Fonte - http://guiadobebe.uol.com.br/gelatina/
Por - Bruno Rodrigues
Gelatina com gosto de saúde
No verão e em dias de calor uma opção de sobremesa que as crianças adoram,
faz bem à saúde e não dá trabalho para fazer é a gelatina. As crianças adoram
esse “serzinho” que tremula, pois o colorido da gelatina gera um fascínio sobre
as crianças, além de ser docinha.
Você sabia que gelatina é retirada das cartilagens e dos ligamentos das
juntas ósseas do boi? Essas partes são fervidas para que o colágeno (proteína
formada por diversos tipos de aminoácidos) se solte e misture-se com água para
resultar em um composto chamado mocotó. A mistura é desidratada, purificada e
transformada em pó e é acrescentado açúcar e sabores.
Vantagens da gelatina: ela é fonte de proteína e não tem
colesterol, mas nem por isso é para ser consumida de forma exagerada. É uma
sobremesa que não tem alto valor calórico, mas contém açúcar, corantes e
aromatizantes em sua composição, que fazem engordar e podem causar alergia.
Portanto, modere no consumo.
Essa deliciosa sobremesa contém uma série de fragmentos de proteínas que
fornecem aminoácidos, fundamentais para a manutenção de ossos e a regeneração de
algumas articulações.
Tipos de gelatinas - Devemos lembrar que a gelatina vendida
em casas de suplemento (colágeno em pó) é diferente das gelatinas de
supermercado. O colágeno em pó está em sua forma pura e as gelatinas que
compramos possuem colágeno em menor quantidade.
A introdução da gelatina no cardápio das crianças ajuda a complementar a
ingestão de proteínas de outros alimentos, como carne, ovos e feijões. Por isso,
a gelatina não deve ser a única fonte de proteína.
No caso das crianças mais gordinhas, a gelatina também é uma boa opção, pois
tem baixo valor calórico e, por se ligar a uma grande quantidade de água, faz
com que a criança tenha uma sensação de saciedade. E essa sobremesa é
recomendada em dietas por possuir alto teor protéico.
Para um maior valor alimentício, a gelatina colorida pode ser misturada às
frutas ou batidas com leite condensado ou creme de leite ou ainda as gelatinas
sem sabor serem usadas em sucos e iogurtes. Huummm! Vai depender do gosto da
criança.
Em períodos de férias escolares, uma boa opção é convocar as crianças para
participarem do preparo da sobremesa. Peça para darem idéias e deixe que as
crianças misturem os ingredientes. Só cuidado com a água quente.
Essa é uma maneira gostosa e fácil de fazer com que seus filhotes recebam uma
alimentação saudável.
Dicas
O colágeno se dissolve em altas temperaturas. Isso explica a necessidade de
se dissolver a gelatina em água quente.
Para fazer com que seu filho que está com diarréia consuma o soro caseiro,
uma dica é misturá-lo com gelatina.
A gelatina é recomendada apenas para crianças maiores de um ano por
conter proteína que são alergênicas, corantes e aromatizantes
artificiais.
Um blog informativo que se preocupa com assuntos voltados para saúde e bem-estar físico das futuras mamães, das mamães primeira e de muitas viagens durante a gestação e no pós parto.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Como escolher uma Doula
FONTE - Site guia do bebê (uol)
Cristina de Melo
Téc. Enfermagem & Doula
Hoje em dia muitas mulheres já sabem o que é uma Doula, e querem muito ter uma acompanhando a sua gestação, parto e pós-parto. E isso é ótimo, mas é sempre bom ter cuidado na escolha pela Doula. Então eu vou dar algumas dicas para as mamães que vão escolher uma:
Entreviste: Faça uma entrevista, na sua casa ou na casa da Doula ( é bom ver onde ela mora), pergunte sobre a vida profissional dela, o tempo que ela atua como doula, quais as formações acadêmicas, o que ela oferece, a experiência que ela tem, profissionais que ela trabalha, etc.
- Referências: Peça por referências, é como uma entrevista de trabalho e você é o patrão, ao invés de apenas um curriculum, peça telefone de outras pacientes, fotos de outros partos, vídeos. A cada ano o número de doulas aumenta em todo o Brasil, e qualquer um pode fazer o curso, então é muito importante que a gestante tenha atenção e cuidado.
- Contrato: Pergunte se ela trabalha com contrato, peça para ler um ou para que ela envie por email para que você possa ler em casa, com calma. Leia os itens com cuidado, valores, formas de pagamento etc.
- Imprevistos: Caso algo aconteça com a Doula, veja se ela tem uma pessoa reserva para atender ao parto, se ela tiver filhos pergunte quem fica com os filhos, se ela tem essa disponibilidade de ficar horas em um parto, etc.
- Blog/Site: Pergunte se ela possui algum desses, é importante pois você pode saber mais sobre ela, os seus serviços e conhecimento.
Lembre-se que essa profissional vai estar presente durante o momento mais importante da sua vida, é fundamental saber se ela esta preparada para isso e se ela possui o conhecimento necessário( peça para ver o certificado do curso). Não tenha vergonha em perguntar, você precisa se sentir 100% confiante com essa pessoa.
