Minha escolha, minha profissão

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Comportamento ( matéria muito interessante e extremamente reflexiva)


Por que as crianças estão cada vez mais infelizes?

Especialistas em saúde infantil chamam a atenção para uma epidemia silenciosa que afeta a saúde mental das crianças que, ainda pequenas, precisam lidar com as pressões da sociedade moderna

Natalia Cuminale (VEJA)
 
Uma em cada onze crianças com mais de oito anos de idade está infeliz, segundo um estudo divulgado em janeiro deste ano pela Children’s Society, organização centenária de proteção infantil. Apesar de a pesquisa trazer à tona uma realidade das crianças entre 8 e 16 anos do Reino Unido, especialistas brasileiros em saúde infantil afirmam que esse não é um problema exclusivo das crianças britânicas. No Brasil, a realidade é parecida. Ana Maria Escobar, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo, conduziu uma pesquisa com os pais de cerca de 900 crianças de 5 a 9 anos que estudavam em escolas particulares e estaduais.
De acordo com os resultados do estudo, os pais disseram que 22,7% das crianças apresentavam ansiedade; 25,9% tinham problemas de atenção e 21,7% problemas de comportamento. "No início do estudo, esperava encontrar queixas como asma, mas não ansiedade", diz Ana. Apenas 8% tinham problemas respiratórios e 6,9% eram portadoras de asma. O estudo foi concluído em 2005, mas Ana Maria acredita que se a pesquisa fosse feita hoje, "os níveis de ansiedade e de problemas de comportamento certamente seriam ainda mais altos."
Mais do que infelizes, as crianças brasileiras também estão ansiosas, estressadas, deprimidas e sobrecarregadas. "Elas estão desconfortáveis com a infância. Esse desconforto aparece de várias formas: como irritabilidade, desatenção, tristeza e falta de ânimo. Muitas vezes, é um comportamento incomum em relação à idade delas", diz Ivete Gattás, coordenadora da Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Saul Cypel, membro do departamento de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, traz dados preocupantes: "A impressão que eu tenho é a de que o número de crianças com queixas comportamentais cresceu muito nesses últimos dez anos." Neste período, segundo Cypel, houve uma transformação do perfil da clínica: se antes as queixas sobre o comportamento infantil correspondiam a 20% dos pacientes, agora são responsáveis por 85% do total de seu consultório de neurologia.
Com uma agenda recheada de atividades extracurriculares, que vão desde aulas de idiomas como inglês e mandarim até as aulas clássicas como balé e futebol, as crianças estão sem tempo para se divertir e descansar, acreditam os médicos. Segundo Cypel, a antecipação de atividades para as quais o indivíduo não está preparado pode desencadear o stress tóxico, que ocorre quando há uma estimulação constante do sistema de resposta ao stress (veja quadro abaixo), trazendo prejuízos futuros para as crianças.
"A família introduz uma série de treinamentos, atividades e línguas novas. Na medida em que a criança não consegue dar conta disso, a sensação de fracasso se torna frequente", explica Cypel. "Com o stress tóxico, ao invés de favorecer o desenvolvimento da criança, os pais acabam limitando-a e desmotivando-a." Entre as consequências diretas estão a diminuição da autoestima, alterações alimentares (excesso ou falta de apetite), problemas de sono e apatia.
No início deste ano, a Academia Americana de Pediatria lançou um documento que chama a atenção para as evidências de impactos negativos do stress tóxico, com prejuízos posteriores para a aprendizagem, comportamento, desenvolvimento físico e mental. O relatório também sugere que parte dos problemas mentais que ocorrem nos adultos devem ser vistas como transtornos de desenvolvimento que tiveram início na infância.

