Minha 1ª turma de Gestantes
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Bom saber, informação nunca é demais!
Fonte - Site http://www.minhavida.com.br
Por Laura Tavares - publicado em 06/06/2012
Veja sete exames importantes, ainda que nem sempre obrigatórios ou oferecidos pela rede pública de saúde, que são recomendados para o recém-nascido. A pediatra Rejane Silva Cavalcante, do departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBD), e o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein explicam quais são eles e como funcionam.
Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento
Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar (pela praticidade) ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes.
Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde
Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento
Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes
Disponibilidade: não obrigatório e não oferecido pela rede pública de saúde, mas pode ser solicitado na maternidade
Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento
Como é feito: a coleta pode ser feita do bebê ou, em alguns casos, até da placenta
Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde
Quando deve ser feito: ainda na maternidade
Como é feito: o pediatra coloca um aparelho similar a um fone de ouvido na criança ligado a um equipamento que produz estímulos inaudíveis que identificam traços de surdez.
Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde
Quando deve ser feito: na primeira semana de vida
Como é feito: um feixe de luz é direcionado nos olhos da criança. Se eles forem saudáveis, emitirão uma cor avermelhada e contínua
Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades
Quando deve ser feito: ainda na maternidade
Como é feito: um aparelho de pressão chamado oxímetro é colocado em dois membros do bebê para avaliar a oxigenação do sangue. Se o equipamento apontar diferença entre um e outro, a criança pode ter algum problema cardíaco e, assim, outros exames são solicitados
Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Algumas redes públicas realizam o exame gratuitamente
Quando deve ser feito: ainda na maternidade
Como é feito: o pediatra movimenta as pernas e o quadril do bebê com técnicas da chamada Manobra Ortolani. Se perceber algum problema, solicita outros exames
Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades
Por Laura Tavares - publicado em 06/06/2012
Veja sete exames importantes, ainda que nem sempre obrigatórios ou oferecidos pela rede pública de saúde, que são recomendados para o recém-nascido. A pediatra Rejane Silva Cavalcante, do departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBD), e o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein explicam quais são eles e como funcionam.
Teste do pezinho básico
O que diagnostica: fenilcetonúria (deficiência no metabolismo de determinada proteína que pode levar ao retardo mental), hipotireoidismo congênito (deficiência na produção de hormônios da tireoide que pode afetar o desenvolvimento da criança ou levar ao retardo mental), fibrose cística (doença hereditária que pode gerar acúmulo de muco nos pulmões e no pâncreas, podendo levar à morte), hemoglobinopatias (doenças de sangue, como a anemia falciforme)Quando deve ser feito: 48 horas após o nascimento
Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar (pela praticidade) ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes.
Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde
Teste do pezinho ampliado
O que diagnostica: mais de 30 doenças, desde problemas genéticos e metabólicos até doenças infecciosas como a toxoplasmoseQuando deve ser feito: 48 horas após o nascimento
Como é feito: por meio da coleta de sangue do calcanhar ou da veia do bebê. Ele precisa ter sido amamentado antes do exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes
Disponibilidade: não obrigatório e não oferecido pela rede pública de saúde, mas pode ser solicitado na maternidade
Tipagem sanguínea
O que diagnostica: tipo sanguíneo para o caso de emergências médicasQuando deve ser feito: 48 horas após o nascimento
Como é feito: a coleta pode ser feita do bebê ou, em alguns casos, até da placenta
Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde
Teste da orelhinha
O que diagnostica: surdezQuando deve ser feito: ainda na maternidade
Como é feito: o pediatra coloca um aparelho similar a um fone de ouvido na criança ligado a um equipamento que produz estímulos inaudíveis que identificam traços de surdez.