Tem mais de uma na sua cidade? Entre em contato com todas, pesquise na internet e depois decida, conheça cada uma pessoalmente, e aproveite!
Cristina de Melo
Téc. Enfermagem & Doula
Hoje em dia muitas mulheres já sabem o que é uma Doula, e querem muito ter uma acompanhando a sua gestação, parto e pós-parto. E isso é ótimo, mas é sempre bom ter cuidado na escolha pela Doula. Então eu vou dar algumas dicas para as mamães que vão escolher uma:
Entreviste: Faça uma entrevista, na sua casa ou na casa da Doula ( é bom ver onde ela mora), pergunte sobre a vida profissional dela, o tempo que ela atua como doula, quais as formações acadêmicas, o que ela oferece, a experiência que ela tem, profissionais que ela trabalha, etc.
- Referências: Peça por referências, é como uma entrevista de trabalho e você é o patrão, ao invés de apenas um curriculum, peça telefone de outras pacientes, fotos de outros partos, vídeos. A cada ano o número de doulas aumenta em todo o Brasil, e qualquer um pode fazer o curso, então é muito importante que a gestante tenha atenção e cuidado.
- Contrato: Pergunte se ela trabalha com contrato, peça para ler um ou para que ela envie por email para que você possa ler em casa, com calma. Leia os itens com cuidado, valores, formas de pagamento etc.
- Imprevistos: Caso algo aconteça com a Doula, veja se ela tem uma pessoa reserva para atender ao parto, se ela tiver filhos pergunte quem fica com os filhos, se ela tem essa disponibilidade de ficar horas em um parto, etc.
- Blog/Site: Pergunte se ela possui algum desses, é importante pois você pode saber mais sobre ela, os seus serviços e conhecimento.
Lembre-se que essa profissional vai estar presente durante o momento mais importante da sua vida, é fundamental saber se ela esta preparada para isso e se ela possui o conhecimento necessário( peça para ver o certificado do curso). Não tenha vergonha em perguntar, você precisa se sentir 100% confiante com essa pessoa.
Doulas no Brasil: www.doulas.com.br/associadas.html
Tem mais de uma na sua cidade? Entre em contato com todas, pesquise na internet e depois decida, conheça cada uma pessoalmente, e aproveite!
Bronquiolite em Crianças
FONTE - Site guia do bebê (uol)
Dra. Priscila Catherino
Pediatra com especialização em Pneumologia Pediátrica
A bronquiolite é uma das mais frequentes afecções do aparelho respiratório em lactentes. Ocorrem nos primeiros dois anos de vida, com pico de incidência no primeiro semestre e uma leve predominância no sexo masculino. Aproximadamente 0,5 a 2% das crianças necessitam internação hospitalar .
A transmissão do VRS ocorre por contato direto com secreções respiratórias, em geral, por meio das mãos e objetos contaminados. O período de incubação é de 4 a 5 dias e a evolução com acometimento pulmonar ocorre após 1 a 3 dias do início da coriza. A doença tem início como um resfriado comum (tosse, coriza, espirros e febre) evoluindo com sibilos (chiado), cansaço e piora da tosse.
O diagnóstico é baseado na clínica da criança e identificação do agente etiológico em alguns casos. A maioria das crianças respondem ao tratamento em domicilio com inalações, hidratação e fisioterapia respiratória. Medicações como broncodilatadores e corticoesteroides devem sempre ser prescrito e acompanhado pelo médico.
A prevenção consiste basicamente na diminuição da exposição aos agentes etiológicos. Deve-se evitar o contato de lactentes com pessoas com sinais de resfriado, locais com aglomerados de pessoas. Deve-se evitar também a exposição a poluentes ambientais, principalmente fumaça de cigarro, que atuam como irritantes das vias aéreas e aumentam a gravidade da doença. Pacientes de alto risco devem também fazer a profilaxia medicamentosa com anticorpo monoclonal, este prescrito sempre pelo pediatra ou pneumologista pediátrico do paciente.
Dra. Priscila Catherino
Pediatra com especialização em Pneumologia Pediátrica
Essa doença é mais comum em bebês de até 2 anos e costuma ocorrer principalmente nos períodos de outono e inverno.
A bronquiolite é uma doença aguda, classicamente definida como o primeiro
episódio de sibilância associado a uma infecção por vírus, em crianças menores
de 2 anos de idade. Tem como principal causador (80%) o Vírus Sincicial
Respiratório (VRS), ocorrendo principalmente nos meses de outono e inverno. Na
cidade de São Paulo, estudos mostram que a estação tem início, em geral, no mês
de marco, com pico em maio/junho e término em julho/agosto.
A bronquiolite é uma das mais frequentes afecções do aparelho respiratório em lactentes. Ocorrem nos primeiros dois anos de vida, com pico de incidência no primeiro semestre e uma leve predominância no sexo masculino. Aproximadamente 0,5 a 2% das crianças necessitam internação hospitalar .