Ana Maria Escobar acrescenta que a exposição à realidade violenta do Brasil também pode contribuir para uma sensação de ansiedade nas crianças. "Antes, raramente uma criança ouvia falar de um ato de violência. Hoje, elas ficam mais confinadas e têm medo de assaltos e sequestros. Isso com certeza provoca maior stress e ansiedade, além de maior possibilidade de se sentir infeliz, principalmente entre aquelas que vivem nas grandes cidades brasileiras", diz..
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Sinais — O problema é agravado pelo fato de que muitos pais demoram a perceber o que se passa com seus filhos. "Eles acham que o comportamento das crianças é normal", diz Ana Maria Escobar. Além disso, a dificuldade em administrar o tempo que dedicam à vida profissional e aos filhos muitas vezes impede que os pais percebam os sinais de que algo está errado.
"Muitos pais priorizam a profissão e terceirizam a criação dos filhos. Mas é preciso se questionar: quanto tempo eu passo com meus filhos? Quem são as pessoas que estão criando eles?", afirma o psiquiatra Francisco Assumpção, da Sociedade Brasileira de Psiquiatria.
Essa é uma preocupação constante na vida da publicitária Flora*, que tem dois filhos, Cecília* e Celso*, de 7 e 9 anos, respectivamente. As crianças, que estudam em período integral na escola, têm uma rotina bastante atribulada. Celso faz aula de inglês, futebol, tênis e deve começar a aprender uma luta neste ano. Cecília também faz inglês, natação e deve começar a praticar ginástica olímpica. "Primeiro, experimentamos uma aula de inglês uma vez por semana, depois colocamos os dois em um esporte", afirma. "Tem que sentir muito como a criança está lidando com isso. Observar o comportamento para ver se ela está cansada e se o rendimento na escola começa a diminuir", diz. Flora se preocupou em contratar uma professora de inglês para que as crianças tivessem aulas em casa. Para ela, é melhor opção para evitar o stress desnecessário no trânsito.
Apesar da preocupação, Flora fez alterações na rotina de Cecília. A pequena começou a apresentar sinais de stress. Para descobrir o problema, Flora foi investigar com a filha e percebeu que a natação estava causando o problema. "Ela chorava muito e quando acordava dizia que não queria ir para a escola. Estava diferente do que ela é normalmente", disse. Flora tirou a filha da natação no ano passado, mas ela já pediu para voltar esse ano, segundo a mãe, que vai observar o desempenho da criança.
 
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Quando é depressão – De acordo com Ivete Gattás, da Unifesp, a depressão afeta 2% das crianças e até 5% dos adolescentes. Sabe-se ainda que a depressão na infância e na adolescência pode influenciar negativamente o desenvolvimento e o desempenho escolar, além de aumentar o risco de abuso de substâncias químicas e de suicídio.
Somente 50% dos adolescentes com depressão recebem o diagnóstico antes de se tornarem adultos. Gattás explica que o transtorno depressivo pode surgir a partir de vários fatores: predisposição genética e associação de fatores ambientais, que podem ser desencadeados pelo stress do dia a dia, sensação de vulnerabilidade, restrição ao desempenho da criança e sobrecarrega de atividades. (Veja a lista de sintomas). "Para caracterizar depressão, a criança deve apresentar mais de cinco sintomas, durante um mês", afirma Gattás.
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Terapia — Estudos já mostraram que a ansiedade durante a infância, se não contornada, pode se transformar em depressão durante a vida adulta. Por isso é necessário prevenir qualquer sintoma, mesmo que ele não seja o suficiente para o diagnóstico da depressão. (Veja como evitar o stress infantil.)
Carla*, de oito anos, começou a ter problemas aos cinco. Em seus desenhos, ela sempre aparecia chorando, enquanto suas amigas sorriam. “Ela é muito preocupada com a imagem que os outros têm dela. Se ela percebe que não corresponde ao que os outros esperam, ela se chateia muito”, diz a arquiteta Patrícia*, mãe de Carla.
“Tentamos conversar com ela, mas ela não revelava o que estava acontecendo. Descobri que as crianças na escola faziam um clubinho e que a Carla era sempre excluída”, diz Patrícia. O problema foi solucionado com a troca de sala. A pediatra de Carla indicou um especialista em saúde mental, para prevenir e ajudar a garota a entender a própria ansiedade. Há três anos, ela faz análise uma vez por semana. “Às vezes, ela me pergunta o que eu acho sobre determinado assunto e eu fico em dúvida sobre o que responder. E ela diz: ‘já sei, vou levar isso pra analista’”, conta a mãe.
Para Gattás, o pediatra deve ser treinado na área de saúde mental para diagnosticar problemas da infância e adolescência. “Ele acompanha a criança durante o crescimento e tem uma importância fundamental na orientação dos pais”, diz. “Se não houver uma mudança na forma como os pais lidam com seus filhos, vamos ver um aumento da frequência dos quadros psiquiátricos, mas transtornos de ansiedade e falta de perspectivas para as novas gerações”, diz Assumpção.
*Os nomes das mães e das crianças utilizados nesta reportagem foram trocados com o objetivo de preservar a privacidade dos personagens

terça-feira, 20 de maio de 2014

Dificuldade para engravidar??? Conheça alguns problemas que podem dificultar a gravidez

