletivas ou individuais) e as lutas não são indicadas. E os movimentos do pilates devem ser muito bem adaptados para não oferecer risco", diz Gizele. Ela também alerta que qualquer exercício deitado deve ser evitado. "Ao passar dos quatro meses, ao deitar, a gravidade pressiona o sistema circulatório, a artéria aorta e a veia cava, ao lado da coluna. Isso prejudica a circulação sanguínea no corpo da mulher e o sangue que chega até o bebê", afirma a fisioterapeuta.
Ao perceber alguns dos sintomas a seguir, diz o obstetra Borges Lopes, a gestante deve parar com os exercícios. São eles: dores intensas, principalmente na região lombar ou pélvica; cansaço excessivo; tontura, fraqueza e tremedeiras; falta de ar; sangramento ou qualquer tipo de corrimento vaginal em excesso; contrações uterinas, e diminuição acentuada do movimento fetal.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Você depois da chegada do bebê
Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasi
Como vou me sentir nos momentos logo depois do parto?
Pode ser que você fique incrivelmente feliz, com um sentimento de plena satisfação física, mental e emocional. Pode ser que você fique exausta, dolorida, aérea, decepcionada e até deprimida. Ou você pode ficar em qualquer ponto entre esses dois extremos.
Todos esses estados são absolutamente normais. Lembre-se de que você está se recuperando de um enorme esforço físico, no caso de um parto normal, ou de uma cirurgia abdominal, no caso de uma cesárea. Tenha paciência e dê ao seu corpo tempo para descansar e recuperar as energias. O descanso e o apoio da família costumam ser suficientes para que as mulheres voltem à ativa bem rápido.
Que mudanças físicas meu corpo vai sofrer imediatamente depois do parto?
Assim que o bebê nasce, muitas das mudanças graduais por que seu corpo passou durante a gravidez começam a se desfazer, só que num ritmo muito mais rápido. Por isso, você perceberá vários sinais físicos:
• Você vai ter um sangramento vaginal parecido com a menstruação. Nos primeiros dez dias o fluxo será semelhante ao dos dias mais intensos do período menstrual, e depois ele vai se transformando numa secreção amarronzada, que pode durar até seis semanas. O excesso de atividade pode aumentar a intensidade do sangramento.
• Seu útero vai voltar rapidamente ao tamanho e à posição normal. Para isso, ele vai se contrair, processo que é acelerado pela amamentação. Você pode sentir cólica quando der de mamar: os hormônios estimulam as contrações do útero. A intensidade dessas cólicas aumenta a partir do segundo filho. O sangramento também pode ser mais forte nesses momentos, por isso use um bom absorvente.
• A vagina vai retomar o vigor muscular normal, e os músculos do assoalho pélvico vão voltar para perto da posição anterior. (Leia mais sobre como a vagina se recupera do parto.) Você pode colaborar para o processo fazendo exercícios para os músculos pélvicos.
• Pequenas lacerações e cortes no útero, na vagina e no períneo (a área entre a vagina e o ânus) cicatrizam rápido; a episiotomia, um corte cirúrgico feito na hora do parto normal para facilitar a passagem do bebê, pode demorar mais tempo. Os pontos, tanto na região vaginal como de cesariana, podem ficar doloridos por semanas.
• Logo depois do parto, os seios ainda ficam macios, pois só estão produzindo um pouco de colostro (o líquido meio transparente que protege a saúde do bebê). Depois de três ou quatro dias o leite vai "descer", e suas mamas vão ficar quentes, inchadas e sensíveis. No começo, seus mamilos também podem ficar doloridos, e os primeiros segundos de cada mamada podem ser desconfortáveis. Essa sensação costuma melhorar depois do quinto dia.
• Sua barriga vai ficar flácida e enrugada, e a cintura simplesmente não existirá. Você ainda vai estar carregando boa parte do peso que ganhou durante a gravidez. Muito provavelmente vai ter de usar as roupas de grávida por um certo tempo.
