Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
Drº Urbano Peixoto (obstetra em SJC) expõe sua opnião sobre u...m assunto que assusta muitas mamães de segunda viagem:
PARTO NORMAL APÓS CESÁREA : No Brasil ,após apenas um parto cesárea estamos autorizados a tentar parto normal se uma série de condições forem satisfeitas tais como saber o que motivou a cesarea anterior e se essa condição permanece na gestação atual ,como evoluiu essa gravidez ( posicionamento do bebê no útero, tamanho relativo ao da mãe ,etc ) situação de saúde da gestante e do bebê . Obviamente deve-se saber a disposição da mãe em tentar bem como a do médico ,pois a experiência profissional pessoal pode influenciar nas decisões de conduta .
Olha outra dúvida sendo respondida por nosso colaborador drº
Urbano Carvalho
O número de gestações seguidas como por exemplo 3 num prazo
de 2 para 3 anos cada uma podem trazer algum risco para a mãe, isso é maior
quando se faz cesárea ou parto normal também representa risco.
Riscos do parto normal
Riscos da cesárea
No caso da cesárea ,o ideal é que o intervalo entre os
partos seja em torno de 2 anos ,pois esse é o período para a cicatriz cirúrgica
estabilizar completamente ,mas o acompanhamento adequado pode minorar quaisquer
problemas.No caso do parto normal não
haverá maiores problemas para a mãe ,porém para qualquer dos tipos de parto ,
quando ocorre uma segunda gestação ainda no primeiro ano de vida do primeiro
nenê ,principalmente se esse ainda estiver amamentando,há uma probabilidade maior de baixo peso
para o feto pois normalmente a mãe ainda apresenta alguns déficits nutricionais
pelo esforço de gestação + parto + puerpério el actação não corrigidos
completamente.Logicamente só a
avaliação individual de cada mulher pode identificar os eventuais fatores de
risco pois as condições de cada um são seguramente diferentes entre si .
A gravidez aumenta a necessidade da mulher ingerir alimentos que proporcionem
ferro ao feto e à mamãe. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que metade
da população de crianças com menos de 4 anos sofram de anemia ferropriva
(deficiência de ferro).
Segundo a Dra. Mirian Rika, neonatologista do Hospital e Maternidade São
Luiz, “os exames para checar o nível de ferro do bebê devem ser feitos logo após
o parto, pois a ausência do mineral influencia na formação física e
intelectual”.
Ela também explica que grande parte das mamães que não recebem suplementos de
ferro na gestação podem desenvolver anemia. E quando isso ocorre, a saúde e a
vida do recém-nascido ficam comprometidas.
Quando há ausência de ferro nos três primeiros meses de gravidez o bebê pode
nascer prematuro, com baixo peso, anêmico e ao longo da vida apresentar
transtornos de déficit de atenção. “Em casos em que o organismo da criança não
estoca o mineral ou não absorve a quantidade necessária dos alimentos, o
suplemento de ferro deverá ser mantido até a vida adulta”, acrescenta a
especialista.
Por isso, apostar em alimentos que diminuam a chance de desenvolver anemia ao
longo da gestação é um grande aliado a saúde do bebê e da mamãe. Alimentos à
base de ferro podem e devem ser consumidos diariamente, não só para as
gestantes, mas idosos e crianças também devem seguir essa dieta.