Disponibilidade: obrigatório e realizado gratuitamente pela rede pública de saúde
Teste do olhinho
O que diagnostica: alterações oculares, como a catarata, que podem levar à cegueiraQuando deve ser feito: na primeira semana de vida
Como é feito: um feixe de luz é direcionado nos olhos da criança. Se eles forem saudáveis, emitirão uma cor avermelhada e contínua
Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades
Teste do coraçãozinho
O que diagnostica: doenças cardíacas, como defeitos nas válvulas do coraçãoQuando deve ser feito: ainda na maternidade
Como é feito: um aparelho de pressão chamado oxímetro é colocado em dois membros do bebê para avaliar a oxigenação do sangue. Se o equipamento apontar diferença entre um e outro, a criança pode ter algum problema cardíaco e, assim, outros exames são solicitados
Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Algumas redes públicas realizam o exame gratuitamente
Teste do quadril
O que diagnostica: problemas no quadril, como encurtamento do membro e osteartrose precoce, que destrói a cartilagem que reveste o ossoQuando deve ser feito: ainda na maternidade
Como é feito: o pediatra movimenta as pernas e o quadril do bebê com técnicas da chamada Manobra Ortolani. Se perceber algum problema, solicita outros exames
Disponibilidade: não é obrigatório, mas deve ser solicitado. Oferecido pela rede pública, mas realizado obrigatoriamente apenas em algumas cidades
quinta-feira, 14 de junho de 2012
QUANDO CHEGA A HORA....
Fonte - Site Guia do Bebê (uol)
Por - Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica
O treino ao penico ou vaso sanitário depende do amadurecimento dos músculos responsáveis pelo controle do ato de urinar e defecar, que são os esfíncteres. Este amadurecimento se dá por volta dos dois anos de idade e adquire a plenitude por volta dos três anos, assemelhando-se ao estado de amadurecimento dos adultos.
Os pais devem ficar atentos, pois a criança sinaliza quando começa a se sentir incomodada por estar molhada ou com fezes, ou seja, está pronta para iniciar o treino.
Geralmente, o controle das fezes é mais bem sucedido e mais fácil que o da urina, pois pelo fato de a criança fazer menos vezes ou uma vez por dia, acontece quase sempre no mesmo horário. Além do quê, é difícil ocorrer à noite, durante o sono e mesmo com o corpo em estado de relaxamento.
É um processo que exige muita paciência e calma por parte dos pais, pois depende também de que a criança reconheça a vontade de evacuar ou de urinar, saiba se expressar adequadamente, para que possa ir ao lugar conveniente. Para isto, já deve ter sido providenciado o penico ou assento sanitário infantil.
Seria interessante, inclusive, que a própria criança escolhesse o seu ¨troninho¨, para que houvesse um estímulo a mais para iniciar o treino. Ele deve ser confortável e que possibilite o apoio dos pés no chão.
Mesmo assim, muitas vezes pode acontecer de não dar tempo. Os pais devem respeitar as dificuldades infantis, o seu próprio ritmo de aprendizagem, sem críticas, pois ela já se sente frustrada por não corresponder ao que esperam dela, bem como, ao que ela também espera de si mesma.
Durante o dia, a pessoa que está cuidando da criança, pode perguntar-lhe se não está com vontade de ir ao banheiro, pois ela pode estar tão absorta que nem se lembre ou por não querer interromper o que está fazendo. À noite, antes de colocá-la para dormir, leve-a para fazer xixi e não ofereça muito líquido.
De qualquer forma, de dia ou de noite, os ¨acidentes¨ acontecem, são comuns e as crianças não têm culpa, portanto, não devem ser castigadas jamais.
É importante destacar que o controle esfincteriano não é inato, depende de aprendizagem, do amadurecimento do sistema nervoso e do condicionamento, que se dá devido à repetição dos comportamentos durante o treino.
Não se pode esquecer de que a criança viveu em fralda suja por muito tempo antes desse procedimento ser iniciado e que devia às pessoas cuidadoras o fato de ficar limpa e seca.
Para facilitar o sucesso infantil, os pais devem aguardar o momento certo, que é quando ela começa a ficar incomodada, estimulando-a a se desenvolver, sem pressão. Eles têm que ter a sensibilidade de perceber que a criança está pronta para aprender e não impor o procedimento, pois poderá levá-la a atitudes de rebeldia. Isto não significa que devam ser permissivos, o que atrapalharia o aprendizado.