A transmissão do VRS ocorre por contato direto com secreções respiratórias, em geral, por meio das mãos e objetos contaminados. O período de incubação é de 4 a 5 dias e a evolução com acometimento pulmonar ocorre após 1 a 3 dias do início da coriza. A doença tem início como um resfriado comum (tosse, coriza, espirros e febre) evoluindo com sibilos (chiado), cansaço e piora da tosse.
O diagnóstico é baseado na clínica da criança e identificação do agente etiológico em alguns casos. A maioria das crianças respondem ao tratamento em domicilio com inalações, hidratação e fisioterapia respiratória. Medicações como broncodilatadores e corticoesteroides devem sempre ser prescrito e acompanhado pelo médico.
A prevenção consiste basicamente na diminuição da exposição aos agentes etiológicos. Deve-se evitar o contato de lactentes com pessoas com sinais de resfriado, locais com aglomerados de pessoas. Deve-se evitar também a exposição a poluentes ambientais, principalmente fumaça de cigarro, que atuam como irritantes das vias aéreas e aumentam a gravidade da doença. Pacientes de alto risco devem também fazer a profilaxia medicamentosa com anticorpo monoclonal, este prescrito sempre pelo pediatra ou pneumologista pediátrico do paciente.
domingo, 29 de abril de 2012
Dilema dos pais quando chega a hora de escolher o berçário...
Fonte - http://claudia.abril.com.br/materia/como-escolher-o-bercario-4856/?p=/familia-e-filhos/bebe
Preparer-se para desvendar todos os mistérios que rondam a difícil escolha de encontrar um lugar para deixar seu bebê
Perto de casa ou do trabalho? O que deve pesar mais: uma área externa grande ou uma superbrinquedoteca? A formação do professor é importante? As dúvidas são tantas que é normal ficar insegura sobre onde deixar o bebê na hora de voltar ao trabalho. Na verdade, inúmeros fatores contam pontos. Então, antes de começar as visitas aos berçários, confira nosso roteiro e fique mais segura para acertar na escolha.
Um bom começo é saber que, embora até os 2 anos a rotina do bebê na escola ainda se foque em cuidados como troca de fraldas e alimentação, ela não deve se resumir a isso. É importante conversar com o coordenador pedagógico para saber o que mais é oferecido para a faixa de idade do seu filho. “Mesmo novinha, a criança deve ouvir música e histórias, ver reproduções de obras de arte, manipular instrumentos musicais. O convívio precoce com diferentes formas de arte a leva a se familiarizar naturalmente com elementos da nossa cultura”, diz a assessora em educação Beatriz Gouveia, coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, ONG dedicada à formação de professores, em São Paulo.
A melhor maneira de descobrir se há equilíbrio entre os cuidados básicos, as brincadeiras e as vivências culturais é pedir a programação detalhada de uma semana. “A criança deve realizar pelo menos uma atividade de cada tipo todos os dias”, ensina Beatriz. Também é importante saber de que forma a escola trabalha com valores morais e éticos, como o respeito ao próximo e ao meio ambiente. “Mas não se fixe no discurso”, aconselha Gisela Wajskop, diretora acadêmica do Instituto Superior de Educação de São Paulo – Singularidades. “Analise a postura dos profissionais e procure marcas no espaço físico que demonstrem que esses valores são de fato disseminados, como bonecas de várias etnias e brinquedos de sucata, entre outros”, aconselha Gisela.
• Almofadas e espelhos nas salas de convivência favorecem a movimentação e o autoconhecimento.
• Uma área externa com sol indireto em pelo menos um período do dia, além de terra e areia para brincar, propicia experiências sensoriais importantes nessa idade.
• Os brinquedos devem ter diferentes texturas, tamanhos, formas e cores. Carrinhos de puxar e de empurar, blocos para empilhar, jogos de encaixe, bolas e baldinhos continuam imbatíveis para a estimulação.
• Os livros têm que estar em prateleiras e armários compatíveis com a altura do pequeno – o acesso fácil a eles ajuda a despertar o gosto pela leitura.
• O acervo de histórias e músicas precisa ser diversificado para estimular a linguagem. É bom que reúna, por exemplo, cantigas infantis tradicionais e modernas e até música clássica. Além de livros com ilustrações grandes e quase sem texto, também são bem-vindos contos de fadas, trava-línguas e pequenas poesias.
Por isso, verifique se os ambientes são arejados, limpos e bem ventilados. Pergunte como os brinquedos são higienizados e com que frequência há troca de lençóis e capas de almofadas. O correto é lavar com água e sabão ao final de cada período e mudar as capas de almofada duas vezes por semana. Quanto ao lençol, o ideal é cada um levar o seu e trocá-lo semanalmente. Aproveite a visita para observar se assistentes e professores lavam as próprias mãos após trocar a fralda de cada criança e se os pequenos são levados para lavar as mãozinhas antes de comer e depois de brincar na areia ou na terra. A presença de pia, dispenser de sabonete e toalheiros abastecidos é um bom sinal.
A rotina é saudável para crianças pequenas e cabe ao berçário oferecer atividades estruturadas com horário fixo. No entanto, quando se fala de bebês, o ritmo de cada um precisa ser respeitado, inclusive em relação às sonecas. “É melhor que ele continue dormindo nos horários de costume”, afirma a psicóloga Cisele Ortiz, coordenadora adjunta do Avisa Lá. E, se o local do cochilo não conta com isolamento acústico, questione sobre as medidas tomadas para que as atividades do grupo não atrapalhem o descanso dos demais.