• A dor nas costas e as hemorróidas podem continuar importunando você.
• Você pode ficar com estrias nos seios, na barriga e nas coxas.
• Seus tornozelos e pés vão inchar mais ainda, depois do parto, antes de começar a desinchar, num processo que pode levar cerca de dez dias. Quanto menos você descansar, mais tempo vai demorar para desinchar.
• Se você fez uma cesárea, provavelmente vai sentir dor para sentar e levantar da cama, ou se ficar muito tempo em pé.
Sobra alguma coisa de bom?
Sim! Nem tudo é tão difícil. Com a queda nos níveis de progesterona no seu corpo, o tônus muscular de todos os sistemas vai voltando. Assim, a azia melhora rápido, assim como a prisão de ventre e as varizes. As hemorróidas demoram mais um tempinho.
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasi
Como vou me sentir nos momentos logo depois do parto?
Pode ser que você fique incrivelmente feliz, com um sentimento de plena satisfação física, mental e emocional. Pode ser que você fique exausta, dolorida, aérea, decepcionada e até deprimida. Ou você pode ficar em qualquer ponto entre esses dois extremos.
Todos esses estados são absolutamente normais. Lembre-se de que você está se recuperando de um enorme esforço físico, no caso de um parto normal, ou de uma cirurgia abdominal, no caso de uma cesárea. Tenha paciência e dê ao seu corpo tempo para descansar e recuperar as energias. O descanso e o apoio da família costumam ser suficientes para que as mulheres voltem à ativa bem rápido.
Que mudanças físicas meu corpo vai sofrer imediatamente depois do parto?
Assim que o bebê nasce, muitas das mudanças graduais por que seu corpo passou durante a gravidez começam a se desfazer, só que num ritmo muito mais rápido. Por isso, você perceberá vários sinais físicos:
• Você vai ter um sangramento vaginal parecido com a menstruação. Nos primeiros dez dias o fluxo será semelhante ao dos dias mais intensos do período menstrual, e depois ele vai se transformando numa secreção amarronzada, que pode durar até seis semanas. O excesso de atividade pode aumentar a intensidade do sangramento.
• Seu útero vai voltar rapidamente ao tamanho e à posição normal. Para isso, ele vai se contrair, processo que é acelerado pela amamentação. Você pode sentir cólica quando der de mamar: os hormônios estimulam as contrações do útero. A intensidade dessas cólicas aumenta a partir do segundo filho. O sangramento também pode ser mais forte nesses momentos, por isso use um bom absorvente.
• A vagina vai retomar o vigor muscular normal, e os músculos do assoalho pélvico vão voltar para perto da posição anterior. (Leia mais sobre como a vagina se recupera do parto.) Você pode colaborar para o processo fazendo exercícios para os músculos pélvicos.
• Pequenas lacerações e cortes no útero, na vagina e no períneo (a área entre a vagina e o ânus) cicatrizam rápido; a episiotomia, um corte cirúrgico feito na hora do parto normal para facilitar a passagem do bebê, pode demorar mais tempo. Os pontos, tanto na região vaginal como de cesariana, podem ficar doloridos por semanas.
• Logo depois do parto, os seios ainda ficam macios, pois só estão produzindo um pouco de colostro (o líquido meio transparente que protege a saúde do bebê). Depois de três ou quatro dias o leite vai "descer", e suas mamas vão ficar quentes, inchadas e sensíveis. No começo, seus mamilos também podem ficar doloridos, e os primeiros segundos de cada mamada podem ser desconfortáveis. Essa sensação costuma melhorar depois do quinto dia.
• Sua barriga vai ficar flácida e enrugada, e a cintura simplesmente não existirá. Você ainda vai estar carregando boa parte do peso que ganhou durante a gravidez. Muito provavelmente vai ter de usar as roupas de grávida por um certo tempo.