 Maria Laura Albuquerque
Do UOL, em São Paulo 20/05/2014

 

Sete problemas de saúde que dificultam a gravidez



Antes de um casal tentar engravidar, é importante que tanto a mulher quanto o homem passem por uma série de exames chamados pré-concepcionais.
Essas avaliações serão as responsáveis por detectar se existem problemas de saúde que possam atrapalhar os planos de gerar um filho.

Conheça a seguir os sete problemas de saúde mais comuns que atrapalham a concepção, de acordo com especialistas em reprodução.

Doenças femininas

1 – Endometriose
É caracterizada pela presença do endométrio (tecido responsável por revestir a cavidade uterina) fora do útero. "É como se se fosse uma menstruação fora do lugar", diz a ginecologista e obstetra Karen Abraão, diretora da Escola de Ciência da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. Nesse caso, a saúde das tubas é comprometida, tal como a mobilidade delas. Assim, elas não têm boa capacidade de encaminhar o óvulo até o útero.

A doença não tem cura, mas tem tratamento. Para diagnosticar o problema, pode ser realizado o exame de sangue do marcador CA-125 no início do ciclo menstrual, além de ultrassonografia e ressonância magnética. Também pode ser indicada a realização de biópsia por laparoscopia.

Dependendo da avaliação clínica, os anticoncepcionais contendo hormônios (especialmente a progesterona isoladamente) podem ser úteis para controlar e/ou regredir a endometriose e melhorar a fertilidade. Também pode ser usada a pílula de progesterona ou combinada (estrogênio mais progesterona) ou o DIU de progesterona. O DIU simples (de cobre) não funciona para essa finalidade. Além disso, existem outras medicações que podem bloquear o ciclo menstrual e induzir a um estado semelhante à menopausa para tratar a endometriose. Após algum tempo de tratamento, pode-se tentar novamente engravidar. Os tratamentos costumam durar entre três meses e um ano, variando caso a caso.
2 – Hipotireoidismo e hipertireoidismo
Ambos são disfunções da glândula chamada tireoide, responsável por controlar diversas funções no organismo humano. O hormônio estimulador da tireoide (TSH), fabricado pela hipófise (que

Exames de sangue para mensurar a quantidade de TSH e de outros hormônios relacionados à tireoide (como T4 e T3) são capazes de indicar tanto o hipo quanto o hipertireoidismo (produção pequena e excessiva, respectivamente) do TSH.
"O tratamento é simples: o uso de medicação diária, inclusive durante a gestação, para evitar o risco de abortamento", afirma Artur Dzik, presidente da SBRH (Sociedade Brasileira de Reprodução Humana) e diretor do Serviço de Esterilidade do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.
3 – Distúrbios na hipófise
Quando as funções da hipófise estão prejudicadas, ocorre o excesso de produção de um hormônio chamado prolactina, responsável por estimular a produção do leite materno. Por conta dele, aparecem dificuldades ovulatórias, de acordo com Dzik. O tratamento pode ser feito com medicamentos ou então cirurgias, mais raras.

4 – Ovulação desregulada
"Embora menstrue mensalmente, não necessariamente a mulher ovula", declara Alexander Kopelman, ginecologista e laparoscopista do Hospital Santa Catarina, em São Paulo. Nesse caso, ela não tem chance de engravidar –e isso nada tem a ver com o uso prolongado de anticoncepcionais.

O problema aparece, geralmente, em mulheres com idade reprodutiva avançada (pois a qualidade do processo ovulatório cai, tal como a dos óvulos) e nas que apresentam ciclos menstruais muito irregulares.
Para diagnosticar o problema, a ginecologista e obstetra Karen Abraão recomenda a realização de exames de sangue que mensuram as taxas hormonais e de ultrassonografias ao longo do mês para acompanhar o percurso do óvulo até o final da ovulação. Outro exame que pode ser realizado é o do hormônio anti-mülleriano, que calcula a reserva ovariana no organismo.
No caso desse problema, uma saída é acompanhar, em casa, o andamento da ovulação. Hoje existem testes de farmácia, chamados de teste de fertilidade, capazes de detectar se aquele dia é mais ou menos favorável para a concepção.
5 – Síndrome dos ovários policísticos
Marcada pelo desenvolvimento de pequenos cistos nos ovários, impacta a regularidade da menstruação, pode provocar o aparecimento de muita acne e obesidade, além de comprometer a fertilidade. Para tratar o problema, os médicos podem optar por remédios que induzem a ovulação, inseminação artificial ou a indicação do método de coito programado, de acordo com Kopelman.