A seguir separamos alguns deles:
- Gema de ovo de galinha
- Pão de cevada
- Feijão
- Grãos integrais
- Lentilha cozida
- Ervilha
- Castanhas
- Grão-de-bico cozido
- Carnes vermelhas (principalmente fígado)
Algumas frutas também são grandes fontes de ferro:
Por - Alessandra Rebecchi Feitosa Atualizado em 16.10.2012
Massagem e exercícios fortalecem e aumentam a elasticidade da musculatura que é extremamente exigida na gestação e durante o parto
Então, a mulher se descobre grávida e começa a planejar cada detalhe para que o bebê chegue tranquilamente. Claro que o cuidado com a saúde passa a ser prioridade e ela trata logo de comer melhor, praticar algum tipo de atividade física e, obviamente, trabalhar o períneo, certo? Errado, a importância desse grupo muscular costuma ser ignorada pela maioria das gestantes. O períneo é a região localizada entre a vagina e o ânus, que sustenta todos os órgãos pélvicos. Ele é muito exigido durante a gravidez, por conta do sobrepeso. E no parto, já que o bebê passa através dele para nascer, seu papel é de protagonista. É razão suficiente para investir em exercícios para essa musculatura, ao longo dos nove meses. De acordo com a fisioterapeuta Miriam Zanetti, especialista em assoalho pélvico de São Paulo, o correto seria que todas as integrantes da ala feminina fortalecessem os tais músculos durante a vida inteira, independentemente da pretensão de engravidar. “As meninas deveriam aprender a fazer contrações perineais logo em sua primeira consulta ao ginecologista, para evitar problemas futuros, como a incontinência urinária”, justifica Miriam. Esses movimentos, batizados como exercícios de Kegel, fazem a manutenção dos músculos do assoalho pélvico, impedindo que eles enfraqueçam com o passar dos anos. Vale ressaltar que o sobrepeso da gravidez é apenas um dos fatores de risco para disfunções do assoalho pélvico. Obesidade, prisão de ventre e atividades físicas de impacto também contribuem para minar o tônus muscular. E diz a crença popular que o parto normal deixaria a mulher mais larga na região do quadril. De fato, o processo pode lesionar a musculatura perineal, mas algumas atitudes importantes durante a espera evitam que isso aconteça. A obstetra Catia Chuba, de São Paulo, confirma os benefícios do preparo da região perineal para a hora do parto. “Os cuidados com o períneo durante a gravidez facilitam a passagem do bebê pelo canal vaginal, prevenindo a necessidade de uma episotomia”, garante a médica. O termo complicado se refere ao conhecido “pique”, um corte feito no períneo para aumentar o canal de parto. Ele começou a ser feito de forma rotineira, com o pretexto de proteger o períneo da mãe de lacerações graves e de problemas como a bexiga “caída”. Mas, atualmente, as evidências mostram que o corte desnecessário pode favorecer infecções, fibrose, lesionar a musculatura, gerar dor durante o sexo e, no pior dos casos, levar a incontinências urinária e fecal. Infelizmente, a prática continua a ser ensinada de modo corriqueiro nas universidades, contrariando a recomendação da Organização Mundial da Saúde de restringí-la. “Para preservar o períneo de traumas no parto normal, o caminho mais seguro é prepará-lo previamente”, garante Catia. A fisioterapeuta Rafaela Rosa, especializada em saúde da mulher e doula, de Brasília, aponta, ainda, outros benefícios dos cuidados com o períneo durante a gestação: “Um assoalho pélvico forte oferece maior apoio ao útero, reduzindo a pressão sobre a bexiga e diminuindo as dores lombares, tão comuns na gravidez”. Existem duas maneiras de preparar a região perineal. A primeira é o fortalecimento, realizado por meio de exercícios de Kegel, Pilates ou Ioga e que deve ser praticado durante toda a gravidez. A outra é o aumento da elasticidade, obtido com a massagem perineal, que pode ser aplicada após a 32ª semana de gestação - ou por meio do uso de um aparelho dilatador vaginal, normalmente liberado pelo médico na 35ª semana. Confira algumas técnicas eficazes para fortalecer e aumentar a elasticidade dos músculos perineais: Exercícios de Kegel Devem ser realizados ao longo de toda a vida e estão liberados durante a gestação inteira. Como fazer: contraia a vagina e o ânus, como se estivesse puxando-os para dentro e para cima do seu corpo, sem usar outros músculos (como os do abdômen e das pernas) e sem prender a respiração. Mantenha a musculatura contraída o máximo que puder. Em seguida, vá relaxando, devagar. Ao voltar à posição inicial, empurre os músculos para fora e, então relaxe. Se estiver com dificuldades de reconhecer a musculatura que deve ser contraída, faça o exercício de interromper o fluxo da urina, quando estiver no banheiro. Estes são os músculos que serão exercitados. Para que seja eficaz, devem ser feitas 3 séries de, pelo menos, 50 repetições cada, no decorrer do dia. Dá até para praticar enquanto estiver digitando no computador, sentada no carro e vendo televisão, por exemplo. Massagem perineal Deve ser feita a partir da 32ª semana de gravidez pela gestante ou por seu companheiro o que, aliás, pode ser muito prazeroso e de grande ajuda, já que o tamanho da barriga costuma atrapalhar na hora