• A dor nas costas e as hemorróidas podem continuar importunando você.
• Você pode ficar com estrias nos seios, na barriga e nas coxas.
• Seus tornozelos e pés vão inchar mais ainda, depois do parto, antes de começar a desinchar, num processo que pode levar cerca de dez dias. Quanto menos você descansar, mais tempo vai demorar para desinchar.
• Se você fez uma cesárea, provavelmente vai sentir dor para sentar e levantar da cama, ou se ficar muito tempo em pé.
Sobra alguma coisa de bom?
Sim! Nem tudo é tão difícil. Com a queda nos níveis de progesterona no seu corpo, o tônus muscular de todos os sistemas vai voltando. Assim, a azia melhora rápido, assim como a prisão de ventre e as varizes. As hemorróidas demoram mais um tempinho.
CERTO OU ERRADO: "Devemos dar chupeta ao bebê"?
Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Há quem seja fã, há quem deteste. O fato é que mulheres usam chupetas e bicos há séculos para acalmar bebês. A polêmica em torno do assunto é enorme, até entre profissionais de saúde, e por isso os pais acabam recebendo conselhos contraditórios.
Vantagens do uso da chupeta
A principal vantagem do uso da chupeta é acalmar o bebê e ajudá-lo a dormir. O ato de sugar a chupeta ajuda a aliviar a dor, porque relaxa o bebê, e por isso muitos pais recorrem a ela quando a criança sofre de cólica ou não está conseguindo se acalmar. Ao sugar, os batimentos cardíacos do bebê ficam mais regulares.
Cada bebê é diferente na necessidade de sucção. Há crianças que requisitam o seio o tempo todo, mas não porque estejam com fome, e sim porque precisam do conforto de sugar alguma coisa. Embora o assunto seja polêmico, existe uma ligação entre o uso de chupetas e o abandono precoce da amamentação -- mas não se sabe se um é causa do outro ou não.
A chupeta pode, em certos casos, ajudar bebês prematuros que estejam com dificuldade de pegar o bico da mamadeira ou do seio, para poder abandonar a alimentação por sonda. Ela funciona como um treino para a sucção.
Desvantagens do uso da chupeta
• Otites - existe uma relação comprovada entre o uso prolongado de chupeta e otites médias, ou seja, infecções de ouvido. Não se sabe exatamente se a relação é de causação direta -- pode ser que ela esteja relacionada a outros fatores, mas é preciso levar a relação estatística em conta. Acredita-se que o uso da chupeta aumente a propensão da migração de infecções para a trompa de Eustáquio (a passagem oca que liga o ouvido médio e a garganta). Para evitar esse tipo de problema, limite o uso da chupeta à hora de dormir.
• Infecções em geral - o uso da chupeta já foi estatisticamente associado a um risco maior da presença de sintomas como vômitos, febre, diarréia e cólica. A explicação não é clara, mas, para garantir, se você for dar a chupeta ao seu filho, esterilize-a com frequência e carregue sempre uma limpa de reserva para o caso de a que ele estiver usando cair no chão.
• Problemas dentais - o uso prolongado de chupeta e o costume de chupar o dedo podem causar problemas no desenvolvimento dos dentes, principalmente se a criança ainda tiver o hábito quando os dentes permanentes já estiverem nascendo. Esses problemas costumam exigir o uso de aparelhos ortodônticos.
• Problemas de fala - o uso da chupeta impede os bebês de emitir sons do tipo "gugu-dadá", "agu", que são uma etapa importante do processo de aprender a falar. Em crianças maiores, reprime a fala, inibindo o desenvolvimento da linguagem. Esse tipo de problema é amenizado se o uso da chupeta ficar limitado à hora do sono.
• Prejuízo à amamentação - existem fortes dados mostrando que mulheres que dão chupetas aos bebês têm maior probabilidade de desmamar os filhos mais cedo que mulheres que não dão a chupeta todos os dias.