Doenças masculinas

1 - Varicocele
Caracterizada pelo aparecimento de varizes nos testículos, que surgem por causa da dilatação das veias na região, essa doença altera a produção de espermatozoides, conforme explica Kopelman.

O diagnóstico é simples. Geralmente, o próprio paciente ou o médico nota o aspecto dilatado das veias no saco escrotal. Quando comprovado que o problema é o motivo da infertilidade, é necessário fazer uma cirurgia para fazer a ligadura das veias com varizes.
2 – Sífilis e gonorreia
Essas doenças infecciosas podem causar a diminuição da mobilidade de espermatozoides, além da quantidade e da qualidade de produção. Ambas são diagnosticadas realizando exames que medem a quantidade de leucócitos no sangue. A ginecologista e obstetra Karen Abraão explica que para tratá-las são receitados antibióticos tanto para o homem quanto para a parceira.
Além desses problemas, os médicos chamam atenção para uma questão nem sempre encarada como doença: a obesidade. Seja no homem, seja na mulher, ela pode bagunçar os planos de quem planeja uma gravidez. Dzik explica que se o índice de massa corpórea (IMC) estiver acima de 30 ou 35, a capacidade ovulatória sofre, tal como a qualidade seminal.
"Além disso, é comum em obesos a diminuição da libido, que também influencia diretamente a questão da concepção", diz o profissional.

fica no cérebro), tem influência no processo de ovulação, fundamental para a concepção. Por isso, quando é secretado em menor ou maior quantidade, impacta a capacidade reprodutiva.

sábado, 3 de maio de 2014

Uma homenagem especial para uma semana especial!!!!



Escrita por - Flávia Helena


FELIZ DIA DAS MÃES
 
 
 
 

E na semana do dia das mães fica aqui minha mensagem para todas as mamães do grupo amigas ou amigas das amigas :)
 
Outro dia li uma definição sobre ser mãe que mexeu muito comigo...falava assim "Depois que um corpo comporta outro corpo,nenhum coração suporta o pouco" (Alice Ruiz)
 Aí fiquei pensando como poderia escrever algumas palavras para felicitar as mamães do meu grupo, as amigas mães, as futuras mamães, a minha mãe e a mãe do meu marido e aí veio esta inspiração:
 Ao sentirmos aquela vontade inicial de ser mãe, antes mesmo da concepção física já notamos algo mudar dentro de nós, quando descobrimos que aquela sementinha já foi plantada dentro de nós algo muito maior nos transforma praticamente de forma radical. São mudanças físicas,emocionais,sociais enfim um sentimento que vai nascendo e crescendo a cada fase da gestação, parto e nascimento, mudanças que vai nos mostrando que somos muito mais responsáveis do que imaginávamos e vai nos fazendo perceber o verdadeiro sentido da palavra "DOAR"
 DOAR -
 tempo, carinho,atenção,paciência,respeito,amor, valores...
 Em contra partida vai também nos mostrando que recebemos um presente que devemos cuidar porém não pra gente, mas para a vida e para o mundo e nosso não será!
 E por isso teremos que aprender a ensinar sem fazer por eles, a viver com eles e não por eles, a sonhar juntos em alguns momentos e por nós mesmos em outros.
 Faz parte do papel de ser mãe!!!
 Ter nossos momentos, conquistar nossos objetivos respeitando e entendendo que a nossa evolução e a de nossos filhos depende disso, também é necessário.
É o que penso quando reflito no significado da palavra mãe...
Merece ainda uma inspiração e uma palavra especial, aquelas mães que praticam um dos atos mais admiráveis que é fazer nascer um amor  que não as impede de gerar um filho não no ventre físico mais no coração e assim criar uma criança que nasceu e não recebeu por algum motivo que não me cabe julgar o carinho e a atenção da sua genitora... Estas mães de coração são iluminadas duas vezes por desejar e oferecer um amor incondicional para um ser especial seja da idade, do sexo e da cor que for, pois são uma criação divina.
 Por isso quero incluir todas as mulheres mães no verdadeiro sentido da palavra seja esta genitora do ventre ou do coração nesta homenagem de Dia das mães e dizer para cada uma de coração feliz dia em que cada uma de vocês e quero me incluir também que nos transformamos neste ser iluminado por Deus pois não tem melhor função que a de ser mãe não é mesmo???
Flávia Helena
 





sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Seja em escolas e academias, seja no horário de lazer com amigos e parentes, vale sempre ressaltar

 FONTE - INATI (INSTITUTO DE NATAÇÃO INFANTIL)
 
 
 
Saiba mais sobre segurança aquática
 
 
 
Aprenda a nadar
Aulas de natação salvam vidas. A
melhor coisa que qualquer um pode
fazer para ficar em segurança dentro
e no entorno da água é aprender a
nadar. Isto inclui adultos e crianças.
Nunca deixe crianças sozinhas
Os pais são a primeira linha de defesa
para manter as crianças seguras
na água. Nunca deixe crianças sozinhas
perto da água, nem mesmo por
um minuto. Se o seu filho está na
água, você também deve estar.
Leia todos os avisos
Siga as regras de segurança e avisos afi -
xados. Ensine às crianças que ficar seguro
dentro e no entorno da água é uma
responsabilidade pessoal - sua e deles.
Nunca nade sozinho ou em
locais sem vigilância
Ensine seus filhos a sempre nadarem
acompanhados.
Use um colete salva-vidas
Se você ou um membro da família é
um nadador com pouca habilidade
ou não sabe nadar, use um colete
salva-vidas. Não há nada do que se
envergonhar.
Procure guarda-vidas
É sempre mais seguro nadar em uma
área vigiada por guarda-vidas.
Não beba álcool
Evite bebidas alcoólicas antes ou durante
a prática da natação, canoagem
e outras atividades na água.
Nunca tome bebidas alcoólicas
enquanto supervisiona crianças
próximo à água. Ensine adolescentes
sobre o perigo de beber álcool
enquanto está praticando atividades
aquáticas.
Sufocamento
Para evitar sufocamento, nunca
mascar chiclete ou comer durante
atividades aquáticas
Evite “boias de braços”
Em locais de risco (rios,lagos, mar
e piscinas de lazer), não use boias
cheia de ar no lugar de coletes salva-
-vidas em crianças. Uso de boias
pode dar aos pais e crianças uma
falsa sensação de segurança, o que
pode aumentar o risco de afogamento.
As boias não são projetadas
para serem um dispositivo de
flutuação pessoal. As boias podem
esvaziar ou podem furar sem que se
perceba gerando uma situação de
risco.
Verifique a profundidade da
água
Antes de entrar na água verificar a profundidade.
A Cruz Vermelha recomenda
2,75 metros como a profundidade
mínima para o mergulho ou salto.
Observe o tempo
Pare de nadar em local externo, ao
primeiro sinal de chuva.
Use protetor solar
Aplique protetor solar em toda a
pele exposta, para garantir a proteção
máxima da pele. Chapéus, viseiras
e camisetas são recomendados
para evitar a superexposição.
Não corra riscos
Não se arrisque por superestimar
suas habilidades de natação.
O afogamento é a segunda causa de morte acidental de crianças com
idade entre 1 e 14 anos. Ele pode e deve ser evitado. Aprender a nadar é
uma habilidade vital para prevenir o afogamento junto com outras medidas
de segurança que todos podem tomar para fi car seguro dentro e no
entorno da água.
A natação é um dos grandes prazeres da vida. Ela oferece muita saúde e
benefícios físicos e uma grande oportunidade de socializar com a família
e amigos. Certifique-se, que você e os seus fiquem seguros na água e em volta dela, por estar conscientes de como aproveitar seus benefícios e minimizar seus riscos.