O controle dos esfíncteres têm relação com o domínio do próprio corpo e com o controle das emoções, por isso é tão importante.
A criança aprende que não pode mais evacuar ou urinar onde e quando sentir vontade. Deverá controlar suas necessidades até chegar ao local correto.
Os pais podem se valer de brincadeiras, momentos descontraídos para ajudar seu filho a não se sentir pressionado e compreender que o controle do próprio corpo é uma conquista valiosíssima, pois está deixando de ser bebê, vai cuidar da higiene e da limpeza e evoluir cada vez mais.
É por este motivo que muitas escolas só aceitam crianças a partir de três anos, pois além de ela ter aumentado significativamente seu vocabulário, podendo se expressar melhor, também já deve ter deixado o uso da fralda e estar apta para fazer uso do banheiro para fazer suas necessidades fisiológicas.
De qualquer maneira, se a criança estiver em condições físicas saudáveis e emocionalmente equilibrada, aprenderá o controle dos esfíncteres naturalmente, sem grandes transtornos.
Por - Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica
Tirando a fralda
Algumas crianças deixam as fraldas mais cedo que outras. Algumas deixam as fraldas logo que entram na creche/escola. E outras parecem que não vão deixar nunca as fraldas. É preciso muita paciência.
O treino ao penico ou vaso sanitário depende do amadurecimento dos músculos responsáveis pelo controle do ato de urinar e defecar, que são os esfíncteres. Este amadurecimento se dá por volta dos dois anos de idade e adquire a plenitude por volta dos três anos, assemelhando-se ao estado de amadurecimento dos adultos.
Os pais devem ficar atentos, pois a criança sinaliza quando começa a se sentir incomodada por estar molhada ou com fezes, ou seja, está pronta para iniciar o treino.
Geralmente, o controle das fezes é mais bem sucedido e mais fácil que o da urina, pois pelo fato de a criança fazer menos vezes ou uma vez por dia, acontece quase sempre no mesmo horário. Além do quê, é difícil ocorrer à noite, durante o sono e mesmo com o corpo em estado de relaxamento.
É um processo que exige muita paciência e calma por parte dos pais, pois depende também de que a criança reconheça a vontade de evacuar ou de urinar, saiba se expressar adequadamente, para que possa ir ao lugar conveniente. Para isto, já deve ter sido providenciado o penico ou assento sanitário infantil.
Seria interessante, inclusive, que a própria criança escolhesse o seu ¨troninho¨, para que houvesse um estímulo a mais para iniciar o treino. Ele deve ser confortável e que possibilite o apoio dos pés no chão.
Mesmo assim, muitas vezes pode acontecer de não dar tempo. Os pais devem respeitar as dificuldades infantis, o seu próprio ritmo de aprendizagem, sem críticas, pois ela já se sente frustrada por não corresponder ao que esperam dela, bem como, ao que ela também espera de si mesma.
Durante o dia, a pessoa que está cuidando da criança, pode perguntar-lhe se não está com vontade de ir ao banheiro, pois ela pode estar tão absorta que nem se lembre ou por não querer interromper o que está fazendo. À noite, antes de colocá-la para dormir, leve-a para fazer xixi e não ofereça muito líquido.
De qualquer forma, de dia ou de noite, os ¨acidentes¨ acontecem, são comuns e as crianças não têm culpa, portanto, não devem ser castigadas jamais.
É importante destacar que o controle esfincteriano não é inato, depende de aprendizagem, do amadurecimento do sistema nervoso e do condicionamento, que se dá devido à repetição dos comportamentos durante o treino.
Não se pode esquecer de que a criança viveu em fralda suja por muito tempo antes desse procedimento ser iniciado e que devia às pessoas cuidadoras o fato de ficar limpa e seca.
Para facilitar o sucesso infantil, os pais devem aguardar o momento certo, que é quando ela começa a ficar incomodada, estimulando-a a se desenvolver, sem pressão. Eles têm que ter a sensibilidade de perceber que a criança está pronta para aprender e não impor o procedimento, pois poderá levá-la a atitudes de rebeldia. Isto não significa que devam ser permissivos, o que atrapalharia o aprendizado.