Há muita controvérsia em torno da relação causal entre a chupeta e o fim da amamentação. Um dos argumentos é que talvez as mães recorram à chupeta justamente porque estejam com problemas no aleitamento materno ou porque não queiram amamentar. Segundo outra linha de raciocínio, o uso de bicos diferentes (seio e chupeta ou mamadeira) pode causar confusão no bebê, dificultando a amamentação. Há também quem argumente que, como o bebê fica sugando a chupeta e não o seio, a mama é menos estimulada a secretar prolactina, causando a redução na produção de leite.
Seja qual for o motivo, o uso diário da chupeta está ligado à interrupção da amamentação antes dos 3 meses de idade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que as mulheres dêem apenas o seio aos filhos durante os primeiros seis meses, a chamada amamentação exclusiva, para que eles recebam os enormes benefícios do leite materno.
Outro dado interessante é que muitas vezes bebês amamentados se recusam a pegar a chupeta ou qualquer outro tipo de bico. Se isso acontecer com seu filho, não é necessário forçar. A mamadeira pode ser substituída por copinhos ou canudo desde bem cedo.
Como usar a chupeta
O choro constante do bebê pode desestabilizar a família inteira, e o que o bebê mais precisa para se desenvolver com saúde é de um ambiente tranquilo. Em nome dessa paz pode ser que valha a pena tentar a chupeta. Para isso, siga as seguintes dicas:
• Use chupetas ortodônticas e adequadas para a idade do bebê (procure informações na embalagem).
• Mantenha as chupetas sempre limpas -- esterilize-as com frequência, idealmente todos os dias, pelo menos nos primeiros três meses do bebê. Se for guardá-las dentro de caixinhas especiais, esterilize a caixinha também.
• Troque a chupeta se notar que ela está desgastada, furada ou grudenta.
• Nunca mergulhe a chupeta em alimentos doces como açúcar, para fazer o bebê parar de chorar. Esse costume pode provocar cáries. A funchicória, erva em pó muito usada para acalmar os bebês, também é doce. Converse sempre com o pediatra antes de usá-la.
• Limite o uso da chupeta ao estritamente necessário, como durante crises de cólica ou na hora de dormir. O uso prolongado de chupetas está relacionado à ocorrência de otites médias e outros problemas (consulte a seção Desvantagens acima).
• Espere o bebê precisar da chupeta, em vez de colocá-la na boca dele automaticamente.
• Tente tirar o hábito de chupar chupeta o quanto antes, e se esforce ao máximo para que o costume já tenha sido abandonado de vez quando os dentes permanentes forem nascer (por volta dos 6 anos). O mais comum é os pais começarem a pensar em tirar a chupeta por volta dos 2 anos, mas você pode fazer isso mais cedo, até antes de 1 ano. A necessidade de sucção é muito maior nos primeiros meses. Depois os interesses do bebê se voltam para outros sentidos e vale a pena aproveitar a deixa para acabar com o hábito.
• Não deixe que o uso da chupeta vire um vício para o bebê, especialmente durante o dia. Você controla a chupeta, não ele. Não a deixe à disposição e evite usar cordinhas para prender a chupeta à roupa. Não é demais repetir: limite o uso para quando ele for absolutamente necessário.
A chupeta reduz o risco de morte súbita?
Alguns dados sugerem que o uso da chupeta possa ter uma ação protetora contra a síndrome da morte súbita do lactente, um fenômeno muito raro que leva os bebês à morte durante o sono, sem explicação médica.