O mesmo zelo deve estar presente em relação à alimentação. Peça para ver o cardápio e observe se as refeições são parecidas com o que o bebê come em casa, com verduras, frutas e carnes – desconfie de excessos de fritura, doces e alimentos industrializados, como hambúrgueres, nuggets e embutidos. Visite a cozinha (dando uma olhada na higiene) e certifique-se da qualidade dos ingredientes. Aproveite e confira se o que está sendo servido corresponde ao previsto no cardápio.
Finalmente, saiba como a escola age diante de um problema de saúde ou de um acidente. A melhor postura é informar os pais de imediato caso a criança fique com febre, queixe-se de dor, sofra uma queda ou bata a cabeça, por exemplo. E atenção: nenhuma medicação pode ser dada sem a autorização da família. Alguns berçários contam com pediatra, enfermeira e nutricionista, e esse benefício pode servir como critério de desempate.
• Vá pelo menos duas vezes ao berçário, em períodos diferentes, para verificar o ambiente e a conduta dos profissionais com as crianças.
• Faça questão de agendar um horário com o coordenador pedagógico da escola. Ele é o profissional mais habilitado para explicar os valores que a escola privilegia, sua forma de trabalho e de relacionamento com a família.
• Se possível, converse com mães de crianças que frequentam os berçários que você está visitando. Pergunte por que escolheram o local, se suas expectativas foram atendidas e analise se elas coincidem com as suas exigências.
• as pias e os vasos dos banheiros são de tamanho apropriado para o bebê;
• as escadas, áreas envidraçadas, janelas e sacadas têm proteção de redes ou grades;
• os produtos de limpeza, remédios e objetos cortantes são mantidos longe do alcance dos bebês;
• as instalações elétricas são protegidas;
• as superfícies metálicas estão livres de ferrugem e com protetores nas quinas;
• os brinquedos são adaptados, com escorregadores baixos e balanços com apoio para as costas;
• há turnos organizados por idade para as brincadeiras no parquinho. Essa é uma necessidade nessa fase para evitar que os pequenos acabem machucados pelos mais velhos, mesmo que eles convivam em outras atividades.
Preparer-se para desvendar todos os mistérios que rondam a difícil escolha de encontrar um lugar para deixar seu bebê
Perto de casa ou do trabalho? O que deve pesar mais: uma área externa grande ou uma superbrinquedoteca? A formação do professor é importante? As dúvidas são tantas que é normal ficar insegura sobre onde deixar o bebê na hora de voltar ao trabalho. Na verdade, inúmeros fatores contam pontos. Então, antes de começar as visitas aos berçários, confira nosso roteiro e fique mais segura para acertar na escolha.
Um bom começo é saber que, embora até os 2 anos a rotina do bebê na escola ainda se foque em cuidados como troca de fraldas e alimentação, ela não deve se resumir a isso. É importante conversar com o coordenador pedagógico para saber o que mais é oferecido para a faixa de idade do seu filho. “Mesmo novinha, a criança deve ouvir música e histórias, ver reproduções de obras de arte, manipular instrumentos musicais. O convívio precoce com diferentes formas de arte a leva a se familiarizar naturalmente com elementos da nossa cultura”, diz a assessora em educação Beatriz Gouveia, coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, ONG dedicada à formação de professores, em São Paulo.
A melhor maneira de descobrir se há equilíbrio entre os cuidados básicos, as brincadeiras e as vivências culturais é pedir a programação detalhada de uma semana. “A criança deve realizar pelo menos uma atividade de cada tipo todos os dias”, ensina Beatriz. Também é importante saber de que forma a escola trabalha com valores morais e éticos, como o respeito ao próximo e ao meio ambiente. “Mas não se fixe no discurso”, aconselha Gisela Wajskop, diretora acadêmica do Instituto Superior de Educação de São Paulo – Singularidades. “Analise a postura dos profissionais e procure marcas no espaço físico que demonstrem que esses valores são de fato disseminados, como bonecas de várias etnias e brinquedos de sucata, entre outros”, aconselha Gisela.
Professores na sua mira
A formação superior em pedagogia é obrigatória para os professores de educação infantil, mas não para os auxiliares que acompanham as classes. Até 18 meses, a medida é um professor e dois auxiliares para 12 alunos. De 18 a 30 meses, um professor e dois auxiliares são suficientes para 16 alunos. Esses limites são importantes para garantir que o bebê seja atendido em todas as suas necessidades. Verifique ainda se a escola mantém programas de formação continuada para os professores e se as turmas contam com a supervisão do coordenador pedagógico ou de outro profissional especializado. Observe também o carinho e a atenção que os professores dispensam aos pequenos. “O cuidado que a criança recebe nessa fase é essencial para sua capacidade de relacionamento, formação de autoimagem e desenvolvimento emocional”, lembra Beatriz.