O controle dos esfíncteres têm relação com o domínio do próprio corpo e com o controle das emoções, por isso é tão importante.
A criança aprende que não pode mais evacuar ou urinar onde e quando sentir vontade. Deverá controlar suas necessidades até chegar ao local correto.
Os pais podem se valer de brincadeiras, momentos descontraídos para ajudar seu filho a não se sentir pressionado e compreender que o controle do próprio corpo é uma conquista valiosíssima, pois está deixando de ser bebê, vai cuidar da higiene e da limpeza e evoluir cada vez mais.
É por este motivo que muitas escolas só aceitam crianças a partir de três anos, pois além de ela ter aumentado significativamente seu vocabulário, podendo se expressar melhor, também já deve ter deixado o uso da fralda e estar apta para fazer uso do banheiro para fazer suas necessidades fisiológicas.
De qualquer maneira, se a criança estiver em condições físicas saudáveis e emocionalmente equilibrada, aprenderá o controle dos esfíncteres naturalmente, sem grandes transtornos.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Vale a pena conferir
Um trabalho mais do que especial com as futuras mamães
Conheça o novo site da amiga e também minha eterna doula Andréa Diniz
www.http://mammycare.com.br
1ª foto - Andréa e Nicolas
2ª foto - Eu e meu pequeno gde homen Nicolas Valentini
Conheça o novo site da amiga e também minha eterna doula Andréa Diniz
www.http://mammycare.com.br
1ª foto - Andréa e Nicolas
2ª foto - Eu e meu pequeno gde homen Nicolas Valentini
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Vaidade x Amamentação
Fonte - Site Guia do Bebê uol
Bruno Rodrigues
Amamentação e vaidade são atitudes que levadas ao extremo podem não combinar. Ainda hoje podemos ver mulheres que não amamentam por medo de seus seios ficarem caídos ou “perderem” a cirurgia de aumento de seios que fizeram antes de engravidar.
As mulheres precisam buscar informações sobre o que faz os seios ficarem flácidos e, o mais importante, sobre os benefícios que a amamentação traz para quem amamenta – mamãe- e, principalmente, para quem é amamentado – bebê.
Vamos esclarecer. Primeiramente, a colocação de prótese de silicone não interfere na amamentação. A prótese é colocada abaixo da glândula mamária, não interferindo na produção e descida do leite e nem na pega correta do bebê.
A amamentação não deforma a prótese e nem deixa o seio torto. Como a prótese é colocada abaixo da glândula mamária, não tem como o bebê deformar ou “furar” a prótese com a boca.
Outra informação importante é que a amamentação não deixa o seio flácido e caído, independente de terem prótese ou não.
O fator essencial para que o seio da mulher se modifique é o genético (se sua mãe tem seios flácidos você também tem maior propensão de ter, independente da amamentação). Outro fator é o número de gestações (quanto mais filhos você tem, maior é o risco de seus seios ficarem mais flácidos, independente da amamentação), isso porque os seios crescem durante a gravidez e o “estica e volta” dos seios faz a pele não voltar como antes.
Os benefícios da amamentação para mamãe e bebê são enormes. Além de evitar alguns tipos de câncer, o vínculo entre mãe e filho é evidentemente maior. Já o bebê amamentado tem seu sistema imunológico melhor, ficando bem menos doente. O risco de ter alguma alergia é menor, assim como é menor também o risco de obesidade e de ter doenças cardiovasculares no futuro, entre outros motivos.
O triste é saber que um estudo da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (SACP) indicou que mulheres com implantes mamários são menos propensas a amamentar seus bebês. Isso porque acham que vai prejudicar o seio.
Amamentar e continuar bonita é possível. As mulheres apenas devem estar bem informadas e por isso é sempre bom expor ao médico dúvidas e medos para que mitos sejam derrubados, principalmente aqueles que podem prejudicar a saúde dos filhos.
Bruno Rodrigues
Tentaremos esclarecer aqui que o ato de amamentar não tem nada a ver com a possível flacidez e outras deformidades dos seios.