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Minha pequena e linda Helena e a continuação do texto onde relatei a experiência de cada gestação (sensações e diferenças)






Aqui estou de novo para concluir a experiência agora com a Helena já quase completando 2 meses de vida, o final da gestação foi mais desconfortável, mas com 37 semanas já estava na cidade onde teria a Helena e com a presença da família o que faz muita diferença no aspecto segurança e afeto. Consultas semanais começando e a ansiedade pela chegada da pequena aumentava muito, pois embora já tivesse passado pela experiência com o Nicolas queria que ela nascesse logo, queria identificar logo os sinais do parto enfim queria apressar mais as coisas do que no primeiro parto....rs.
Com 39 semanas fiz a penúltima consulta e já tinha 1cm e meio de dilatação, mas o jeito era esperar pois o parto poderia ser logo ou ainda demorar mais uma semaninha sem o auxílio da médica.
Meu desconforto com dores já indicavam que logo logo ela iria chegar, mas ainda sim a espera dos sinais me deixavam mais ansiosa, passaram-se dois dias e de madrugada como sempre as dores apertaram.....e nós marido e eu fomos para a maternidade.
Agora sem a doula para nos acompanhar como no primeiro parto o meu maior e mais amado ajudante era o maridão (que aprendeu direitinho a me acalmar). Liguei para minha médica um anjo que merece o reconhecimento que tem, pois faz muito bem o seu trabalho Drª Juliana Paola e lá fomos para o tão esperado momento.
Confesso que desta vez as dores foram muito mais intensas e as sensações foram muito mais percebidas por mim do que no parto do Nicolas, a médica disse que no segundo como já sabemos como é ficamos mais tensa e nervosa e realmente quase pensei que fosse explodir....rs.
Mas como disse ter um marido presente me acalmando e apoiando e ter a segurança de uma profissional que sabe o que esta fazendo me fizeram passar pelas dores mais intensas. Entrei em trabalho de parto ativo umas 6:30 da manhã e 11:15 Helena chegou de parto normal com 3 forcinhas e uma explosão de sentimentos emocionantes na sala de parto. Parto super rápido, maravilhoso pra gente e como disse a drª com um parto assim que venha o 3º kkkkkk (chega agora né, foi o que eu disse)!
Recuperação excelente engordei 6 kg no total e com 2 semanas já tinha perdido a barriga e os 6 kg que tinha ganhado. Impressionante mesmo a recuperação, vi na prática que isso funciona mesmo.
Agora estaria entrando novamente na fase mais complexa de novo “amamentar” e achava que ficaria mais tranquila e seria mais fácil até pelo fato de ser mãe de segunda viagem.... e nada feito passei de novo por dificuldades e stress emocional.
Precisei pedir ajuda e conheci por indicação da obstetra e de algumas amigas mães a querida Josefa Fonseca, que no segundo dia em que estava com a Helena em casa liguei pra ela e ela me atendeu em casa prontamente com uma atenção muito importante.
Me orientou de um jeito que não tive nem no hospital, nem em cursos de gestantes, me auxiliou mais de uma vez em casa e me ajudou a superar com consciência e paciência as dificuldades. Tive muito mais leite que da primeira vez e consegui me sair melhor com relação á introdução de complemento, pois no caso do Nicolas ele acabou mamando peito e complemento direto desde a maternidade e já na Helena consigo dar mais peito e introduzir o complemento com menor frequência.
Só posso agradecer a esta profissional, pois seu trabalho é fundamental na vida das mães que não imaginam que amamentar é difícil e requer paciência, persistência e orientação correta mesmo desde antes do bebê nascer.
Agradeço também a minha obstetra querida drª Juliana Paola que é uma profissonal que recebeu o dom de trazer felicidade ás futuras mamães.
Atualmente estou ajustando a rotina de ter 2 crianças em casa, ter casa e outras coisinhas pra cuidar.....não é mole não, mas vale a pena!!!!

Cólicas....fase difícil para mamães e bebês!!!!