Estímulos (e espaço) sob medida
Uma criança que começa a conhecer o corpo e ganha autonomia a cada dia precisa de ambientes amplos para rolar, engatinhar, andar e correr. “Escadas e desníveis aumentam o risco de quedas”, lembra Beatriz. “Já rampas e pequenos obstáculos ajudam a descobrir novos movimentos”. Confira outros indícios positivos.• Almofadas e espelhos nas salas de convivência favorecem a movimentação e o autoconhecimento.
• Uma área externa com sol indireto em pelo menos um período do dia, além de terra e areia para brincar, propicia experiências sensoriais importantes nessa idade.
• Os brinquedos devem ter diferentes texturas, tamanhos, formas e cores. Carrinhos de puxar e de empurar, blocos para empilhar, jogos de encaixe, bolas e baldinhos continuam imbatíveis para a estimulação.
• Os livros têm que estar em prateleiras e armários compatíveis com a altura do pequeno – o acesso fácil a eles ajuda a despertar o gosto pela leitura.
• O acervo de histórias e músicas precisa ser diversificado para estimular a linguagem. É bom que reúna, por exemplo, cantigas infantis tradicionais e modernas e até música clássica. Além de livros com ilustrações grandes e quase sem texto, também são bem-vindos contos de fadas, trava-línguas e pequenas poesias.
Saúde em primeiro lugar
Limpeza e bons hábitos de higiene minimizam o contágio por vermes e doenças tipicamente infantis.Por isso, verifique se os ambientes são arejados, limpos e bem ventilados. Pergunte como os brinquedos são higienizados e com que frequência há troca de lençóis e capas de almofadas. O correto é lavar com água e sabão ao final de cada período e mudar as capas de almofada duas vezes por semana. Quanto ao lençol, o ideal é cada um levar o seu e trocá-lo semanalmente. Aproveite a visita para observar se assistentes e professores lavam as próprias mãos após trocar a fralda de cada criança e se os pequenos são levados para lavar as mãozinhas antes de comer e depois de brincar na areia ou na terra. A presença de pia, dispenser de sabonete e toalheiros abastecidos é um bom sinal.
A rotina é saudável para crianças pequenas e cabe ao berçário oferecer atividades estruturadas com horário fixo. No entanto, quando se fala de bebês, o ritmo de cada um precisa ser respeitado, inclusive em relação às sonecas. “É melhor que ele continue dormindo nos horários de costume”, afirma a psicóloga Cisele Ortiz, coordenadora adjunta do Avisa Lá. E, se o local do cochilo não conta com isolamento acústico, questione sobre as medidas tomadas para que as atividades do grupo não atrapalhem o descanso dos demais.
O mesmo zelo deve estar presente em relação à alimentação. Peça para ver o cardápio e observe se as refeições são parecidas com o que o bebê come em casa, com verduras, frutas e carnes – desconfie de excessos de fritura, doces e alimentos industrializados, como hambúrgueres, nuggets e embutidos. Visite a cozinha (dando uma olhada na higiene) e certifique-se da qualidade dos ingredientes. Aproveite e confira se o que está sendo servido corresponde ao previsto no cardápio.
Finalmente, saiba como a escola age diante de um problema de saúde ou de um acidente. A melhor postura é informar os pais de imediato caso a criança fique com febre, queixe-se de dor, sofra uma queda ou bata a cabeça, por exemplo. E atenção: nenhuma medicação pode ser dada sem a autorização da família. Alguns berçários contam com pediatra, enfermeira e nutricionista, e esse benefício pode servir como critério de desempate.
Custo e localização
A distância da escola e o valor da mensalidade também importam. Para a criança, é mais cômodo um berçário próximo de casa. “Passar muito tempo no trânsito seria um sacrifício para o bebê”, diz Beatriz. Mas verifique se o horário da escola é compatível com seu período de trabalho e se há profissionais para ficar com o pequeno caso o responsável se atrase na hora de pegá-lo. Antes de assinar o contrato, veja se o berçário escolhido cabe mesmo no orçamento. “Além da mensalidade, calcule alimentação, matrícula, atividades extras, uniforme etc. Pergunte também com que frequência a mensalidade é reajustada e quais foram os índices de aumento nos últimos anos”, ensina Antonio De Julio, instrutor de finanças da Moneyfit, em São Paulo. A parcela a ser comprometida com educação depende dos valores da família. E lembre-se de incluir no cálculo outros gastos com o filho, como plano de saúde, vestuário e extras.
Acerte na escolha
• Na primeira visita à escola, apareça de surpresa, sem marcar. E desconfie se for impedida de entrar.• Vá pelo menos duas vezes ao berçário, em períodos diferentes, para verificar o ambiente e a conduta dos profissionais com as crianças.
• Faça questão de agendar um horário com o coordenador pedagógico da escola. Ele é o profissional mais habilitado para explicar os valores que a escola privilegia, sua forma de trabalho e de relacionamento com a família.
• Se possível, converse com mães de crianças que frequentam os berçários que você está visitando. Pergunte por que escolheram o local, se suas expectativas foram atendidas e analise se elas coincidem com as suas exigências.