Amamentação e vaidade são atitudes que levadas ao extremo podem não combinar. Ainda hoje podemos ver mulheres que não amamentam por medo de seus seios ficarem caídos ou “perderem” a cirurgia de aumento de seios que fizeram antes de engravidar.
As mulheres precisam buscar informações sobre o que faz os seios ficarem flácidos e, o mais importante, sobre os benefícios que a amamentação traz para quem amamenta – mamãe- e, principalmente, para quem é amamentado – bebê.
Vamos esclarecer. Primeiramente, a colocação de prótese de silicone não interfere na amamentação. A prótese é colocada abaixo da glândula mamária, não interferindo na produção e descida do leite e nem na pega correta do bebê.
A amamentação não deforma a prótese e nem deixa o seio torto. Como a prótese é colocada abaixo da glândula mamária, não tem como o bebê deformar ou “furar” a prótese com a boca.
Outra informação importante é que a amamentação não deixa o seio flácido e caído, independente de terem prótese ou não.
O fator essencial para que o seio da mulher se modifique é o genético (se sua mãe tem seios flácidos você também tem maior propensão de ter, independente da amamentação). Outro fator é o número de gestações (quanto mais filhos você tem, maior é o risco de seus seios ficarem mais flácidos, independente da amamentação), isso porque os seios crescem durante a gravidez e o “estica e volta” dos seios faz a pele não voltar como antes.
Os benefícios da amamentação para mamãe e bebê são enormes. Além de evitar alguns tipos de câncer, o vínculo entre mãe e filho é evidentemente maior. Já o bebê amamentado tem seu sistema imunológico melhor, ficando bem menos doente. O risco de ter alguma alergia é menor, assim como é menor também o risco de obesidade e de ter doenças cardiovasculares no futuro, entre outros motivos.
O triste é saber que um estudo da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (SACP) indicou que mulheres com implantes mamários são menos propensas a amamentar seus bebês. Isso porque acham que vai prejudicar o seio.
Amamentar e continuar bonita é possível. As mulheres apenas devem estar bem informadas e por isso é sempre bom expor ao médico dúvidas e medos para que mitos sejam derrubados, principalmente aqueles que podem prejudicar a saúde dos filhos.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Gelatina é uma sobremesa boa,mas não devemos exagerar
Fonte - http://guiadobebe.uol.com.br/gelatina/
Por - Bruno Rodrigues
Gelatina com gosto de saúde
No verão e em dias de calor uma opção de sobremesa que as crianças adoram, faz bem à saúde e não dá trabalho para fazer é a gelatina. As crianças adoram esse “serzinho” que tremula, pois o colorido da gelatina gera um fascínio sobre as crianças, além de ser docinha.
Você sabia que gelatina é retirada das cartilagens e dos ligamentos das juntas ósseas do boi? Essas partes são fervidas para que o colágeno (proteína formada por diversos tipos de aminoácidos) se solte e misture-se com água para resultar em um composto chamado mocotó. A mistura é desidratada, purificada e transformada em pó e é acrescentado açúcar e sabores.
Vantagens da gelatina: ela é fonte de proteína e não tem colesterol, mas nem por isso é para ser consumida de forma exagerada. É uma sobremesa que não tem alto valor calórico, mas contém açúcar, corantes e aromatizantes em sua composição, que fazem engordar e podem causar alergia. Portanto, modere no consumo.
Essa deliciosa sobremesa contém uma série de fragmentos de proteínas que fornecem aminoácidos, fundamentais para a manutenção de ossos e a regeneração de algumas articulações.
Tipos de gelatinas - Devemos lembrar que a gelatina vendida em casas de suplemento (colágeno em pó) é diferente das gelatinas de supermercado. O colágeno em pó está em sua forma pura e as gelatinas que compramos possuem colágeno em menor quantidade.
A introdução da gelatina no cardápio das crianças ajuda a complementar a ingestão de proteínas de outros alimentos, como carne, ovos e feijões. Por isso, a gelatina não deve ser a única fonte de proteína.