Um estudo publicado no British Medical Journal analisou o uso de chupetas por vítimas da síndrome e concluiu que a presença da chupeta estava associada a um risco menor, especialmente quando havia outros fatores de risco, como dormir de bruços, dormir com muita roupa de cama ou dormir na mesma cama com uma mãe que seja fumante (mesmo que não fume no quarto). De acordo com o estudo, chupar o dedo também teve influência positiva. Os autores ressaltaram, porém, que os dados ainda são preliminares e precisam de confirmação. Para eles, há duas explicações possíveis para o efeito protetor. Uma é que a parte externa da chupeta ajude a manter o nariz e a boca do bebê longe das cobertas, e outra é que o ato de sugar melhore o controle das vias aéreas superiores. Outros especialistas acreditam que bebês que usam chupeta têm mais a atenção dos pais durante a noite, porque eles vão recolocar a chupeta na boca da criança, e que essa atenção é que tenha prevenido a síndrome.
Mas esses dados não são suficientes para justificar o uso da chupeta. A amamentação é extremamente importante, e para prevenir a síndrome da morte súbita também há outras providências, como não deixar o bebê dormir de bruços e não fumar.
Como largar a chupeta
Seu filho está o tempo todo de chupeta na boca? Você acha que ele já está grandinho para a chupeta? Experimente essas idéias para acabar com o hábito:
• Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta.
• Restrinja a chupeta a momentos críticos do dia, como a hora de dormir ou quando seu filho está doente, se sentindo mal. Seja firme.
• Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples -- não dê doces a ela no lugar da chupeta.
• Reforce a idéia de que crianças mais velhas não usam chupeta -- elas adoram se sentir mais crescidas.
• Incentive a criança a dar todas as chupetas para alguém -- nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data apropriada próxima, você pode inventar a "fada da chupeta", que deixa um presentinho em troca.
• Converse com outros pais para saber que estratégias eles usaram. Há quem faça, por exemplo, um furinho na chupeta, prejudicando a sucção, e diga ao filho que a chupeta "quebrou".
• Identifique os sinais de que seu filho está pronto para largar a chupeta e aproveite o momento. Durante um resfriado, é comum que a criança rejeite a chupeta, pois precisa respirar pela boca por causa do nariz entupido. Se isso acontecer, tire as chupetas de vista e espere. Quando seu filho pedir a chupeta, não dê imediatamente. Pode ser que ele largue o hábito naturalmente.
• Invista na rotina da hora de dormir: anuncie uma mudança (um bichinho novo, a mudança do berço para a cama, um novo hábito, de ouvir música ou contar histórias de um livro, por exemplo), e explique que na nova rotina -- de criança grande -- não há espaço para a chupeta. O entusiasmo com a novidade pode ajudar.
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Há quem seja fã, há quem deteste. O fato é que mulheres usam chupetas e bicos há séculos para acalmar bebês. A polêmica em torno do assunto é enorme, até entre profissionais de saúde, e por isso os pais acabam recebendo conselhos contraditórios.
Vantagens do uso da chupeta
A principal vantagem do uso da chupeta é acalmar o bebê e ajudá-lo a dormir. O ato de sugar a chupeta ajuda a aliviar a dor, porque relaxa o bebê, e por isso muitos pais recorrem a ela quando a criança sofre de cólica ou não está conseguindo se acalmar. Ao sugar, os batimentos cardíacos do bebê ficam mais regulares.
Cada bebê é diferente na necessidade de sucção. Há crianças que requisitam o seio o tempo todo, mas não porque estejam com fome, e sim porque precisam do conforto de sugar alguma coisa. Embora o assunto seja polêmico, existe uma ligação entre o uso de chupetas e o abandono precoce da amamentação -- mas não se sabe se um é causa do outro ou não.
A chupeta pode, em certos casos, ajudar bebês prematuros que estejam com dificuldade de pegar o bico da mamadeira ou do seio, para poder abandonar a alimentação por sonda. Ela funciona como um treino para a sucção.