 

Aprenda táticas para amenizar as cólicas do bebê


Ivonete Lucirio
Do UOL, em São Paulo
 

Para ajudar o bebê


O mais difícil é ficar parado, esperando a crise passar, mas há algumas atitudes que podem ajudar:

Ofereça o peito: "A sucção ajuda a diminuir a dor", diz a pediatra Alessandra Cavalcante Fernandes, do Hospital e Maternidade Rede D´Or São Luiz, em São Paulo. Mas tome cuidado para que o bebê engula ar enquanto estiver mamando, o que aumenta a formação dos gases. Para tanto, a boca deve estar bem posicionada no bico do seio;

Tire sua roupa e a do bebê e encoste-o no peito: o contato com a pele do pai ou da mãe ajuda a acalmar a criança;

Massageie a barriguinha do bebê: faça movimentos circulares, suaves e no sentido horário;

Coloque compressas mornas: pode ser uma bolsa de água quente ou uma fralda de pano aquecida no micro-ondas. Mas cuidado para que a temperatura não esteja muito alta;

Flexione as perninhas do bebê: faça movimentos suaves em direção à barriga. Esse movimento ajuda a eliminar gases;

Amamente: o leite materno tem proteínas que são melhor assimiladas pelo sistema digestivo imaturo do bebê.

Deixe o ambiente calmo: mantenha a luz baixa e o local livre de ruídos. O conforto ajuda a reduzir a irritação;

A mãe pode tomar cuidado com a própria alimentação. Não há estudos que comprovem que o que a mãe come provoca cólicas no bebê. Mas muitos pediatras recomendam que a lactante evite peixes, chocolates, feijão, pimenta, alho e café durante a amamentação, pois esses alimentos poderiam colaborar com a formação de gases no bebê.
Remédios
Há remédio para a cólica, mas ele precisa ser recomendado pelo médico da criança. "Medicamentos só podem se tomados com indicação do pediatra, que orienta sobre a dosagem de acordo com o tamanho do bebê e sobre qual o melhor horário para usá-la", diz Fabio Ancona.

Quando aos chazinhos, esqueça-os, segundo o médico. "Eles não melhoram em nada a cólica, isso é lenda".


Opinião pessoal "Se que muitos pediatras são contra, até porque introduzir outro líquido pode acabar diminuindo a fome e a procura do bebê pelo leite materno, mas penso que algumas ervas ou plantas utilizadas na forma de chá ou no banho através dos óleos essenciais (ao evaporar) podem acalmar o bebê e auxiliar na diminuição deste desconforto"
Flávia Helena Valentini

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Retomando o blog aqui vai uma matéria muito interessante!!!!


Tenho um filho exatamente na fase de dois para 3 anos e de vez em quando ele também age assim, gostei da matéria e por isso resolvi compartilhar, com certeza não sou a única né,mamães????



Fonte - Guia do bebê (uol)
Por - Paula R. F. Dabus

A crise dos dois anos de idade


Também conhecido como a adolescência do bebê ou terrible twos (termo em inglês).

Por volta dos dois anos de idade a criança entra em uma fase conhecida como adolescência do bebê, ou terrible twos, em inglês. É quando começam as frequentes crises de birras e malcriações sempre que sua vontade é contrariada. Mesmo os mais bonzinhos e tranquilos surpreendem os pais com ataques de choro e gritos, se jogam no chão, agridem os amigos, batem a cabeça na parede, mordem, beliscam e dizem “não” a tudo que lhes é pedido.

Essa mudança no comportamento, em geral, ocorre entre 1 ano e meio e 3 anos de idade, embora não seja raro se estender até os 4 anos. Normalmente, este comportamento é observado diante das intervenções dos pais. “Deve-se ressaltar que o desejo de contrariar os pais parece ser uma constante na crise dos dois anos”, afirma Anne Tarine Veloso, psicoterapeuta especializada em Cognição e Neurociências do Comportamento.

Nem toda criança passa pelo período com este padrão de comportamento, embora todas estejam sujeitas, uma vez que a crise está associada ao desenvolvimento normal da criança. “É importante sublinhar que, neste mesmo período, algumas mudanças importantes estão ocorrendo, como um abrupto desenvolvimento cerebral. Por consequência, o aumento considerável na competência linguística, na organização do pensamento e na capacidade de exploração do mundo trazem uma percepção de autonomia e independência para tomar decisões ao seu modo”, explica Anne.

Como lidar com a adolescência do bebê?


A grande pergunta é: como os pais devem agir para evitar ou minimizar esse comportamento? Muitas vezes os pais acabam perdendo a paciência na hora da crise porque não adianta conversar, pedir, gritar, ameaças ou colocar de castigos. “A punição ou mesmo tirar a criança de perto de outras crianças faz com que demore ainda mais para passar essa agressividade”, explica a psicóloga infantil Adriana Trifone. “Na realidade não é agressividade pura e sim uma fase de aprendizagem onde a criança faz suas experiências e vê as diferenças entre uma ‘mordidinha de amor’ e outra mais forte que vai doer muito no seu amiguinho”.