7 regras de segurança
Ande pela escola e observe se...• as pias e os vasos dos banheiros são de tamanho apropriado para o bebê;
• as escadas, áreas envidraçadas, janelas e sacadas têm proteção de redes ou grades;
• os produtos de limpeza, remédios e objetos cortantes são mantidos longe do alcance dos bebês;
• as instalações elétricas são protegidas;
• as superfícies metálicas estão livres de ferrugem e com protetores nas quinas;
• os brinquedos são adaptados, com escorregadores baixos e balanços com apoio para as costas;
• há turnos organizados por idade para as brincadeiras no parquinho. Essa é uma necessidade nessa fase para evitar que os pequenos acabem machucados pelos mais velhos, mesmo que eles convivam em outras atividades.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Toda mãe passa por isso, mas é possível vencer os desafios de educar!!!
Fonte - site http://papofeminino.uol.com.br/2011/revistas/malu/filhos-mimados-como-reverter-o-quadro-de-birras-e-manhas/
Consultoria: Betina Serson, psicopedagoga e autora do livro “Seja o heroi dos seus filhos”.
As crianças mimadas podem ser um transtorno na vida dos
pais: não obedecem regras, fazem o que querem e muitas vezes faltam com
respeito. Depois que a criança é acostumada a ter tudo o que quer, fica cada vez
mais complicado reverter a situação. A psicopedagoga Betina Serson dá conselhos
para os pais que sofrem com o problema:
Educação desde cedo
Mesmo que o filho seja teimoso ou não aceite as regras estipuladas pelos
pais, é preciso ser firme e manter a autoridade. “A melhor maneira de evitar
criar filhos mimados é impor limites e regras claras adequadas à idade de
desenvolvimento de cada um”, afirma a psicopedagoga. Alguns limites e regras são
importantes para o desenvolvimento dos filhos, como:
- Tomar banho, assistir TV, estudar e outras atividades rotineiras devem ter
um horário certo;
- Não recompensar a criança por qualquer atitude – ela precisa entender que
tem obrigações a cumprir e que não se consegue sempre aquilo que quer;
- Ensinar que dividir é importante e que elas devem aguardar a sua vez – os
pais não estarão à disposição o tempo todo;
Não desista de tentar
Se a criança já estiver mais crescida e não obedecer ordens, os pais não
podem desistir de tentar impor limites. “Se os filhos estão acostumados a não
seguirem regras e não terem limites, será mais difícil ‘reeducá-los’. Mas, com
certeza, os pais conseguem se persistirem. A dica é começar com regras mais
simples e com o tempo colocar regras mais rígidas. Para os filhos, os limites
são um sinal de amor”, conta Betina.
Decisão conjunta
Deixar as atitudes mais severas somente para o pai ou para a mãe não é a
melhor opção. Para a especialista, o casal deve tomar as decisões em conjunto:
“Os pais precisam decidir juntos sobre as regras e dar prioridade àquelas que
realmente são necessárias. Os limites e regras devem ser estipulados desde que o
filho é um bebê”.
Como ensinar
Para que os filhos entendam as ordens e sigam as regras da casa, é preciso
ser coerente e entender as necessidades da criança. “Se as regras forem
colocadas de acordo com a idade e desenvolvimento dos filhos, eles vão entender
e obedecer mais facilmente. O importante é sempre ser coerente”, aponta Betina.
É importante lembrar que o dever dos pais é manter a autoridade e não ficar com
dó dos filhos – o primeiro passo para a educação é ser firme e paciente.
Consultoria: Betina Serson, psicopedagoga e autora do livro “Seja o heroi dos seus filhos”.
Filhos mimados: como reverter o quadro de birras e manhas
O que fazer quando a criança não obedece regras
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Massagens no pré-natal
Fonte - Texto: Denise Galvão/Colaboradora
http://papofeminino.uol.com.br/2011/revistas/malu/massagens-no-pre-natal/
Gerar um bebezinho é, sem dúvida, uma experiência maravilhosa. Mas as mulheres admitem: a gravidez traz alguns desconfortos. Embora sejam comuns nesse período, já que várias transformações acontecem no corpo feminino, existem algumas alternativas como massagens, alongamentos e exercícios que podem tornar a gestação mais confortável. Com a ajuda de uma especialista, confira um roteiro de atividades que colaboram com bem-estar das futuras mamães.
Massagem pélvica
Também chamada de massagem perineal, ela promove o alongamento da região perivaginal, favorecendo o parto normal sem episiotomia, aquele corte feito para alargar o canal de parto, que causa a ruptura dos músculos. “O assoalho pélvico ganha alongamento para ser distendido no parto e voltar ao estado normal sem rompimento das fibras musculares”, detalha Miriam Zanetti, fisioterapeuta do grupo de pré-natal da obstetrícia fisiológica da Unifesp.
Automassagem
Além de proporcionar conforto, ela é uma forma de a mulher conhecer mais o seu corpo e notar as alterações que acontecem. Como a gestante é quem realiza a técnica no próprio corpo, a partir do sexto mês podem haver limitações por conta do abdômen. Entre os benefícios apontados pelas grávidas que realizam algum tipo de automassagem, estão o relaxamento, a melhora da autoestima e do sono.