Desvantagens do uso da chupeta
• Otites - existe uma relação comprovada entre o uso prolongado de chupeta e otites médias, ou seja, infecções de ouvido. Não se sabe exatamente se a relação é de causação direta -- pode ser que ela esteja relacionada a outros fatores, mas é preciso levar a relação estatística em conta. Acredita-se que o uso da chupeta aumente a propensão da migração de infecções para a trompa de Eustáquio (a passagem oca que liga o ouvido médio e a garganta). Para evitar esse tipo de problema, limite o uso da chupeta à hora de dormir.
• Infecções em geral - o uso da chupeta já foi estatisticamente associado a um risco maior da presença de sintomas como vômitos, febre, diarréia e cólica. A explicação não é clara, mas, para garantir, se você for dar a chupeta ao seu filho, esterilize-a com frequência e carregue sempre uma limpa de reserva para o caso de a que ele estiver usando cair no chão.
• Problemas dentais - o uso prolongado de chupeta e o costume de chupar o dedo podem causar problemas no desenvolvimento dos dentes, principalmente se a criança ainda tiver o hábito quando os dentes permanentes já estiverem nascendo. Esses problemas costumam exigir o uso de aparelhos ortodônticos.
• Problemas de fala - o uso da chupeta impede os bebês de emitir sons do tipo "gugu-dadá", "agu", que são uma etapa importante do processo de aprender a falar. Em crianças maiores, reprime a fala, inibindo o desenvolvimento da linguagem. Esse tipo de problema é amenizado se o uso da chupeta ficar limitado à hora do sono.
• Prejuízo à amamentação - existem fortes dados mostrando que mulheres que dão chupetas aos bebês têm maior probabilidade de desmamar os filhos mais cedo que mulheres que não dão a chupeta todos os dias.
Há muita controvérsia em torno da relação causal entre a chupeta e o fim da amamentação. Um dos argumentos é que talvez as mães recorram à chupeta justamente porque estejam com problemas no aleitamento materno ou porque não queiram amamentar. Segundo outra linha de raciocínio, o uso de bicos diferentes (seio e chupeta ou mamadeira) pode causar confusão no bebê, dificultando a amamentação. Há também quem argumente que, como o bebê fica sugando a chupeta e não o seio, a mama é menos estimulada a secretar prolactina, causando a redução na produção de leite.
Seja qual for o motivo, o uso diário da chupeta está ligado à interrupção da amamentação antes dos 3 meses de idade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que as mulheres dêem apenas o seio aos filhos durante os primeiros seis meses, a chamada amamentação exclusiva, para que eles recebam os enormes benefícios do leite materno.
Outro dado interessante é que muitas vezes bebês amamentados se recusam a pegar a chupeta ou qualquer outro tipo de bico. Se isso acontecer com seu filho, não é necessário forçar. A mamadeira pode ser substituída por copinhos ou canudo desde bem cedo.
Como usar a chupeta
O choro constante do bebê pode desestabilizar a família inteira, e o que o bebê mais precisa para se desenvolver com saúde é de um ambiente tranquilo. Em nome dessa paz pode ser que valha a pena tentar a chupeta. Para isso, siga as seguintes dicas:
• Use chupetas ortodônticas e adequadas para a idade do bebê (procure informações na embalagem).
• Mantenha as chupetas sempre limpas -- esterilize-as com frequência, idealmente todos os dias, pelo menos nos primeiros três meses do bebê. Se for guardá-las dentro de caixinhas especiais, esterilize a caixinha também.
• Troque a chupeta se notar que ela está desgastada, furada ou grudenta.
• Nunca mergulhe a chupeta em alimentos doces como açúcar, para fazer o bebê parar de chorar. Esse costume pode provocar cáries. A funchicória, erva em pó muito usada para acalmar os bebês, também é doce. Converse sempre com o pediatra antes de usá-la.
• Limite o uso da chupeta ao estritamente necessário, como durante crises de cólica ou na hora de dormir. O uso prolongado de chupetas está relacionado à ocorrência de otites médias e outros problemas (consulte a seção Desvantagens acima).
• Espere o bebê precisar da chupeta, em vez de colocá-la na boca dele automaticamente.