Segundo a psicóloga, se os pais agirem com amor, afeto e respeito podem fazer com que esta fase seja mais rápida e menos dolorida. “Para a criança pequena é importante ter limites colocados de modo suave, mas com firmeza. A criança deve aprender que há coisas que pode fazer e coisas que não pode. Principalmente com o exemplo dos pais, aos poucos e com muita paciência é que a criança vai assimilando as regras, que devem ser claras. Elas só serão seguidas se forem entendidas e aceitas pela criança”, diz Adriana.

Na prática, quando a criança começa a espernear na fila de um supermercado, por exemplo, os pais precisam manter a calma. “Seja compreensivo. Mesmo que não ceda às exigências do seu filho não significa que não possa entender o porquê dele estar alterado” ensina a psicóloga Anne Tarine Veloso. Deve-se abaixar à altura da criança e conversar sem reforçar o mau comportamento. “Não negocie no calor da crise, nesse momento você pode sentar-se ao lado da criança e esperar até que as coisas se acalmem, pode tentar abraçá-la, mesmo que ela não aceite bem o seu afeto, isso demonstra que ela pode esperar compreensão e amor. Lembre-se que isso é uma fase e vai passar”.

O que fazer quando a criança vai para a escolinha e está na fase da crise?


Geralmente, a crise dos dois anos de idade acontece na mesma época que a criança vai começar a frequentar a escolinha. Os pais, claro, temem problemas de socialização e agressões aos amiguinhos.

Na verdade, frequentar a escolinha nesse período difícil não é um problema. Ali, ela terá a oportunidade de conviver com outras crianças e aprender a interagir, ceder, dividir, o que pode fazer com que passe mais rapidamente pela fase.

Como nessa idade a criança ainda não tem maturidade para conviver em grupo e pensa ser o centro do mundo, no início a convivência em grupo será difícil e provavelmente haverá brigas pelo mesmo brinquedo, conflito e muito choro. Nesse momento, a intermediação dos professores deve ser rápida e não negociável. A escola pode ajudar tendo respeito à individualidade de cada criança e ter regras bem claras, sem contradições.


Dicas para enfrentar a crise dos dois anos do bebê:

- Não use chantagens e ameaças. Dizer “se fizer isso não gosto mais de você” só irá deixar a criança mais triste, insegura, desconfiada, tensa e cada vez mais agressiva.
- Não sobrecarregue a criança com uma rotina puxada. Atividades, cursos, creche, enfim, uma agenda ocupada da primeira à última hora do dia, além de produzir uma superestimulação, prejudica o próprio convívio social em família, o que facilita o surgimento das crises;
- Encoraje a criança quando se sentir frustrada. Em qualquer sinal de frustração na realização de atividades ao longo do dia, ainda que seja o simples manejo de um brinquedo, é importante que o pai encoraje-o a continuar, com zelo e carinho. Oferecer ajuda, nestes casos, pode ser uma atitude que faz a diferença;
- Incentive a independência de forma coerente. É importante estimular a criança a realizar tarefas sozinhas, desde que esteja de acordo com a sua capacidade;
- Deixe que tomem pequenas decisões. Eles precisam entender que podem fazer algumas escolhas, como o sabor do sorvete ou a cor da camiseta nova. Porem outras não entram em negociação, como o uso da cadeirinha no carro e o horário de ir para a cama.
- Observe o comportamento. É importante lembrar que a crise dos dois anos reflete um comportamento de exploração do mundo e os movimentos nessa direção podem ser bem vindos. Porém, se estiverem acompanhados de falta ou excesso de apetite, alterações no sono, sinais de maltrato no corpo, medo no enfrentamento de situações rotineiras e dificuldade de convívio e contato social, pode ser sinal de algum outro problema.
- Entenda que é uma fase de aprendizado e mostre o caminho. Os pais precisam aceitar que seus bebês estão se tornando pessoas mais independentes, com opiniões, desejos e comportamentos diferentes. Esse é o momento em que estão descobrindo o mundo por seus próprios sentidos e nem sempre sabem o que estão fazendo. Os pais precisam estar sempre por perto sinalizando o que é certo ou errado, bom ou ruim.