Massagem relaxante
Segundo a especialista, pode ser qualquer uma que vise o relaxamento. “Pode ser realizada no corpo todo, devendo-se evitar o abdômen a partir do sexto mês”, recomenda. Essa massagem ajuda a diminuir a dor nas costas e a ansiedade.
Drenagem linfática
O inchaço causado pela retenção de líquidos é uma das maiores queixas das gestantes. E para aliviar essa sensação, a drenagem linfática é uma alternativa indicada. Ela pode ser feita a partir do primeiro mês da gestação, desde que a mulher não apresente hipertensão, sangramentos e trabalho de parto prematuro. “O fisioterapeuta deve aferir a pressão arterial antes de realizá-la, pois há risco de elevação da pressão, podendo provocar até eclâmpsia”, alerta a especialista. Miriam ainda esclarece que essa técnica deve ser feita apenas por fisioterapeutas. Por se tratar de um período muito delicado, existem contraindicações e riscos, o que leva os profissionais a fazerem adaptações na técnica.
http://papofeminino.uol.com.br/2011/revistas/malu/massagens-no-pre-natal/
Saiba como ter uma gestação mais confortável e acabe com a indisposição
Gerar um bebezinho é, sem dúvida, uma experiência maravilhosa. Mas as mulheres admitem: a gravidez traz alguns desconfortos. Embora sejam comuns nesse período, já que várias transformações acontecem no corpo feminino, existem algumas alternativas como massagens, alongamentos e exercícios que podem tornar a gestação mais confortável. Com a ajuda de uma especialista, confira um roteiro de atividades que colaboram com bem-estar das futuras mamães.
Massagem pélvica
Também chamada de massagem perineal, ela promove o alongamento da região perivaginal, favorecendo o parto normal sem episiotomia, aquele corte feito para alargar o canal de parto, que causa a ruptura dos músculos. “O assoalho pélvico ganha alongamento para ser distendido no parto e voltar ao estado normal sem rompimento das fibras musculares”, detalha Miriam Zanetti, fisioterapeuta do grupo de pré-natal da obstetrícia fisiológica da Unifesp.
Automassagem
Além de proporcionar conforto, ela é uma forma de a mulher conhecer mais o seu corpo e notar as alterações que acontecem. Como a gestante é quem realiza a técnica no próprio corpo, a partir do sexto mês podem haver limitações por conta do abdômen. Entre os benefícios apontados pelas grávidas que realizam algum tipo de automassagem, estão o relaxamento, a melhora da autoestima e do sono.
Massagem relaxante
Segundo a especialista, pode ser qualquer uma que vise o relaxamento. “Pode ser realizada no corpo todo, devendo-se evitar o abdômen a partir do sexto mês”, recomenda. Essa massagem ajuda a diminuir a dor nas costas e a ansiedade.
Drenagem linfática
O inchaço causado pela retenção de líquidos é uma das maiores queixas das gestantes. E para aliviar essa sensação, a drenagem linfática é uma alternativa indicada. Ela pode ser feita a partir do primeiro mês da gestação, desde que a mulher não apresente hipertensão, sangramentos e trabalho de parto prematuro. “O fisioterapeuta deve aferir a pressão arterial antes de realizá-la, pois há risco de elevação da pressão, podendo provocar até eclâmpsia”, alerta a especialista. Miriam ainda esclarece que essa técnica deve ser feita apenas por fisioterapeutas. Por se tratar de um período muito delicado, existem contraindicações e riscos, o que leva os profissionais a fazerem adaptações na técnica.
terça-feira, 27 de março de 2012
Saiba mais sobre "Estomatite" doença muito comum em crianças de 1 a 3 anos
Fonte - Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
O que é estomatite?
Estomatite é uma infecção viral bastante comum em crianças e provoca várias feridinhas (ou aftas) na boca e garganta, causando muitas vezes grande desconforto e dor. Apesar de ser duro ver a criança sofrer, geralmente não há motivos para maior preocupação.
A maioria das pessoas carrega os vírus que causam o problema. Na realidade, o quadro de estomatite de seu filho pode ser sinal da primeira infecção com o herpes simples tipo 1 (HSV-1), um vírus que quase todos nós "pegamos" na primeira infância e carregamos dentro do corpo para o resto da vida.
Outro vírus, o coxsackie, também pode provocar estomatites e a chamada doença de mão, pé e boca (também caracterizada por pequenas lesões nestas partes).
A maioria das pessoas carrega os vírus que causam o problema. Na realidade, o quadro de estomatite de seu filho pode ser sinal da primeira infecção com o herpes simples tipo 1 (HSV-1), um vírus que quase todos nós "pegamos" na primeira infância e carregamos dentro do corpo para o resto da vida.
Outro vírus, o coxsackie, também pode provocar estomatites e a chamada doença de mão, pé e boca (também caracterizada por pequenas lesões nestas partes).
Quais são os sintomas?
As feridas são pequenas (de 1 a 5 milímetros de diâmetro), acinzentadas ou amareladas no centro e avermelhadas por fora. Sua gravidade e localização depende muito do tipo de vírus que está provocando a estomatite.