• Tente tirar o hábito de chupar chupeta o quanto antes, e se esforce ao máximo para que o costume já tenha sido abandonado de vez quando os dentes permanentes forem nascer (por volta dos 6 anos). O mais comum é os pais começarem a pensar em tirar a chupeta por volta dos 2 anos, mas você pode fazer isso mais cedo, até antes de 1 ano. A necessidade de sucção é muito maior nos primeiros meses. Depois os interesses do bebê se voltam para outros sentidos e vale a pena aproveitar a deixa para acabar com o hábito.
• Não deixe que o uso da chupeta vire um vício para o bebê, especialmente durante o dia. Você controla a chupeta, não ele. Não a deixe à disposição e evite usar cordinhas para prender a chupeta à roupa. Não é demais repetir: limite o uso para quando ele for absolutamente necessário.
A chupeta reduz o risco de morte súbita?
Alguns dados sugerem que o uso da chupeta possa ter uma ação protetora contra a síndrome da morte súbita do lactente, um fenômeno muito raro que leva os bebês à morte durante o sono, sem explicação médica.
Um estudo publicado no British Medical Journal analisou o uso de chupetas por vítimas da síndrome e concluiu que a presença da chupeta estava associada a um risco menor, especialmente quando havia outros fatores de risco, como dormir de bruços, dormir com muita roupa de cama ou dormir na mesma cama com uma mãe que seja fumante (mesmo que não fume no quarto). De acordo com o estudo, chupar o dedo também teve influência positiva. Os autores ressaltaram, porém, que os dados ainda são preliminares e precisam de confirmação. Para eles, há duas explicações possíveis para o efeito protetor. Uma é que a parte externa da chupeta ajude a manter o nariz e a boca do bebê longe das cobertas, e outra é que o ato de sugar melhore o controle das vias aéreas superiores. Outros especialistas acreditam que bebês que usam chupeta têm mais a atenção dos pais durante a noite, porque eles vão recolocar a chupeta na boca da criança, e que essa atenção é que tenha prevenido a síndrome.
Mas esses dados não são suficientes para justificar o uso da chupeta. A amamentação é extremamente importante, e para prevenir a síndrome da morte súbita também há outras providências, como não deixar o bebê dormir de bruços e não fumar.
Como largar a chupeta
Seu filho está o tempo todo de chupeta na boca? Você acha que ele já está grandinho para a chupeta? Experimente essas idéias para acabar com o hábito:
• Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta.
• Restrinja a chupeta a momentos críticos do dia, como a hora de dormir ou quando seu filho está doente, se sentindo mal. Seja firme.
• Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples -- não dê doces a ela no lugar da chupeta.
• Reforce a idéia de que crianças mais velhas não usam chupeta -- elas adoram se sentir mais crescidas.
• Incentive a criança a dar todas as chupetas para alguém -- nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data apropriada próxima, você pode inventar a "fada da chupeta", que deixa um presentinho em troca.
• Converse com outros pais para saber que estratégias eles usaram. Há quem faça, por exemplo, um furinho na chupeta, prejudicando a sucção, e diga ao filho que a chupeta "quebrou".
• Identifique os sinais de que seu filho está pronto para largar a chupeta e aproveite o momento. Durante um resfriado, é comum que a criança rejeite a chupeta, pois precisa respirar pela boca por causa do nariz entupido. Se isso acontecer, tire as chupetas de vista e espere. Quando seu filho pedir a chupeta, não dê imediatamente. Pode ser que ele largue o hábito naturalmente.
• Invista na rotina da hora de dormir: anuncie uma mudança (um bichinho novo, a mudança do berço para a cama, um novo hábito, de ouvir música ou contar histórias de um livro, por exemplo), e explique que na nova rotina -- de criança grande -- não há espaço para a chupeta. O entusiasmo com a novidade pode ajudar.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Parto Normal uma experiência que vale a pena!!!!