No caso das crianças mais gordinhas, a gelatina também é uma boa opção, pois tem baixo valor calórico e, por se ligar a uma grande quantidade de água, faz com que a criança tenha uma sensação de saciedade. E essa sobremesa é recomendada em dietas por possuir alto teor protéico.
Para um maior valor alimentício, a gelatina colorida pode ser misturada às frutas ou batidas com leite condensado ou creme de leite ou ainda as gelatinas sem sabor serem usadas em sucos e iogurtes. Huummm! Vai depender do gosto da criança.
Em períodos de férias escolares, uma boa opção é convocar as crianças para participarem do preparo da sobremesa. Peça para darem idéias e deixe que as crianças misturem os ingredientes. Só cuidado com a água quente.
Essa é uma maneira gostosa e fácil de fazer com que seus filhotes recebam uma alimentação saudável.
Dicas
O colágeno se dissolve em altas temperaturas. Isso explica a necessidade de se dissolver a gelatina em água quente.
Para fazer com que seu filho que está com diarréia consuma o soro caseiro, uma dica é misturá-lo com gelatina.
A gelatina é recomendada apenas para crianças maiores de um ano por conter proteína que são alergênicas, corantes e aromatizantes artificiais.
Por - Bruno Rodrigues
Gelatina com gosto de saúde
No verão e em dias de calor uma opção de sobremesa que as crianças adoram, faz bem à saúde e não dá trabalho para fazer é a gelatina. As crianças adoram esse “serzinho” que tremula, pois o colorido da gelatina gera um fascínio sobre as crianças, além de ser docinha.
Você sabia que gelatina é retirada das cartilagens e dos ligamentos das juntas ósseas do boi? Essas partes são fervidas para que o colágeno (proteína formada por diversos tipos de aminoácidos) se solte e misture-se com água para resultar em um composto chamado mocotó. A mistura é desidratada, purificada e transformada em pó e é acrescentado açúcar e sabores.
Vantagens da gelatina: ela é fonte de proteína e não tem colesterol, mas nem por isso é para ser consumida de forma exagerada. É uma sobremesa que não tem alto valor calórico, mas contém açúcar, corantes e aromatizantes em sua composição, que fazem engordar e podem causar alergia. Portanto, modere no consumo.
Essa deliciosa sobremesa contém uma série de fragmentos de proteínas que fornecem aminoácidos, fundamentais para a manutenção de ossos e a regeneração de algumas articulações.
Tipos de gelatinas - Devemos lembrar que a gelatina vendida em casas de suplemento (colágeno em pó) é diferente das gelatinas de supermercado. O colágeno em pó está em sua forma pura e as gelatinas que compramos possuem colágeno em menor quantidade.
A introdução da gelatina no cardápio das crianças ajuda a complementar a ingestão de proteínas de outros alimentos, como carne, ovos e feijões. Por isso, a gelatina não deve ser a única fonte de proteína.
No caso das crianças mais gordinhas, a gelatina também é uma boa opção, pois tem baixo valor calórico e, por se ligar a uma grande quantidade de água, faz com que a criança tenha uma sensação de saciedade. E essa sobremesa é recomendada em dietas por possuir alto teor protéico.
Para um maior valor alimentício, a gelatina colorida pode ser misturada às frutas ou batidas com leite condensado ou creme de leite ou ainda as gelatinas sem sabor serem usadas em sucos e iogurtes. Huummm! Vai depender do gosto da criança.
Em períodos de férias escolares, uma boa opção é convocar as crianças para participarem do preparo da sobremesa. Peça para darem idéias e deixe que as crianças misturem os ingredientes. Só cuidado com a água quente.
Essa é uma maneira gostosa e fácil de fazer com que seus filhotes recebam uma alimentação saudável.
Dicas
O colágeno se dissolve em altas temperaturas. Isso explica a necessidade de se dissolver a gelatina em água quente.
Para fazer com que seu filho que está com diarréia consuma o soro caseiro, uma dica é misturá-lo com gelatina.
A gelatina é recomendada apenas para crianças maiores de um ano por conter proteína que são alergênicas, corantes e aromatizantes artificiais.
Assinar:
Postagens (Atom)