de fazer sozinha. Mas, peça orientação ao seu obstetra antes de iniciar a massagem. Como fazer: lave bem as mãos, com água e sabão, e encontre uma posição confortável. Passe algum óleo vegetal, preferencialmente aquecido em banho-maria, no polegar e insira o aparelho na vagina (converse antes com seu médico sobre o massageador mais adequado). Faça pressão para baixo e deslize o dedo pela parede inferior. Mantenha a pressão e sinta a musculatura sendo estendida. Deslize, subindo pelas laterais e fazendo a forma de um U. Finalize com movimentos circulares.Aumente a intensidade gradualmente, para evitar que se machuque. Apenas 10 minutos por dia da massagem já são suficientes para garantir uma elasticidade adequada para o parto. “Eu fazia a massagem perineal com óleo de gergelim, com a ajuda do meu marido, que sempre me cobrava para não esquecer”, conta Clarissa Fernandes Pinto, que também praticou os exercícios de Kegel. O resultado? Ela não sofreu nenhuma laceração durante o parto natural do filho Miguel. Dicas: fazer compressas com toalhas mornas no períneo, por 10 minutos, ou tomar um banho quente antes da massagem ajudam a relaxar ainda mais.Evite mexer no orifício da uretra para evitar infecções urinárias. Epi-no É um dilatador vaginal fabricado na Alemanha. Pode ser comprado na Europa (custa o equivalente a cerca de R$336) e no Canadá (R$ 408) ou com o distribuidor no Brasil por R$ 589,90. Trata-se de uma pequena pera de látex que deve ser introduzida na vagina e insuflada até o limite que a gestante suportar. Depois, é só retirá-la devagarinho. De acordo com Miriam Zanetti, o dispositivo pode ser usado diariamente, a partir da 34ª semana de gestação. Apenas alguns minutinhos por dia já são suficientes para alongar a musculatura. Segundo Catia Chuba, mulheres que usam o Epi-no chegam a ter 5 vezes menos riscos de apresentar laceração no períneo durante o parto. Mas, atenção: o uso do Epi-no requer orientação profissional – seja de um obstetra, seja de um fisioterapeuta especializado, para evitar fissuras na mucosa vaginal. E no pós-parto? Depois que o bebê nasce, os cuidados com o períneo devem ser retomados. Os exercícios de Kegel ajudarão a musculatura a recuperar sua firmeza. Você poderá recomeçar os movimentos cerca de uma semana após o parto normal e, no caso de ter sido submetida a alguma sutura, assim que os pontos caírem. O dilatador também pode ser nessa fase. As recomendações são igualmente válidas para quem deu à luz por meio de cesárea, por conta de todo o peso que o assoalho pélvico precisou sustentar durante os nove meses. Nessas situações, a mulher deve esperar pelo menos 15 dias e só começar a praticar quando não sentir mais desconforto por conta do corte da cirurgia. Mas, sempre com orientação médica, nunca é demais repetir!
No Brasil, atualmente, existem diversas abordagens pedagógicas, como tradicional, construtivista, montessoriana, waldorf, entre outras. No entanto, muitas são parecidas em vários aspectos e é comum que apareçam de forma mesclada nas escolas.
A seguir, o UOL Gravidez e Filhos reuniu informações sobre as principais linhas pedagógicas.
Tradicional
É a abordagem predominante no país e por isso mesmo a mais conhecida dos pais. Nas escolas tradicionais, o foco está no professor, que detém conhecimentos e repassa ao aluno. O estudante tem metas a cumprir dentro de determinados prazos, que são verificadas por meio de avaliações periódicas.
Quem não atinge a nota mínima necessária no conjunto de avaliações ao longo do ano que está cursando é reprovado e tem de refazê-lo.
É comum que essas escolas usem apostilas e cartilhas, que estabelecem o quanto a criança deve aprender em cada ano. É uma filosofia que valoriza a quantidade de conteúdo ensinada.
Essas instituições são voltadas para o sucesso do aluno em provas como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e o vestibular.
Construtivista
Nas instituições que seguem os princípios construtivistas, o conhecimento é ativamente construído pelo sujeito e não passivamente recebido do professor ou do ambiente. Cada estudante é visto como alguém com um tempo único de aprendizado e o trabalho em grupo é valorizado.
Nas escolas construtivistas, são criadas situações em que o estudante é estimulado a pensar e a solucionar problemas propostos. Também há provas e reprovação nessas instituições.
As ideias do biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) norteiam as escolas que se denominam construtivistas e por isso é comum que elas se apresentem também como escolas piagetianas.
Uma variação do construtivismo é o sociointeracionismo, originário do trabalho do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934). O especialista atribuía um papel preponderante às relações sociais na aprendizagem, enquanto Piaget dava mais importância aos processos internos de cada aluno.
Montessoriano
Na escola montessoriana, baseada na filosofia da pesquisadora italiana Maria Montessori (1870-1952), a criança deve buscar sua autoformação e construção e os adultos têm de ajudá-la nesse processo, favorecendo o desenvolvimento de indivíduos criativos, independentes, confiantes e com iniciativa.