Relato pessoal
Gostaria de registrar aqui minha experiência com a maternidade, mais especificamente com o parto "normal".
Não vou dizer que passar pelas contrações foi fácil, pois são bem doloridas sim, mas percebi que com a ajuda da doula (uma profissional que fica do nosso lado o tempo todo) e com o incentivo do marido (uma pessoa mais que especial) tudo fica menos intenso.
Sem contar que com a analgesia tudo fica maravilhoso,me senti no céu após recebé-la.....risos.
As contrações finais acontecem sem sentirmos nenhum desconforto e com a orientação da obstetra a gente faz força na hora certa até o grande momento "o nascimento".
Sei que a cesárea é recomendada em alguns casos e que algumas mulheres até tentam o parto normal e não conseguem, mas posso dizer que a recuperação foi maravilhosa, estou com o peso de antes e minha barriga voltou ao normal antes de completar 15 dias do nascimento do meu Nicolas.
Na minha opnião o parto foi a tarefa mais fácil de toda a gestação, já a amamentação, puxa esta sim penso que a gente tem que se preparar mais, pois não é tão simples e requer muito controle emocional, pois o desgaste da primeira semana (onde tudo é novo pra gente e para o bebê)só aumentam as dificuldades.
Só com o passar dos dias as coisas vão se normalizando, nada como a experiência que só o tempo traz pra gente. Procure ajuda se precisar,pois os hospitais orientam e em algumas cidades como em SJC podemos ainda contar com o Projeto Casulo que oferece uma orientação especializada sobre amamentação.
Escolha um bom médico pois não são todos que gostam de fazer parto normal, se possível tenha o acompanhamento de uma doula e não tenha medo, pois é possível passar por esta experiência sim!
Andréa (doula)me ajudando com exercícios e massagem
Meu marido, meu maior incentivador,foi muito importante o seu apoio
Momento único, nosso Nicolas chega com muita saúde nos trazendo muita alegria
Gostaria de registrar aqui minha experiência com a maternidade, mais especificamente com o parto "normal".
Não vou dizer que passar pelas contrações foi fácil, pois são bem doloridas sim, mas percebi que com a ajuda da doula (uma profissional que fica do nosso lado o tempo todo) e com o incentivo do marido (uma pessoa mais que especial) tudo fica menos intenso.
Sem contar que com a analgesia tudo fica maravilhoso,me senti no céu após recebé-la.....risos.
As contrações finais acontecem sem sentirmos nenhum desconforto e com a orientação da obstetra a gente faz força na hora certa até o grande momento "o nascimento".
Sei que a cesárea é recomendada em alguns casos e que algumas mulheres até tentam o parto normal e não conseguem, mas posso dizer que a recuperação foi maravilhosa, estou com o peso de antes e minha barriga voltou ao normal antes de completar 15 dias do nascimento do meu Nicolas.
Na minha opnião o parto foi a tarefa mais fácil de toda a gestação, já a amamentação, puxa esta sim penso que a gente tem que se preparar mais, pois não é tão simples e requer muito controle emocional, pois o desgaste da primeira semana (onde tudo é novo pra gente e para o bebê)só aumentam as dificuldades.
Só com o passar dos dias as coisas vão se normalizando, nada como a experiência que só o tempo traz pra gente. Procure ajuda se precisar,pois os hospitais orientam e em algumas cidades como em SJC podemos ainda contar com o Projeto Casulo que oferece uma orientação especializada sobre amamentação.
Escolha um bom médico pois não são todos que gostam de fazer parto normal, se possível tenha o acompanhamento de uma doula e não tenha medo, pois é possível passar por esta experiência sim!
Andréa (doula)me ajudando com exercícios e massagem
Meu marido, meu maior incentivador,foi muito importante o seu apoio
Momento único, nosso Nicolas chega com muita saúde nos trazendo muita alegria
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