As lesões podem aparecer na gengiva, na parte interna das bochechas, no fundo da boca, nas amígdalas, na língua ou no céu da boca. As gengivas podem ficar ainda inflamadas e sangrar facilmente.
Como essas aftas costumam ser doloridas, seu filho possivelmente ficará irritado, vai babar mais que o de costume e perderá o apetite e até a sede (dói para engolir). Mau hálito e febre (de até 40 graus Celsius) também podem aparecer, e os gânglios do pescoço tendem a ficar inchados e sensíveis.
Observação: Em casos raros, uma estomatite causada pelo vírus do herpes pode se espalhar para os olhos e infectar a córnea. Uma infecção desse tipo pode levar a danos permanentes nos olhos, por isso leve seu filho imediatamente a um médico se ele tiver estomatite e você perceber que os olhos dele estão avermelhados, lacrimejantes e há sensibilidade à luz (sinais iniciais da infecção conhecida como ceratite herpética).
As lesões podem aparecer na gengiva, na parte interna das bochechas, no fundo da boca, nas amígdalas, na língua ou no céu da boca. As gengivas podem ficar ainda inflamadas e sangrar facilmente.
Como essas aftas costumam ser doloridas, seu filho possivelmente ficará irritado, vai babar mais que o de costume e perderá o apetite e até a sede (dói para engolir). Mau hálito e febre (de até 40 graus Celsius) também podem aparecer, e os gânglios do pescoço tendem a ficar inchados e sensíveis.
Observação: Em casos raros, uma estomatite causada pelo vírus do herpes pode se espalhar para os olhos e infectar a córnea. Uma infecção desse tipo pode levar a danos permanentes nos olhos, por isso leve seu filho imediatamente a um médico se ele tiver estomatite e você perceber que os olhos dele estão avermelhados, lacrimejantes e há sensibilidade à luz (sinais iniciais da infecção conhecida como ceratite herpética).
Como se trata a estomatite?
A primeira coisa para lembrar é que, como é uma infecção causada por vírus, antibióticos não fazem efeito nenhum. As lesões na boca devem passam em uma ou duas semanas. Veja a seguir algumas dicas para aliviar o desconforto do seu filho e mantê-lo o mais saudável possível:
• Medicamentos à base de paracetamol ou ibuprofeno podem ajudar a diminuir a dor e a febre (nunca dê aspirinas a ninguém com menos de 20 anos, porque ela pode levar a uma rara, porém grave, doença chamada síndrome de Reye). Se a dor for tão forte que a criança não conseguir comer ou beber nada, seu médico poderá receitar um analgésico mais forte.
• Embora a criança não tenha vontade de beber nada por causa da dor ao engolir, é importantíssimo mantê-la hidratada. Tente oferecer bebidas mais frias, não ácidas e não gasosas -- água, milk shakes ou sucos diluídos (de maçã, por exemplo) são boas opções. A desidratação pode aparecer rapidamente em crianças pequenas. Ligue para o médico se seu filho ficar mais de seis horas sem urinar ou beber nada.
• Procure dar alimentos mais frios também, como sorvete e iogurte, e comidas menos temperadas, como macarrão só na manteiga ou com azeite e purê de batata ou mandioquinha.
• Medicamentos à base de paracetamol ou ibuprofeno podem ajudar a diminuir a dor e a febre (nunca dê aspirinas a ninguém com menos de 20 anos, porque ela pode levar a uma rara, porém grave, doença chamada síndrome de Reye). Se a dor for tão forte que a criança não conseguir comer ou beber nada, seu médico poderá receitar um analgésico mais forte.
• Embora a criança não tenha vontade de beber nada por causa da dor ao engolir, é importantíssimo mantê-la hidratada. Tente oferecer bebidas mais frias, não ácidas e não gasosas -- água, milk shakes ou sucos diluídos (de maçã, por exemplo) são boas opções. A desidratação pode aparecer rapidamente em crianças pequenas. Ligue para o médico se seu filho ficar mais de seis horas sem urinar ou beber nada.
• Procure dar alimentos mais frios também, como sorvete e iogurte, e comidas menos temperadas, como macarrão só na manteiga ou com azeite e purê de batata ou mandioquinha.
Existe prevenção contra estomatites?
É difícil impedir as estomatites, já que o vírus está no corpo de tantos adultos e crianças e é facilmente transmitido (assim como o coxsackie) através do contato normal entre pessoas. O que é possível fazer é não deixar as crianças perto de alguém que esteja com uma infecção por herpes ativa ou qualquer lesão na boca (e isso incluí você também).
Para proteger os outros, não mande seu filho para a escolinha enquanto estiver doente.
Se as feridinhas na boca forem causadas pelo herpes, o vírus ficará no corpo para sempre. A boa notícia, no entanto, é que o primeiro surto de estomatite costuma ser o pior, e o problema não necessariamente se repetirá a toda hora.
Para proteger os outros, não mande seu filho para a escolinha enquanto estiver doente.
Se as feridinhas na boca forem causadas pelo herpes, o vírus ficará no corpo para sempre. A boa notícia, no entanto, é que o primeiro surto de estomatite costuma ser o pior, e o problema não necessariamente se repetirá a toda hora.
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