Segundo o método montessori, é agindo que o aluno adquire conhecimentos. As crianças escolhem as atividades que querem fazer. Ao adulto cabe ordenar o trabalho com gradação de dificuldade crescente, respeitando o ritmo de cada aprendiz e sem intervenções indevidas. As classes têm crianças de idades diferentes.
Incentiva-se o trabalho em grupo e todos os estudantes são estimulados da mesma maneira.
Para auxiliar na aprendizagem, Maria Montessori criou vários materiais. Um dos mais famosos é o Material Dourado, composto por cubos, placas, barras e cubinhos, que têm o objetivo de facilitar o entendimento das operações matemáticas.
Waldorf
Na metodologia de ensino waldorf –desenvolvida pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925)–, procura-se equilibrar os aspectos cognitivos (capacidade de aquisição de conhecimento) com o desenvolvimento de habilidades artísticas, musicais, de movimentação e de dramatização. Considera-se cada aluno como um ser único, que é acompanhado de forma próxima.
São aplicados testes e provas em algumas matérias, especialmente no ensino médio, e, em alguns casos, nas últimas séries do ensino fundamental. Mas a avaliação do aluno também engloba a execução de trabalhos, o grau de dificuldade que o estudante tem com o assunto, o empenho em aprender e o comportamento. Os pais recebem avaliações trimestrais com a descrição da atitude de seus filhos diante das tarefas solicitadas no período. O professor permanece com a mesma turma por toda uma etapa (por exemplo, os nove anos do ensino fundamental).
No ensino fundamental, o currículo inclui astronomia, meteorologia, jardinagem, artes e trabalhos manuais, como tricô e crochê, além das disciplinas exigidas pela Lei de Diretrizes e Bases (legislação que regulamenta o sistema educacional do Brasil).
No ensino médio, há currículos integrados de humanidades (história, geografia, literatura), de ciências (física, biologia, química, geologia, matemática), de artes e ofícios (com modalidades como tecelagem e encadernação), artes dramáticas, educação física e línguas estrangeiras.
Freinet
Outro pensador que costuma nortear o trabalho de algumas escolas é o pedagogo francês Célestin Freinet (1896-1966), mas sem dar nome exatamente a uma linha pedagógica.
Nas instituições que colocam em prática conceitos de Freinet, o aprendizado acontece por meio do trabalho e da cooperação.
Nesse tipo de escola, a criança é incentivada a compartilhar suas produções com os colegas, sejam eles de sua classe, de outras ou de escolas diferentes.
As avaliações levam em conta o progresso do aluno em comparação ao seu desempenho anterior e não em relação com os demais.
Estudos de campo (aulas em que os estudantes são levados em algum lugar específico para aprender determinada matéria, como um parque, por exemplo), elaboração de jornais em grupo e debates são atividades comuns em escolas que se identificam com o pensamento de Freinet, que valoriza o desenvolvimento da capacidade de análise pelos estudantes.
Fonte: Simone Ferreira, psicóloga especialista em educação; Regina de Assis, doutora em educação e relatora da primeira versão das Diretrizes Curriculares Nacionais do CNE (Conselho Nacional de Educação) para educação infantil e fundamental; Vandeí Pinto da Silva, professor do Departamento de Didática da Unesp de Marília, em São Paulo, e o educador Antonio Ponce, coordenador da Federação das Escolas Waldorf no Brasil.
Depoimento de quem é educadora, porém agora mãe....
Agora entendi realmente o sentido de deixar um pedacinho da
gente aos cuidados de um educador... quando iniciei a profissão de educadora
física (na área de atividades aquáticas) com crianças de 02 até a adolescência,
minha chefe na época “Sônia Rodovalho” uma vez me disse: “Trate seu aluno (uma
criança) como se fosse seu filho”.
Sempre trabalhei com amor e por amor e agora como mãe no
primeiro dia de adaptação do meu pequeno Nicolas na escola, percebicom lágrimas nos olhos que ele esta crescendo
e iniciando uma nova fase na sua vida.
Uma experiência que será longa, divertida e muito
importante na sua formação como ser humano. E ele interagiu bem com as
professoras que desde o primeiro dia da visita para conhecer a escola já o
acolheram com muito carinho.
Brincava e olhava pra mim me chamando mamãe, só para ter
certeza que eu estava ali e lhe daria segurança (rs). Espero que ele se divirta
muito aprendendo, espero que ele também receba carinho e atenção nem demais e
nem de menos, não diferente de nenhum outro de seus novos amiguinhos, apenas
que seja um carinho e uma atenção sincera que só nasce no fundo do coração de
quem realmente acredita na profissão e na função que escolheu e que por isso
faz do melhor jeito sempre.